FUNÇÕES CT.1 CT.2 • ATIVIDADES (identificação do elemento central) SÍNTESE DAS ATIVIDADES
EQP INST
• A gente vê que cada dia é mais importante resgatar essa família, essa comunidade [...] essa questão de trabalhar muito com a família também, [...] dessa relação família-escola.
• A gente tem algum trabalho com a família em termos assim, até do próprio estatuto, falamos dos direitos, da drogadicção, [...] prostituição, o lidar, [...] com a criança com necessidades especiais, recursos que elas possam estar buscando [...]. Então, a gente tem reuniões com essas famílias nesse intuito.
• De modo geral, 2 ou 3 reuniões ao ano, aí com a comunidade escolar toda [...].[...] mais uma reunião da gente estar repassando do que estar ouvindo.
• [...] o trabalho na família, principalmente, a gente se detém até um pouco mais, é nessas que ficam aqui. Então assim, nesse primeiro momento elas [AS MÃES] até muito soltas, [...] ficando pelo passeio,
pela rua, andando, arrumando namorado, aquela coisa toda... e a gente, [...] vendo essa necessidade de trazer elas mais para dentro da escola aí, arrumando esse espaço[...].
• Estamos dando esse enfoque muito nessa questão lá das próprias mães de resgatar, de estar buscando, melhorando muito esse espaço dela, trazendo ela para a escola.
• A gente, [...] trabalha conscientizando muito [...], nesse sentido. Então a
família é mais nesse sentido, dessas mães que estão aqui.
• Estimular a parceria família-escola
• Orientar as famílias em reuniões gerais da escola
• Acolher e orientar os familiares que acompanham os alunos diariamente
Acolhimento de/ apoio e orientação
às famílias
IND INST
• [...] e um trabalho mais individual dentro até da dinâmica familiar que tem dificuldade... a gente sabe que o quadro fica mais para a mãe em si, às vezes o pai fica mais fora daquela função, o nível da casais separados é bastante grande[...].
• [...] aquela coisa que a gente fala, assim, muitas vezes até a necessidade
de falar dela mesmo, [...] na busca de uma saída para ela [...].
• Então, é mais nesse intuito mesmo de apoiar essa família dentro dessas
necessidades que ela precisa mesmo[...].
• Apoiar e orientar as famílias (atendimento individual)
Capacitação e orientação aos
funcionários EQP INST
• Como eu estava te falando, [a escola] atendia deficiência mental. Quando veio para esse prédio aqui o Estado falou, olha, vocês hoje são deficiência múltipla. [...] Então, um dos papéis que a gente [equipe] fez
muito foi nesse sentido... da gente estar proporcionando curso[...]nesse começo [fundação da escola, anos 80] tinha fono, TO, físio e tal, [...] de
estar capacitando esse pessoal para a área de ensino especial, cada um dentro do que conhecia [...] e a gente formar essa identidade, essa busca da própria escola, dessa filosofia de trabalho.
• Trabalho com as serventes, com os profissionais também [...]
• Capacitar os profissionais para atender ás especificidades da educação especial
Orientar os profissionais da escola IND INST
• [...] a gente tem um médico homeopata [...]. Então a gente, [...] encaminha para ver, [...] essa questão de quadros, às vezes muito agressivos, muitas convulsões...
• Encaminhar alunos para os serviços da saúde
Intercâmbio com outros profissionais/ serviços externos à
escola EQP INST
• [...] reuniões de visita a outros locais, [...]
• [...] a gente sempre está saindo, buscando alternativas a mais [...]
• Buscar parcerias e discutir novas alternativas de atendimento Participação em/, apoio a/ e contribuição para as atividades da equipe multidisciplinar EQP INST • [...] reuniões de equipe, [...]
• [...] as reuniões semanais de estudo de caso [...]
• Reunir a equipe para estudo de casos
Auxílio e apoio à
direção IND INST
• [...] acaba eu também me detendo muito nessa questão de projetos, de regimentos, de lei [...]
• [...] e qualquer alteração mais legal, ou é uma coisa que vai mandar... acaba sendo mais comigo.
• Dar suporte à direção nas decisões que exigem conhecimentos sobre a legislação educacional
• Auxiliar a direção nos aspectos legais da escola (regimentos, projetos)
Acompanhamento de/, orientação a/ e intervenção junto
aos professores
IND INST
• [...] vendo a relação também professor e aluno... será que ele está [...]
agrupado bem naquela sala? ... dificuldade de ensino?... é, mas tem de aprendizagem também? ... como que é, qual é a turma, [...] como que é essa professora, o que é que ela precisa... de apoio? ... estar mais perto [...] para não estar se acomodando...
•
• Orientar sobre questões relativas à relação professor-aluno, ou às dificuldades enfrentadas na prática pedagógica.
IND INST
• Essa triagem inicial, principalmente na área de múltipla deficiência...
um aluno com uma dificuldade muito grande, às vezes sem escola nenhuma... a gente está avaliando, fazendo esse processo... vamos ver se é aqui, se não é, o que ele precisa de mais, até nessa parte orgânica... para estar fechando e realmente efetivando essa matrícula. Se o melhor é aqui, ou se é numa outra escola.
• ANAMNESE: [...] depende muito... dentro desse contato inicial...
porque a família vem... o que ela fala, [...] a gente pede, se tem alguma avaliação, algum laudo, alguma coisa, [...] que sirva de base até para a gente estar partindo; faz uma anamnese com essa família, coleta de dados ali, inicial, [...].
• AVALIAÇÃO: [...] a gente está avaliando [...]
• [...] pega o aluno, a gente dá uma avaliação dentro do que ele consegue. De modo geral, os alunos que vêm para cá tem um quadro mais severo, que dentro de uma variação padronizada de teste eles não tem nenhuma condição para isso [...]. Desenho de um HTP, é... algumas coisas, alguns desenhos, alguma leitura se ele souber... que acaba a gente inferindo um pouquinho nisso, [...] dá uma observação naquele primeiro momento, um bate papo, vai na sala de psicomotricidade, uma coisa mais solta para ver ele numa dinâmica geral [...].
• Verificar se o aluno corresponde à clientela da escola
• Avaliar os alunos encaminhados para a escola (métodos específicos da área)
Avaliação / triagem
EQP INST
• OBSERVAÇÃO: [...] aquilo que eu estava até te falando, a gente não
efetiva a matrícula. A gente põe ele em observação em vários dias, [...].
• Ele fica em observação em sala de aula uns 3 ou 4 dias, [...].
• RELATÓRIO: [...] faz uma síntese, mais ou menos do que a gente notou
sobre aquele quadro, [...] a parte orgânica, a parte comportamental, a parte de saúde, a parte,[...] de aprendizagem, faz uma síntesezinha. Quando o aluno já sobe para a sala... se ele toma alguma medicação, alguma coisa, [...] já sobe para a sala com essa síntese para a professora já ter uma orientação... quem que é esse aluno, como é que ela vai lidar... escuta, não escuta, fala... tem audição, baixa visão, não tem... o que que é.
• ENTURMAÇÃO: [...] a gente separa isso junto com a orientação e a
supervisão também, qual sala que ele ficaria melhor.
• ESTUDO DE CASO: A professora fica uns 3 dias ou 4, faz um relatório
também. A pedagogia pega, olha também. A assistente social pega e
• Elaborar um relatório com as informações coletadas durante a avaliação
• Auxiliar na enturmação do aluno avaliado
depois, 3ª feira, a equipe reúne para fazer estudo de caso dele. É... não é [ ...] o horário melhor é esse, não é? ... está precisando mais de uma avaliação nessa parte orgânica [...], será que escuta, não escuta, [...] fecha.
• ENCAMINHAMENTOS: Se precisar de algum tratamento, alguma
coisa, a gente encaminha para fora... de psicologia, fono, TO, alguma coisa,[ ..]. porque aqui, a função dos profissionais não é atender, é mais o apoio, [...] o ensino-aprendizagem. Então, agente encaminha também para esses atendimentos clínicos.
• Então é esse o papel, pela experiência que a gente tem, a gente conhece esses programas, [...] para estar encaminhando essa família o melhor possível, [...] dentro das necessidades que a criança com necessidade especial tem.
• DEVOLUÇÃO: Se é um aluno para a nossa escola a gente vai, chama
essa família, dá um retorno e vai efetivar essa matrícula dele.
• Discutir o caso em equipe e finalizar a avaliação
• Autorizar a matrícula e/ou encaminhar para outros serviços
3. ANGÉLICA – QUESTÃO DESENCADEADORA