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Reconeishença deus elements claus

Dans le document L'ensenhament deu bilingüisme per l'imatge (Page 34-36)

a pesquisa multidisciplinar em áreas de onhecimento que classificamos hoje como sendo bem distintas. Abrange, entre inda, deve nares, tais como físico- ão geral, gestão da estratégia, estão da mudança, gestão da produção, etc. Assim, mesmo considerando o uso de

razoável, iversas contribuições não puderam ser incluídas.

jeito e bjeto de observação estão diretamente relacionados, o que dificulta a

ra novas perspectivas onceituais. Para garantir objetividade na condução da pesquisa, a mesma

onsidera-se a questão da complexidade como um tema ainda em desenvolvimento, ípicas de uma época envolvida m uma proposta de transição de pensamento. Isso implica em lidar com as

s ciência em vias de se fazer’, que é bem mais m campo de possibilidades.

om relação às traduções de obras e trechos, podem ser consideradas como possível nte de distorções, cujo efeito pode ser minimizado pelo conhecimento prévio do ssunto.

O tema envolve a necessidade de um c

outras: física, biologia, matemática, computação, filosofia e gestão, e a considerar suas especializações e relações interdiscipli

químico, biologia-social, filosofia da ciência, gest g

uma extensa bibliografia, para o estudo ser exeqüível dentro de um prazo d

Sabe-se que a natureza qualitativa da pesquisa envolve interpretação, onde su o

reprodutibilidade exata, mas possibilita caminhar pa c

desenvolveu-se conforme o método apresentado ao longo do capítulo 4 do trabalho.

C

com limites indefinidos e circunscrito por discussões t e

possibilidades da incerteza. Assim, conforme Moles (1995, p. 34 a 39), não estamo no campo da ‘ciência acabada’, mas da ‘

u

C fo a

2ª PARTE – COMPLEXIDADE E GESTÃO NA ACADEMIA

ltado para os modelos e práticas dotados no Ocidente.

ida do homem ocidental [...]” (Landes, 2005, p. 1).

“Com o nascimento da Revolução Industrial, a firmação da razão e do

onômico e as aspirações democráticas. Esse processo sócio-histórico, que surgiu no Ocidente, invadiu o mundo inteiro [...]” (Chanlat, 1999, p. 15).

“A doutrina do progresso acabou se incorporando à filosofia do séc. XVIII e foi se convertendo em um credo que os constantes avanços tecnocientíficos 5. EVOLUÇÃO DA GESTÃO DE SISTEMAS ORGANIZACIONAIS PRODUTIVOS E NECESSIDADES DE ABORDAGENS MAIS COMPLEXAS

O objetivo deste capítulo é estabelecer uma visão da evolução das propostas de gestão dos sistemas organizacionais produtivos e sua relação com o aumento da complexidade desses sistemas e seu ambiente. Essa análise possibilita a identificação da necessidade das propostas atuais buscarem abordagens alternativas, tais como as perspectivas da complexidade. O enfoque está vo

a

O primeiro ponto de referência para tratarmos dessa evolução da gestão é a Primeira Revolução Industrial, que “começou na Inglaterra no século XVIII e expandiu-se de forma distinta nos países da Europa Continental e em algumas áreas ultramar [em especial para os EUA]. Em um espaço de menos de duas gerações, transformou a v

A Revolução Industrial pode ser definida, segundo Landes (ibidem), como o “complexo de inovações tecnológicas que, substituindo a habilidade humana pelas máquinas e a força humana pela energia inanimada e animal, converteu o trabalho artesanal em fabricação em série e, ao fazê-lo, originou a economia moderna”.

progresso e as grandes revoluções políticas, americana e francesa, sabemos que entramos em uma sociedade em movimento, ritmada pelo crescimento ec

ratificavam ao criar produtos e serviços que se transformaram em objeto de desejo e símbolos do progresso” (Barzun apud Dupas, 2006, p. 13).

capacidade de produzir mais e melhor, passa a ser associada ao crescimento

ia de progresso foi dominante no Ocidente”. E, com base em upas (ibidem, p. 255 e 278), podemos afirmar que existe ainda hoje um discurso

ento da hegemonia da economia apitalista, fundada na propriedade privada, na acumulação do lucro e no mercado

onseqüentemente, a preocupação com a gestão e sua sistematização invade a socieda

como r do séc. p. 32).

natureza da gestão (que será considerada como equivalente à administração ou

manag

que en

desempenhos no ambiente socioeconômico em que estão inseridos.

A idéia do progresso visto pela perspectiva racionalista, que entre outras coisas busca a

econômico e, de certa forma, torna-se a ideologia de fundo de aspectos expansionistas e desenvolvimentistas que tiveram a transformação dos sistemas industriais produtivos como base de sustentação.

Conforme Nisbet (apud Dupas, 2006 p. 43): “da segunda metade do séc. XVIII ao final do séc. XIX a idé

D

dominante de progresso, organizado em torno do desenvolvimento da ciência e da técnica, com o intuito de torná-lo um instrumento legítimo de acumulação, justificando assim a expansão do capitalismo.

Essa idéia de progresso contribui para o desenvolvim c

como modo de regulação de trocas, o que atribui à empresa um papel central no sistema econômico e transforma o gestor em uma das figuras dominantes da sociedade (baseado em Chanlat, 1999, p. 15 e 16).

C

de ocidental, principalmente a partir do final do séc. XIX. “O management, ealidade codificada e como realidade social, só vai surgir na segunda metade XIX e, mais particularmente, no último quarto deste século” (Chanlat, 1999,

A

ement) está relacionada à necessidade de organização dos sistemas produtivos,

Aktouf

Uma série de atividades integradas e independentes, destinadas a permitir

Revolução Industrial, coloca os roblemas de produção no centro das preocupações da gestão. E, como se sabe, até o

a prática era intuitiva, experimental e desprovida do que Hughes resume como ‘ordem, sistema e controle’”

o da produção industrial (baseado m Zilbovicius, 1999, p. 96 e 98).

to, a ser extremamente prudentes quanto ao conteúdo e aos modos de xercício da função administrativa através dos tempos”.

(1996, p. 25) define administração [gestão] como:

que certas combinações de meios (financeiros, humanos, materiais etc.) possam gerar produção de bens ou serviços economicamente e socialmente úteis e, se possível para a empresa com finalidade lucrativa, rentáveis”.

O acelerado desenvolvimento industrial, após a p

final do séc. XIX:

“Na área da administração de empresas em geral e da administração da produção em particular, não se havia ainda construído um referencial teórico metodológico adequado ao novo tempo; o conhecimento era pouco sistemático, desprovido de método, e

(Zilbovicius, 1999, p. 98).

Assim, tendo surgido como corpo de conhecimento a partir do final do séc. XIX, a Engenharia de Produção torna-se a possível fonte para o desenvolvimento da gestão como uma disciplina, para tratar o eminente desafi

e

A gestão como um corpo sistematizado de conhecimento passa a ter sua história, mas com relação à sua evolução considera-se a visão de Aktouf (ibidem, p. 26 e 27): “as obras dos historiadores, que tratam mais diretamente deste assunto, levam-nos, entretan

e

Muitos autores (como Aktouf, 2006, p. 29 e Mészáros, 2004, p. 246) sugerem que a sistematização inicial dos conhecimentos de gestão desenvolveu-se de acordo com as

crenças fundamentais de sua época, ligadas de maneira legítima, ou não, às onvicções e aos conhecimentos de caráter científico mais difundidos no período.

O apel sucesso

conside pítulo

). Dessa forma, o surgimento da primeira escola de pensamento sobre gestão com a

A gestão de empresas já não quer ser simplesmente uma arte técnica, ela aspira transfo

aplicaç dentro referen

Assim, em fim, se administração é ciência ou técnica, e se la produz modelos ou teorias – no sentido científico. E, também, sabe-se que, de

ente trabalho, serão estabelecidas as seguintes iretrizes para a construção de uma evolução das práticas de gestão:

c

o à ciência como forma de legitimar o conhecimento tornou-se comum após o da ciência clássica, com seu método científico e sua visão mecanicista, que ra a ordem, equilíbrio e previsibilidade como condições ideais (ver ca 9

denominação de ‘administração científica’ era praticamente esperada – escola essa calcada em conhecimentos da área de Engenharia de Produção.

rmar-se em uma ciência” (Chanlat, 1999, p. 32). É através da proposição da ão do método científico na organização do trabalho fabril, desenvolvido

do âmbito da Engenharia de Produção, que a administração ganha um cial teórico com a intenção de ser legitimada como ciência.

inicia-se um debate ainda s e

acordo com diferentes enfoques funcionais que se queira dar, a perspectiva de evolução pode ser apresentada de diferentes maneiras.

Em função do objetivo do pres d

• Será admitido o tratamento “ciência da administração”, como ciência aplicada;

• Serão consideradas como contribuições teóricas da administração tanto as denominadas teorias12 administrativas [ou escolas de pensamento] como os modelos13 de gestão;

12

Para o presente trabalho, uma teoria será entendida como um conjunto de proposições que explica algo, normalmente tomando por base alguma experiência, possibilitando resolver problemas e estabelecer previsões. Certos autores estabelecem que para ser considerada como ‘teoria’, esta deve ter necessariamente a possibilidade de generalização, ou seja, repetição dos resultados, e estar embasada em experimentação prática, caso contrário seria uma abstração pura, que ratificaria o conflito entre teoria e prática (baseado na argumentação explícita de Pereira, 1992, p. 12, e no

• Será considerado que, apesar de seu nascimento ter sido com foco nos conhecimentos da Engenharia de Produção, desenvolveu-se diferentes propostas abrangendo tanto outras áreas funcionais quanto a empresa como um todo, tanto

volutivos na área de gestão; portanto, qualquer modelo conceitual de evolução proposto como

que ao longo do tempo foram organizadas ‘escolas de pensamento administrativo’, muitas vezes denominadas de teorias gerais da administração;

• Por considerar a empresa como um sistema organizacional produtivo, será estabelecido em paralelo com a evolução das escolas de administração geral o enfoque na evolução da gestão produtiva;

• Sabe-se que não há uma uniformidade quanto aos processos e

referencial deve ser considerado como uma proposta explicativa e não a proposta.

É importante observar que no campo da gestão as teorias/modelos e as práticas/técnicas nem sempre estão alinhados, conforme constatou Zilbovicius

gumento implícito de Zilbovicius, 1999, p. 28 e 29). Diante desse conflito, percebe-se que assificar como teoria “trata-se, portanto, muito mais da postura que assumimos diante do que nos

as humanas, onde existe certa ação é ao mesmo tempo o ‘sujeito’ ue investiga o objeto, o que exige interpretação, e em muitos casos a matematização não faz sentido; corre que na visão positivista sequer existiriam as ‘ciências humanas’. E, com base em tal rigor,

’, cujo rigor não se experiência vivida o seu proponente, reconhecendo-se suas limitações quanto à generalização, mas reconhecendo uma ncia de contribuições que podem complementar ou reforçar essa teoria administrativa. Deve-se adm

a p ‘teo 13

P modelo é uma representação externa e explícita de parte da realidade vista pela pessoa que deseja usar aquele modelo para entender, mudar, gerenciar e controlar parte daquela realidade” (Pidd, 1998, p. 25). Ou seja, é uma representação simplificada de como a realidade ar

cl

cerca” (Pereira, 1992, p. 13). Isso resulta do conflito entre o pensamento clássico (grego e medieval) e o pensamento científico (com base na ciência moderna), pois, para o clássico “teorizar significa quase somente abstrair” (ibidem, p. 18), enquanto para o científico teoria é “tão somente resultante da experimentação” (ibidem, p. 41), suportada por uma explicação matemática, de tal forma que permita repetibilidade dos resultados, adotando-se assim, uma perspectiva puramente positivista. Sendo a administração um campo interdisciplinar dentro das denominadas ciênci

imprevisibilidade dos resultados práticos, seu ‘objeto’ de investig q

o

poder-se-ia falar apenas em ‘modelos de pensamento ou escolas’ (baseado em ibidem, p. 62). Mas, entende-se que, para atender a finalidade deste trabalho, a questão pode ser resolvida quando é estabelecida a denominação de ‘teoria administrativa’ ou ‘teoria da administração

limita à abordagem positivista, e permite levar em conta, na proposição da teoria, a d

aderê

entender isso não como um artifício para fugir da discussão sobre a validade ou não da teoria em inistração, mas como um facilitador que busca permitir a pesquisa nas fontes de administração que usam a terminologia de “teorias de administração’, e ainda, estabelecer um papel delimitado para alavra modelo como recurso operacional. Com isso, por exemplo, se aceita a proposta de uma

ria geral de sistemas’. ara o presente trabalho “um

deve funcionar, considerando a presença e inter-relações dos elementos constituintes do modelo. “Os modelos são simplificações, abstrações das características tidas como importantes, e não podem existir garantias de que serão [sempre] válidos” (ibidem, p. 36). Os modelos de gestão comportam um conjunto coerente de princípios e práticas recomendadas que podem ser legitimados, muitas vezes sem garantia de resultados práticos, apenas por estarem alinhados com o pensamento e discurso científico dominante (adaptado de Zilbovicius 1999, p. 27).

(1999, p. 22) na elaboração de suas pesquisas: “o descompasso entre o discurso e a ática se tornava cada vez mais evidente”. Esses aspectos são considerados lacionados com seu ambiente socioeconômico e a difusão de conhecimentos entíficos pr re ci 15 Fi co vicius, 1999, p. 28, fig. 1) 14

, em uma relação co-evolutiva. Essa relação está apresentada na figura , adaptada de Zilbovicius (1999, p. 28, fig. 1).

gura 15: Relação entre modelo/teoria, práticas/técnicas, ambiente e nhecimento científico (adaptado de Zilbo

Teorias/Modelos Difusão de conhecimentos Científicos da Adm. Práticas/Técnicas Ambiente Socioeconômico V p pe isão de roce sso nsam en Mun do e s detos In flu ên cia n a fo rm açã o d os ge sto res Ref orço divu lgaç ão d vas desc ober t cien tífic as e eolo gias na e no as id Le gitim id ade N ovos de nd o e so s d e am ento s Visão d e Mu proce s pe ns c am pos p es qu isa Teoria/Modelo

(*)

Institucionalizado Construção da Teoria/Modelo

(*

)Popularização da ciência no ambiente, em um sentido, e apoio ou refutação da sociedade –em seu contexto socioeconômico – às observações da ciência no outro sentido

Res ulta dos acei táve is Con diçõ es lo cais , refo rço

Com base nas considerações anteriores, e em uma possível inércia existente nas transformações sociais envolvendo grande quantidade de participantes, as relações da figura 15 podem estar tanto defasadas (delay), no geral ou relativamente a situações específicas. Assim, no campo organizacional, pode haver: práticas/técnicas desenvolvidas e aplicadas sem uma teoria ou modelo geral; teorias/modelos propostos conhecidos por poucos ou apenas conhecidos superficialmente pela

14

A questão da influência do pensamento científico na visão de mundo dominante será explorada no capítulo 9.

maioria; teorias/modelos que podem estar disputando sua prevalência, e ainda, a aplicação prática do modelo/teoria pode ocorrer de forma diferente em diferentes empresas – baseado em Zilbovicius (1999, p. 281 e 282).

Com o enfoque capitalista, as organizações proliferaram, o ambiente se tornou cada ez mais competitivo e surgiu uma dinâmica organizacional cada vez mais

onduzir o desenvolvimento organizacional, tal que a organização possa alcançar uma condição favorável para obter e sustentar lucratividade neste cenário competitivo.

Serão apresentadas as principais escolas ou teorias de gestão ao longo da história, a partir do momento em que elas se tornam escolas de pensamento com um corpo de conhecimento sistematizado, ou seja, a partir da ‘administração científica’, praticamente no início do século XX.

É importante lembrar que a história não se desenvolve de forma linear, pois ocorre através de uma superposição de fatos inter-relacionados, e ainda, que ocorre de forma não necessariamente coordenada, pois muitas vezes os eventos se encontram distantes no tempo e espaço e nem sempre estão diretamente relacionados. Deve-se considerar também que cada historiador estabelece marcos de referência e critérios de categorização de acordo com seu referencial conceitual, valores e influências de sua época; sendo assim, não se pode esperar uniformidade nos modelos que tratam

e evolução ao longo dos tempos. v

complexa para alcançar a tão almejada lucratividade. Assim, sente-se cada vez mais a necessidade de novas teorias e modelos de gestão para c

d

Será utilizado o método comparativo de livros tipicamente acadêmicos, a fim de propor um modelo conceitual para representar a evolução da gestão, considerando tanto a perspectiva da Administração Geral quanto a da Administração da Produção. Considere-se inicialmente, a tabela 9, onde estão comparadas diferentes propostas de autores que se propõe tratar a evolução da Administração Geral.

Tabela 9: Comparativo de propostas de evolução da Administração Geral Bateman e Snell,

1998

Robbins, 2000 Chiavenato, 2003 Daft, 2005

1900 – 1910 1 Administração Científica 1 Administração Científica 1 Administração Científica

2 Burocracia (Weber) 2 Teoria da Burocracia 2 Teoria da Burocracia 1910 – 1920 3 Gestão Administrativa (Fayol) 1 Abordagem Clássica -Administração Científica -Administração Geral - Fayol (princípios) - Weber (Burocracia)

3 Teoria Clássica 3 Princípios Administrativos

1920/30 --- --- --- 1930 –

1940

4 Relações Humanas 2 Abordagem Humanística

4 Teoria das Relações Humanas 4 Movimento das Relações Humanas - Estudos de Hawthorne - Movimento das Relações Humanas 1940 – 1950 Quantitativa Humanística - Ciência

5 Teoria Estruturalista 5 Perspectiva dos recursos humanos [conteúdo similar à teoria 5 Administração 3 Abordagem

comportamental / ciência comportamental – período estimado ] 6 Pesquisa Operacional [abordagem Quantitativa] 1950 – 1960 6 Comportamento Organizacional 4 Abordagem Quantitativa 6 Teoria de sistemas (inclui cibernética e quantitativa) 7 Abordagem Sociotécnica 8 Teoria Neoclássica

7 Teoria dos Sistemas

9 Teoria Comportam.

1960/70 7 Teoria de Sistemas 10 Desenv. Organiz. 8 Abordagem Contingencial 1970 –

1980

8 Teoria da Contingência 5 Abordagem Sistêmica 4 Abordagem Contingencial

11Teoria da Contingência 9 [Desenv. Organiz. como extensão da ciência comportamental] 1980 –

1990

9 Gestão da Qualidade Total

6 Abordagem cultural 10 Gestão da Qualidade Total 1990 – Atual 10 Organização Inteligente 12- Novas Abordagens - influência da teoria do 11 Organização de

11 Reengenharia caos e da complexidade

aprendizagem 12 Local de trabalho orientado pela tecnologia [rede interna e externa]

Com base na tabela 9, pode-se observar que há unanimidade no fato de que até os

nos 30 imento das chamadas cas: A ção

Científica (associada a Taylor, sediado nos EUA), que enfocava a eficiência no chão bri ocracia (associada a Weber, na Alemanha), voltada para regras e

procedim dos das questões admin ral; a

s nis ece ações e está

associada a Fayol, na França), cujo foco estava na definição e exercício das funções administrativas dos gestores portante observar os seguintes aspectos dessas escolas de pensamen

e do estava se deslocando para os EUA, o que

justificava por um proc , a prevalência dos aspectos Tayloristas na economia americana, m tempos posteriores. Apesar das críticas e resistências aos princípios da administração científica, estes, de forma

rag mentaram significativam cia ções

industriais. Portanto, em função dos ganhos com o aumento de produtividade, as resistências foram superadas pelos interesses econômicos

administração científica se espalhou rapidamente por toda a Europa e EUA (baseado em Kast e Rosenzweig, 1992, p. 67 a 69). A Ford, c

sso da adm

questões, conseqüentemente, passam a infl ideal de gestão nos demais países. Foi a época dos “tempos modernos” caracterizada no filme de Charles Chaplin, em 1936.

em diferentes países, em um

informação não se difundia de forma ampla tão facilmente. ossível

tão disseminadas em outros. Mas, hoje, há uma tendência em r que

da um anic sta influenciado

ien ísica cl sica. As datas estabelecidas como referência nesse período estão relacionadas com o seu surgim

ƒ Essas teorias/modelos são contribuições de engenheiros e soci

enfoque de baixo para cima e outras de cima para baixo, o que representa desde

a houve o surg escolas clássi dministra

de fá ca; Bur

entos formaliza istrativas em ge a Teoria Clássic e seu princípios admi trativos (que r be denomin variadas,

principais. É im to:

ƒ O ixo econômico ocidente esso recorrente mesmo e

p mática, au ente a eficiên das opera

dominantes e a

om seus sistemas de trabalho, passa a ser o símbolo de suce inistração científica. Essas

uenciar o

ƒ Essas diferentes escolas ocorrem período onde a

Assim, é p

que determinadas propostas bem conhecidas em determinados países não fossem reconhece

to s elas tinham enfoque mec i pelo pensamento

c tífico da f ás

ento inicial.

o início uma abordagem que envolve múltiplos enfoques disciplinares e múltiplos níveis para lidar com sistemas organizacionais produtivos, típica situação que envolve sistemas complexos.

Com base na tabela 9, também há uma unanimidade quando ao surgimento, nos anos 30 do século XX, de um novo tipo de pensamento administrativo que surge como um tipo de antítese à administração científica, chamando atenção para as questões humanas no trabalho: o movimento das Relações Humanas, que considerou a importância das relações informais e introduziu a discussão de temas como omunicação e dinâmica de grupo, o papel da liderança na motivação. É importante

e didá teor É ob [ou apes até lide orga Qua

cons à parte enquanto outros entendem que ela está integrada à m esco conc mud (bas orga

cons iste uma proposta da

r c

obs rvar que, a partir da escola de Relações Humanas, a referência tradicional tica no ocidente para evolução das escolas de pensamento é a repercussão das ias/modelos de gestão nos EUA.

servado que da escola das Relações Humanas decorre a escola Comportamental da Ciência do Comportamento], citada por todos os autores da tabela, escola que, ar de vários precursores, tem suas principais contribuições a partir dos anos 40 início dos 60 (século XX). Foram desenvolvidas teorias sobre estilos de rança, processos decisórios e alinhamento de objetivos individuais com

nizacionais.

nto à escola de Desenvolvimento Organizacional (DO), alguns autores a

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