METHODOLOGICAL APPROACH
2.5. Shift in Staffing Approaches – From Ethnocentric to Polycentric and Geocentric staffing
PVF5 Disponibilidade
PVE 5.1 Interrupções
PVF6 Qualidade da Manutenção
PVE 6.1 Facilidade reserva em caso de interrupção PVE 6.2 Equipamentos de Medição
PVE 6.3 Preparo dos Técnicos PVE 6.3.1 Capacidade PVE 6.3.2 Polidez
PVF1 Prazo de Instalação
PVF7 Monitoramento
PVE 7.1 Circuitos de Dados PVE 7.2 Circuitos de Voz – entrantes PVE 7.3 Circuitos de Voz – saintes
PVF8 Tecnologia
PVE 8.2 Convênios e Laboratório PVE 8.1 Profissionais Preparados
PVF 9 Conformidade Administrativa
PVE 9.1 Atenção PVE 9.2 Correção
PVE 9.3 Número de solicitações não atendidas no último ano
PVF 10 Apresentação de Faturas
PVE 10.1 Utilidade
PVE 10.2 Atualização Automática PVE 10.3 Transmissão Eletrônica
PVF 11 Parceria
PVE 11.1 Frequência de Reuniões PVE 11.2 Orientação
PVE 11.3 Capacidade de identificar necessidades
PVF12 - Custo
PVE 6.2.1 Adequados PVE 6.2.2 Atualizados
CONFIABILIDADE
RESPONSIVIDADE
PVF2 Capacidade de Incremento no Volume de Transmissão de Informações
PVE 5.2 Retorno da Interrupção
PVE 5.1.1 Frequência PVE 5.1.2 Tempo Total
PVE 5.2.1 Encerramento do chamado PVE 5.2.2 Explicação satisfatória
Um modelo MCDA para avaliar os serviços de telecomunicações prestados por concessionárias à CAIXA em SC, visando seu aperfeiçoamento
6. ELABORAÇÃO DOS DESCRITORES
“O descritor é um conjunto de níveis de impacto utilizado para descrever as possíveis consequências das alternativas (atuais, potenciais e ideais) segundo um ponto de vista. Ele possibilita:
• Conhecer a essência;
• Conhecer os níveis;
• Prover considerável visão (insights);
• Melhorar o processo e ampliar os benefícios do pensamento focado em valor;
• Clarificar o significado do PVF;
• Conhecer os valores implícitos do decisor;
• Melhorar a comunicação entre os atores.”(Ensslin, 1998)
A seguir, será feita uma breve definição de cada PVF, de forma que seja explicado o contexto em que ele se insere.
PVF 1 – P
RAZO DEI
NSTALAÇÃO DEC
IRCUITOSO prazo para instalação de circuitos, sejam de dados ou de voz, tem sido cada vez mais reduzido. Em algumas situações, há tempo para solicitá-los à concessionária com mais de 15 dias de antecedência, quando é possível planejar a atividade. Em outros casos, a área negocial da CAIXA é convidada a participar de um evento de um dia para o outro, disponibilizando seu portfolio de produtos e serviços de modo ON-LINE em uma cidade qualquer, num imóvel cujas
características são desconhecidas (estas situações têm surgido com frequência cada vez maior). Como estas ocasiões requerem a presença institucional da CAIXA nos eventos, o convite é aceito e o prazo tem de ser cumprido. Este descritor é direto, quantitativo e contínuo.
Até 2 dias
3 dias
4 dias
5 dias ou mais
Figura 48 - Níveis de impacto do PVF1
Nível Descrição Símbolo B/N
N4 A concessionária leva até 2 dias para instalar um circuito
B
N3 A concessionária leva 3 dias para instalar um circuito
N2 A concessionária leva 4 dias para instalar um circuito
N
N1 A concessionária leva 5 dias ou mais para instalar um circuito
Tabela 10 – Descritor para o PVF1
PVF 2 – C
APACIDADE DE INCREMENTO NO VOLUME DE TRANSMISSÃO DE INFORMAÇÕESA convergência das redes e a conseqüente necessidade de integrar comunicação de voz e comunicação de dados, a utilização intensiva de INTRANET e INTERNET, a transmissão de imagens através da rede de telecomunicações são alguns dos motivos que fazem a demanda crescer rapidamente. Nos últimos 2 anos a capacidade de transmissão
teve de ser duplicada a cada ano. Este PVF mede em quanto a concessionária poderá ampliar sua capacidade de atendimento junto à CAIXA, a médio prazo.
Este PVF deve mensurar a capacidade da concessionária de atender a um incremento no volume de transmissão de informações nos próximos 24 meses, em número de vezes em relação à capacidade atual.
Mais de 50 vezes
Entre 31 e 50 vezes
Entre 11 e 30 vezes
Entre 6 e 10 vezes
Até 5 vezes
Figura 49 – Níveis de impacto do PVF2
Nível Descrição Simbolo B/N
N5 A concessionária terá capacidade para incrementar o volume atual de transmissão de informações em mais de 50 vezes N4 A concessionária terá capacidade para incrementar o volume
atual de transmissão de informações entre 31 e 50 vezes
B
N3 A concessionária terá capacidade para incrementar o volume atual de transmissão de informações entre 11 e 30 vezes N2 A concessionária terá capacidade para incrementar o volume
atual de transmissão de informações entre 6 e 10 vezes
N
N1 A concessionária terá capacidade para incrementar o volume atual de transmissão de informações em até 5 vezes
PVF 3 – FLEXIBILIDADE
Este PVF está subdividido em dois PVE’s, e ambos são referentes a providências de curto prazo por parte das concessionárias, demandada s pela CAIXA. O descritor deste PVF é do tipo construído, sendo usada a combinação dos níveis de impacto dos PVE’s.
PVE 3.1 – Prazo de ampliação do nó de rede
A ampliação do nó de rede da CAIXA é necessária quando existe a necessidade de aumentar a velo cidade de um ou mais circuitos de comunicação de dados, ou ainda de acrescentar mais um canal de fibra-ótica para ampliar o acesso à central telefônica do edifício, por exemplo. O tempo em que a concessionária consegue viabilizar esta ampliação pode definir como a CAIXA atenderá seus compromissos e atingirá (ou não) suas metas.
Em até 15 dias
Entre 16 e 30 dias
Mais de 30 dias
Figura 50 - Níveis de impacto do PVE3.1
PVE 3.2 – Capacidade para atender demandas incomuns.
É o atendimento à CAIXA com serviços que ela normalmente não utiliza, ou que não utilizou até o momento. A instalação de um recurso RDSI (Rede Digital de Serviços Integrados) atualmente exemplifica esta demanda.
SEMPRE
ÀS VEZES
Figura 51 - Níveis de impacto do PVE3.2
Nível Descrição Simbolo B/N
N6 A concessionária se propõe a ampliar o nó de rede em até 15
dias e sempre tem capacidade para atender demandas incomuns
B
N5 A concessionária se propõe a ampliar o nó de rede em até 15
dias e às vezes tem capacidade para atender demandas incomuns
N4 A concessionária se propõe a ampliar o nó de rede entre 16 e
30 dias e sempre tem capacidade para atender demandas incomuns
N3 A concessionária se propõe a ampliar o nó de rede entre 16 e
30 dias e às vezes tem capacidade para atender demandas incomuns
N
N2 A concessionária se propõe a ampliar o nó de rede em mais
de 30 dias e sempre tem capacidade para atender demandas incomuns
N1 A concessionária se propõe a ampliar o nó de rede em mais
de 30 dias e às vezes tem capacidade para atender demandas incomuns
PVF 4 – VISTORIA
O sucesso na implantação de novas unidades da CAIXA, o bom funcionamento logo após uma mudança de endereço, e a utilização de novas tecnologias de telecomunicações em imóveis já existentes requerem vistorias por parte das concessionárias.Este PVF, por sua vez, é composto por 2 PVE’s, conforme pode ser visto abaixo.
PVE 4.1 – Análise de Projetos
Os engenheiros da concessionária analisam os projetos elaborados pela CAIXA, manifestando-se a respeito.
SIM
NÃO
Figura 52 - Níveis de impacto do PVE4.1
PVE 4.2 – Acompanhamento de Obras
Com a obra em andamento (construção ou reforma de uma unidade da CAIXA) os profissionais da concessionária acompanham o andamento da obra nos aspectos que lhes digam respeito (tubulação para telecomunicações, sistemas de energia, área destinada a equipamentos, cabos existentes a serem aproveitados), de modo a estar a par da situação e evitar imprevistos.
SIM
NÃO
Nível Descrição Simbolo B/N N4 A concessionária analisa os projetos da
CAIXA e acompanha as obras
B
N3 A concessionária analisa os projetos da CAIXA e não acompanha as obras
N2 A concessionária não analisa os projetos da CAIXA e acompanha as obras
N
N1 A concessionária não analisa os projetos da CAIXA e não acompanha as obras