• Aucun résultat trouvé

CHAPITRE 2 REVUE DE LA LITTÉRATURE

2.2 Reconstruction de la forme de fibres optiques

Como limitação inicial deste estudo, a escolha dos respondentes foi ad hoc, ou seja, não foi estabelecida uma seleção formal dos pesquisados, embora tenha se pautado nos currículos de vida dos entrevistados. Em relação à escolha dos respondentes, outra limitação foi o fato da não inclusão dos usuários dos serviços urbanos na pesquisa. Embora o tratamento acadêmico da questão tenha indicado que nesse primeiro estágio de evolução do trabalho ou de concepção de políticas seria interessante não entrevistá-los em função das dificuldades de capacitação para tal mister, segundo consta nas especificações das estratégias de mobilidade urbana, os usuários devem ser ouvidos e participar ativamente do planejamento.

Agentes privados do transporte, como empresários ou técnicos, também não participaram, mas esta etapa do trabalho serviu apenas de suporte ao plano público e pré-planejamento da fase de políticas. A participação, tanto dos empresários do ramo dos transportes quanto dos técnicos, como também de outros empresários interessados na mobilidade urbana, como o comércio, lazer e outros, seriam mais assertivas no tocante à fase de implantação. Técnicos de outras áreas da administração pública como a educação e saúde, nas cidades, poderiam ter participado como recomenda a lei de mobilidade e a prática da administração

moderna.

Metodologicamente, a ausculta dos respondentes separadamente dos demais, privou-os de um debate que trouxesse crescimento e mais luz em suas decisões, com uma discussão prévia associando o método Delphi com o AHP, até mesmo trabalhando várias rodadas de discussão. Esse fato, como alternativa metodológica, poderia ser empregado para elencar as estratégias, poderia levar ao desdobramento ou inclusão de novas estratégias que revelassem a preocupação com a cidade. O fato de que algumas estratégias tiveram baixa importância para o estudo, revela que, além de menos relevantes, há também a possibilidade de serem retiradas. O número reduzido e definições amplas de estratégias com a intenção de levar o estudo para o maior número de cidades, pode ter gerado a supressão de estratégias que para o exemplo de Natal poderiam ter mais destaque para os especialistas da mobilidade em rodadas de discussão, lembrando que a possibilidade de generalização dos resultados é baixa, pois dificilmente se encontrará uma cidade tão espelhada a Natal. Outra recomendação para futuros trabalhos é a avaliação do modelo das estratégias hierarquizadas, obtidas neste estudo, alterando os parâmetros de decisão e comparando-os com os resultados iniciais. Um exemplo é a avaliação do comportamento da decisão ao se retirar do elenco das estratégias tanto a que recebeu maior importância (dominante) quanto a que recebeu a menor importância (dominada). Outra maneira retirar aleatoriamente um decisor de cada grupo e comparar à nova hierarquia de decisão com a original, avaliando suas alterações.

REFERÊNCIAS

Asian Development Bank (ADB), 2006. Energy Efficiency and Climate Change

Considerations for On-Road Transport in Asia. Disponível em: <

http://cistup.iisc.ernet.in/Urban%20Mobility%208th%20March%202012/energy%20eff iciency%20in%20transport%20ADB.PDF>. Acesso em 14 ago. 2014.

B., R.; BOUYSSOU, D. Aide multiple a la decision: methods et cas . Paris: Econômica, 1993. 0p.

BANAECOSTA, C. A.; VANSNICK, J. An interactive path towards the

construction of cardinal value functions. International Transactions in Operational

Research, Lisboa, v.1, n.4, p.489-500, 1994.

BANISTER, D. The Sustainable mobility paradigm. Transport Policy, Oxford, n.15, p.73-80, 2008. Disponível em: <http://www.elsevier.com/locate/tranpol> Acesso em: 5 mar. 2014

BANISTER, D.; ANDERTON K.; BONILLA D.; GIVONI M.; SCHWANEN T. (2011).

Transportation and the Environment. Annual Review of Environment and Resources, Oxford, vol. 36. 247-270. nov. 2011.

BANISTER, D.; ASHIRU, O.; HICKMAN, R. Transitions to low carbon transport

futures: strategic conversations from London and Delhi. Journol of Transport

Geoghaphy, Elsevier, n.19, p.1553-1562, 2011. Disponível em: <http://www.elsevier.com/locate/jtrangeo> Acesso em: 2 fev. 2014

BONGARDT, D.; CREUTZIG, F.; HÜGING H.; SAKAMOTO, K.; BAKER, S.; GOTA, S.; BÖHLER-BAEDEKER, S. Low Carbon Land Transport: policy handbook. EUA, CANADÁ: Routledge, 1ª ed. 2013.

Bonilla D. Options for decarbonising and improving energy efficiency in the

transport sector. In Energy Efficiency Policy and Developments in South East Asia and Beyond, ed. E Thomson, D Yeo, G Pakiam, pp. 31-51. Singapore:

Stallion/Singapore Energy Stud. Inst.

BRANNING, C.; DALKMANN, H. Transport and climate change: module 52:

sustainable transport: a source book for policy-makers in developing cities.

Alemanha: GTZ, 2007. 56p.

BRASIL. LEI Nº 12.187, de 29 de dezembro de 2009. Institui a Política Nacional sobre Mudança do Clima - PNMC e dá outras providências. Política Nacional sobre Mudança do Clima - PNMC, Brasília, n. 248-A, p. 109-110, Dezembro de 2009. Disponível em:

<http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?data=29/12/2009&jornal= 1000&pagina=109&totalArquivos=160> Acesso em: 5 mar. 2014

BRASIL. LEI Nº 12.587, de 3 de janeiro de 2012. Institui as diretrizes da Política Nacional de Mobilidade Urbana. Política Nacional de Mobilidade Urbana - PNMU,

Diário Oficial da União, n. 3, p. 1-3, Janeiro de 2012. Disponível em:

<http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?data=04/01/2012&jornal= 1&pagina=1&totalArquivos=112> Acesso em: 5 mar. 2014

BRASIL. Política Nacional de Mobilidade Urbana Sustentável. 6. ed. Brasília: Ministério das Cidades, 2004. 72p.

BROWNE, D.; RYAN, L. Comparative analysis of evaluation techniques for

transport policies. Environmental Impact Assessment Review, Elsevier, n.31,

p.226-233, 2011. Disponível em: <http://www.elsevier.com/locate/eiar> Acesso em: 30 jan. 2014

CASTRO, M. A. G. Uma Contribuição Metodológica para a Definição de uma

Política Integrada dos Transportes no Brasil. 2006. 543f. Tese (Doutorado em

Transporte) - UFRJ, Rio de Janeiro, 2006.

CASTRO. Mobilidade urbana, história. Disponível em:

<http://www.natal.rn.gov.br/sttu2/paginas/ctd-696.html> Acesso em: 16 fev. 2014. CETESB Inventário das Emissões de CO2 por queima de combustíveis no

Estado de São Paulo, 1990 a 2008: Abordagem de referência (Top Down). São

Paulo-SP: Companhia Ambiental do Estado de São Paulo, 2010. 97p.

Comissão Mundial de Meio Ambiente (WCED). Our common Future. Oxford : Oxford University Press, 1987. 247p.

COSTA, M. S. Mobilidade urbana sustentável: um estudo comparativo e as

bases de um sistema de gestão para Brasil e Portugal. 2003. 196f. Dissertação

(Mestrado em Mobilidade urbana) - USP, São Carlos, 2003.

COSTA, T. C.; e BELDERRAIN, M. C. N. Decisão em grupo em métodos

multicritério de apoio à decisão. 15º Encontro de Iniciação Científica e Pós-

Graduação do ITA – XV ENCITA. Instituto Tecnológico da Aeronáutica, São José dos Campos – SP, 2009.

CRESWELL, J. W.; CLARK. V. L. P. Designing and conducting mixed method

research. Londres: Sage, 2006.

DIMITRIOS X., WHITMARSH L. Dimensions and determinants of expert and

public atitudes to sustainable transport policies and Technologies, Elsevier, p.

75-85, 2012. Disponível em: <

http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0965856412001462>. Acesso em: 14 ago. 2014.

GIDDENS, A. The Politics of Climate Change. Polity Press, Cambridge. 2009. GOMES, L. F. A. M.; GOMES, C. F. S. Tomada de decisão gerencial: enfoque

multicritério. 4ª. ed. São Paulo: Atlas, 2012. 331p.

Google Maps. Natal, Rio Grande do Norte Disponível em: <https://maps.google.com.br/> Acesso em: 30 jan. 2014.

Greater London Authority (GLA). The London Plan. GLA, London. 2009.

HAYASHI, Y.; NAKAMURA, K. Strategies and instruments for low-carbon urban

transport: An international review on trends and effects. Transport Policy, Japan,

n.29, p.264-274, 2012.

HINRICHS, R. A.; KLEINBACH, M.; REIS, L. B. Energia e Meio Ambiente. São Paulo: Cengage Learning, 2011. 708p.

HUANG, I. B.; KEISLER, J.; LINKOV, I. Multi-criteria decision analysis in

environmental sciences: Ten years of applications and trends. Science of the

Total Environment, Elsevier, n.409, p.3578-3594, 2011. Disponível em: <http://www.elsevier.com/locate/scitotenv> Acesso em: 30 jan. 2014.

HWANG, C. L.; YOON, K. P. Multiple attribute decision making: methods and

applications. Berlim: Springer-Verlag, 1981. 259p.

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). IBGE,

cidades, Rio Grande do Norte, Natal. Disponível em:

<http://www.cidades.ibge.gov.br/xtras/perfil.php?lang=&codmun=240810> Acesso em: 16 fev. 2014.

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). Sinopese do

Censo Demográfico de 2010, Brasil. Disponível em:

<http://www.censo2010.ibge.gov.br/sinopse/index.php?dados=11&uf=00> Acesso em: 13 fev. 2014.

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). Vamos

conhecer o Brasil, nosso povo, características da população. Disponível em:

<http://cod.ibge.gov.br/2324Z> Acesso em: 13 mai. 2014.

INTERGOVERNMENTAL PANEL ON CLIMATE CHANGE (IPCC). Fourth

Assessment Report on Climate Change. Geneva: Intergovernmental Panel on

Climate Change, 2007. 52p.. Disponível em: <http://www.ipcc.ch/pdf/assessment- report/ar4/syr/ar4_syr.pdf> Acesso em: 31 jan. 2014.

INTERNACIONAL ENERGY AGENCY (IEA). CO2 Emissions from Fuel

Combustion. IEA, Paris. 2011.

INTERNACIONAL ENERGY AGENCY (IEA). CO2 Emissons From Fuel

Combustion: Highlights. 2013. ed. Paris, France: International Energy Agency,

2013. 158p. Disponível em:

<http://www.iea.org/publications/freepublications/publication/CO2EmissionsFromFuel CombustionHighlights2013.pdf> Acesso em: 2 fev. 2014.

INTERNACIONAL ENERGY AGENCY (IEA). Energy Technology Perspectives. Paris: IEA, 2008. 500p.

INTERNACIONAL ENERGY AGENCY (IEA). Transport, Energy and CO2. Paris:

KEENEY, R. L.; RAIFFA, H. Decisions with multiple objectives: preferences and

value tradeoffs. New York: Paperback, 1976. 569p.

LIANG, G.; e WANG M. A fuzzy multi-criteria decision method for facility

selection. International Journal of Production Research, vol. 29, n. 11, p. 2313-

1330, 1992.

MACÊDO, R. F. INVENTÁRIO DE EMISSÕES DE DIÓXIDO DE CARBONO (CO2)

GERADAS POR FONTES MÓVEIS NO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE – PERÍODO DE JANEIRO DE 2003 A JUNHO DE 2004. HOLOS, Natal-RN, n.20, p.1-

9, 2004. Disponível em:

<http://www.etfrn.br/ojs/index.php/HOLOS/article/viewFile/35/36> Acesso em: 10 fev. 2014

MEIRA, L. H. Políticas Públicas de Mobilidade Sustentável no Brasil: Barreiras

e Desafios. 2013. 253f. Tese (Doutorado em Área de Transportes e Gestão das

Infraestruturas Urbanas ) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife-PE, 2013. MIAH, A.; OLTEAN-DUMBRAVA, C.; WATTS, G. Transport Infrastructure: making

more sustainable decisions for noise reduction. Journal of Cleaner Reduction,

Elsevier, n.42, p.58-68, 2013. Disponível em: <http://elsevier.com/locate/jclepro> Acesso em: 31 jan. 2014

MIGUEL, P. A. C. Metodologia de pesquisa em engenharia de produção e

gestão de operações. 2ª. ed. Rio de Janeiro: Elsevier: ABEPRO, 2012. 260p.

MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA (MCT) Inventário brasileiro das

emissões e remoções antrópicas de gases do efeito estufa: Informações gerais e valores preliminares.. Brasília: MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA.

2009. 19p. Disponível em:

<http://ecen.com/eee75/eee75p/inventario_emissoes_brasil.pdf> Acesso em: 7 fev. 2014

MINISTÉRIO DAS CIDADES. PlanMob – Caderno de referência para elaboração

de plano de mobilidade urbana. Construindo a cidade sustentável. . Brasília:

Secretaria Nacional de Transporte e da Mobilidade Urbana, 2007. 184p.

MINISTÉRIO DO MEIO-AMBIENTE (MMA). Inventário Nacional de Emissões

Atmosféricas por Veículos Automotores Rodoviários. Brasília: Ministério do Meio

Ambiente, 2011. 114p.

NEDJATI, A.; GOLABI, M. Expert Choice. Industrial Engineering Department Eastern Mediterranean University IENG314. Disponível em: <

http://ie.emu.edu.tr/admin/dosyalar/%7Bi3R-uf$-Hra%7DExper.pdf>. Acesso em: 31 ago 2014.

SAATY, T. L. A Scaling Method For Priorities in Hierarchical Structures. Journal of Mathematical Psychology, Elsevier, v.15, n.3, p.234-281, 1977. Disponível em: <http://elsevier.com/> Acesso em: 31 jan. 2014

SAATY, T. L. Decision making with dependence and feedback: the analytic

network process. Pittsburgh: RWS Publications, 1996. 370p.

SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 23ª. ed. São Paulo: Cortez, 2007. 304p.

THE ENERGY AND RESOURCE INSTITUTE (TERI). National Energy Map for

India. TERI for Government of India, New Delhi. 2006.

TOLEDO, G. L.; OVALLE, I. I. Estatística Básica. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 1985. 459p.

UNITED NATIONS FRAMEWORK CONVENTION ON CLIMATE CHANGE (UNFCCC). First steps to a safer future: Introducing. Disponível em:

<http://unfccc.int/essential_background/convention/items/6036.php> Acesso em: 2 fev. 2014.

VASCONCELLOS, E. A. Transporte urbano nos países em desenvolvimento:

reflexões e propostas.. 3ª. ed. São Paulo - SP: Annablume, 2000. 0p.

VICTORIA TRANSPORT POLICY INSTITUTE (VTPI). Smart Transportations

Emission Reduction Strategies: Identifying Truly Optimal Ways To Conserve Energy And Reduce Emissions. p. 1-22, nov. 2011. Disponível em: <

http://www.vtpi.org/ster.pdf> Acesso em: 14 ago. 2014

WOODCOCK J, BANISTER D, EDWARDS P, PRENTICE AM, ROBERTS I. Energy

and transport. Lancet 370:1078-87. 2007.

WORLD CONFERENCE ON TRANSPORT RESEARCH SOCIETY (WCTRS) E INSTITUTE FOR TRANSPORT POLICY STUDIES (ITPS). Urban transport and the

enviroment: An internacional perpective. Amsterdam; Boston: Elsevier, 2004.

515p.

WORLD CONFERENCE ON TRANSPORT RESEARCH SOCIETY (WCTRS).

Putting Transport into Climate Policy Agenda: Recommendations from WCTRS to COP16. Global Environment Research Found, Ministry of Environment, Japão, 2010. Disponível em: <http://www.urban.env.nagoya-

u.ac.jp/sustain/hayashi/pdf/cop16_leaflets2010.pdf> Acesso em: 5 mar. 2014. WORLD CONFERENCE ON TRANSPORT RESEARCH SOCIETY (WCTRS).

Putting Transport into Climate Policy Agenda: Recommendations from WCTRS to COP19. Global Environment Research Found, Ministry of Environment, Japão, 2013. Disponível em: <http://www.urban.env.nagoya-