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6.6 Identification de traductions candidates

6.7.1 Repr´esentations contextuelle

Este estudo foi realizado com a intenção de verificar como uma empresa de pequeno porte do segmento comerciário de minimercados administra o caixa. Ao iniciar esta pesquisa, existia a expectativa de constatar certa ausência de conhecimentos com relação à gestão de caixa e, consequentemente, descontroles financeiros. O estudo, dessa forma, foi desenvolvido com a finalidade de descrever aspectos humanos e materiais que respondessem como, de que maneira, acontece a gerência do caixa, além de verificar se a formação acadêmica e a experiência do gestor do setor financeiro são compatíveis para exercer um cargo que requer tanta responsabilidade e é fundamental para a empresa.

A partir do levantamento bibliográfico, foram definidas as variáveis da pesquisa, que orientaram o instrumento de coleta de dados. São elas: a gestão do capital de giro e a administração de caixa.

Com os dados coletados e analisados, pôde-se, então, atender ao objetivo geral da pesquisa, que consiste em verificar com uma empresa de pequeno porte do setor comerciário de minimercados de Fortaleza realiza a sua gestão de caixa.

No minimercado pesquisado, a administração de caixa funciona com o acompanhamento diário dos recebimentos, referentes às vendas, para a verificação de que todos os recebimentos previstos realmente aconteceram, bem como a conferência e efetivação dos pagamentos. O acompanhamento ocorre através da utilização de planilhas eletrônicas, que organizam o fluxo de caixa, e de relatórios de software, ferramentas que possibilitam esse controle diário, além da visualização das entradas e saídas posteriores.

Dessa forma, a empresa consegue prever necessidades futuras de caixa e providenciar os recursos necessários à cobertura dessas necessidades, bem como visualizam quando ocorrerá excesso de recursos, procurando, quando possível, rentabilizá-los por meio de investimentos. O planejamento de caixa, bem como a gerência do seu saldo, ocorre também com o uso do fluxo de caixa. O gerente financeiro não possui conhecimentos sobre modelos importantes de gestão de caixa.

Dessa maneira, quanto ao objetivo geral, a pesquisa conseguiu descrever a forma como ocorre a gestão de caixa na empresa, a rotina diária de controles, o planejamento que

realiza, as necessidades e dificuldades. Os objetivos específicos também foram atendidos, conforme se explicita a seguir.

Com relação ao primeiro objetivo específico, que é examinar como é operacionalizado o fluxo de caixa pelo empreendedor da organização, constatou-se que ele é atualizado diariamente e que a sua utilização só foi iniciada a partir da mudança para a nova razão social. As suas principais vantagens são, de acordo com o gerente financeiro, um maior entendimento do que já foi passado, um controle atual mais eficiente e um melhor planejamento financeiro futuro. Para baseá-lo, a organização usa, principalmente, relatórios de compra e venda, de pagamentos de serviços e pagamentos de funcionários.

A empresa possui fluxo de caixa projetado, sendo o prazo dessa previsão de, no máximo, um mês. O seu gestor financeiro julga o fluxo de caixa muito importante, ponderando-o dentro do processo decisório da sua empresa, pois é nele em que baseiam o quanto vão ter de disponibilidades para investir ou pagar dívidas.

Já se referindo ao segundo objetivo específico, que é averiguar como essa empresa administra o ciclo operacional e, consequentemente, o capital de giro, certificou-se que a empresa não utiliza e nem possui o mínimo de conhecimento sobre índices financeiros importantes como o de liquidez, atividade e estrutura. A organização analisa a sua situação financeira apenas através da DRE e do fluxo de caixa, desconhecendo estruturas próprias para esse fim, como a análise tradicional e a moderna.

A empresa tem adotado, como medidas para a eliminação ou prevenção da insuficiência de capital de giro, o controle da inadimplência, o não financiamento de capital de giro a qualquer custo, o alongamento do perfil de endividamento, a redução dos custos e o encurtamento do ciclo operacional. O seu processo de compras é realizado por meio de cotação. Já com relação à negociação dos prazos de pagamentos, estes já são previamente estabelecidos. Os prazos concedidos aos clientes dependem do volume de compras, do tipo de produto e do desconto, sendo esses prazos dados aos clientes praticamente iguais aos prazos concedidos pelos fornecedores.

A organização não possui um procedimento específico e formal para a cobertura das necessidades de recursos para o dia-a-dia, pois não há um período certo em que costume precisar desses recursos.

A partir dos resultados conseguidos com a pesquisa, seguem algumas contribuições que podem ser usadas por todas as organizações, independentemente de segmento ou porte, a fim de elevar a qualidade da administração de caixa, segundo Cardeal (2006):

 A empresa deve ter uma política que envolva prazos máximos e mínimos de recebimentos e pagamentos, controle de estoque mínimo e que essa política seja do conhecimento de todos os envolvidos;

 Devem-se investigar os procedimentos das disponibilidades para determinar o saldo mínimo que deve ficar em caixa, utilizando, para isso, os modelos de gestão de caixa existentes na teoria sobre administração financeira;

 Que as empresas façam o planejamento anual, não somente determinando os investimentos a serem realizados, mas também o crescimento que deverá ser alcançado e como chegar lá;

 Que os gestores e funcionários do departamento financeiro das organizações busquem conhecimentos para uma gestão eficiente, tornando as empresas mais saudáveis e duradouras.

Acredita-se que estas ações possam contribuir para aperfeiçoar o conhecimento com relação à administração de caixa nas empresas, despertando a relevância deste tema e, consequentemente, o interesse pelo que representa.

REFERÊNCIAS

ABREU FILHO, José Carlos Franco de et al. Finanças corporativas. 10 ed. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2008.

ARAÚJO, C. A. C. Porque a maioria das micro e pequenas empresas no Brasil já nascem

mortas? 2004. Monografia (Graduação em Administração) – Faculdade de Economia, Administração, Atuária, Contabilidade e Secretariado Executivo, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2004.

ASSAF NETO, A. Finanças corporativas e valor. 3 ed. São Paulo: Atlas, 2008. BRASIL. Lei complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006. Disponível em:

<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/LCP/Lcp123.htm>. Acesso em: 01 mai. 2013. BNDES. A classificação do porte das empresas. 2011. Disponível em:

<http://www.bndes.gov.br/SiteBNDES/bndes/bndes_pt/Institucional/Apoio_Financeiro/porte. html>. Acesso em: 25 jun. 2013.

CARDEAL, J. D. A administração de caixa em empresas de pequeno porte: estudo de casos no setor hoteleiro de Salvador-BA. 2006. Dissertação (Mestrado em Administração Estratégica) – Universidade Salvador – UNIFACS, Salvador, 2006. Disponível

em:<http://tede.unifacs.br/tde_busca/arquivo.php?codArquivo=17>. Acesso em: 15 jul. 2013. DA ROSA, E. C. O fluxo de caixa nas micro e pequenas empresas. ECR Consultoria e Treinamento Empresarial, mar. 2008. Disponível em:

<http://www.ecrconsultoria.com.br/biblioteca/artigos/gestao-financeira/o-fluxo-de-caixa-nas- micros-e-pequenas-empresas>. Acesso em: 30 abr. 2013.

GITMAN, L. J. Princípios de administração financeira. 12 ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010.

IBGE. As Micro e pequenas empresas comerciais e de serviços no Brasil: 2001. Coordenação de Serviços e Comércio. Rio de Janeiro: IBGE, 2003. Disponível em:

<http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/economia/microempresa/microempresa2001.pdf>. Acesso em: 01 mai. 2013.

KOTESKI, M. A. As micro e pequenas empresas no contexto econômico brasileiro.

Revista Fae Business, Curitiba, n. 8, maio 2004. Disponível em:

<www.fae.edu/publicacoes/pdf/revista_da_fae/fae_v8_n1/rev_fae_v8_n1_03_koteski.pdf>. Acesso em: 02 mai. 2013.

MACIEL, F. L. A gestão ambiental e conscientização organizacional sustentável: estudo

de caso em uma pequena empresa do setor de reforma de pneus do município de Maracanaú. 2012. Monografia (Graduação em Administração) – Faculdade de Economia, Administração, Atuária, Contabilidade e Secretariado Executivo, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2012.

MATIAS, A. B. (coordenador). Finanças corporativas de curto prazo: a gestão do valor do capital de giro. v.1. São Paulo: Atlas, 2007.

MOTA, Felipe de Sousa. A importância da gestão do fluxo de caixa como instrumento de

gerenciamento das micro e pequenas empresas... 2009. Monografia (Graduação em

Administração) – Fametro, Fortaleza, 2009. Disponível em:

<http://www.ebah.com.br/content/ABAAAAPbcAJ/a-importancia-gestao-fluxo-caixa-nas- micro-pequenas-empresas>. Acesso em: 29 abr. 2013.

RAMOS, A. Metodologia da pesquisa científica: como uma monografia pode abrir o horizonte do conhecimento. São Paulo: Atlas, 2009.

ROSS, S. A.; WESTERFIELD, R. W.; JORDAN, B. D. Princípios de administração

financeira. 2 ed. São Paulo: Atlas, 2000.

SANTOS, Edno Oliveira dos. Administração financeira da pequena e média empresa. 1 ed. São Paulo: Atlas: 2009.

SILVA, José Pereira da. Análise financeira das empresas. 3 ed. São Paulo: Atlas, 1995. TRINDADE, M. A. B. et al. Gestão do capital de giro em micro e pequenas empresas.

RACE, Unoesc, v. 9, n. 1-2, p. 231-250, jan./dez. 2010. Disponível em:

<http://editora.unoesc.edu.br/index.php/race/article/view/188>. Acesso em: 01 mai. 2013. VASCONCELOS, T. Controle na crise (parte 4). Túlio Vasconcelos Consultoria, 2009. Disponível em: <http://tvconsult.blogspot.com.br/2009/04/controle-na-crise-parte-4.html>. Acesso em: 02 jul. 2013.

VIEIRA, M. V. Administração estratégica do capital de giro. 2 ed. São Paulo: Atlas: 2008. ZARATINE, J. A. O que é simples nacional? Jan. 2012. Disponível em:

APÊNDICE – Instrumento de Coleta de Dados

A ADMINISTRAÇÃO DE CAIXA EM EMPRESAS DE PEQUENO PORTE DO SETOR COMERCIÁRIO DE FORTALEZA-CE:

ESTUDO DE CASO DE UM MINIMERCADO

Estamos realizando uma pesquisa com o objetivo de verificar como as empresas do segmento comerciário de Fortaleza administram o caixa. Este é um tema relevante e bastante atual, considerando a necessidade de liquidez e de rentabilidade que as empresas necessitam para continuarem competitivas.

Trata-se de uma pesquisa de cunho acadêmico, que faz parte de uma Monografia que tem por finalidade a obtenção do título de Bacharel em Administração pela Universidade Federal do Ceará (UFC), sob a orientação do Prof. Ms. Carlos Manta Pinto de Araújo.

Agradecemos a sua contribuição e informamos que o sigilo das respostas será preservado, sendo que o resultado será apresentado sem a divulgação do nome da empresa e do entrevistado, exceto se assim permitir.

O instrumento de pesquisa está dividido em duas partes:

A primeira parte constará do preenchimento de um formulário com dados da empresa e do respondente.

Na segunda parte, ocorrerá a entrevista, com 37 questões, que será gravada para posterior transcrição.

Agradeço antecipadamente.

Marcos José Moreira Pinheiro

Caracterização do respondente e da empresa 1.1 – Dados do respondente 1. Cargo: ________________________________________________________________ 2. Tempo no cargo: ________________________________________________________ 3. Tempo no setor: _________________________________________________________ 4. Tempo na empresa: ______________________________________________________ 5. Escolaridade:

( )ensino fundamental ( )ensino médio ( )superior ( )pós-graduação 6. Curso Superior

( )administração ( )economia ( )contabilidade ( )outro_______________ 7. Curso de especialização/pós-graduação

( )administração ( )finanças ( )outro_________________________________ 8. E-mail para contato: _____________________________________________________ 1.2 – Dados da empresa

9. Nome da empresa (razão social): ___________________________________________ 10. CNPJ: _________________________________________________________________ 11. Endereço: ______________________________________________________________ 12. Data da fundação: _______________________________________________________ 13. Número de funcionários no setor financeiro: __________________________________ 14. Número total de funcionários (aproximado): __________________________________ 15. Número de filiais: _______________________________________________________ 16. Faturamento anual (aproximado): __________________________________________ 17. Qual a forma de tributação da empresa?

Roteiro de Entrevista

O roteiro de entrevista consiste em perguntas abertas, semiabertas e fechadas relativas a dois blocos: gestão do capital de giro e administração de caixa, sendo que este bloco comporta o fluxo de caixa.

Blocos:

2.1 Gestão do capital de giro:

1. A empresa possui o conhecimento e utiliza índices de atividade para medir a velocidade com que

algumas contas se convertem em vendas ou caixa, como giro de estoque, prazo médio de

recebimento, prazo médio de pagamento e giro do ativo total?

( )SIM ( )NÃO

- Se SIM, qual(is) dele(s) é(são) utilizado(s)?

2. A empresa tem adotado medidas para a eliminação ou prevenção da insuficiência de capital de giro,

como controlar a inadimplência, não financiar o capital de giro a qualquer custo, alongar o perfil do

endividamento, reduzir custos, encurtar o ciclo operacional?

( )SIM ( )NÃO

- Se SIM, qual(is)?

3. Como se analisa a situação financeira da empresa? Há o conhecimento sobre metodologias como

análise estática e análise dinâmica?

4. A empresa possui o conhecimento e utiliza índices de liquidez para verificar a sua capacidade

financeira, como o corrente, o seca ou o imediata?

( )SIM ( )NÃO

- Se SIM, qual(is) dele(s) é(são) utilizado(s)?

5. Há o conhecimento e a utilização dos índices de estrutura do capital de giro, como o índice de

participação de disponibilidades, de estoques ou de contas a receber, e o índice de financiamento?

( )SIM ( )NÃO

6. Como ocorre o planejamento e controle do capital de giro?

7. É realizado o dimensionamento da necessidade de capital de giro?

( )SIM ( )NÃO

Se SIM, como?

8. Como se efetua o processo de compras e como se negocia o prazo de pagamentos?

9. Descreva sobre os prazos que concede aos clientes. Como determina estes prazos?

10. O prazo concedido a clientes é maior ou menor que o prazo concedido pelos fornecedores?

11. Como se dá a cobertura das necessidades de recursos para o dia-a-dia da empresa, enquanto

aguarda o recebimento das vendas?

12. Como prevê que esta necessidade irá ocorrer?

13. Quais medidas são tomadas quando há a necessidade destes recursos?

14. Em que períodos a empresa costuma necessitar destes recursos?

2.2 Administração de Caixa:

12. Existe uma área específica dentro da empresa para planejamento e controle de caixa?

( )SIM ( ) NÃO

- Se SIM, qual é a área e quantas pessoas cuidam deste tema?

- Qual o cargo do principal gestor dessa área e a quem ele se reporta?

13. A empresa realiza a elaboração do orçamento de caixa para o planejamento desse caixa?

( )SIM ( )NÃO

- Se SIM, como é essa elaboração?

14. O controle de caixa é realizado através de software ou planilhas eletrônicas?

- Se o controle de caixa é feito através de software, ele foi adquirido do mercado ou foi

desenvolvido pela própria empresa?

( )SIM ( )NÃO

- Como a empresa organiza seus pagamentos e acompanha seus recebimentos?

16. A empresa utiliza fluxo de caixa?

( ) SIM ( ) NÃO

- Se SIM, com qual frequência ele é atualizado?

Diariamente ( ) Semanalmente ( ) Mensalmente ( ) Outros ( )

- Quais as principais vantagens da utilização de fluxo de caixa?

- Se NÃO, por quê?

- Conhece outros métodos para administrar o caixa? Quais? Utiliza algum desses métodos?

17. A empresa realiza o seu planejamento financeiro?

( ) SIM ( ) NÃO

- Se SIM, a empresa usa o fluxo de caixa para realizar esse planejamento? Os planejamentos de

curto e longo prazo são conhecidos e acompanhados por todos na empresa?

- Nesse planejamento financeiro estão incluídas as receitas, os custos e as despesas?

( ) SIM ( ) NÃO

18. Quais relatórios a empresa usa para basear o fluxo de caixa?

19. A empresa possui fluxo de caixa projetado?

( ) SIM ( ) NÃO

20. Se possui, qual é o prazo desta previsão?

( ) Curto prazo ( ) Longo prazo ( ) Ambas

21. Qual é a importância do fluxo de caixa dentro do processo decisório da sua empresa?

( ) Muito Importante ( ) Importante ( ) Não é importante

22. O que são mais utilizados para atender às necessidades de disponibilidades (dinheiro em caixa):

recursos dos sócios ou recursos bancários?

( )Recursos dos sócios ( )Recursos bancários ( )Outros_______

23. Os proprietários retiram recursos da empresa para suprir suas necessidades pessoais e familiares?

( )SIM ( )NÃO

24. Os recursos que ficam disponíveis no caixa ou em bancos apresentam sempre valores similares e

são suficientes para atender as eventualidades?

( )SIM ( )NÃO

- Se NÃO, Por quê?

25. Que ferramentas financeiras são utilizadas para administrar seu saldo de caixa?

26. Quais motivos levam a empresa a manter saldo em caixa?

27. O saldo que fica em caixa e em bancos (disponibilidades) vem dos recursos próprios da empresa?

28. Quais medidas são tomadas quando há excedente ou escassez de recursos no caixa?

29. A empresa faz aplicações do excedente de caixa no mercado financeiro?

SIM ( ) NÃO ( ) Outros ( )_________________

- Se SIM, de quais tipos?

30. Detalhe como a empresa detecta se e quando existirá escassez de caixa.

31. Existe o conhecimento dos modelos financeiros para a determinação do saldo ideal que deve ser

deixado em caixa (disponibilidades), como o modelo de Miller e Orr, o de Baumol, entre outros?

( ) SIM ( ) NÃO

- Se SIM, esses modelos são utilizados para determinar o saldo mínimo que deve ficar disponível

em caixa/bancos para atender às eventualidades?

- Se SIM, a empresa utiliza algum desses modelos financeiros para identificar o excedente de

( )SIM ( )NÃO

- Se SIM, qual? É regular essa identificação?

32. Há algum valor mínimo que o financeiro sempre deixa de recursos disponíveis (caixa e bancos)?

33. Por uma eventualidade, a quantia de dinheiro disponível em caixa termine. A empresa vende títulos

negociáveis para cobrir esses valores integralmente?

SIM ( ) NÃO ( )

34. Estabelece limites para transferir valores de caixa para títulos negociáveis e vice-versa? SIM ( )

NÃO ( )

- Se NÃO, por quê?

35. A empresa avalia o desempenho na gestão do caixa?

( )SIM ( )NÃO

- Se SIM, como?

36. Em relação à concorrência, você acredita que a empresa se situa acima, no mesmo nível ou abaixo

na qualidade da gestão de caixa? Por quê?

37. Antes de tomar decisão financeira o administrador consulta algum tipo de controle particular,

elaborado por ele?

( ) Sim ( ) Não

Dados Internacionais de Catalogação na Publicação Universidade Federal do Ceará

Biblioteca da Faculdade de Economia, Administração, Atuária, Contabilidade e Secretariado Executivo

P721a Pinheiro, Marcos José Moreira.

A administração de caixa em empresas de pequeno porte do setor comerciário de Fortaleza – CE: estudo de caso de um minimercado / Marcos José Moreira Pinheiro. – 2013.

81 f.: il. Color., enc.; 30 cm.

Monografia (Graduação) – Universidade Federal do Ceará, Faculdade de Economia, Administração, Atuária, Contabilidade e Secretariado Executivo, Curso de Bacharelado em Administração, Fortaleza, 2013.

Orientador: Prof. Ms. Carlos Manta Pinto de Araújo.

1. Empresa de pequeno porte. 2. Capital de giro. 3. Caixa. I. Título.