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III Problématique et hypothèses de recherche

Hypothèse 4 Les patients passent par des phases de déclic dues à un gain de confiance envers les soignants, un gain d'investissement et une meilleure

V.3 L’existence de phases de régression et progression

V.3.2 Les ressources des phases de progression

Para produzir as peças, duas estratégias podem ser adotadas. A primeira seria tratar as peças de cada subconjunto de forma individual e assim, trabalhar com um número maior de peças em produção ao mesmo tempo. Cada avião possui dois subconjuntos com 8 peças cada. Na prática isso significa que é permitido produzir vários aviões diferentes ao mesmo tempo. Essa é a programação da montagem de subconjuntos por peça.

A segunda estratégia seria programar a montagem dos subconjuntos de um avião de cada vez. Isso significa que, para uma dada cadência de produção, se distribui as peças relativas a cada avião no mesmo período e se produz um avião de cada vez, até completar o tempo de ciclo. Essa é a programação da montagem de subconjuntos por avião.

A cadência de produção é a quantidade de aviões de um modelo que é produzida por mês, quantidade esta que pode variar de algumas unidades a algumas dezenas de aviões por mês. O tempo de ciclo é o intervalo de tempo entre o término ou início da produção de dois aviões sucessivos e é relacionado à cadência de produção, C, e o tempo disponível, T, da seguinte forma:

tciclo

C T

=

Assim, se a cadência de produção é de 10 aviões por mês e a empresa tem 20 dias úteis disponíveis por mês, o tempo de ciclo deve ser:

tciclo 2dias aviões/mês 10 dias 20 = =

Isso significa que, caso um observador se posicione ao final da linha de produção de aviões, deverá contar um avião pronto a cada 2 dias para atender ao plano de produção sem formação de estoques desnecessários. A figura 38 ilustra as duas estratégias. Os números no eixo vertical representam o número de série do avião. Assim, o avião começa a ser produzido quando a primeira operação de uma das suas peças é iniciada e termina somente quando a última operação da última peça é realizada. Por isso, na primeira estratégia os tempos de montagem de cada avião variam e podem durar significativamente mais do que na segunda estratégia, cujos tempos de montagem de cada avião são previamente conhecidos segundo um programa de produção e o tempo de ciclo definido.

A vantagem da primeira estratégia em relação à segunda é que ela permite uma utilização melhor dos recursos por ter uma quantidade de peças maior em produção. No entanto, as desvantagens são maior estoque em processo, com todos os custos associados, como maior necessidade de pessoal de apoio para administrar a chegada e saída de peças da produção, maior freqüência de perdas ou danos às peças componentes das peças em montagem e, consequentemente, e maior quantidade de retrabalho.

Por todas essas desvantagens, que na verdade são as vantagens da segunda estratégia, a estratégia de montagem por avião é adotada nesse trabalho. Além do que já foi citado, a estratégia por avião facilita o fluxo de produção, diminui o leadtime, permite otimizar o layout produtivo e acompanhar a situação das montagens mais fácil e rápido. A empresa onde a montagem estudada ocorre utiliza, nessa montagem em específico, a estratégia por peça por não ter um programa de produção definido.

Figura 38: As duas estratégias de programação da produção dos aviões

Como o processo de produção de estruturas aeronáuticas muda conforme a curva de aprendizagem é percorrida, a montagem do subconjunto apresentado é considerada em quatro situações específicas, ou quatro fases. A curva de aprendizagem considerada nesse trabalho enfoca principalmente nas mudanças que acontecem na equipe de montagem, provenientes do treinamento da mão de obra. Não foi focado o formato da curva de aprendizagem ou a redução conforme o número acumulado de unidades produzidas aumenta.

Fase 1:

A fase 1 é a de projeto, quando os tempos de cada operação são simulados ou estimados baseados na produção de protótipos. Nessa fase, a programação está mais preocupada em descobrir qual a cadência máxima de produção de aviões que um único gabarito conseguiria suportar e qual a quantidade de mão de obra necessária para cumprir essa tarefa. Portanto, seria um modelo de programação com mão de obra ilimitada. Nesse caso, deve-se otimizar a duração total da montagem, ou seja, o makespan.

Fase 2:

A fase 2 inicia a produção em série, com cadência e prazos de entrega definidos. Nesse caso, a quantidade de mão de obra disponível é limitada e o tempo máximo para completar as tarefas é conhecido e dado pelo tempo de ciclo, calculado baseado na cadência de produção. Na fase 2, as montagens que são realizadas no gabarito são mais técnicas e, por isso, precisam de operadores experientes. Geralmente, esses operadores são aqueles que participaram da produção dos aviões protótipos e estiveram envolvidos diretamente com os detalhes técnicos do processo de montagem, conhecendo todas as montagens no gabarito e nas bancadas. Na prática, os operadores experientes são os que realizam as montagens nos gabaritos, o que não ocupa todo o seu tempo de trabalho, e passam o tempo restante ensinando o processo de montagem nas bancadas aos operadores novos na montagem. Então, nesse caso, a mão de obra é limitada e dividida em dois grupos: a mão de obra especializada, capaz de montar apenas nos gabaritos, e a mão de obra não especializada, capaz de montar apenas nas bancadas. Quando a mão de obra especializada está ensinando a mão de obra não especializada, é considerado que apenas a mão de obra não especializada está executando a operação.

Fase 3:

Na fase 3, a mão de obra especializada não precisa mais ensinar as montagens na bancada para a mão de obra não especializada, podendo, assim, trabalhar tanto nas montagens de gabarito quanto nas montagens de bancada. Porém, a mão de obra não especializada monta apenas nas bancadas e está aprendendo a montar nos gabaritos.

Fase 4:

Na fase 4, todos os operadores conseguem realizar as montagens de gabarito e bancada e assim, não há mais a divisão em dois grupos. Esse caso seria o final da curva de aprendizagem, quando apenas pequenas melhorias no processo de montagem permitiriam simplificar e diminuir muito pouco os tempos das operações.

A figura 39 ilustra as fases apresentadas anteriormente e a curva de aprendizagem da montagem do subconjunto em questão.

Unidades Produzidas (u) Y ( u ) - h o m e n s -h o ra p o r u n id a d e

Fase 1

Fase 2

Fase 3

Fase 4

Figura 39: Fases da montagem enquanto percorre a curva de aprendizagem

No presente estudo, é desenvolvido um modelo matemático específico para cada uma das fases.