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RESULTS IN BRIEF
Seção d a em meio à
20% poros), sem ria, pontualmente agrupada e distribuição relativa granular a intertêxtica. O esque
o fina;
não exibe estratificação ou distribuição uniforme dos constituintes granulométricos (Am 80).
a 54b (Aluvial com estrutura maciça)
elgada de depósito aluvial em forma de lente rudáce
unidade Alúvio-colúvio 1. A amostra foi extraída da porção central da lente (perfil 2, figura 30 e 30a), próximo a uma lente argilosa, inclusa neste deposito aluvial.
A análise e descrição da seção delgada não identificou estratificações na amostra. A cor predominante do material é amarelo claro, com mosqueamento vermelho-brunado. Este ocorre em função da presença de fragmentos de folhelhos de cor vermelho brunado. A amostra é apédica, com distribuição relativa (c/f) mônica e enáulica. Os clastos são suportados, polimodais, moderadamente selecionados (70% esqueleto, 10% matriz e
estratificação e gradação. O esqueleto apresenta distribuição de base aleató
leto é constituído basicamente por grânulos de arenito e folhelho, e na fração areia por mica, quartzo e pedorrelíqueas. As principais características do esqueleto são:
a) quartzo: compõem todas as frações de areia, são subarredondados e
arredondados com superfícies lisas;
b) folhelhos: são vermelho-brunados, encontrados principalmente na fração
grânulo, areia muito grossa, areia grossa e areia média, sendo raro na fração areia fina, podem apresentar-se sob a forma tabular e lenticular, arredondados e lisos; em geral são bem preservados, embora, não raro possuam fraturas transversais pós-deposicionais.
c) mica: são muito alteradas, abundantes (10% a 15 % do esqueleto) e
d) arenito: são arredondados a subarredondados, com superfícies lisas
e) Pedorrelíqueas ou agregados de solo: são amarelo-claros; geralmente
predominam na fração areia muito grossa e grossa, mas também é encontrada na fração grânulo e areia média (embora mais raro nesta última). Via de regra são bem individualizadas (figura 30c), arredondadas com superfície lisa ou ondulada. Raramente apresentam superfície rugosa, exceto quando compactadas. Neste caso assumem formas diversas, podendo ser confundidas com a matriz quando observadas em altas magnificações (40x). O esqueleto dessas feições é constituído basicamente por quartzo na fração areia muito fina. São subangulosos e angulosos com superfícies lisas. A distribuição de base (indivíduos semelhantes em relação a si) é aleatória e porfírica (indivíduos semelhantes em relação a indivíduos diferentes). A distribuição relativa (c/f) é porfírica aberta. Estrutura plásmica predominantemente massépica (extinção estriada, com iluminação por estrias alternadas e unidades anisotrópicas dispostas em linhas paralelas).
A estrutura plásmica, quando identificada, é predominantemente isótica. Os poros são ortoporos de empilhamento ou intergranulares simples, além de poros cavitários (figura 30c). Cutans ocorrem somente na forma de grãos livres, e são constituídos de oxidratado de ferro de cor vermelha e amarelo- avermelhada. Geralmente não apresentam microlaminações e têm extinção difusa.
5.1.2.1.1. Interpretação da lâmina
A presença de ortoporos de empilhamento simples e cavitários sem sinais de eluviação, bem como o elevado número de pedorrelíqueas, cujas características internas não correspondem àquelas do meio em que se en-
geralmente a forma é cilíndrica a lenticular, subarredondadas e lisas ou onduladas.
e/ou onduladas; mais comumentemente encontrados na fração grânulo e areia muito grossa; bem preservado.
a
b
FIGURA 30 - a) Localização da amostra no Perfil 2 da Seção Colher. b) localização da amostra na fatia da amostra 54b; c) microfotografia da lâmina 54b com destaque ra a elevada participação das pedorrelíqueas e para os ortoporos de empilhamento e cavidades. Quartzo (Qz); arenito (Ar); folhelho (FL); agregados de solo (Ag); vazios (V); nicóis paralelos (N//); nicóis cruzados (NX).
c
contram, assim como a distribuição de clastos suportados polimodais, sugerem tratar-se de depósito alu
deposicionais, como indica . Apesar de
tratar-
.1.2.2. Lâmina 80.2 (Aluvial de encosta moderadamente pedogeneizada)
retirada do topo do Alúvio 2 (figura 31a). A análise microscópica da amostra demonstrou relativa homogeneidade na distrib
indivíduos diferentes é porfírica. O esqueleto é formado por poucos fragmentos de arenito na fração areia muito grossa e quartzo na fração areia meia, fina e
cas do esqueleto são:
a)
vial, submetido a processos pedogenéticos pós- a presença de micas muito alteradas
se de amostra oriunda de ambiente de encosta, com intensa atividade biológica, não foram identificadas feições oriundas de atividade biológica. A compactação apresentada por algumas pedorrelíqueas pode ter ocorrido durante a deposição, por impacto ou por aumento de pressão pós-deposição. Análise macroscópica desta unidade indica que estas feições, quando úmidas são extremamente plásticas, deformando-se com facilidade.
5
Lâmina delgada de amostra
uição do plasma e do esqueleto, com feições pedológicas restritas a cutans de grãos e poucos preenchimentos, além de alguns nódulos puros (figura 31c). A cor do material (luz natural) em seção delgada é amarelo-clara com manchas vermelhas (5%). A distribuição relativa (c/f) é predominantemente porfírica simples (partículas maiores distribuídas em matriz-S muito fina), matriz suportada, polimodal, moderadamente selecionada (50% areia, 30% matriz, 20% poros) sem estratificação e gradação, com pedalidade moderadamente desenvolvida, do tipo granular a blocos subangulares. O esqueleto apresenta distribuição de base aleatória (figura 31c), pontualmente agrupada e bandeada. A relação indivíduos semelhantes e
muito fina. As principais característi
quartzo (Qz): encontrado na fração areia média, fina e muito fina, sendo dominante esta última fração; via de regra, são subarredondados e arredondados com superfícies lisas;
b) arenito (Ar): fragmentos bem preservados encontrados apenas na fração
FIGURA 31 - Microfotografi stra no Perfil ção
da lâmina na fatia da am c) distrib elativa porfíric
magnificações) (note presença de nódulos milim os nesta porção
1 da seção Colher. b) localiza a aberta e de base aleatória (5 da lâmina). as da lâmina 80.2. a) localização ostra 80.2; da amo uição r étric c d X X N// N N N// b a
d) detalhe do plasma esquel-massépico: quartzo (Qz); plasma (PL); vazios (V); nódulos puros (Nd); nicóis paralelos (N//); nicóis cruzados (NX).
O plasma é esquel-massépico e insépico (figura 31d). A presença de cutans típicos é rara, sendo mais comum cutans de grãos englobados e preenchimentos (infilling). Em ambos os casos o material é composto por oxiidratado de ferro, provavelmente quelatizado com matéria orgânica (húmus). As cores desses cutans são amarelo-avermelhado e vermelho bruno. Não há ocorrência generalizada de pedotúbulos, tampouco foram identificadas pelotas fecais na lâmina.
5.1.2.2.1. Interpretação da lâmina
âmina de material moderadamen de bio
areia grossa e grânulos. Nas lentes com fragmentos menores, a gradação é inversa, embora seja pouco perceptível. A organização dos constituintes é clasto-suportado. No Alúvio 2, a gradação normal está presente na penúltima lente da unidade.
L te pedogeneizada, sem importantes feições
turbação nem evidências claras de iluviação ou transferência de material atual. A presença de plasma esquel-massépico, sugere sítio submetido à pressão e tensão por umedecimento e ressecamento. De acordo com Brewer (1976, p. 339), a origem de plasma massépico parece estar associada a estes processos, em especial à pressão produzida pelo intumescimento do solo, o qual poderia gerar fluxos plásticos. Estes, por sua vez, promoveriam certas orientações anisotrópicas no plasma conferindo-lhe Plasma esquesépico; segundo Brewer (1976), resultam, provavelmente da pressão oriunda do intumescimento do solo. Estes processos poderiam obliterar estruturas pré-existentes, que porventura tenha existido no solo.