consonne/zéro : la question du statut de la consonne de liaison
2.4 Liaison, élision et la question du lexique
2.4.2 Schwa, liaison, effets de fréquence des constructions et exemplaires
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5.3.T
RABALHO DE PARESOs momentos onde a entreajuda e as sugestões mútuas aconteceram, favoreceram em muito o desempenho dos grupos no contexto do trabalho desenvolvido. Como evidência da importância do trabalho de pares selecionámos o seguinte comentário:
“ (…) depois de ver o meu colega a jogar, foi muito mais fácil e divertido.” (T.C.)
Na Figura 8 podem observar-se três fotografias, que mostram a ajuda entre pares no que diz respeito ao domínio digital.
Figura 8 - Registo fotográfico do trabalho de pares no domínio digital
Na Figura 9 podem observar-se duas fotografias, que mostram a ajuda entre pares no que diz respeito ao domínio matemático.
Figura 9 - Registo fotográfico do trabalho de pares no domínio matemático
Os dados relativos aos inquéritos que procuravam aferir a opinião dos alunos a propósito do trabalho a pares, demonstraram que os alunos consideram muito importante este tipo de trabalho e que os ajudou na realização das tarefas.
54 O Gráfico 8 mostra-nos a percentagem de respostas à pergunta realizado no inquérito intercalar: “O facto de realizares as tarefas no computador com um companheiro ajudou-te? Justifica.”
Gráfico 8 - Respostas ao inquérito intercalar sobre o trabalho a pares
Pela observação do gráfico podemos constatar que realmente os alunos preferem trabalhar a pares, talvez porque lhes dê mais segurança e torne a tarefa mais divertida. Mas para podermos realmente perceber o porquê, no Quadro 7 pode observar-se algumas justificações dadas pelos alunos à pergunta: “O facto de realizares as tarefas no computador com um companheiro ajudou-te?”:
Quadro 7 - Justificações para as respostas dadas à pergunta sobre o trabalho em pares
Aprendi mais porque via o meu colega a jogar e também podíamos competir para ver quem era o melhor.
Às vezes quando não percebia os jogos o meu colega explicava-me e gostei sempre da companhia porque não gosto de estar sozinho.
Eu gostei da minha colega, ela ensinou-me e é minha amiga.
O meu colega ajudava-me no teclado e às vezes quando era ele o primeiro a jogar isso ajudava-me a ser melhor que ele, porque eu já sabia como se jogava.
Quando eu não sabia o meu colega ajudava-me. E quando ele jogava primeiro isso também me ajudava.
O meu companheiro ensinou-me algumas coisas, mas pouco, eu aprendia mais quando era ele a jogar primeiro. Se eu estivesse sozinha era mais difícil.
A minha colega ajudou-me e eu também a ajudei, foi muito bom para os dois.
Eu gostei porque é mais divertido aprendermos juntos.
Quando eu não sabia o meu colega ajudava, e como jogava depois dele, via como ele fazia e depois era mais fácil.
Sim, porque assim podíamos aprender um com o outro. Ele ensinava-me quando eu precisava e eu fazia o mesmo.
Eu às vezes gostava de ter outro colega, porque o meu sabia menos do que eu e só eu é que o ajudei, ele nunca me ajudou.
Houve um jogo ou outro que por ter visto o meu colega a jogar foi mais fácil para mim. 78% 11% 11% Sim Não Talvez
55 No inquérito final realizado na última semana de aulas do primeiro período letivo, os alunos tinham que responder à pergunta “O que achas de teres realizado as tarefas no computador com um colega?” esta pergunta foi complementada com outras quatro de forma a orientar a resposta do aluno. No Gráfico 9 podemos observar as respostas dadas pelos alunos.
Gráfico 9 - Respostas ao inquérito final sobre o trabalho a pares
Pela análise do gráfico podemos constatar que no geral os alunos, no final da implementação deste projeto, continuaram com a mesma opinião acerca do trabalho a pares. A maioria considerou que em pares conseguiram perceber melhor a matemática e o software e, por conseguinte, foi muito mais divertido realizar as tarefas propostas.
5.4.D
ESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS DIGITAISCom base no primeiro inquérito realizado aos alunos antes do início da implementação do projeto, pudemos constatar que alguns alunos já tinham utilizado computadores, 22% dos alunos informaram ter um computador em casa e que o utilizavam essencialmente para ver vídeos de bonecos animados e jogar jogos.
No início e no final da implementação fez-se uma avaliação das competências digitais dos alunos.
No dia dezoito de setembro iniciou-se a avaliação das competências digitais dos alunos, que se baseou essencialmente na observação. Esta avaliação realizou-se durante a aplicação das primeiras tarefas, em que o professor investigador observou o domínio do
Perceber melhor a matemática
Perceber
melhor o jogo Mais divertido
Preferia estar sozinho Sim 11 13 17 2 Talvez 5 4 1 1 Não 2 1 0 15 0 2 4 6 8 10 12 14 16 18 Sim Talvez Não
56 rato e a autonomia. Os alunos não foram informados sobre esta avaliação, para que não se sentissem desconfortáveis e para que pudessem agir da maneira mais natural possível, de modo a não influenciarem os dados recolhidos pela observação. No dia quatro de outubro foi a data em que se iniciou a avaliação das competências digitais dos alunos ao nível do domínio do teclado numérico, das teclas de navegação e das teclas alfanuméricas, esta avaliação prolongou-se durante cerca de uma semana. Nesta avaliação, o professor investigador teve de explicar como usar o teclado para a realização das tarefas e foi além do que era necessário para a execução das mesmas, perguntando aos alunos se sabiam para que serviam algumas das teclas referidas anteriormente.
Durante as últimas duas tarefas realizadas neste projeto, em dezembro de dois mil e três, os sujeitos do estudo foram novamente avaliados ao nível das competências digitais, no domínio do rato, do teclado e da autonomia. No Anexo 4 podem consultar-se as grelhas utilizadas para esta avaliação das competências digitais.
No Gráfico 10 pode observar-se o resultado da avaliação, relativo às competências digitais dos alunos, nos dois momentos avaliativos, o inicial (setembro/outubro) e o final (dezembro).
Gráfico 10 - Resultado da avaliação das competências digitais dos alunos
0 2 4 6 8 10 12 14 16 18 Domínio do rato 1.ª avaliação Domínio do rato 2.ª avaliação Domínio do teclado 1.ª avaliação Domínio do teclado 2.ª avaliação IS 12 1 18 0 S 6 4 0 5 B 0 7 0 7 MB 0 6 0 6