• Aucun résultat trouvé

Representing Floating-Point Values

Dans le document Code Optimizing (Page 147-151)

A cor foi objetivamente avaliada por reflectância espectrofotometria com uso de 218

colorímetro modelo ACR-1023® (Instrutherm, São Paulo, Brasil) no sistema RGB e 219

convertido em CIELab pelo programa OpenRGB®. Foi realizada leitura das coordenadas 220

L* que expressa luminosidade da cor (L* = 0, preto; L* = 100, branco), a* o grau de 221

variação entre o verde e o vermelho (a* negativo = verde; a* positivo = vermelho) e b* 222

expressa tonalidade entre azul e amarelo (b* negativo = azul; b* positivo = amarelo). 223

4.2.7 Extração de retinol 224

Para o processo extrativo de retinol dos iogurtes, foi pesado em média 1g do 225

iogurte em tubos de polipropileno protegido da luz. 226

A extração da vitamina foi realizada a partir do método de Giuliano et al. (1992) 227

adaptado. Adicionou-se 1mL de etanol 95% (Vetec, Rio de Janeiro, Brasil) e 1mL de 228

KOH 50% (Vetec, Rio de Janeiro, Brasil) para desnaturação proteica e hidrólise dos 229

ésteres do retinol, respectivamente. Em seguida, os tubos foram agitados por 1 minuto e 230

levados ao banho-maria 60ºC por 60 minutos, sendo agitados a cada 15 minutos. 231

A seguir, foram adicionados 2mL de hexano (Sigma, São Paulo, Brasil), 232

utilizado como um reagente extrativo, e agitados por 1 minuto. Em seguida, os tubos 233

foram centrifugados por 10 minutos, retirada a fase hexânica sobrenadante e transferida 234

para outro tubo de 15 mL. Esse procedimento foi repetido por duas vezes, perfazendo um 235

total de 6mL do extrato hexânico. Realizada essa etapa, o extrato hexânico foi agitado e 236

retirou-se uma alíquota de 4mL, a qual foi evaporada em banho-maria a 37ºC, sob 237

atmosfera de nitrogênio. O extrato seco foi redissolvido em 250 µL de etanol absoluto 238

(Merck, São Paulo, Brasil) (Figura 4). 239 240 241 242 243 244 245 246 247 248 249 250 251 252 253 254 255 256 257 258 259 . 260 261 262 263 264

Figura 4: Fluxograma da extração de vitamina A em iogurtes 265

266

A concentração de retinol foi determinada por Cromatografia Líquida de Alta 267

Eficiência (CLAE) em Cromatógrafo LC – 10 AD Shimadzu, acoplado a um Detector 268

SPD-10A Shimadzu UV-VIS e Integrador Cromatopac C-R6A Shimadzu com uma 269

Repetido por 2X Agitado por 1 min. e centrifugado

por 10min. 2mL de Hexano

Separa o extrato hexânico para outro tubo de 15 mL

Retirar alíquota de 4mL

Evaporar em banho-maria a 37ºC

Ressuspensão em 250 µL de etanol

Aplicação da amostra no HPLC

Agitado por 1 min. Levado ao banho-Maria por 1h a

60ºC agitando a cada 15min.

Volume final aproximadamente 6 mL 1g (1mL) da amostra + 1mL de KOH 50% + 1mL de

coluna C18 LC Shim-pack CLC-ODS (M) 4,6 mm × 25 cm. A fase móvel utilizada foi o 270

metanol 100%, com fluxo de 1mL/min. 271

A identificação e quantificação do retinol nas amostras foram estabelecidas por 272

comparação com os tempos de retenção e as áreas dos respectivos padrões. A 273

concentração do padrão foi confirmada pelo coeficiente de extinção específico (ε 1%, 274

1cm = 1780) em etanol absoluto e comprimento de onda de 325nm (NIERENBERG e 275 NANN, 1992). 276 277 4.2.8 Análise estatística 278

Os dados de composição e avaliação sensorial foram submetidos a análise de 279

variância (ANOVA), complementada pelo teste de Duncan (p < 0,05), com auxílio do 280

software SAS versão 9.0. A intenção de compra foi avaliada mediante análise descritiva. 281

4.3 Resultados e discussão 282

4.3.1 Composição química 283

Na Tabela 1 são apresentados os resultados obtidos para a composição química 284

referente a avaliação do conteúdo de proteína, gordura, sólidos totais e cinzas. Não foram 285

observadas diferenças estatística entre as médias obtidas para proteína, sólidos totais e 286

cinzas. Para a gordura, o iogurte sem adição de colostro apresentou menor percentual 287

(p<0,05) quando comparado as demais formulações. 288

Table 1- Composição química iogurte tipo grego com adição de colostro bovino. 289

Composição (%) C00 C10 C20 C30

Proteína (%) 14,96±0,72b 15,32±2,74ab 15,59±0,74ab 19,61±1,28a

Gordura (%) 8,33±1,04c 11,50±0,50a 10,17±0,29b 10,17±0,29b

Sólidos totais (%) 31,08±0,97a 31,60±0,37a 31,43±0,99ª 31,28±0,47a

Cinzas (%) 4,46±0,16a 3,59±1,10a 4,53±0,52a 4,30±0,16a

Vitamina A (mcg/100g) 69,93a 62,60a 68,87a 68,20a

Médias e desvio padrão com letras distintas na mesma linha diferem entre si pelo Teste 290

de Duncan (p<0,05). 291

292

Observou-se diferença estatística no percentual de proteínas (p<0,05) entre a 293

amostra de maior adição de colostro e as demais formulações avaliadas. Nesse sentido, a 294

amostra C00 apresentou o menor percentual (14,96 %) enquanto a C30 o maior (19,61%). 295

Tais achados corroboram com os estudos de Ayar et al. (2016) em iogurte e kefir 296

elaborado com diferentes níveis de colostro em que os autores observaram elevação 297

gradual do conteúdo proteico, mas as diferenças não foram estatisticamente significativas. 298

Já em pesquisa conduzida por Abdel-Ghany e Zaki (2018), a elevação proteica 299

acompanhou o aumento do percentual de colostro em iogurtes, comprovado 300

estatisticamente. Assim, podemos deduzir que o enriquecimento do leite com a adição de 301

colostro pode favorecer a produção de derivados lácteos com maior concentração proteica 302

Em relação ao conteúdo de gordura, as médias variaram de 8,83% (C00) a 11,50% 303

(C10). As amostras enriquecidas com colostro apresentaram valores superiores (p<0,05) 304

àquela com 0%, ou seja, o colostro contribui para o enriquecimento lipídico como relatado 305

por Ayar et al. (2016), em amostras de iogurte e kefir com adição de colostro bovino, e 306

por Abdel-Ghany e Zaki (2018), em iogurte fortificado com adição de diferentes 307

concentrações de colostro bovino. A concentração de gordura dos iogurtes tipo grego 308

desenvolvidas nesta pesquisa superam iogurtes gregos de diferentes marcas comerciais 309

(3,9 % a 6,3 %) (Magalhães e Torre, 2018) 310

Não foram observadas diferenças estatísticas significativas (p<0,05) para sólidos 311

totais, onde a amostra C00, apresentou menor valor de sólidos totais (31,08%) dos 312

iogurtes tipo grego analisados, enquanto a amostra C10 maiores (31,60%). Tal resultado 313

é superior ao relatado por Magalhes e Torre (2018), com variação de15,53% a 28,20%, e 314

Desai et al. (2013), com resultados inferiores a 23,8%, em iogurtes gregos comerciais. A 315

concentração de cinzas variou de 3,59% (C10) a 4,53% (C20), valores superiores a 316

iogurte grego com adição de Pequi (1,15 % a 1,24 %) em trabalho desenvolvido por Silva 317

et al. (2014). Em relação ao conteúdo de gordura para sólidos totais e cinzas serem 318

superiores a valores relatados na literatura, percebe-se que a presença do colostro não 319

contribuiu para o aumento desses componentes nas formulações de iogurte tipo grego, 320

mesmo que tenha contribuído para maiores concentrações de proteína e gordura. 321

Não foram observadas diferenças estatísticas (p<0,05) para a concentração de 322

vitamina A entre as amostras avaliadas, no entanto, os teores observados no presente 323

estudo são superiores ao mínimo encontrados por Philippi (2002) para iogurte natural. 324

Além disso, nossos resultados se aproximam a valores relatados por Ribeiro et al. (2007), 325

que avaliaram os níves de retinol em diferentes marcas de iogurte natural comercializados 326

na cidade de Natal-RN (47,6 e 65,1 µg/100ml). 327

Na Tabela 2 são apresentados os valores de coloração para iogurte tipo grego com 328

diferentes adições de colostro bovino. As amostras são semelhantes em relação ao 329

parâmetro a* (p > 0,05) com parâmetros próximos a 0 que significa baixa intensidade das 330

colorações verde e vermelho. 331

Table 2- Análise de coloração de iogurte grego com diferentes adições de colostro

332 bovino. 333 334 Adição de colostro L* a* b* C00 32,22b -3,49a 9,62b C10 32,09b -2,83a 10,07b C20 30,84b -2,55a 9,14b C30 42,15a -3,80a 14,51a

Médias e desvio padrão com letras distintas na mesma coluna diferem entre si pelo Teste 335

de Duncan (p < 0,05). 336

337

A amostra C30 apresentou maiores médias de L* e b* (p < 0,05) quando 338

comparadas a demais, enquanto C00, C10 e C20 foram semelhantes entre si (p > 0,05). 339

Considerando que a luminosidade varia de preto (0) a branco (100), observa-se que a 340

amostra de iogurte tipo grego com maior percentual de colostro (C30) apresentou 341

coloração mais escura. Já em relação a b* todas as amostras apresentaram coloração 342

amarelada, com destaque para a C30, com coloração mais forte (p < 0,05). Tais resultados 343

corroboram com os achados de Ayar et al. (2016), os autores observaram que as amostras 344

com maior adição de colostro para iogurte e kefir foram as que atigiram os valores mais 345

elevados para esses parâmetros. Este comportamento reflete a cor amarelada típica do 346

colostro que se reproduz no alimento produzido (Ayar et al., 2016). Em oposição, em 347

estudo realizado com a produção de iogurte com diferentes adições de colostro (0%, 5%, 348

10% e 15%), Abdel-Ghany e Zaki (2018) observaram maiores valores de luminosidade 349

(L*) para as amostras do tratamento controle sem adição de colostro, no entanto, os 350

autores observaram maiores valores para b*nas amostras com adições de colostro em 10 351

e 15%, comportamento semelhante ao presente estudo. 352

4.3.2 Avaliação sensorial 353

Na Tabela 3 são apresentadas as notas atribuidas pelo painel sensorial dos iogurtes 354

tipo grego produzidos com diferentes concentrações de colostro bovino. O iogurte sem 355

adição de colostro (C00) obteve os maiores valores para aceitação global 7,39 (gostei 356

regularmente) diferenciando-se estatisticamente das amostras com adição de colostro 357

bovino que receberam médias de 6,29 para a amostra com 10% de adição de colostro 358

bovino, 6,81 para a amostra com 20% de adição de colostro bovino e 6,60 para a amostra 359

com 30% de adição de colostro bovino sendo classificadas como (gostei ligeiramente). 360

361

Table 3 -Escores médios do teste de escala hedônica de 9 pontos 362

Escores médios do teste de escala hedônica de 9 pontos 363 Variável C00 C10 C20 C30 Aparência 7,96±1,53ª 7,12±1,72b 7,20±1,69b 6,85±1,85b Aroma 6,91±1,91ª 6,56±1,73ª 6,71±1,76ª 6,67±1,78ª Consistência 8,06±1,54ª 6,58±2,00bc 6,90±1,76b 6,34±2,13c Sabor 7,56±1,83ª 6,69±2,03b 6,83±0,71b 6,84±1,90b Aceitação global 7,39±1,81ª 6,59±1,88b 6,81±1,75b 6,60±1,78b 364

Médias e desvio padrão com letras distintas na mesma linha diferem entre si pelo Teste 365

de Duncan (P<0,05). 366

367

O iogurte C00 apresentou maiores notas para os atributos aparência (7,96: gostei 368

regularmente), consistência (8,06: gostei muito) e sabor (7,56: gostei regularmente), 369

seguido pela amostra C20 que apresentou médias de 7,20 (gostei regularmente) para 370

aparência, 6,90 (gostei ligeiramente) para consistência e 6,83 (gostei ligeiramente) para 371

sabor. Já a amostra C30 apresentou os menores escores sensoriais para os atributos 372

aparência (6,85: gostei ligeiramente) e consistência (6,34: gostei ligeiramente). 373

A coloração do alimento é um dos fatores que influência aparência do produto e 374

os consumidores preferem consumir iogurtes gregos tradicionais com coloração mais 375

clara (Magalhães e Torres, 2018) de forma que a adição do colostro nas amostras de 376

iogurtes pode ter contribuído para redução dos escores médios sensoriais referentes à 377

aparência, em função da coloração amarelada típica do colostro (Ayar et al., 2016). 378

Comportamento esse observado pela avaliação da coloração dos iogurtes tipo grego, onde 379

a amostra C30 recebeu os maiores valores para b*, ou seja, coloração mais amarelada 380

entre as amostras avaliadas e consequentemente a menor avaliação 6,85 para aparência. 381

Tal conclusão é reforçado por descobertas de Abdel-Ghany e Zaki (2018) que observaram 382

aumento da coloração amarela em iogurtes com diferentes concentrações de colostro 383

quando comparadas a amostra controle (sem colostro). 384

385

Não foram observadas diferenças estatísticas para aroma para o iogurte tipo grego 386

com diferentes concentrações de colostro. Os escores obtidos foram equivalentes a 387

“gostei ligeiramente” na escala hedônica. 388

A aceitação sensorial do atributo consistência foi reduzida de 8,06 (gostei muito) 389

no iogurte tipo grego sem colostro (C00) para uma faixa de 6,34 a 6,90 (gostei 390

ligeiramente) nos iogurtes adicionados de colostro. Possivelmente, essa redução esteja 391

relacionada ao aumento da viscosidade proporcionada pela adição do colostro, como 392

observado por alguns pesquisadores. Mountoun e Aryana (2015), por exemplo, 393

perceberam aumento da viscosidade de sorvetes enriquecidos com colostro. Fato 394

semelhante foi observado por Ayar et al. (2016) em composições de iogurte e kefir, bem 395

como por Abdel-Ghany e Zaki (2018) em iogurtes. Considerando que o iogurte grego é 396

um produto com consistência mais firme (Magalhães e Torre, 2018), a viscosidade 397

adquirida com a adição do colostro pode ter influenciado na redução da aceitação no 398

atributo consistência pelos julgadores. 399

Os valores atribuídos para a avaliação sensorial do atributo sabor variaram de 7,56 400

(gostei regularmente) para a amostra C00, a valores de 6,69 (gostei ligeiramente) para a 401

amostra C10. 402

403

Na tabela 4 são apresentados os valores obtidos para o teste de aceitabilidade dos 404

iogurtes produzidos com diferentes adições de colostro bovino. Levando em consideração 405

determinação de Dutcosky (2007), para aceitabilidade que classifica um produto com boa 406

aceitabilidade, quando as médias dos valores das propriedades sensoriais quando 407

superiores a 70%. Portanto, pode-se dizer que todas as formulações avaliadas tiveream 408

boa aceitabilidade para todos os atributos avaliados. 409

A boa aceitação dos julgadores em relação ao iogurte tipo grego no presente estudo 410

reforça pesquisa realizada por Saalfeld et al. (2012). Os autores relatam boa aceitação em 411

bebidas lácteas enriquecidas com silagem de colostro saborizadas com morango e 412

chocolate. 413

Table 4 Aceitabilidade de iogurte grego com diferentes adições de colostro bovino. 414 Variável C00 C10 C20 C30 Aparência 88,44% 79,11% 80% 76,11% Aroma 76,77% 72,88% 74,55% 74,11% Consistência 89,55% 73,11% 76,66% 70,44% Sabor 84% 74,33% 75,88% 76% Aceitação global 82,11% 73,22% 75,66% 73,33% 415 4.3.3 Intenção de compra 416

Na Tabela 5, são apresentados os valores obtidos no teste de intenção de compra. 417

Quando se perguntou aos avaliadores se eles comprariam o iogurte sem colostro (C00), 418

10,68% disseram que não comprariam, 18,45% talvez comprariam e 70,87% comprariam 419

o iogurte sem adição de colostro. Para a amostra C10, 24,27% dos avaliadores disseram 420

que não comprariam, 35,92% responderam que talvez comprariam e 39,81% comprariam. 421

A amostra C20 foi a que apresentou melhores valores para a intenção de compra 422

entre os iogurtes com adição de colostro: 14,56% disseram que não comprariam; 39,81% 423

que talvez comprariam; e 45,63 declararam que comprariam o iogurte. A amostra C30 foi 424

avaliada como compraria por 39,81% dos avaliadores, 32,03% disseram que talvez 425

comprariam e 28,16% não comprariam. 426

427

Table 5- Intenção de compra de iogurte tipo grego com adição de colostro 428

. Intenção de compra de iogurte tipo grego com adição de colostro 429 Intenção de compra 0% 10% 20% 30% Não compraria 10,68% 24,27% 14,56% 28,16% Talvez compraria 18,45% 35,92% 39,81% 32,03% Compraria 70,87% 39,81% 45,63% 39,81% 430

4.4 Conclusão

431 432

A adição do colostro bovino para a produção de iogurte tipo grego, resulta em 433

uma maior quantidade de gordura e proteína no produto. Entre as formulações com adição 434

de colostro bovino a C20 foi a que apresentou os melhores valores para o atributo 435

consistência e por isso melhores avaliações quanto a intenção de compra. Observou-se 436

que os iogurtes tipo grego com adição de diferentes porcentagens de colostro alcançaram 437

boa aceitabilidade sensorial e intenção de compra superior a 39%. 438

A utilização de saborizantes pode ser uma alternativa para elevar aceitação do 439

iogurte tipo grego desenvolvido com colostro. Além disso, mesmo se tratando de um 440

alimento inovador no Brasil, os resultados da presente pesquisa apontam que a utilização 441

do colostro para a produção de iogurte tipo grego pode ser aceito por uma parcela 442

expressiva da população. 443

4.5 Referencias:

444

ABDEL-GHANY, A. S.; ZAKI, D. A. Production of Novel Functional Yoghurt Fortified 445

with Bovine Colostrum and Date Syrup for Children. Alexandria Science Exchange 446

Journal. v. 39, n. -, p.651-662, 1 dez. 2018. 447

AHMADI, T.; OLARIU, L. Benefits of bovine colostrum in nutraceutical 448

products.Ahmadi, M.; Velciov, A. b.; Scurtu, M.; Journal of Agroalimentary Processes 449

and Technologies. v. 17, n. 1, p. 42-45, 2011. 450

ASSOCIATION OF OFFICIAL ANALITICAL CHEMISTS - AOAC. 1970. Official 451

methods of analysis. 11.ed. Washington D.C. 1015p. 452

ATAMIAN, S.; OLABI, A.; BAGHDADI, O. K.; TOUFEIL. The characterization of the

453

physicochemical and sensory properties of full-fat, reduced-fat and low-fat bovine, 454

caprine, and ovine Greek yogurt (Labneh). Food Science & Nutrition. v. 2, n. 2, p.164- 455

173, 2014.. 456

AYAR, A. SIÇRAMA, H. ÇETIN, I. The Effect of Bovine Colostrum on the Lactic Flora 457

of Yogurt and Kefir. JSM Biotechnology & Biomedical Engineering. n.3v.4, 2016. 458

BRASIL – Ministério da Agricultura e do Abastecimento, Secretaria da Defesa 459

Agropecuária e Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal. “Resolução 460

nº 5 de 13 de novembro de 2000: Padrões de Identidade e 56 Qualidade de Leites 461

Fermentados”. Publicado no Diário Oficial da União de 27 de novembro de 2000, 462

seção 1, página 9. 463

BRASIL. Ministério da Agricultura e do Abastecimento. Secretaria de Defesa 464

Agropecuária. Instrução Normativa n° 68 de 12 de dezembro de 2006. Oficializa Métodos 465

Analíticos Oficiais Físico-Químicos, para controle de leite e produtos lácteos. Diário 466

Oficial da República Federativa do Brasil. Brasília, 14 dez. de 2006. 467

BRASIL- Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. regulamento técnico de 468

identidade e qualidade de leites fermentados. Instrução Normativa nº46, de 469

23/10/2007.Diário Oficial [da] União, Brasília, dia, 24 out. 2007. Seção 1, p. 4-7 470

BONG, D.D.; MORARU, C.I. Use of micellar casein concentrate for Greek-style yogurt 471

manufacturing: Effects on processing and product properties. Journal Of Dairy 472

Science.v. 97, n. 3, p.1259-1269, mar. 2014. 473

CAO, JINSONG; WANG, XIAOQIN; ZHENG, HUINA. Comparative studies on 474

thermoresistance of protein G-binding region and antigen determinant region of 475

immunoglobulin G in acidic colostral whey. Food and Agricultural Immunology.v. 18, 476

n. 1, p.17-30, 2007. 477

CECCHI, Heloisa Máscia. Fundamentos Teóricos e Práticos em Análise de 478

Alimentos. Editora Unicamp, Campinas, 1999. p. 23, 1999. 479

CONTE, F.; SCARANTINO, S. A study on the quality of bovine colostrum: physical, 480

chemical and safety assessment. International Food Research Journal , n. 20, v. 2, p. 481

925-931,2013. 482

DAS, A.; SETH, R. Chemical compositional analysis and physical attributes of curd 483

fortified with bovine colostrum whey powder. International Journal of Chemical 484

Studies. V.5a. 1p. 334-338, 485

DESAI, N. T., SHEPARD, L., DRAKE, M. A. (2013). Sensory properties and drivers of 486

liking for Greek yogurts. Journal of Dairy Science, 96 v.12,p. 7454– 487

7466. doi:10.3168/jds.2013-6973 488

Godhia, M.; Patel, N. Colostrum - Its Composition, Benefits as a Nutraceutical: A 489

Review. Current Research Iin Nutrition and Food Science Journal, v.1, p. 37- 490

47,2013. 491

Giuliano AR, Neilson EM, Kelly BE, Canfield LM. Simultaneous quantitation and 492

separation of carotenoids and retinol in human milk by highperformance liquid 493

chromatography. Methods Enzimol. 213,p. 391-399,1992. 494

INSTITUTO ADOLFO LUTZ. Normas analíticas do Instituto Adolfo Lutz. Métodos 495

físico-químicos para análise de alimentos.6 ed. Brasília: Ministério da Saúde, Agência 496

Nacional de Vigilância Sanitária, 2008. 1000 p. (Série A – Normas e Manuais Técnicos). 497

MAGALHÃES, U. M.; TORRE, A. C. G. COMPOSIÇÃO QUÍMICA E ANÁLISE 498

SENSORIAL DO IOGURTE GREGO COMERCIALIZADO NO SUL DO ESTADO 499

DE MINAS GERAIS. Rev. Inst. Laticínios Cândido Tostes, Juiz de Fora, v. 73, n. 1, p. 500

10-18, jan/mar, 2018. 501

MOUNTOUN, E., & Aryana, K. J. (2015). Influence of Colostrum on the Characteristics 502

of Ice Cream. Food and Nutrition Sciences, 6(5), 480-484. http://dx.doi.org/ 503

10.4236/fns.2015.65049. 504

NIERENBERG, D. W., NANN, S.L. A method for determining concentrations of retinol, 505

tocopherol, and five carotenoids in human plasma and tissue samples. Am J Clin Nutr. 506

v. 56: p.417-426, 1992. 507

ORDOÑEZ, J.A. Tecnologia de Alimentos. Porto Alegre: Artmed, 2005. 294p. 508

RIBEIRO , J. K.G., SOARES, F. B., BEZERRA, D. S., DIMENSTEIN, R. Níveis de

509

retinol em iogurtes naturais comercializados em supermercados de Natal/RN. Rev. Inst. Adolfo 510

Lutz, a.66, v.2, p. 120-124, 2007. 511

PHILIPPI, S, T. Tabela de Composição de alimentos. 2ª ed. São Paulo: Coronário: 512

2002. 513

RIBEIRO, J. K. G.; SOARES, F. B.; BEZERRA, D. S.; DIMENSTEIN. Níveis de retinol 514

em iogurtes naturais comercializados em supermercados de Natal/RN. Rev. Inst. Adolfo 515

Lutz. a. 66, v. , p. 120-124, 2007. 516

Salfeld, M. H., Pereira, D. I. B., Silveira, K. R. K., Diniz, G. L., Kringel, D. H., Alves, 517

M. I., Gularte, M. A., & Leite, F. P. L. Colostro: A redescoberta de um alimento saudável, 518

nutritivo e com potencial probiótico. Agroecologia e Desenvimento Rural Sustentável, a. 519

5 v. 2, 18-24, 2012. 520

SAHANA, N., RAMASAMY, D., PUGAZHENTHI, T. R., Manikkavasagan, I. Studies 521

on Physical and Microbial Parameters of Bovine Colostrum Powder. International 522

Journal Of Current Microbiology And Applied Sciences, v. 7, n. 08, p. 2766-2771, 523

2018. 524

SILVA, B. S.; RESENDE, S, R.; SOUZA, A. K.; SILVA, M. A. P.; PLÁCIDO, G. R.; 525

CALIARO, M. Sensory, physicochemical and microbiological characteristics of Greek 526

style yogurt flavored with pequi (Caryocar Brasiliense, Cambess). African Journal of 527

Biotechnology, Vol 13, a. 37, p. 3797-3804, 2014. 528

Formulação + 10 % leite em pó + 8 % sacarose Tratamento térmico (60°C/45 minutos) Resfriamento (rápido) Inoculação da cultura Anexo 1

Elaboração de iogurte tipo grego com adição de colostro bovino

Para elaboração dos iogurtes, foram preparadas 4 formulações com diferentes concentrações de colostro coletado na terceira ordenha, ou seja, 24 horas após o parto, conforme formulações descritas abaixo.

 C00 – 0% de adição de colostro bovino (tratamento controle)  C10 – 10% de adição de colostro bovino

 C20 – 20% de adição de colostro bovino  C30 – 30% de adição de colostro bovino

Figura 5: Fluxograma de produção de iogurte tipo grego

A cada formulação base (0, 10, 20 e 30% de colostro) foi adicionado 10 % de sólidos solúveis (leite em pó) e 8 % de sacarose. Após homogeneização, a mistura foi submetida a tratamento térmico (60°C/45 min), sob banho maria. E depois resfriada a 43±1°C em banho de gelo, foi feita a inoculação da cultura (1%) contendo os microrganismos L. delbrueckii subsp. Bulgaricus, Streptococcus thermophilus. Em seguida, a etapa de fermentação (43±1°C / 18 h) foi realizada em incubadora B.O.D (modelo TE – 390, Tecnal, Brasil) até atingir o pH de 4,6. Logo depois, as amostras foram

Fermentação/Incubação Resfriamento Dessouração (24 horas) Armazenamento (5°C)

resfriadas em câmara fria a 5°C por 30 minutos e despejadas em frascos de vidro, acoplados com filtro para dessoração por 24 horas. Por fim, as amostras foram armazenadas em potes plásticos de 2 litros identificadas de acordo com a concentração de colostro e mantidas em câmara fria a 5°C.

Figura 7: Pasteurização e colostro e leite bovino 60°C/45 minutos

Figura 8: iogurte depois de dessourar

Figura 6: Iogurte tipo grego com adição de colostro bovino

Dans le document Code Optimizing (Page 147-151)