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Apresentamos nest e ponto todo o conjunto de processos que conduzi ram a investi gação t endo por bas e o des envol viment o de ativi dades expl orat óri as propost as para cada s ala, através da s ua contextualização, realização das ativi dades e obs ervação (M art ins et al , 2009), numa perspeti va de si gni fi cação e com preens ão da reali dade pel as experi enci as efetuadas pel as cri anças (Galvão, 2005). Apêndi ce ao pres ent e documento apresent amos dis criminadament e as ati vidades de cada sal a, a res petiva grel ha de avali ação da ativi dade e a indi cação de conteúdos de cada a t ividade. As ativi dades decorreram e nt re os m es es de feverei ro e abril do ano 2013.

i. Ati vidad es d a sala de u m an o

A s al a de um ano é constituí da por 14 crianças nasci das no ano de 2011, t em um educador de infância e dois auxiliares de ação educativa.

Defini u-se para est a s ala um a ati vidade rel acionada com as borbol et as – “A l agartinha comilona”, tendo com o finalidade conhecer a vida das borbol et as da hort a. Propusemos a const rução de um borbol et ári o para as cri anças obs ervarem as di ferent es fas es do ciclo d e vida da borbol et a -d a-couve assim com o a const rução de fantoches que represent em o cicl o de vida da borbol et a -da-couve, ident i ficando as princi pai s fases da sua vida.

A ativi dade desenrol ou -se ao l ongo de sete dias, s endo o moment o final o di a em que se r ealizou um a exposi ção no j ardim infanti l.

43 No prim ei ro dia foi visualiz ado um vídeo alusivo às várias fas es do ciclo de vida da borboleta e feita a exploração da canção “A lagartinha” e fazendo-se um jogo de interpretação do animal, imitando a sua locomoçã o, des envolvendo desde logo uma área t ão rel evant e como a expressão mot ora a part ir de um a ati vidade cent rada numa hort a.

As cri anças fi caram muito ent usi asm adas com a mont agem dos aparelhos m ultim édi a, est ando durant e o vídeo muit o int eressadas e atentas, pedindo para mostrar m ais .

Not a de campo de 16 -02 -2013

O segundo dia cons tituiu a cons trução do borboletário t raduzido num a explicação acerca da vida das borboletas como não sendo um processo contínuo com o o desenvolvi ment o hum ano, mas sim uma trans form ação com plet a, de form a em forma disti nta, que se chama met amorfos e.

Houve imens a curiosidade das cri anças , constant em ent e a quererem mexer no borbol etário e nas lagartinhas , forçando a educadora a tirá -lo do al cance das cri anças para que não o dani ficarem.

As crianças nas entradas e s aídas da sala, cham avam os pais para junto do borbolet ário com a intenção de l hes mostrarem as suas lagart inhas.

Not a de campo de 17 -02 -2013

Num a visit a a um a hort a com couves poder -s e-i a conhecer a vida da borbolet a -das -couves, observar os ovos da borbol eta, as lagartinhas nas couv es , as cri sálidas ou até as borbolet as a voar. Const ruiu -s e um borbol et ári o para as cri anças conhecerem a vi da da borboleta -da-couve na sal a. Desta forma, as crianças podem observar t odos os di as o desenvol vimento desde o ovo at é à borbol et a. Usou -se um a c aixa de cart ão com paredes de rede fina e cl ara e col ocou -se um a couve num

44 vaso para alim ent ar as lagarti nhas. Pode -se col ocar as l agart inhas num a folha de couve ou num recipi ente transparent e para que as crianças obs ervem m el hor. Após quatro mudas , o corp o da l agart a começa a trans form ar -s e em cri sálida. Como est amos na pri mavera, est a fas e dem ora cerca de 10 a 15 di as até se transform ar em borbolet a. Podem -s e obs ervar as borbol et as a voar na sal a antes de as libert ar na nat urez a. Trat a-se de um a ati vidade bast ant e t ransvers al em t ermos de áreas de conteúdo a t rabalhar, indo desde expres sões verbais até à mat em ática, passando pelo des envolvim ento pessoal e em oci onal.

O terceiro di a bas eou -s e na exploração com as cri anças da hi stóri a: “A lagartinha comilona” usando o livro de Eric Carle.

Cont aram -se os frutos com a col aboração das cri anças , dest acou -s e os di as da s em ana, us ou -s e a imagem do sol e da l ua para pergunt ar às cri anças o que est avam a ver. Al gumas cri anças reconheceram o sol e verbalizaram “sol”. Apenas uma respondeu e verbalizo u “lua”.

Identi fi caram o ovinho, a l agart inha, o ca sul o e a borbol et a. As cri anças ident ifi caram ainda a folha verde, e a educadora referiu que as lagart inhas gost am muito de folhas verdes, com o as folhas da couve que tínhamos na s al a .

Not a de campo de 1 8 -04 -2013

Tam bém aqui se revelou uma atividade que, podendo não s er no imedi at o percetível, proporci ona o des envolvim ento de di vers as áreas de conteúdo, com plem ent adas no di a seguint e com a apres ent ação em PowerPoint adaptada do referido livro de Eri c C arle .

No quint o di a construí ram -se fant oches que represent em o ci clo de vida da borbol eta, para dar a conhecer às cri anças a vida das borbol et as da horta. Tentou -se const rui r fant oches col ori dos que agradem às crianças , m as que repres ent em o ci clo da borbol et a-das-couves de

45 forma m ais real pos sível. Um fant oche que repres ent e o ovo, out ro que represent e a lagart a, out ro a cris álida e o adult o que é a borbol et a. As cri anças partici pam na pint ura da l agart a e da cri sálida usando os s eus dedinhos, mai s um a vez co m plementada no di a segui nte com a recri ação da históri a da l agartinha comilona que explorám os com as crianças ant eriorment e, us ando os fant oches el aborados na casi nha de fant oches.

O culminar da ativi dade na s al a de aul a traduziu -s e na exposição dos t rabalhos no át ri o da es col a: o borbolet ári o, a hist ória “A lagartinha comilona”, os fantoches, a canção “A lagartinha”, fotografias e descrição da ati vidade.

Im port a finalm ent e referir que a ati vidade foi adapt ada da atividade “Espreitar a vida das borboletas” do livrinho “Caracol, Caracol põe os pauzinhos ao sol!” do projeto “Sair da Concha” de Raquel Gaspar.

ii. Ati vidad es d a sala de doi s an os

A s al a de dois anos é constituí da por 18 crianças nas cidas no ano de 2010, t em um educador de infância e dois auxiliares d e ação educativa.

Defini u-se para est a sal a um a ati vidade s obre os espantal hos – “O Espantalho brincalhão”, subjugada ao princípio de que não há horta sem espant al ho! O espant alho prot ege as culturas dos páss aros e t orna a horta mais bonita e engraçada pa ra as cri anças. Est a atividade teve como finalidade dar a conhecer às cri anças o que é um es pant alho e qual a sua utilidade.

A ativi dade na s al a desenrol ou -s e ao longo de oito di as, s endo o momento fi nal o di a em que se realizou a visit a de estudo à horta “O espantalho” de “A escola na horta”.

A educadora vest iu -se de espant alho e inici ou o t rabalho com a exploração da canção com o videoclip “O espantalho” de Xana Toc Toc, dançando e fazendo os gestos correspondent es com as cri anças, cont exto

46 de el ei ção ao des envolvimento das ex press ões musi cal , dram áti ca e emocional!

O segundo di a foi compl ement ado com a ati vidade ini ci ada no di a ant erior s eguida da l eitura de poem as sobre espantal hos , nomeadament e poemas para crianças, tais como “O Espantalho Trapalhão” e “O Espantalho Fialho”.

O dia s egui nt e foi dedicado à hist óri a do espantalho enam orado onde s e recordaram os poemas com as crianças, repeti ndo a s ua lei tura e explicando o si gnifi cado de al gum as pal avras novas, contou -s e a hist óri a “O espantalho enamorado” utilizando uma apresentação em PowerPoint, explorando -a tent ando que as cri anças percebam para que servem os espant al hos na hort a. P or norm a os es pantal hos estão nas hort as para afast ar os pás saros que querem com er as sem enti nhas. C omo os páss aros têm m edo das pessoas, não se aproximam. Mas é claro que uma pes soa não pode est ar o di a t odo na hort a a afastar os páss aros. Por i sso, o espant al ho é um boneco do tam anho de uma pessoa que é pos to na hort a para os afast ar e as sust ar. Os espant al hos tam bém t ornam a hort a mais bonit a e engraçada. Des envolveram -se um conj unt o de ati vidades cent radas num a horta que um a vez m ais permiti ram um abordagem transvers al às vári as áreas de cont eúdo.

Os seguintes três dias foram d edi cados à const rução dos espant al hos , onde s e conversou de novo com as cri anças sobre a his tória do “Espantalho Enamorado” referindo a utilidade dos espantalhos. Const rui u-s e com as crianças doi s “espantal hos cri anças” uma m eni na e um menino. Importa nest e ponto ressal var que a construção de espant al hos para a hort a pode s er um a at ividade mui to di vert ida, onde a cri ati vidade das educadoras e das cri anças s e m ani fest a em espant al hos muito ori gi nais. Foram us ados di vers os mat eri ai s tai s como canas, roupa vel ha de cri ança, botões, t am pas de garrafas, cha péu de palha, l uvas, cordel, cola e el ás ticos. Uma vez m ais est a atividade refl et e, na perspeti va da i nves ti gadora, a m ai s -valia das ati vidades práti cas no

47 desenvol vimento de aprendiz agens m ulti disciplinares e na compreens ão dos conceit os que s e abordam .

A educadora durant e a construção dos es pantal hos explora diversas áreas, onde s e dest aca a m at em áti ca, através da contagem até dez, dos botões da cami sa do espant al ho, as diversas cores da camis a assim como as suas ris cas, horizontais e verti cais e ainda a l gumas formas geomét ri cas.

Foi t ambém uma ativi dade onde as crianças puderam conhecer m elhor o corpo humano.

P – O que f alta nest e es pant alho?

C – Falta os olhos; o nariz ; a boca; a lí ngua; as bochechas.

P – Agora vamos contar os dedos do es pantalho. As cr ianças cont am os dedos das luvas do espant al ho.

P – E vocês quantos dedos t êm nas vossas mãos? As crianças cont am os dedos das suas m ãos.

Not a de campo de 11 -04 -2013

O s étimo dia dest a ativi dade foi dedi cado ao t eatro com os espant al hos enam orados. Fez -s e um teat rinho para as cri anças com os espantalhos “menina” e “menino” que construímos com as crianças, tentando recriar a história do “Espantalho Enamorado” que exploramos inici alm ente.

No oit avo di a procedeu -s e à pint ura de um espant alho e exposição. Forneceu-se o des enho de um es pant al ho para as cri anças faz erem a pintura, escrevemos o nom e da criança e a pal avra espant al ho. Expuseram -s e os t rabal hos no át rio da escol a: a canção do “Espant alho Brincalhão”, os poemas, a história do “Espantalho Enamorado”, o s espant al hos , as pi nturas das cri anças, fotografi as e descri ção da ativi dade.

48 Por fim foi organizada uma visita à horta “O espantalho” de “A escola na horta”. Levou -se as crianças a visitar a horta “O espantalho” com os espantal hos que const ruímos . Nesta visit a as cri anças ti veram oportunidade de conhecer um a hort a com diferent es espantalhos e dar a conhecer a horta aos seus es pant alhos. Foi pos sível faz er um a anim ação com os es pant alhos na hort a.

(Atividade adaptada do projeto “A escola na horta”)

Apes ar de as OCEPE cont empl arem orient ações (passe a redundância) para a faixa et ári a do pré -es col ar, as duas ati vidades referi das nos it ens ant eriores, desenvol vidas em cont exto de creche, permiti ram const at ar e aferir o pot enci al e a pert inênci a deste ti po de ativi dades a s erem implementadas e desenvolvidas num currí culo nos prim ei ros anos escol ares .

iii. Ati vidad es d a s ala de três anos *

A s ala de t rês anos é constituí da por 24 crianças nascidas no ano de 2009, tem um educador de infânci a e um auxiliar de ação educa ti va.

Defini u-se para est a sala uma ativi dade sobre A pl ant a da hort a, tendo com o finalidade dar a conhecer às cri anças o que é uma plant a e qual a sua ut ilidade e consti tui -se na sua prim ei ra abordagem num a visit a à hort a dando às cri anças a oport unidade de conhecerem um a hort a. De seguida pretender -s e-ia des enhar a hortinha, orientando as cri anças para o conceit o de pl ant a. Desenhar a plant a de um a hort a no seu j ardim infanti l permit iri a des envolver a im agi nação e o s entido de organiz ação das crianças , d es envolveri am a linguagem oral, a abordagem à es crit a, as expressões e adquiri riam o conceito de planta. P revi a -s e de seguida o bati smo de hort a, desenvolvendo o senti ment o de pert ença e da express ão oral. C ada criança i ndi ca um nome oral ment e, regist ando -s e todos os nom es no quadro ou num caderno, realiz a -se o tipo de vot ação apropri ado a est e ní vel et ári o, onde com o exem plo, os t rês nomes m ai s vot ados vão à segunda volt a e pede -se às crianças cuj as propostas foram

49 mais vot adas para argum ent arem a seu favo r. P or fim procede -s e à vot ação fi nal.

Finaliz a-se a at ividade com a const rução de um a t abul et a bonit a em m at erial res ist ente com o nome da horta que foi es colhido pelos alunos para col ocar na fut ura hort a!

(Atividade adaptada do projeto “A escola na horta ”)

* N o t a : D i ve r s o s fa t o r e s r e l a t i vo s à e d uc a d o r a n ã o p e r mi t i r a m o d e s e n vo l vi me nt o d e s t a a t i vi d a d e n e s t a s a l a .

iv. Ati vidad es d a s ala de quatro anos

A s al a de quat ro anos é constituí da por 22 cri anças nas cidas no ano de 2008, tem um educador de infânci a e um auxiliar de ação educati va.

Defini u-se para est a sal a um conjunt o de ati vidades sobre a germinação e cresci ment o das pl ant as, ou seja t ent ar perceber com o surgem as plant as na hort a, t end o como finali dade proporcionar às cri anças a i denti ficação das sem entes cuj as plantas vão sem ear na horta, realiz ar as sementei ras de di ferent es espéci es que constit ui rão a hort a, prever, experim ent ar, observar e comparar o process o de germinação de sem ent es e o cres ci ment o de pl ant as e promover o conhecimento de diversas es péci es hortí colas e o acom panhament o do s eu desenvol vimento cri ando uma rel ação de cui dado const ant e.

Mais um a vez t rat a -s e de um conjunto de ati vidades a des envolver ao longo de vário s dias (nove) i nici ando -s e com o cont o da história do “João e o Feijoeiro”, perguntando -se às crianças se pensam que o feijão se poderia “transformar” numa planta, tal como acontece na história. Int roduz -s e a idei a de que o feij ão é a sem ent e da pl ant a “fe i joeiro” e pedimos que i ndi quem out ras sem ent es que conheçam .

A educadora explora as conceções prévias das cri anças a part ir da história.

50 P – Ent ão o João tinha f eijões . Se tivess em feijões acham que eles se poderiam tr ansfor mar numa plant a?

C – Não, porque não são mági cas . Têm que s er mági cas.

C – Ficamos com um feij oeiro mais pequenino. P – Ent ão se ti véssemos fei jões poderi am t er uma plant a, mas não t ão grande como na hi st ória?

C – Pois , porque os fei jões da hist ória eram mági cos, os nossos f eijões não s ão mági cos. São f eijões normais .

C – Mas ess es s ão para comer. C – Não s ão mágicos, não cr es cem. C – Se puser mos na t err a eles cr es cem C – Se deitarmos água.

P – Ai sim? T emos que pôr água, porquê? C – Senão não cr escem.

P – Gostavam de semear feij ões cá na escola? Então como vamos fazer ?

C – Pomos os f eij ões na t er ra.

C – Pomos l á f ora no qui ntal de areia. C – Podemos usar um vas o.

P – O que col ocamos no vaso? C – As sement es, a t err a e água. P – E depois , onde colocamos o vas o? C – Aqui na sal a.

C – Não, senão rebentava com a sala.

C – Mas os noss os f eijões não são mági cos , não ficam gigant es.

P – Podemos dei xar dentro da sal a? C – Não, temos que pôr ao sol. C – No sol morrem.

P – Ent ão e se experi mentássemos semear algumas sement es, gost avam? Muit o bem, fi ca

51 combinado. Quai s as s ementes que gost avam de semear?

C – Girassol ; t omate; maçã; f eijão…

P – Quais as sement es que vocês conhe cem? C – Girassol ; f eij ão; melanci a.

Not a de campo de 20 -02 -2013

No di a seguinte são dadas a c onhecer al gumas s em ent es para a hort a, t rabalhando -se em grupos de quatro, a cada grupo dis tri bui -se um a amostra de várias s em ent es (abóbora, alface, couve, curget es, t om ate, fei jão, pi mento e cebol a) de m odo a que reconheçam a s ua diversi dade. Pedim os par a agruparem as sem entes segundo cri térios à sua es colha (tamanho, cor, forma,…) e distribui -se a cada grupo a ficha “Vamos conhecer as sementes para a nossa horta!” que tem imagens de: abóbora, alface, couve, curget es, tom at e, feij ão, pi ment o e cebol a.

Confront amos os res ultados com o grande grupo e garantimos que todas as crianças ficam com a folha “preenchida” de forma correta. Pede - se às cri anças que di ssert em sobre um a ou outra sem ente m encionando a sua cor, form a, aparência, textura, chei ro, e out ros que el es poss am imagi nar, e que mis turem as sem entes num monti nho e que separem a que gost ari am de cul tivar na hort a.

P – As s ement es são todas iguais ? T êm todas a mesma cor e a mes ma form a? E são todas do mes mo tamanho?

C – Estas são pret inhas. C- Estas são da cor da pel e. C – As minhas são branquinhas. C – As minhas são as maior es .

Desafiamos as cri anças a identif icarem as sementes, colocando cada uma em cima da imagem respet iva.

52 C – A pevidi nha da courgett e é mai s pequeni na. C – A da cebola é a mais pr eta.

C – As da couve são bolinhas pr etas.

C – As da alface são as mais pequeninas de todas .

Not a de campo de 21 -02 -2013

Cada criança deve es colher apenas um a s em ent e para a hort a. Ori ent am -s e as crianças para a escolha de sem entes diferent es por forma a garanti r a diversidade de plant as na horta. Dist ribui -s e às crianças um copinho para guardarem as s ement es devi dam ent e identi fi cado com o s eu nom e e o nome da s em ent e e por fim di stribui -s e a fi cha: “As s ement es que os m eus pai s conhecem ”, para t rocarem, em casa, os conhecim ent os adquiridos.

No decorrer do t erceiro di a foi ent regue a cada cri ança o copinho com as s em ent es que es col heram.

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