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The salesmanship of the benefits and cost of integration is necessarily a SADC competence and not that of the member States. This is one area in which

the major constraints hindering "kEI and general growth in the mineral industries

95. The salesmanship of the benefits and cost of integration is necessarily a SADC competence and not that of the member States. This is one area in which

Separamos a especificação das condições de contorno nas seções seguintes, agrupando as fronteiras do domínio conforme os diferentes tipos de condições aplicadas.

6.4.1 - Fronteira a Montante

A fronteira a montante é de entrada de massa no domínio. Assim, é necessário que os fluxos convectivos sejam prescritos nessa fronteira e os difusivos sejam nulos (fisicamente coerente). As condições do escoamento na fronteira de entrada são as que mais influenciam a solução do problema. Velocidade do vento, perfil de estratificação e intensidade da turbulência são essencialmente convectados escoamento adentro e determinam a dispersão da pluma a montante da montanha. Ao passar sobre a montanha o escoamento sofre modificações consideráveis provocadas pela topografia. Assim, sobre a montanha e a jusante desta, as condições de contorno na entrada não são decisivas sobre o comportamento do escoamento (exceto a alturas maiores, distantes do solo). No entanto, com relação ao comportamento da pluma, sua dispersão inicial, quando ainda está a montante da montanha, é fortemente ditada pelas condições de contorno na entrada.

No túnel de vento foram medidos alguns perfis verticais da velocidade longitudinal, temperatura e intensidade turbulenta em diversas posições ao longo da direção do escoamento. Tomamos os valores experimentais de velocidade e temperatura para serem prescritos como condição de contorno na fronteira a montante. A partir dos valores experimentais de intensidade das flutuações das componentes da velocidade calculamos a energia cinética turbulenta para ser também prescrita na entrada. A intensidade das flutuações de velocidade foram reportadas da

seguinte forma.

A adimensionalização é feita pela componente longitudinal da velocidade (u). A energia cinética turbulenta é então calculada por

(6.6) u

k = u ' + v ' + w- = y [ ( Au)2 + (Av) 2 + ( Aw)2] (6.7)

Como os pontos da malha não coincidem necessariamente com os pontos de medição no experimento (na direção vertical), interpolamos linearmente a partir dos dois pontos experimentais mais próximos. A figura 6.4 mostra os perfis verticais de velocidade (u*), temperatura (Tm) e energia cinética turbulenta (km) prescritos na fronteira de entrada. Como a malha está alinhada com o escoamento na entrada, temos v» = Win = 0 .

E E u (m/s) u (m/s) E E T (K) T (K)

Figura 6.4 - Perfis de velocidade, temperatura e energia cinética turbulenta na entrada (casos neutros a esq. e estáveis a dir.)

k (m2/s2) k (m2/s2)

Figura 6.4 - Perfis de velocidade, temperatura e energia cinética turbulenta na entrada (casos neutros a esq. e estáveis a dir.) - continuação

Como não foram feitas medições da taxa de dissipação (s), prescrevemos o seu perfil na entrada em função do comprimento de escala da turbulência (ou comprimento de mistura). Para os casos neutros (D) empregamos a relação usualmente utilizada para a camada limite atmosférica.

L = k v 2 (6-8)

Para os casos estavelmente estratificados (E), o comprimento de escala não cresce sempre linearmente com a altura, mas é limitado a um valor máximo pelo caráter estável do escoamento. A idéia é então escrever o comprimento de escala como

/ = U - + - 1 \ _1 ' k vZ Imax' k ' Z (6.9) 1+ M ^max

N a CL A estável é o comprimento de Monin-Obukhov (L , ver seção 3.5) que determina o tamanho dos maiores vórtices (Apsley, 1995). De acordo com a teoria da similaridade de Monin- Obukhov para a camada superficial, a viscosidade turbulenta é dada por

v t = ^

k u»z

onde <t>m é uma função de z e L (ver seção 3.6). A escala de velocidade é u* (comparar 6.10 com 2.47) e então o comprimento de escala da turbulência é (tomando <l>m para condições estáveis dado por 3.11)

/ = - ^

1 +4.7z "l-

(6.11)

Comparando (6.11) com (6.9) obtemos o comprimento de escala máximo.

/ ^ = ^ ^ = 0.085Lmax (6.12)

Substituindo (6.12) em (6.9) obtemos uma expressão para o comprimento de escala na entrada do escoamento.

/ = — kvZ i + K z

(6.13) 0.085L

O comprimento de Monin-Obukhov é obtido a partir dos perfis de velocidade e temperatura medidos, empregando-se as expressões para velocidade e temperatura na camada superficial. A partir de 3.12 e 3.17 (utilizando 3.2 e 3.18) temos

/ u* u ' = i 7 ln h . +4.7— 1.Z(P L (6.14) Ae = e2- e 1 = u» k ^ g P L ln r \ z 2 + 4 . 7 ^ - Z' ) ] J L (6.15) Eliminando u , chega-se a

üL

A0 ~ ( \ 2 g&L ln W + 4 . 7 ^ - 1 - 1 o N ln + 4.7 (Z3" Z1)1 kzJ L (6.16)

a qual é resolvida (numericamente) para determinar L. Tomamos a média de L calculado a partir dos valores de u e T dos três pontos mais próximos do solo, o que resultou em L = 0.13 m para os casos estáveis (E). A figura 6.5 mostra o perfil de / na entrada para os casos estáveis (E).

l(m)

Figura 6.5 - Perfil do comprimento de escala da turbulência na entrada - casos estáveis (E)

A malha para a concentração inicia-se na posição em que está a fonte (x = -500 mm). Assim, a concentração é prescrita como Cm = 1 (g/m3) nas faces dos volumes que representam a fonte e Ci„ = 0 no restante da fronteira.

6.4.2 - Fronteira Inferior

A fronteira inferior é o solo, neste caso, o chão do túnel de vento com o modelo do terreno. A lei logarítmica de parede é empregada para a determinação dos fluxos difusivos turbulentos de quantidade de movimento e de calor trocados com o solo. Este é impermeável, implicando em fluxos convectivos nulos (velocidade normal nula junto à superfície). As funções de parede para a velocidade e a temperatura são as seguintes (Launder e Spalding, 1974).

u* k v v v y (6.17)

onde Vp é a componente da velocidade paralela à superfície nos volumes adjacentes a esta, hp é a distância desses volumes à superfície, E = 26 (parede lisa).

onde T» é o fluxo de calor dado por (3.18), To é a temperatura do solo, F = 38.6 (ar escoando sobre parede lisa e Prt = 0.5).

As expressões (6.17) e (6.18) relacionam a tensão cizalhante e o fluxo de calor na parede, respectivamente, com a velocidade e a temperatura na região (ainda turbulenta) próxima à parede, onde seus comportamentos são muito bem descritos por perfis logarítmicos de variação.

Energia cinética turbulenta e sua taxa de dissipação são prescritas nos volumes adjacentes ao solo assumindo-se equilíbrio local entre produção e dissipação. Este é geralmente o procedimento que se adota para escoamento turbulento junto a parede sólida, na ausência de melhores condições de contorno. De fato, os termos de transporte (convectivo e difusivo) de k e

8 próximo à parede são muito pequenos quando comparados com os termos de produção e dissipação, como demonstrado por Koo (1993). Como nosso estudo inclui escoamentos estratificados, optamos por incluir o termo de produção (ou destruição) por efeito de empuxo (G) nos balanços que determinam os valores de k e 8 nos volumes junto ao solo. Desta forma,

considerando P + G = s e utilizando os resultados da teoria de Monin-Obukhov obtemos

(6.18) T* k v V v )

(6.19)

<j)m é dado pela equação 3. 11. Note que para a condição de estabilidade neutra (L=oo e <J>m= l) as expressões acima reduzem-se àquelas clássicas normalmente encontradas na literatura.

No caso da concentração, é considerado que o solo não absorve o gás traçador, ou seja, não há fluxo de poluente para a fronteira inferior.

- - = 0 (6.2 1)

õn

6.4.3 - Fronteiras Laterais e Superior

As fronteiras laterais e superior são, respectivamente, as paredes laterais e o teto do túnel de vento. Como não nos interessa resolver as camadas limites adjacentes a elas, as mesmas são tratadas como paredes impermeáveis e adiabáticas sobre as quais o escoamento desliza sem atrito (“parede deslizante”). Desta forma, a condição de contorno para a velocidade é de tensão cizalhante e velocidade normal nulas. Para a temperatura, as variáveis turbulentas (k e e) e a concentração, a condição é a de fluxo nulo através dessas fronteiras. Assim temos para as fronteiras laterais

— = 0 (<|> = u , w , T , k , s , c) e v = 0 (6.22)

õ y

E para a fronteira superior

— = 0 (<|> = u , v , T , k , 8, c) e w = 0 (6.23)

õ z

6.4.4 - Fronteira a Jusante

A fronteira a jusante é aquela por onde o escoamento deixa o domínio do problema. Adotamos a condição de contorno típica para fronteira com saída de massa, que é a de gradiente longitudinal nulo para todas as variáveis.

— = 0 (<|> = u , v , w , T , k , e , c )

õ x (6.24)