IV. PLANIFICATION DE LA GESTION DES DECHETS
18. Les priorités à retenir pour atteindre ces objectifs
19.1. Rappel des préconisations du plan 2010 par bassin
Desta forma pode se concluir, que neste estudo, o jogo perguntados foi um dos jogos mais avaliado, 11 (onze) vezes, e que atendeu ao maior número de critérios, 5 (cinco), entre a ergonomia e a interatividade, de maneira excelente, segundo os avaliadores.
Diante deste contexto, este estudo propôs identificar os elementos de interface a partir de um conjunto de conhecimentos de ergonomia, jogabilidade e interatividade, capazes de contribuir para qualidade do design de interface para jogos digitais em smartphones. Logo o corpo teórico, incluindo a contextualização do tema e sintetização das recomendações de ergonomia, jogabilidade e interatividade para o design de interface de jogos digitais casuais em smartphones delimitaram o escopo deste estudo.
Posteriormente a proposta de desenvolvimento de um protótipo de ferramenta oportunizou estabelecer relações cruzando o conjunto de recomendações com os elementos de interface a partir de um conjunto inicial de Estudos de Caso em jogos digitais casuais para smartphones.
A ferramenta proposta, neste estudo, mostrou-se eficaz na avaliação do conjunto amostral, sendo capaz de apontar tendência a aproximações estatísticas a padrões de design de interface em jogo digitais. Como resultado deste estudo, observou-se através dos dados obtidos que a identificação dos padrões para interfaces em jogos digitais para smartphones, de maneira estatística, irá depender de um número maior de avaliadores e de jogos a serem avaliados, o que oportuniza dar continuidade a pesquisa em estudos futuros.
Quanto aos testes realizados, observou-se na aplicação da ferramenta, que a estruturação dos conteúdos demonstrou-se didática, ao trazer textos explicativos acompanhados de imagens referenciais, o que colaborou para o entendimento das questões e dos conceitos incorporados à ferramenta.
Em se tratando de um protótipo (primeira versão), a análise inicial dos Estudos de Caso, permitiu validar a aplicabilidade da ferramenta desenvolvida.
A intenção futura é reunir outros princípios do design, ampliar a amostra de jogos, buscando criar relações que possam ampliar a análise. Pretende-se, em um estudo próximo, ampliar o número de avaliadores e aprimorar a ferramenta desenvolvida, a fim de potencializar a aplicação para permitir e indicar padrões de design de interface em jogos digitais para plataforma mobile em diferentes gêneros e a sua relação com a experiência de jogador. Também, espera-se, ainda, estruturar o banco de relacional para que possa ser disponibilizado como ferramenta de pesquisa no ensino e aprendizagem durante o desenvolvimento do design de interface para jogos digitais para smartphones.
Por fim, acredita-se que essa pesquisa disponibilizou uma ferramenta capaz de atender as necessidades de conhecimentos sobre como projetar e avaliar sistematicamente padrões de interfaces sensoriais aos aspectos de ergonomia, jogabilidade e interatividade, na 000perspectiva quanto ao método de avaliação, passando a oferecer um novo referencial teórico para futuras pesquisas na área e acesso às diversas relações conforme enfoque desejado.
REFERÊNCIAS
BASTIEN, J. M. Christian; SCAPIN, Dominic. Ergonomic Criteria
for the Evaluation of Human-Computer interfaces. 1993. Disponível
em: <http://www.labiutil.inf.ufsc.br/ergolist/>. Acesso em: 15 nov. 2011.
BERNSTEIN, D. Creating an Interactive Audio Environment, 1997. Disponível em: <http://www.gamasutra.com/view/feature/3238/ creating_an_interactive_audio_.php>. Acesso em: 20 maio. 2014. CHION, M. Audio-Vision: Sound on Screen. New York: Columbia University Press, 1994. Disponível em: <http://monoskop.org /images /6/6d/Chion_Michel_Audio-Vision.pdf>. Acesso em: 21 maio. 2014.
CYBIS, Walter; BETIOL, Adriana Holtz; FAUST, Richard. ergonomia
e Usabilidade - Conceitos, Métodos e Aplicações. Florianópolis:
Novatec, 2007.
CYBIS, Walter de Abreu (Org.). ErgoList. 2011. Disponível em: <http://www.labiutil.inf.ufsc.br/ergolist/index.html>. Acesso em: 15 jan. 2011.
COLLINS, K. An Introduction to the Participatory and
Non -Linear Aspects of Video Game Audio, 2014. Disponível em: < https: // www.researchgate.net / publication / 224927521 _An Introduction_to_the_Participatory_and_Non-Linear_Aspects_of_Video _ Games _ Audio>. Acesso em: 20 maio. 2014.
DIXON, Catherine. Why we need to reclassify type. Eye 19: 86-87, 1995.
FAGERHOLT, Erik; LORENTZON, Magnus. Beyond the HUD: User Interfaces for Increased Player Immersion in FPS Games. 2009. 118 f. Dissertação (Mestrado) - Curso de Division Of Interaction Design, Department Of Computer Science And Engineering, Chalmers University Of Technology, Göteborg, Sweden,, 2009. Cap. 12.
FARINA, Modesto. Psicodinâmica das Cores em Comunicação. 6. ed. Brasil: Edgard Blucher; Edição Comunicacao, 2011. 173 p
FARNELL, A. An Introduction to Procedural Sound and
its Application in Computer Games, 2007. Disponível em: < http: //cs.au.dk/~dsound/DigitalAudio.dir/Papers/proceduralAudio.pdf>. Acesso em: 20 maio. 2014
FONTOURA, Antônio Martiniano; FUKUSHIMA, Naotake. Vade-
mécum de tipografia. 2. ed. Curitiba: Insight Editoral, 2012. 92 p.
FRASER, Tom. Guia Completo da Cor. São Paulo: Senac Sp, 2010. 224 p.
GARRETT, Jesse James. The elements of user experience: user centered design for web and beyond. 2. ed. Canadá: New Riders, 2013.
GIL, Antonio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. 6. ed. Brasil: Atlas Editora, 2008. 200 p.
IIDA, Itiro. Ergonomia: Projeto e Produção. 5. ed. São Paulo: Edgard Blucher Ltda, 1998.
JORGENSEN, K. On transdiegetic sounds in computer games. In: Northern Lights, 2007. v5. p.105–117.
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de
Andrade. Fundamentos de Metodologia Científica. 7. ed. São Paulo: Atlas Editora, 2010. 320 p.
LUCAS C. MENEGUETTE, 10., 2011, Bahia. Áudio dinâmico para
games:: conceitos fundamentais e procedimentos de composição
adaptativa. Salvador, Bahia: Sociedade Brasileira de Computação - Sbc, 2011. 10 p. Disponível em:
<http://www.sbgames.org/sbgames2011/proceedings/sbgames/papers/art /full/92207.pdf>. Acesso em: 11 nov. 2011.
NEIL, Theresa. Padrões de design para aplicativos móveis. São Paulo: Novatec, 2012. 208 p.
NOVAK, Jeannie. Desenvolvimento de Games. 2. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2010. 472 p.
PEDROSA, Israel. Da cor à cor inexistente. 10. ed. São Paulo: Senac, 2009. 256 p.
PEREIRA, Alice Theresinha Cybis; GONÇALVES, Berenice Santos. SÉRIE DESIGN DE HIPERMÍDIA. 2010. Disponível em: <http://designdehipermidia.ufsc.br/>. Acesso em: 08 mar. 2016.
SOUSA, Richard Perassi Luiz de. Gramática Comparada da Representação Gráfica. Convergência, Portugal, v. 6, n. 12, 2007. Semestral. Disponível em: http://convergencias.esart.ipcb.pt/artigo.php? id=92>
RABIN, Steve. Introdução ao Desenvolvimento de Games: Volume 2:Programação: Técnica, linguagem e arquitetura. 2. ed. São Paulo: Cengage Learning Edições, 2013. 639 p.
RABIN, Steve. Introdução ao Desenvolvimento de Games:Volume 1:Entendendo o universo dos jogos. 2. ed. São Paulo: Cengage Learning Edições, 2012. 162 p.
ROGERS, Scott. Level Up! : The Guide to Great Video Game Design.Chichester, United Kingdom: John Wiley And Sons Ltd, 2010. 514 p.
ROGERS, Yvonne; PREECE, Jenny; SHARP, Helen. Interaction Design: Beyond Human-Computer Interaction. Chichester, United Kingdom: John Wiley And Sons Ltd, 2011. 602 p.
SAFFER, Dan. Designing Gestural Interfaces: Touchscreens and Interactive Devices. Sebastopol, United States: O'reilly Media, Inc, Usa, 2008. 247 p.
SAMARA, Timothy. Ensopado de Design Gráfico. São Paulo, Sp: Edgard Blücher, 2010. 248 p.
SAMARA, Timothy. Making and Breaking the Grid: A Layout
Design Workshop. Gloucester, Ma, United States: Rockport Publishers
SAUNDERS, Kevin; NOVAK, Jeannie. Game Interface Design: Game Development Essentials. Clifton Park: Cengage Learning, Inc, 2006. 296 p. (Game Development Essentials).
SCHELL, Jesse. A Arte de Game Design: o livro original, (The Art of Game Design: A book of lenses). Bosa Roca, United States: Taylor & Francis Inc, 2010. 520 p.
SCHUYTEMA, Paul. Design de Games: Uma Abordagem Prática. São Paulo: Cengage Learning, 2008.
SILVA, Fabio Luiz Carneiro Mourilhe ; FARIAS, Priscila Lena. Um panorama das classificações tipográficas. Estudos em Design, v. 11, n. 2, 2005. p. 67-81.
STANTON, Neville Anthony; HEDGE, Alan; BROOKHUIS, Karel. Handbook of Human Factors and Ergonomics
Methods. London, United Kingdom: Crc Press, 2004. 764 p. TORI, Romero. Games e interatividade. In: SANTAELLA, Lucia.
ARANTES, Priscila. (orgs.) Estéticas tecnológicas: novos modos de sentir. São Paulo: Educ, 2008.