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O primeiro estudo relacionado foi uma revisão sistemática que listou e discutiu de forma breve aqueles que, segundo o autor, ficaram evidenciados como os principais desafios do desenvolvimento de software ágil. Notamos que não houve um aprofundamento sobre causas e ações práticas para mitigar esses desafios. O segundo trabalho investigou desafios e fatores de sucesso. Porém, se limitou a projetos em larga escala e na maioria dos casos em relatos de experiência. O terceiro trabalho tomou como base estudos de caso em projetos reais para elaborar uma lista de recomendações baseadas as experiências nesses estudos de caso. Assim, basicamente a limitação destes dois últimos trabalhos é o fato de a evidência

não ser plural, ou seja, ela baseada apenas é apenas em estudos de caso específicos ou em literatura. Já o último trabalho considerou o contexto de organizações públicas, além de não ter focado apenas na adoção ou transformação ágil. Assim, entendemos que além da restrição de contexto, já que ele considerou o universo das organizações públicas, ele ainda não contou com uma avaliação de relevância da sua lista de recomendações.

Entendemos que o nosso trabalho não se limitou aos contextos específicos analisados pelos trabalhos analisados nesta seção, muito menos se limitou a apenas listar e analisar desafios. Entendemos que o nosso trabalho se destaca por considerar e analisar um contexto mais amplo, em relação aos trabalhos relacionados discutidos nesta seção, de problemas e como resolvê-los. Isso tudo que sem se limitar a contextos de larga escala, contextos de organizações públicas ou analisando apenas evidências da academia. Por fim, apesar da importante contribuição dos trabalhos aqui descritos para a comunidade científica, ainda fica evidente que se precisa de mais pesquisas na área, principalmente pesquisas que tenham evidencias baseadas em profissionais. Com isso, consideramos que o nosso trabalho contribuiu para o enriquecimento das pesquisas sobre o ágil.

8 CONSIDERAÇÕES FINAIS

Os Métodos Ágeis estão em sua segunda década e vêm ganhando cada vez mais o interesse entre os profissionais e pesquisadores. O desenvolvimento ágil de software exerce um impacto significativamente positivo no desempenho, na qualidade e na satisfação do usuário em desenvolvimento de software. Na academia observa-se um crescimento na quantidade de estudos referentes a métodos ágeis. Um dos temas mais relevantes nos principais eventos sobre o ágil, é Adoção ou Transformação Ágil.

Muitos dos estudos se dedicam a pesquisar sobre os desafios sobre Transformação ou Adoção Ágil. Porém, poucos estudos se dedicam a estudar como vencer esses desafios. Equipes ágeis relatam que ainda falta um manual ou documento onde se possa facilmente encontrar soluções para auxiliar equipes ágeis a realizarem uma ATA independente de qual método ou práticas ágeis pretenda utilizar. Por conta disso, muitas equipes tendem a voltar a trabalhar com metodologias tradicionais quando não conseguem encontrar no ágil as soluções para os seus problemas.

Portanto, analisando os diversos estudos foi detectada a carência de informações específicas que auxiliem processos Adoção ou Transformação Ágil. Na tentativa de auxiliar equipes nesse processo, este trabalho se propôs a estudar e relacionar de forma clara e organizada informações sobre Adoção ou Transformação ágil. Essas informações foram analisadas e categorizadas. Posteriormente foram organizadas em um catálogo denominado de Catálogo de Recomendações para auxiliar Adoção ou Transformação Ágil (CR-ATA). Houve ainda, na primeira versão do catálogo, a atribuição de grau de relevância de cada recomendação. Esse grau foi atribuído de acordo com a representatividade dos estudos que basearam cada recomendação. O grau de relevância de atribuído na primeira versão foi utilizado no survey para questionar a concordância dos respondentes com a relevância atribuída na primeira versão. Além disso, o survey ainda questionou os respondentes se eles tinham alguma sugestão de alteração ou crítica quanto ao conteúdo do catálogo. Com base na análise dos dados do survey foi criada a segunda versão do catálogo. Para essa segunda versão, foi acrescentada uma recomendação e as outras foram

consolidadas com algum grau de relevância, conforme comparação da primeira e segunda versão.

8.1 Contribuições da Pesquisa

Uma vez que as recomendações foram consideradas relevantes, conforme evidências da RSL e do survey com participação de profissionais da indústria, entendemos que o conjunto de recomendações propostos nesse trabalho pode ser importante contribuição para se atualizar, melhorar e expandir sua competência no desenvolvimento de software por meio da visão de modernidade e agilidade proposta pelos métodos ágeis. Além disso, foram analisados diversos aspectos que podem influenciar uma ATA. Não obstante, esta pesquisa retroalimenta o conhecimento científico da área agregando a academia algumas o conhecimento produzido por este trabalho. Ademais, esta pesquisa pode oferecer um auxílio a processos de ATAs através do CR-ATA embasado em informações da academia e da própria indústria. Para a indústria entendemos que o CR-ATA também pode contribuir uma vez que este catálogo também utilizou informações fornecidas pela própria indútria. Além disso, no survey realizado com profissionais da indústria, esses atribuíram um alto grau de relevância para a maioria das recomendações. Por último, este estudo aprofundou os conhecimentos do aluno em métodos ágeis, tornando-o um pesquisador apto a contribuir com a academia como potencial especialista no assunto.

8.2 Limitações da Pesquisa

Durante a execução deste estudo, identificou-se algumas limitações, as quais são apresentadas a seguir. A revisão sistemática contribuiu para identificar estudos primários dentro do domínio pesquisado. Embora a escolha das bases de dados para consulta tenha procurado abranger o máximo das principais alternativas científicas disponíveis para execução de uma revisão sistemática, é possível que outras fontes de publicações científicas não utilizadas neste estudo também contenham artigos pertinentes a este trabalho. Portanto, não é possível garantir a cobertura total de artigos científicos sobre esse assunto. Algo análogo aconteceu com o survey que também restringe a generalização dos resultados obtidos.

8.3 Trabalhos Futuros

Para trabalhos futuros temos, por exemplo, entrevistar especialistas em ágil, isso poderia ser de grande valia por oportunizar um maior detalhamento dos aspectos que se deseja pesquisar. Assim, poderia enriquecer o trabalho com uma visão mais qualitativa dos especialistas da indústria. Um outro ponto importante é realizar estudos de caso que permita colocar as recomendações do CR-ATA em prática. Envolver pesquisadores da área também pode ser um importante fator para agregar de forma positiva ao catálogo. Outro trabalho futuro interessante pode ser a divulgação do CR-ATA através de uma página web de forma a oferecer a comunidade acadêmica e da indústria a oportunidade de estudar e utilizar as recomendações. Além disso, eles ainda poderiam contribuir com sugestões e críticas ao CR-ATA. Por fim, o objetivo a ser alcançado pelos trabalhos futuros pode ser norteado pela adição de novas recomendações ou a melhoria das já existentes. Essas novas recomendações ou melhoria das já existentes poderia ser realizada com base em observações de especialistas da indústria e da academia.

Referências

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APÊNDICE A – ESTUDOS SELECIONADOS

Código. Ano Autores Título

ES01 2012 Asnawi, A.L. and Gravell, A.M. and Wills, G.B.

Factor analysis: Investigating important aspects for agile adoption in Malaysia

ES02 2017 Ayed, Hajer and Vanderose, Benoit and Habra, Naji

Agile Cultural Challenges in Europe and Asia: Insights from Practitioners

ES03 2011 M. Block Evolving to Agile: A Story of Agile Adoption at a Small SaaS Company

ES04 2014 S. Chopra Implementing Agile in old technology projects

ES05 2009 M. W. Chung and B. Drummond Agile at Yahoo! From the Trenches

ES06 2015

Gandomani, T.J. and Zulzalil, H. and Abdul Ghani, A.A. and Md. Sultan, A.B. and Parizi, R.M.

The impact of inadequate and dysfunctional training on agile transformation process: A grounded theory study

ES08 2015 Ghani, I. and Bello, M. Agile adoption in IT organizations

ES09 2017

Gupta, Rajeev Kumar and

Manikreddy, Prabhulinga and Arya, K. C.

Pragmatic Scrum Transformation: Challenges, Practices \& Impacts During the Journey A Case Study in a Multi-location Legacy Software Product Development Team

ES10 2011 Hajjdiab, H. and Taleb, A.S. Agile adoption experience: A case study in the U.A.E

ES11 2017 Hoda, Rashina and Noble, James Becoming Agile: A Grounded Theory of Agile Transitions in Practice

ES12 2013

Javdani Gandomani, T. and Zulzalil, H. and Abd Ghani, A.A. and Sultan, A.B.M. and Sharif, K.Y.

Exploring Key Factors of Pilot Projects in Agile

Transformation Process Using a Grounded Theory Study

ES13 2017 Kim, S. and Lee, H. and Kwon, Y. and Yu, M. and Jo, H.

Our journey to becoming agile: Experiences with agile transformation in Samsung electronics

ES14 2011 Laanti, M. and Salo, O. and Abrahamsson, P.

Agile methods rapidly replacing traditional methods at Nokia: A survey of opinions on agile transformation

ES16 2008 A. Marchenko and P. Abrahamsson

Scrum in a Multiproject Environment: An Ethnographically- Inspired Case Study on the Adoption Challenges

ES17 2012 S. Overhage and S. Schlauderer

Investigating the Long-Term Acceptance of Agile

Methodologies: An Empirical Study of Developer Perceptions in Scrum Projects

ES18 2017 Paasivaara, Maria Adopting SAFe to Scale Agile in a Globally Distributed Organization

ES19 2016 Paasivaara, M. and Lassenius, C. Challenges and success factors for large-scale agile transformations A research proposal and a pilot study

ES20 2013

M. Paasivaara and C. Lassenius and V. T. Heikkilä and K. Dikert and C. Engblom

Integrating Global Sites into the Lean and Agile Transformation at Ericsson

ES21 2014 Parizi, R.M. and Gandomani, T.J. and Nafchi, M.Z.

Hidden facilitators of agile transition: Agile coaches and agile champions

ES22 2016

Tymchenko, Y. organizations: Social intelligence and leadership

ES23 2011 J. Prochazka and M. Kokott and M. Chmelar and J. Krchnak

Keeping the Spin -From Idea to Cash in 6 Weeks: Success Story of Agile/Lean Transformation

ES24 2006 Rasmusson, J. Agile project initiation techniques The inception deck & boot camp

ES25 2010

Rohunen, A. and Rodriguez, P. and Kuvaja, P. and Krzanik, L. and Markkula, J.

Approaches to agile adoption in large settings: A comparison of the results from a literature analysis and an industrial inventory

ES26 2015 Rose, D. Symbolic Innovation in Agile Transformations

ES27 2013 V. Santos and A. Goldman and H. Roriz Filho

The Influence of Practices Adopted by Agile Coaching and Training to Foster Interaction and Knowledge Sharing in Organizational Practices

ES28 2017

Schön, E.-M. and Winter, D. and Escalona, M.J. and

Thomaschewski, J.

ES29 2008 M. B. Snapp and D. Dagefoerde

to Agile

ES30 2013 S. Soundararajan and O. Balci and J. D. Arthur

Assessing an Organization's Capability to Effectively Implement Its Selected Agile Method(s): An Objectives, Principles, Strategies Approach

ES31 2009 D. Wilby Roadmap Transformation: From Obstacle to Catalyst

ES32 2016

Greice Roman ; Sabrina Marczak ; Alessandra Dutra ; Rafael

Prikladnicki

On the Agile Transformation in a Large-Complex Globally Distributed Company: Why Boarding this Journey, Steps Taken and Main Foreseen Concerns

ES33 2016

Peggy Gregory, Leonor Barroca, Helen Sharp, Advait Deshpande, Katie Taylor

The challenges that challenge: Engaging with agile practitioners’ concerns

ES34 2014

Taghi Javdani Gandomani, Hazura Zulzalil, Abdul Azim Abdul Ghani, Abu Bakar Md. Sultan, Khaironi Yatim Sharif

Exploring Facilitators of Transition and Adoption to Agile Methods: A Grounded Theory Study

ES35 2015

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