• Aucun résultat trouvé

Segmentation in Hardware

Dans le document Understanding the Linux Kernel (Page 43-47)

Chapter 2. Memory Addressing

2.2 Segmentation in Hardware

Os resultados das análises de densidade e ºBrix iniciais e finais são apresentadas na tabela 8.

Tabela 8 - Densidade e ºBrix inicial e final Etapa da fermentação Densidade (g/ml) ºBrix

Início 1,03 7,2

Fim 1,007 1,8

De fato houve uma redução na densidade do mosto após a fermentação, possivelmente explicada pela conversão dos açúcares em álcool e outros compostos líquidos, com menor densidade (VENTURINI FILHO, 2010).

Para o cálculo do teor alcoólico, foram utilizadas as equações 1 (diferença do ºBrix) e 2 (diferença de densidade) que resultam no grau alcoólico em ºGL (SMILEY, 1999).

(ºBrixinicial - ºBrixfinal)*4/7,4 (1)

(ρinicial – ρfinal)*1000/7,4 (2)

A tabela 9 apresenta os resultados finais de grau alcoólico pelos dois métodos e também a acidez do produto final.

Tabela 9 - Propriedades do produto final Propriedade Resultado

Álcool pelo ºBrix 2,92 ºGL Álcool pela Densidade

pH

3,11 ºGL 4,34

Figura 11 – Produto final Fonte: Autoria própria

Tomando-se a média entre o grau alcoólico obtido de cada equação, tem-se um valor final de 3,01 ºGL, o que significa que nos quatro litros de mosto submetidos à fermentação, apenas 120,4 mL são álcool.

Com relação ao sabor, a bebida apresentou textura seca e um gosto amargo observado por este autor, além de não carregar nenhuma característica organoléptica que lembre o pinhão. Assim, nessas condições não se mostra como um produto que poderia ter aceitação no mercado.

Uma alternativa para esse problema seria a destilação, porém, o baixo teor alcoólico do produto final inviabiliza na prática essa operação, pois seriam necessárias grandes quantidades de mosto para se ter uma produção razoável de destilado.

6 CONCLUSÃO

A produção de uma bebida alcoólica à base de pinhão se mostrou possível, porém, o fermentado final apresentou pequena quantidade de álcool e sabor não agradável. Sugere-se, então, a destilação do fermentado para buscar uma mudança no sabor, processo impossibilitado neste trabalho em função do baixo rendimento da hidrólise, que não forneceu açúcares suficientes para a etapa de fermentação. Fatores como a forma física do grânulo e a relação amilose/amilopectina podem influenciar e inibir a taxa em que o amido é hidrolisado, o que de certa explica este baixo rendimento.

A adição de adjuntos ao mosto pode ser uma alternativa para corrigir este problema e resultar em um fermentado com maiores quantidades de álcool, garantindo assim uma quantidade satisfatória dele para realizar a etapa de destilação e assim produzir uma bebida com melhor aparência e sabor.

Há também a possibilidade de se utilizar outras cepas de leveduras, as quais podem fornecer propriedades diferentes à bebida em relação à cor, sabor e textura.

REFERÊNCIAS

ACSELRAD, G.; KARAM, M. L.; DAIVD, H. M. S. L.; ALARCON, S. Relatório do

consumo de bebidas alcoólicas no Brasil. 2012. 162f. Relatório – FLACSO,

Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, Rio de Janeiro, 2012.

ANDRADE, J.S.; PANTOJA, L; MAEDA, R. N. Melhoria do rendimento e do processo de obtenção da bebida alcoólica de pupunha (Bactris gasipaes Kunth). Ciência e

Tecnologia de Alimentos, Campinas, v. 23, p. 34-38, dez. 2003. Suplemento.

BALBINOT, R.; GARZEL, J. C. L.; WEBER, K. S.; RIBEIRO, A. B. Tendências do consumo e preço de comercialização do pinhão (semente de Araucaria angustifólia (Bert.) O.kzte.) no Estado do Paraná. Ambiência. v. 4, n. 3, p. 463-472, set./dez. 2008.

BATISTA R. A. Produção e avaliação sensorial de cerveja com pinhão

(Araucaria angustifolia). 2014. 108f. Dissertação (Mestrado em Ciência) – Escola

de Engenharia de Lorena, Universidade de São Paulo, Lorena, 2014.

CORDENUNSI, B.R.; MENEZES, E.W.; GENOVESE, M.I.; COLLI, C.; GONÇALVES DE SOUZA, A.; LAJOLO, F.M. Chemical composition and glycemic index of brazilian pine (Araucaria angustifolia) seeds. Journal of Agricultural and Food Chemistry. 2004, 52, 3412–3416.

CORSO, N. M.; MARTINS, G.; SANTOS, A. J; BITTENCOURT, E. A cadeia produtiva do pinhão no Estado do Paraná: aspectos produtivos e comerciais. In: CONGRESSO ÍBERO-AMERICANO DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO DE PRODUTOS FLORESTAIS, 2., 2002. Paraná, Anais... Paraná: UFPR, 2002. p.138.

DAMODARAN, S.; PARKIN, K. L.; FENNEMA, O. R. Química de alimentos de

Fennema. Tradução Adriano Brandelli et al. 4ªed. Porto Alegre: Artmed, 2010. 900p.

DANNER, M. A.; ZANETTE, F.; RIBEIRO, J. Z. O cultivo da araucária para produção de pinhões como ferramenta para a conservação. Pesquisa Florestal Brasileira, v. 32, n. 72, p.441-451, 2012.

EMBRAPA. Cem maneiras de preparar o pinhão, 2014. Disponível em:

<https://www.embrapa.br/busca-de-noticias/-/noticia/1819540/cem-maneiras-de- preparar-o-pinhao>. Acesso em: 02 de junho de 2016.

EMBRAPA. Pesquisa científica, conservação e utilização da Floresta com

Araucárias, 2015. Disponível em: <https://www.embrapa.br/busca-de-noticias/-

/noticia/7775823/pesquisa-cientifica-conservacao-e-utilizacao-da-floresta-com- araucarias>. Acesso em: 21 de maio de 2016.

EMBRAPA. Pesquisa pode reverter a ameaça de extinção da araucária, 2014. Disponível em: <https://www.embrapa.br/busca-de-noticias/-

/noticia/1656125/pesquisa-pode-reverter-ameaca-de-extincao-da-araucaria>. Acesso em: 02 de junho de 2016.

FIGUEIREDO FILHO, A.; ORELLANA, E.; NASCIMENTO, F.; DIAS, A. N.; INOUE, M. T. Produção de sementes de Araucaria angustifolia em plantio e em floresta natural no Centro-Sul do Estado do Paraná. Floresta, Curitiba, v. 41, n. 1, p. 155- 162, 2011.

G1. Pesquisa pode salvar o futuro de araucárias ameaçadas de extinção, 2015. Disponível em: <http://g1.globo.com/pr/parana/noticia/2015/04/pesquisa-pode-

salvar-o-futuro-de-araucarias-ameacadas-de-extincao.html>. Acesso em: 21 de maio de 2016.

GAZETA DO POVO. Cerveja de pinhão é opção para dias frios, 2015. Disponível em: < http://www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/cerveja-de-pinhao-e-opcao- para-dias-frios-8dtojx8v2id99g8oa09u5lw9g>. Acesso em: 05 de junho de 2016.

GODOY, R. C. B. de; NEGRE, M. de F. de O.; MENDES, L. M.; SIQUEIRA, G. L. de A.; HELM, C. V. O pinhão na culinária. Brasília, DF: Embrapa, 2013, 137p.

IAPAR – INSTITUTO AGRONÔMICO DO PARANÁ. Agrometeorologia, 2017. Disponível em:

<http://www.iapar.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=1827>. Acesso em: 05 de Setembro de 2017.

IBAMA – INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS REVNOVÁVEIS. Lista oficial de flora ameaçada de extinção. Brasília: IBAMA, 2002.

IBGE - INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA, Censo

LEITE D. M. C. Avaliação nutricional da semente do Pinheiro-do-Paraná

(Araucaria angustifolia). 2007. 60f. Dissertação (Mestrado em Ciência e Tecnologia

de Alimentos) – Instituto de Tecnologia de Alimentos, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2007.

LEHNINGER, A.L.; NELSON, D.L.; COX, M.M. Princípios de Bioquímica. 3 ed. São Paulo: Sarvier, 2002.

LEONEL, M.; CEREDA, M.P. Avaliação da celulase e pectinase como enzimas complementares no processo de hidrólise-sacarificação do farelo de mandioca para produção de etanol. Ciência e Tecnologia de Alimentos, v.19, p.113-117, 1999.

LIU, Q. Understanding starches and their role in foods. In: CUI, S. W. (ed) Food

Carbohydrates: Chemistry, Physical Properties and Applications. Boca Raton:

CRC Press, 2005. 309-355p.

LODDER, J. The Yeasts, a Taxonomic Study, 2nd Edition, North Holland, Amsterdan. 1970.

MAAREL, M.J.E.C. et al. Properties and Applications of Starch-converting Enzymes of the á-amylase family. Journal of Biotechnology, v.94, p.137-155, 2002.

MAPA – MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO.

Manual de métodos de análises de bebidas e vinagres. Disponível em: <

http://www.agricultura.gov.br/arq_editor/file/Aniamal/Laborat%C3%B3rios/Metodos% 20IQA/BEV/Nao%20Alc/NAO%20ALCOOLICOS%20-

%2004%20GRAU%20ALCOOLICO%20REAL.pdf>. Acesso em: 06 de junho de 2016.

MATOS, G. F.; TEIXEIRA, J. A.; Silva, D. P.; VICENTE, A. A.; FELIPE, M. D. G. A.; SILVA, J. B. A.; Carvalho, G. B. M. Análise da fermentação em biorreatores

cilindrocônicos de bancada na elaboração de cerveja com adjunto de banana. In: SIMPÓSIO NACIONAL DE BIOPROCESSOS, 17., 2009, Natal. Anais... Natal, 2009.

MENEZES, A. G. T.; MENEZES, E. G. T.; ALVES, J. G. L. F. Produção de vodca a partir de batata (Solanum tuberosum L.) cultivar ágata, utilizando Saccharomyces cerevisiae. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA QUÍMICA, 10., 2015. São Paulo, Anais... São Paulo: Blucher, 2015. p. 1349-1356.

SANTOS, A. J.; CORSO, N. M.; MARTINS, G.; BITTENCOURT, E. Aspectos

produtivos e comerciais do pinhão no Estado do Paraná. Revista Floresta, v. 32, n. 2, p. 163 – 169, 2002.

SANTOS, G. S.; MARQUES, E. P.; SILVA, H. A. S.; BEZERRA, C. W. B.;

MARQUES, A. B. Identificação e quantificação do cristal violeta em aguardentes de mandioca (Tiquira). Revista Química Nova, v. 28, n. 4, p. 583-586, 2005.

SILVA, C. M.; ZANQUI, A.; SOUZA, A. H. P.; GOHARA, A. K.; VISENTAINER, J. V.; MATSUSHITA, M. Caracterização química e quantificação dos minerais da semente de araucaria angustifolia (Bertol.) O. Kuntze. In: ENCONTRO INTERNACIONAL DE PRODUÇÃO CIENTÍFICA CESUMAR, 8., 2013. Paraná, Anais... Paraná: Centro Universitário Cesumar, 2013.

SILVA, R. M. F.; CHALEGRE, T. S.; CARVALHO, G. B. M. Estudo do uso do tamarindo como adjunto do malte para produção de cervejas ale e lager. In:

CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA QUÍMICA, 10., 2014, Florianópolis.

Anais... Florianópolis, 2015.

SMILEY, I. (Ed.). Making Pure Corn Whiskey: a professional guide for amateur and micro-distillers. 1ª ed. Canadian: An Amphora Society Publication, 1999. 103 p.

STEFENON, V. M.; NODARI, R. O.; REIS, M. S. Padronização de protocolo AFLP e sua capacidade informativa para análise da diversidade genética em Araucaria

angustifolia. Sci. For., n. 64, p. 163-171, dez. 2003.

TORRES, L.M.; LEONEL, M.; MISCHAN, M.M. Concentração de enzimas

amilolíticas na hidrólise do amido de gengibre. Ciência Rural, v.42, n.7, p. 1327- 1332, 2012.

VENTURA R. Quantificação do ácido lático na fermentação etanólica como

parâmetro de monitoramento do processo. 2007. 106f. Dissertação (Mestrado em

Ciências Biológicas) – Instituto de Biociências, Universidade Estadual Paulista “Julio de Mesquita Filho”, Rio Claro, 2007.

VENTURINI FILHO, W.G. Bebidas Alcoólicas: Ciência e Tecnologia. 1ªed. São Paulo: Bluncher, 2010. (edição Bebidas Alcoólicas da Série Bebidas, v. 1).

VENTURINI FILHO, W.G.; CEREDA, M.P. Hidrolisado de fécula de mandioca como adjunto de malte na fabricação de cerveja: avaliação química e sensorial. Ciência e

Tecnologia Alimentos. Vol. 18. N°2. Campinas. Maio/Julho 1998.

WOLF, B. W. et al. Effects of chemical modification on in vitro rate and extent of food starch digestion: an attemp to discover a slowly digested starch. J Agr Food

Chem, v.47,p.4178-4183, 1999.

ZANETTE, F. Como plantar Araucária para produzir pinhões. Disponível em: <http://wp.ufpel.edu.br/consagro/files/2012/03/Como-plantar-Arauc%C3%A1rias- para-produzir-pinh%C3%B5es.pdf>. Acesso em: 21 de maio de 2016.

Dans le document Understanding the Linux Kernel (Page 43-47)