Chapter III: DISCUSSION
1. Rôle de Sfi1 dans la duplication et séparation des SPBs
Reguengos
Reguengos de Monsaraz, Terra de contos de fadas De moiras enfeitiçadas Que andam bailando ao luar. Terra de lindas moçoulas Ás quais uma fada louca, Pôs um beijo em cada olhar! Reguengos, como outras vilas Tem aldeias em redor; Cheias de luz e de côr, Prenhes de graça e beleza, Com seus sobreiros gigantes, Com seus trigos aloirados, Quadros enormes pintados Pela mão da Natureza! (…)
J. Frederico Brito55
A povoação de Reguengos de Monsaraz56 fica localizada, entre campinas, pertencentes à Casa de Bragança, da qual era reguengo (esta é a origem do seu nome) – com os nomes de Reguenguinho, Ramila e Monreal.
Em 1680, havia uma ermida dedicada a Santo António, situada a 12 quilómetros de Monsaraz, num sítio ermo, mas fértil. Contudo, nessa época, o local era deserto, visto que as sucessivas guerras dos séculos VIII, IX e X tinham destruído as casas que, por ali, existiam e, por isso, os respectivos habitantes viram-se forçados a abandonar o local. Depois desta data, a pouco e pouco, as pessoas começaram a povoar o local.
55 J. Frederico Brito [1927], “Reguengos”, in O Guadiana. Semanário Republicano, nº 2, Reguengos, 16
de Outubro de 1927, pág. 1.
56 Segundo O Éco de Reguengos, num artigo de 1932, Reguengos de Monsaraz teria sido uma cidade
romana com o nome de Ourégia ou Turégia (cf. s.a. [1932], “Reguengos de Monsaraz”, in O Éco de Reguengos, Reguengos, 15 de Agosto de 1932, pág. 1.
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Começou por ser uma aldeia, a aldeia dos Reguengos, que se formou, em torno da ermida de Santo António57, devido à fertilidade dos terrenos, à beleza do local e a outras circunstâncias favoráveis, que tornaram o local atractivo a muitas famílias.
Entretanto, a Aldeia dos Reguengos acabaria por se expandir, desdobrando-se em duas povoações, denominadas de Reguengos de Baixo (aqui situava-se a velha igreja de Santo António) e de Reguengos de Cima.
O crescimento da população acentuou-se e, em 1752, o povo, através de requerimento, pediu a elevação da aldeia à categoria de freguesia ao arcebispo de Évora, D. Frei Miguel de Sousa (Távora)58 e, por isso, foi desmembrada da Paróquia de Nossa Senhora da Caridade. A paróquia tinha, assim, como igreja matriz a capela de Santo António, que teve de ser acrescentada algumas vezes, após uma primeira vez em 1770, para acompanhar o crescimento da população da aldeia. Em 1785, a população fez uma petição dirigida à Rainha D. Maria I, para que desse ordem de construção de uma nova igreja que pudesse reunir todos os fiéis. A expansão demográfica parece estar relacionada com as “privilegiadas disposições pastoris” da Aldeia de Reguengos59 e com a chegada
de gentes, que se vieram aqui fixar, porque se queriam refugiar, em virtude do clima bélico da época. Entre estas gentes, vieram homens especializados, nos ofícios da cardação e na tecelagem das lãs merinas (matéria prima em que estas terras eram muito
57 Túlio Espanca afirma ser desconhecido, devido a ausência de documentação, o período da fundação da
primitiva ermida de Santo António (cf. Túlio Espanca [1978], Inventário Artístico de Portugal. Distrito de Évora. Concelhos de Alandroal, Borba, Mourão, Portel, Redondo, Reguengos de Monsaraz, Viana do Alentejo e Vila Viçosa, vol. I, Lisboa, Academia Nacional de Belas Artes, 1978, pág. 336).
58 Cf. José Pires Gonçalves [1969], A Igreja Velha de Santo António dos Reguengos, Reguengos de
Monsaraz, Edição de Palavra, 1969, pág. 6.
59 Cf. José Pires Gonçalves [1970], Murmúrios em torno da História de Reguengos, s.l, Palavra, 1970, pág.
10.
Esta disposição pastoril prendia-se com o facto de a região estar nas rotas de transumância dos grandes rebanhos, ligados à grande organização da Mesta espanhola.
José Pires Gonçalves coloca, ao lado da “disposição pastoril”, outra possibilidade para estimulação da densidade populacional da Aldeia de Reguengos: “(…) admite-se que, no decurso das nossas guerras da Restauração, alguns couteiros da Casa de Bragança, incumbidos do fomento equino necessário ao reabastecimento da cavalaria portuguesa (…) aqui se vieram fixar” (Gonçalves [1970], pág. 10).
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ricas)60 - criavam-se, deste modo as condições, para o nascimento da indústria dos lanifícios que caracterizará o concelho, mais tarde, no século XIX.61
Outro contributo importante, para o desenvolvimento económico da Aldeia dos Reguengos, foi o parcelamento de terras, nos seus arredores, e a sua distribuição pelos antigos foreiros da Casa de Bragança. O parcelamento favoreceu a implantação de novas estruturas agrárias e, na sua dependência, surgiu a plantação de vinhas.62
No final da primeira metade do século XIX, a população já era considerada bastante numerosa e, além da produção de vinha, dedicava-se ao fabrico de tecidos de lã. Como produtos da indústria reguenguense, encontrava-se a saragoça grosseira, a estamenha, as mantas, os cobertores e os chapéus grossos.63 Esta indústria continuaria em ascensão ao longo do século XIX.64 Assim, o progresso económico de Reguengos era dominado, pela cultura da vinha, pelo artesanato, ligado aos lanifícios, e pela pecuária.
Grandes proprietários fixaram-se, na Aldeia dos Reguengos, em consequência das alterações, no regime de posse de terra, e atraídos pela sua prosperidade. Começava, deste modo, a crescer a classe burguesa, alimentando a expressão monsarazense “os ricos estão em Reguengos”.65
60 Cf. Gonçalves [1970], pág. 10.
61 A Aldeia de Reguengos era designada de terra dos cardadores de lã, com ironia e de forma depreciativa,
pela gente fidalga e absolutista de Monsaraz (cf. José Pires Gonçalves [1966], Monsaraz. Vida, Morte e Ressurreição de uma Vila Alentejana, Lisboa, Edição da Casa do Alentejo, 1966, pág.39).
62 Cf. Gonçalves [1970], pág. 10.
63 J. H. da C.R. [1841], “Reguengos de Monsaraz. 1º”, in O Panorama, nº 197, 6 de Fevereiro de 1841,
pág. 45.
64 Cf. Baptista de Lima [1937], Terras Portuguesas, Arquivo Histórico-Corográfico ou Corografia
Histórica Portuguesa, 5º vol., Póvoa do Varzim, Tipografia Camões – Editora, 1937, pág. 192.
65 Cf. Amendoeira [2009], pág. 33.
Não só os monsarazenses se referiam assim à gente endinheirada de Reguengos. O povo de outras localidades do concelho costumava dizer “os ricos de Reguengos” (quem nos conta isto é a nossa informante Maria do Carmo Godinho Valadas Amieira - Informante: Maria do Carmo Godinho Valadas Amieira, 68 anos, reformada, 4º ano de escolaridade, natural de Campinho, residente em Reguengos de Monsaraz. Recolha realizada em Reguengos de Monsaraz, a 28 de Junho de 2012).
No mesmo contexto, Reguengos também era, vulgarmente, apelidada de “Aldeia dos Palácios” (cf. Amendoeira [2009], pág. 33).
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À medida que foi crescendo e evoluindo, a Aldeia dos Reguengos, a vila de Monsaraz, sede de concelho, foi, progressivamente, perecendo. Reguengos tornou-se mais importante do que Monsaraz. Comparativamente a Reguengos, Monsaraz carecia de algumas comodidades66 e infra-estruturas, que se encontravam em Reguengos, uma vez que não era mais do que “uma praça de armas”, numa localização geográfica de difícil
acesso.
Monsaraz começava a dar mostras de não reunir as condições indispensáveis e necessárias, para ser sede de concelho, e as funções de defesa já se tinham tornado inexistentes. Além disso, a sua fidelidade ao ideal absolutista, derrotado pelo liberalismo, que, já, então, se tinha afirmado, foi também um factor decisivo, para a mudança da sede de concelho, para a vila de Reguengos, defensora dos ideiais liberais.
Por carta de lei de 18 de Abril de 1838, assinada por D. Maria II, a sede de concelho foi transferida, para a Aldeia de Reguengos, que, depois, seria elevada a vila, por carta, em 25 de Fevereiro de 1840, com o nome de Vila Nova de Reguengos. O concelho ficava conhecido, pela denominação de Reguengos de Monsaraz:
“Dona Maria por Graça de Deus e pela Constituição da Monarquia, Rainha de Portugal e dos Algarves. Faço saber aos que esta Minha Carta virem que Eu fui Servida de Mandar passar o Alvará do teor seguinte: Eu A Rainha. Faço saber aos que este Meu Alvará virem que tendo em consideração o que Me representaram a Câmara Municipal, Juiz Ordinário, e mais autoridades do Concelho de Reguengos, pedindo que a Aldeia daquela denominação seja elevada à categoria de Vila, e atendendo não só a que a mesma Aldeia foi designada pela Carta de Lei de dezassete de Abril de mil oitocentos trinta e oito para ser a cabeça do Concelho por concorrerem nela circunstâncias que lhe davam para isso a preferência entre as demais Povoações do mesmo Concelho, mas também às repetidas provas de fidelidade prestadas pelos seus habitantes em favor da Independência do Trono Português e da Causa da Liberdade: Hei por bem por todos estes motivos elevar a sobredita Aldeia dos Reguengos à categoria de Vila, com a denominação de “Vila Nova dos Reguengos” e Ordenar que do dia da publicação deste Alvará haja todos os privilégios, e liberdades, de que devem gozar e gozam as outras Vilas destes Reinos, concorrendo
66 Na sua visita a Reguengos, J. H. da C.R fica impressionado com o seu teatro e com a construção adiantada
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com elas em todos os actos públicos, e usando os seus Cidadãos de todas as distinções e preeminências, de que usam os das outras sem diferença alguma.”67
Planta da vila de Reguengos publicada por José Pires Gonçalves68
Apesar da transferência de cabeça de concelho feita, em 1938, haveria várias interrupções e a transferência só seria definitiva, em 1851. O processo de transferência foi, assim, demorado e não foi isento de polémica; conduziu a uma certa animosidade, entre as gentes das duas povoações.
A partir desta altura, o concelho passa a ser dirigido, por membros da burguesia terratenente, que se afirmou depois do Liberalismo. Um desses membros foi Manuel
67 A transcrição do Alvará da Elevação de Reguengos à categoria de vila é da responsabilidade do Arquivo
Municipal de Reguengos de Monsaraz.
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Mendes Papança, natural de Reguengos, que desempenhou o cargo de Presidente de Câmara entre 1851 e 1871. Manuel Mendes Papança criou várias infraestruturas na vila, a Casa da Câmara (actual edifício dos Paços do Concelho) que também incluía os serviços judiciais, o Hospital da Santa Casa da Misericórdia, o Cemitério, o Matadouro Municipal e a construção de edifício para as Escolas Primárias, com salas, para ambos os sexos. Também mandou calcetar ruas, melhorar estradas e poços, entre outras medidas.69
Antigo Matadouro Municipal (Fotografia: Eduardo Nogueira (1934), edição Jornal Palavra, 2006)
Além disso, formou uma comissão de proprietários, para conduzir à compra de uma enorme área de terrenos pertencentes à Casa de Bragança, em Reguengos. O intuito desta compra foi o de fazer a divisão de terrenos, em courelas, repartidas pela população a preços baixos e com facilidades de pagamento. Porém, havia a condição de plantar vinha a quem comprasse estes terrenos.
69 Cf. António Marcelino [2010], “Manuel Augusto Mendes Papança”, in AA.VV., Vidas com Valor,
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Esta iniciativa fez com que, em poucos anos, a produção vitivinícola se desenvolvesse em grande escala, no concelho70, e surgisse um novo grupo de proprietários, que se tornaria na base da classe média, que sempre caracterizou a vila de Reguengos.71
No plano urbanístico, outro acontecimento, que marcou o final do século XIX, foi a construção da Igreja Matriz de Reguengos de Monsaraz (a colocação da primeira pedra aconteceu, em 1887) cujo orago continua a ser Santo António, e, consequentemente, a demolição da velha igreja de Santo António, no século XX (cerca de 1915). O projecto de estilo neogótico (isto é, com forte influência da arquitectura religiosa do Gothic Revival) foi elaborado pelo arquitecto António José Dias da Silva72. A nova igreja foi mandada construir, com o produto de um legado (Manuel Mendes Papança deixou em testamento 14 contos de réis, para o efeito) e de uma subscrição pública. O seu primeiro serviço religioso registado data de 25 de Agosto de 1912, ano em que foi inaugurada.
Segundo Ana Paula Amendoeira, a verdadeira razão que justifica a construção da Igreja Matriz foi a vontade de a burguesia liberal se afirmar, em relação à aristocracia, local como uma nova classe, pois a igreja do século XVII, que viria a ser demolida, estava em relativo bom estado de conservação. Esta vontade de afirmação também pretendia vincar a separação de uma classe, ainda, identificada com o Antigo Regime. A nova classe era constituída, maioritariamente, por proprietários agrícolas, cujo crescimento se tinha apoiado, na compra de bens das ordens religiosas, vendidos em hasta pública, e viu, na
70 Esta intervenção planeada originou um plantio de cerca de um milhão de cepas.
71 Alberto Franco (adapt.) [2004], “Reguengos de Monsaraz: retrato de um concelho”, in Memória
Alentejana, nº13/14, CEDA (Centro de Estudos Documentais do Alentejo – Memória Colectiva e Cidadania), Outono-Inverno 2004, pág. 11.
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construção de uma nova igreja, uma “afirmação política, económica e cultural de uma modernidade da altura ligada à classe em ascensão que anunciava o progresso.”73
Igreja Matriz de Reguengos de Monsaraz (Fotografia: Eduardo Nogueira (1934), edição Jornal Palavra, 2006)
Reguengos entra, no século XX, em ascensão política, económica e social. Por exemplo, os seus vinhos já se afirmavam, no mercado nacional, com qualidade incontestável. No início do século XX, surgem algumas unidades industriais, como as moagens e a nova central eléctrica (1904), e é constrída a estação de caminho-de-ferro.
73 Ana Paula Amendoeira [2012], “A Igreja Matriz de Reguengos de Monsaraz. Um edifício simbólico da
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Antiga Casa de Pessoal da CP (Fotografia: Autor desconhecido (cerca de 1930), edição Jornal Palavra, 2006)
Sobre o crescimento económico do concelho, lê-se, deste modo, na imprensa, em 1928: “Concelho tão rico, tão rico que o cognominaram de ‘Brasil’, Reguengos, nos poucos mêses que é servido de caminho de ferro tem, ao que me informaram, causado assombro com o seu estupendo trafego ferroviário.”74
Em 1932, escrevia-se, sobre a economia do concelho, e enumerava-se as infra- -estruturas de Reguengos:
“O terreno é fértil; cria muito gado de toda a qualidade.
A vila tem escolas d’ambos os sexos, estação telegrafo-postal e de caminho de ferro; agencias de diversas casas bancarias, asilo de inválidos; Misericórdia, hospital e sopa dos pobre; fabricas de fundição de ferro e bronze, de gazozas, de moagem; hoteis, médicos, farmacias, notario; exportadores de lãs, cereais, azeites e vinhos; minas não exploradas de cobre e outros metais. Sociedades de recreio: Reguengos Club, Sociedade Artística, Atlético Sport Club, Luzitânia Sport Club, Sociedade Filarmónica Harmonia (Banda Municipal) e animatografo. Fornos de tijolo e alvenaria. Feiras nos dias 15 de janeiro, 15 de maio e 15 a 17 de agosto, sendo esta denominada de Santa Maria, a mais importante na transacção de gados lanígero e caprino, gado grande.
74 s.a. [1928], “Impressões de Jornalista. Reguengos”, in Ilustração Alentejana, Abril de 1928, nº 5, pág.
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O principal comercio de todo o concelho é em vinho, lãs, linho, olaria, cereais, azeite, porcos gordos, gado bovino e lanígero, e cortiça.”75
Há uma obra que permite conhecer o concelho de Reguengos de Monsaraz, na década de 60 do século XX. Trata-se do resultado da investigação de José Cutileiro, em Vila Velha (pseudónimo de Monsaraz), conducente à sua tese de doutoramento em Oxford – A Portuguese Rural Society –, publicada em língua inglesa, em 1971, e traduzida para português, em 1977, com o título de Ricos e Pobres no Alentejo. (Uma Sociedade Rural no Alentejo). Esta é uma obra de antropologia de grande profundidade, sobre o Alentejo, em geral, e sobre o concelho de Reguengos de Monsaraz, em particular, cujo objectivo principal é a análise da sua estrutura social.
As décadas de 60 e de 70, na vila de Reguengos de Monsaraz, seriam marcadas pelas obras da Igreja Matriz. Após a entrada em vigor da Constituição para a Sagrada Liturgia, o padre Luís Perdigão mandou realizar obras significativas, no interior da igreja, com vista a despojar o espaço de todas as ornamentações acessórias. A realização destas obras deixou a população bastante descontente, pois julgava-as o resultado de uma iniciativa individual e sem contexto que a justificasse. Na verdade, o pároco quis cumprir as novas regras de simplificação e de proximidade aos fiéis, estabelecidas no Concílio do Vaticano II.76
Regista-se, na história recente do concelho, a elevação de Reguengos de Monsaraz a cidade, em 9 de Dezembro de 2004.
Como cidade que é, actualmente, reúne um conjunto de infraestruturas, à medida do século XXI: Creche, Infantários, Escolas para os vários ciclos de ensino, um pólo da
75s.a. [1932], “Reguengos de Monsaraz”, in O Éco de Reguengos, Reguengos, 15 de Agosto de 1932, pág.
1.
76 Cf. Ana Paula Amendoeira [2012a], “Ainda o Concílio do Vaticano II… e a Igreja de Reguengos”, in
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Universidade Aberta, Auditório Municipal, Centro Hípico, Piscinas Municipais, Parque de Feiras e Exposições, vários Parques Infantis, Jardim Público, Biblioteca Pública e Instalações Desportivas Diversas.