• Aucun résultat trouvé

Por meio das análises descritiva e multivaridada, associadas ao referencial teórico, pode-se afirmar que as empresas demonstram perfil inovativo que pode ser potencializado ao se considerar tais instituições atuando no contexto cooperativo de um arranjo produtivo local.

Além do perfil inovativo percebido nas organizações que participaram da pesquisa, foi possível evidenciar importantes requisitos, que segundo Ribeiro (2006), são fundamentais para o sucesso de um parque tecnológico.

A boa escolaridade em todos os níveis, bem como a qualificação da mão-de- obra, considerada como requisitos de sucesso para implantação de um parque tecnológico, foram evidenciadas.

Dos entrevistados, 64,3% consideram a qualificação adequada (Figura 12) e, de fato, ao se analisar os entraves para o desenvolvimento de novos produtos, percebe-se que apenas 20,9% de todos os respondentes consideram a ausência de mão-de-obra qualificada como inibidor para o desenvolvimento de novos produtos, sendo este o fator de menor relevância considerado pelos respondentes (vide Tabela 10).

Outro importante requisito observado foi a possibilidade de acesso a mercados. Por meio das análises percebe-se que as empresas atuam de forma ativa, tanto respondendo demandas do mercado público, quanto privado (Figura 19), e que tais demandas são diversificadas, como pode se observar no faturamento das empresas, que varia de menos de R$240 mil a cifras acima de R$2,4 milhões (Figura 9). Tais requisitos qualificam e facilitam a atuação das empresas em outros estados e países, pois já possuem cases que demonstram capacidade e estrutura para atender demandas de porte e complexidade relevantes.

A expansão para outros mercados pode ser facilitada, tanto considerando o fortalecimento das empresas por meio da cooperação no contexto de um arranjo produtivo, quanto por meio de consórcios e parcerias entre as organizações.Neste sentido, a pesquisa revelou um perfil de cooperação entre as instituições para atuarem de forma complementar somando competências por meio de sub- contratações ou parcerias para o desenvolvimento conjunto de soluções (Tabelas 13 e 14).

Outro requisito avaliado em outros parques tecnológicos em nível mundial, que segundo Ribeiro (2006) é fundamental para o sucesso de um parque tecnológico, é a capacidade de pesquisa científica e desenvolvimento tecnológico de excelência.

Por meio das análises percebe-se que 72% dos respondentes investem em pesquisa, sendo que 60% desenvolvem um novo produto em menos de 3 anos a partir da realização de pesquisas (Figura 26). Além disso, de forma quase unânime, as empresas consideram necessária a parceria com Universidades, Centros de Pesquisa e Capacitação (Tabela 6).

As pesquisas e o retorno destas podem ser alavancadas ao se considerar empresas e instituições de pesquisa no contexto de um APL, visto que apesar dos investimentos em pesquisas (Figura 26) e do reconhecimento da necessidade em realizar parcerias com universidades (Figura 21), apenas 50% das empresas já realizaram parcerias com Universidades, Centros de Pesquisa e Capacitação (Figura 20). A quantidade de pesquisas poderá ser elevada proporcionalmente à realização de parcerias com as universidades bem como, a quantidade de produtos e patentes advindos destas pesquisas.

Além disso, a aglomeração de tais empresas e instituições em um APL permitirá uma troca intensa de conhecimentos entre as organizações, o que facilita o processo inovativo tanto radical quanto organizacional e tecnológico de produtos e processos.

O panorama apresentado em relação ao perfil inovativo das empresas, associado às possibilidades de ganhos exponenciais na geração de produtos e patentes advindos de parcerias com universidades e centros de pesquisa no contexto de um APL, é um fator preponderante para atração de investidores e instituições em capital de risco.

A injeção de capital nas empresas constituídas no APL minimizaria o principal entrave considerado pelos entrevistados, dos quais 48% consideram a falta de capital para investimento como o principal entrave para o desenvolvimento e comercialização de novos produtos (Figura 13). Cabe observar que a limitação é percebida na maioria das empresas, independente do seu porte (Tabela 10).

Em relação à estruturação do APL, deve-se considerar a segregação das empresas nos dois grupos demonstrada na análise multivariada (Tabela 9), bem como o perfil evidenciado de parcerias e sub-contratações entre as empresas

(Figuras 22 e 23). Tomando por base tais considerações, apresenta-se um cenário propício à estruturação de um APL, tanto vertical quanto horizontal. Vertical se considerar empresas sub-contratando outras em posições adjacentes na cadeia de valor. Por outro lado, mesmo se considerar as empresas no contexto de um APL, estas podem concorrer distintamente para atender demandas externas, o que sinaliza para a estruturação de um APL horizontal.

CAPÍTULO 5

CONCLUSÕES

O objetivo deste trabalho foi realizar um diagnóstico das empresas de TI de pequeno e médio portes do Distrito Federal, de modo a verificar o potencial destas empresas atuarem em um arranjo produtivo local para geração de diferencial competitivo por meio da criação de produtos inovadores.

O processo de geração de produtos inovadores é conseqüência de muita pesquisa, troca de conhecimentos, parcerias, prototipação e produção. Todo o processo descrito tende a ser catalisado se realizado por meio de troca de conhecimentos e parcerias intra e inter organizações.

Por meio das análises verificou-se grande potencial de parceria entre as empresas de TI de pequeno e médio portes do Distrito Federal, e tal fato é relevante ao se considerar o contexto de um arranjo produtivo local, uma vez que a criação e complementação de competências entre organizações são facilitadas em um APL.

Ao mesmo tempo em que o potencial de parceria evidenciado entre as empresas contribui para a formação do APL, o APL em si contribui para o fortalecimento das parcerias.

Contudo, a análise também demonstrou limitações financeiras para investimento por parte das empresas, em especial as empresas de pequeno porte classificadas no Grupo 1 (faturamento até R$240 mil). Esta evidência tende a limitar a instalação de empresas de pequeno porte no APL Brasília Capital Digital, visto que investimentos elevados serão necessários.

A viabilização de fontes de crédito governamentais, capital de risco, isenções fiscais e incentivos que atraiam empresas dispostas a investir são necessários, de modo a possibilitar a efetiva instalação do Brasília Capital Digital constituído de empresas de pequeno, médio e grande porte.

O perfil inovativo das empresas levantado na análise, das quais 72% investem em pesquisas (Figura 26), 60% já desenvolveram algum protótipo (Figura 25) associado com a escolaridade e boa formação da mão-de-obra (Figura 12), demonstram um ambiente propício ao empreendedorismo. Além disso, a solidez das empresas (Figura 10) e as demandas governamentais tendem a contribuir para a atração de investidores de risco para o APL TI DF.

Apesar do grande potencial de parceria percebido entre as empresas, o mesmo comportamento não é percebido quando se trata de parcerias com universidades, centro de pesquisa e capacitação.

As empresas até reconhecem a necessidade de parceria com universidades, centros de pesquisa e capacitação (96,4% a acham necessária, conforme demonstrado na Figura 21), mas somente 50% já realizou parcerias (Figura 20). A inefetividade pode ser atribuída ao fato das empresas considerarem estas instituições como parceiros para formação e capacitação de funcionários, e segundo a pesquisa, mesmo assim, 57% da capacitação acontece nas empresas e é apoiada por um funcionário da própria empresa (Figura 14).

Parte das empresas não consideram as universidades como parceiras para o desenvolvimento de soluções e produtos inovadores. Tal fato torna-se evidente ao se analisar as empresas classificadas no Grupo 1, das quais 69,2% nunca realizaram parcerias com universidades (Tabela 15), e em sua maioria (53,8% - Tabela 17), também não investem em pesquisa.

Buscar meios que possibilitem parcerias das empresas com as universidades, centros de pesquisa e capacitação, em especial as empresas aglomeradas no Grupo 1, apresenta-se como um fator fundamental para geração de inovação na constituição e fortalecimento do APL TI DF.

A partir do momento em que as empresas, universidades, centros de pesquisa e capacitação passarem a trabalhar em grupo, reduzirão as incertezas e ao mesmo tempo, passarão a racionalizar custos com P&D.

Além disso, no caso das empresas classificadas no Grupo 1, em que a maioria não tem acesso ou tem dificuldade em obter crédito para pesquisas, além de contar com o apoio de universidades, centro de pesquisa e capacitação para o desenvolvimento de pesquisas, passam a ter acesso a créditos por meio dos projetos de pesquisas.

Além do mais, a cooperação e o trabalho em grupo com interesses comuns facilitam a aproximação com o sistema financeiro, visto que instituições financeiras tendem a facilitar o empréstimo a APLs, pois o risco e a inadimplência são menores se comparados a empréstimos semelhantes a micro e pequenas empresas tratadas de forma isolada.

Isto se dá pelo fato de apesar de no contexto do APL não existir um ente jurídico que responde por todas as empresas constituídas no arranjo, o fato das empresas estarem inseridas no APL contriubiu para uma maior solidez, visto que segundo pesquisas, as empresas constituídas em APLs apresentam menor mortalidade se comparadas às demais empresas fora do contexto de um arranjo.

O trabalho em grupo entre empresas, universidades, centros de pesquisa e capacitação, além de possibilitar os ganhos mencionados acima, facilitam o processo de geração de patentes, uma vez que, em função do rateio de custos, os dispêndios no processo de geração de patentes são minimizados.

Apesar do potencial de parceria entre as empresas de pequeno e médio portes identificado na pesquisa, ações direcionadas de modo a buscar interesses comuns e conseqüentemente efetivar tais parcerias, devem ser consideradas ao se constituir o APL, visto que a diferença de perfil das empresas evidenciada na análise discriminante tende a gerar visões díspares entre empresas.

Empresas classificadas no Grupo 2, em sua maioria, acreditam que o diferencial do produto advém da inovação e, desta forma, desenvolvem protótipos e investem em pesquisa com retorno médio de dois anos.

Já as empresas do Grupo 1, apesar de buscarem como diferencial a inovação, em função das limitações já citadas anteriormente, como falta de capital e mão-de-obra qualificada disponível para pesquisas, ainda buscam diferencial na qualidade e preço e investem menos em prototipação e pesquisa se comparadas ao Grupo 2 (Tabela 17).

Ações de promoção de cooperação entre os Grupos devem existir de forma que características complementares sejam somadas, possibilitando diferencial frente ao mercado. Diferencial que não seria conseguido de forma isolada. Ao mesmo tempo, limitações e características inerentes a cada Grupo devem ser consideradas para que haja uma cooperação efetiva e duradoura entre os Grupos.

Empresas de ambos os Grupos geograficamente próximas na Capital Digital, bem como universidades, centros de pesquisa e capacitação associadas a ações de

cooperação, facilitarão o processo de aprendizado e de criação de modelos cumulativos de conhecimentos nas empresas, o que irá diferenciá-las de outras empresas de fora do APL TI DF.

A possibilidade de aprendizado entre as empresas, além de possibilitar a incorporação de inovações incrementais advindas da eficiência de processos, permitirá explorar novas oportunidades produtivas e tecnológicas, o que possibilitará a expansão para outros mercados fora de Brasília e do Brasil.

Considerando a classificação das empresas nos Grupos 1 e 2 que atendem predominantemente clientes da iniciativa privada e pública, respectivamente, a expansão para outros mercados poderia ser alcançada considerando os dois tipos de clientes, tanto em outros estados brasileiros quanto em outros países, visto que a aglomeração de empresas tende a fortalecer os produtos das organizações constituídas no APL frente ao mercado, como ocorre, por exemplo, no o Vale do Silício, nos EUA.

Em relação à governança, fator fundamental para a sustentação do arranjo, ao se considerar a estrutura produtiva do sistema, tomando por base as características de divisão do trabalho, a quantidade e o tamanho das empresas, a constituição do arranjo caminha para uma consolidação com predominância de redes formadas por pequenas empresas (faturamento até R$240 mil) com estrutura própria de governança com a sobreposição de uma estrutura de governança mais robusta que contemple todo o arranjo incluindo as demais empresas e instituições de maior porte.

Este encaminhamento proposto para o APL TI DF possibilitaria o fortalecimento das pequenas empresas, já que haveria a consolidação da convergência de interesses, da cooperação e da governança entre elas, além de inseri-las no contexto do APL, podendo atuar tanto como parceiras das médias e pequenas empresas, como fornecedoras dentro do APL ou como fornecedoras para organizações externas ao APL.

A segregação das empresas em dois grupos, conforme apresentado na análise multivariada, pode ser encarada como um fator benéfico para a efetiva constituição e desenvolvimento do APL-TI-DF, visto que os grupos tendem a não compartilhar um pensamento uniforme em relação a competição. A unanimidade de pensamento acaba por incentivar velhos comportamentos que inibem e bloqueiam novas idéias e criam inflexibilidades, impedindo a adoção de aprimoramentos, além

de dificultar inovações radicais, que podem inviabilizar o pool de talentos, as informações, os fornecedores e a infra-estrutura existentes.

Desta forma, a análise permite afirmar que o cenário de estruturação do APL- TI-DF é propício para um arranjo inovativo, desde que não haja exclusão ou segregação de empresas de portes distintos.

Por fim, ao se considerar a pesquisa e as análises realizadas sustentadas pelas dimensões do Diamante de Porter, pode-se afirmar que as pequenas e médias empresas de Tecnologia da Informação do Distrito Federal possuem perfil inovativo. Tais aspectos podem ser potencializados para a geração de produtos inovadores ao se considerar que requisitos propícios para a constituição do Arranjo Produtivo Local de Tecnologia da Informação do Distrito Federal foram observados.

Cabe ressaltar, todavia, que a influência do aglomerado na competição e na inovação ocorre por meio de relacionamentos pessoais, da comunicação face a face e da interação entre redes de indivíduos e instituições. Apesar do aglomerado facilitar e melhorar a eficácia dos relacionamentos, o processo não se dá de forma automática.

Sendo assim, ações de governança que estruturem, permitam e provoquem articulações entre os diversos atores do APL considerando aspectos organizacionais e culturais formais e informais devem ser priorizados para a efetiva consolidação e sustentação do APL-TI-DF, de modo que a intensidade e o conteúdo das interações aumente e eleve o grau de evolução do aglomerado.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BACEN – Banco Central do Brasil www.bacen.gov.br. (ultimo acesso em junho de 2008)

BRITTO, Jorge. Cooperação e Aprendizado em Arranjos Produtivos Locais: Em

busca de um Referencial Analítico. Universidade Federal Fluminense, 2004

BERGMAN, E.M., and E. J. Feser. Industrial and regional cluster. Concepts and

comparative applications. 1999.The web book of regional science. Regional

Research Institute. West Virginia University.

http://www.rri.wvu.edu/webBook/Berman-Feser/Contents.htm (último acesso em

janeiro de 2007).

CAMPOS, Renato R., Ampliando espaços de aprendizagem: Um Foco para Políticas

de Estímulos aos Arranjos Produtivos Locais. Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2003.

CARON, H. ST. Jonh; POUDER, Richard W. Technology Cluster versus Industry

Cluster: Resources, Networks, and Reginonal Advantages. Blackwell Publishing, US, 2006.

CESAR – Centro de Estudos e Sistemas Avançados de Recife –

http://www.cesar.org.br (último acesso em 17/05/2007)

CARVALHO, Lílian S. P. Estratégia de Redes de Negócios: Como os Aglomerados

Favorecem o Desempenho nas Exportações. Universidade Presbiteriana Mackenzie

CASSIOLATTO, J. E.; LASTRES, H.M.M.; SZAPIRO,M. Arranjo e Sistemas

Produtivos Locais e Proposições de Políticas de Desenvolvimento Indutrial e Tecnológico. Rio de Janeiro: UFRJ/IE, 2000. (Nota técnica, 27/2000).

CHIOCHETTA, João Carlos, Uma Modelagem Para Implementação de um APL –

Arranjo Produtivo Local – O Caso do Setor Metal Mecânico da Região do Sudoeste do Estado do Paraná, CEFET-PR, 2005.

COLMAN, Andrew M. A Dictionary of Psychology .

http://www.encyclopedia.com/doc/1O87-Wardsmethod.html. OXFORD University

Press (último acesso em março de 2008).

ENRIGHT, M. J. Regional Cluster and economic development: A research agenda. In

Business networks: Prospects for regional development. Berlin: Walter de Gruyter, 1996.

FERNANDES, A.M; BALESTRO, Moisés;MOTTA, A.G..Redesist – Rede de

pesquisa em Sistemas Produtivos e inovativos Locais – www.ie.ufrj.br/redesist. Relatório de

Atividades da Expansão da RedeSist, O arranjo Produtivo Local de Software do Distrito Federal, 2004, Redesist.

FIGUEIREDO, A.; PRESCOTT, E.; MELO, M., Integração entre a Produção Familiar

e o Mercado Varejista : Uma proposta, Editora Universa, Brasília, DF, 2004

FINEP, OCDE, Manual de Oslo – Proposta de Diretrizes para Coleta e Interpretação

de Dados sobre Inovação Tecnológica, Terceira Edição. Disponível em:

http://www.oei.es/salactsi/oslo4.htm (último acesso em agosto de 2008).

GEM – Global Entrepreneurship Monitor Brasil http://www.gembrasil.org.br/ (último acesso em novembro de 2007).

Guia do Estudante Abril. As Melhores Universidades do País, Editora Abril, 2007. IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística http://www.ibge.gov.br (último acesso em agosto de 2008).

IBRAHIM, Sherwat; FALLAH, M. Hosein, Drivers of Innovation an Influence of

Technological Clusters, Engineering Management Journal vol. 17 No. 3, Setembro

IPEA – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada. Políticas de Apoio Financeiro à

Inovação Tecnológica: Avaliação dos Programas MCT/FINEP para Empresas de Pequeno Porte, MORAIS, J. M de, IPEA www.ipea.gov.br, agosto de 2007 (último acesso em agosto de 2008).

KROGH, G. ICHIJO, K., NONAKA, I., Facilitando a Criação de Conhecimento,

Editora Campus, São Paulo, 2001.

LASTRES, Helena M. M., Cassiolato, José E. Glossário de Arranjos e Sistemas

Produtivos e Inovativos Locais – Terceira Revisão – www.ie.ufrj.br/redesist, setembro, 2006.

LAWSON, Clive, LORENZ Edward, Collective Learning, Tacit Knowledge and

Regional Innovative Capacity, Estudos Regionais, 33:4 (1999), pp. 305-318.

LEMOS, Cristina Ribeiro, Micro, Pequenas e Médias Empresas no Brasil: Novos

Requerimentos de Políticas para a Promoção de Sistemas Produtivos Locais, Rio de Janeiro Março, 2003

MALMBERG, A. ; POWER, Dominic. How Do Firms in Cluster Create Knowledge?

Industry and Innovation, vol. 12 nº 4, 409-431, December 2005.

MALMBERG, A. and maskell, P. The elusive concept of localization economies:

towards a knowledge-based theory of spatial clustering, Environment and Planning A, 34, pp. 429-449, 2002.

MARSHALL, A., Principles of economics. London: MacMillan, 1920.

MELO, P. R. S., BRANCO, C. E. C.. Setor de Software: Diagnóstico e Proposta de

Ação para o BNDES. Setorial 5 – março de 1997 pp 111 a 127.

NONAKA, I, A Dynamic Theory of Organizational Knowledge Creation. Organization

PEREIRA, J. C. R., Análise de Dados Qualitativos: Estratégias Metodológicas para

as Ciências da Saúde, Humanas e Sociais, 3. ed., São Paulo, Editora da Universidade de São Paulo, 2001.

PORTER, M. E., Cluster of Innovation Initiative, Council on Competitiveness. Monitor

Group on the Frontier, Washington, DC2001. San Diego, 2001.

PORTER, M. E., On competition. Boston: Harvard Business School Press, 1998. PORTER, M. E., The Competitive Advantage of Nations. Macmillan, London, 1990. REDESIST – Rede de Pesquisa em Sistemas Produtivos e Inovativos Locais –

www.ie.ufrj.br/redesist (último acesso em junto de 2008).

RIBEIRO, A. F., Spolidoro, Roberto M.. SINFOR – Parque Capital Digital. Um novo

enfoque para o desenvolvimento do Distrito Federal, 2006.

ROSELINO, J. E. Uma Análise da Potencialidade da Atividade de Software no Brasil

à Luz das Práticas Concorrentes no Setor. Dissertação de Mestrado. Universidade Estadual de Campinas. Instituto de Economia, 1998.

SCHMITZ, H. Collective efficiency and increasin returns. Cambridge Journal of

Economics. V. 23 1999, p. 465-483.

SEBRAE, Sistema, Termo de Referência para atuação do Sistema SEBRAE em

APL SEBRAE, Brasília, 2002.

SEBRAE, Sistema, Arranjo Produtivo Local de Tecnologia da Informação no Distrito

Federal. Plano de Ação 2005/2007, Brasília, 2005.

SEBRAE NACIONAL SEBRAE - Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas

SINFOR – Sindicado da Indústria da Informação do Distrito Federal –

http://www.sinfor.org.br . (último acesso em 17/05/2007).

SOFTEX, Software e Serviços: Um mercado em expansão apesar dos tropeços.

Publicado em 21/03/2007 disponível em:

http://www.softex.br/portal/_busca/busca.asp?id=1393. (último acesso em julho de

2008).

SOFTEX, Mercado brasileiro de TI movimentará US$ 18,6 bilhões em 2007, estima

IDC. Publicado em 29/03/2007 disponível em:

http://www.softex.br/portal/_mercado/mercado.asp?id=1420. (último acesso em

junho de 2008).

SOUZA, Sebastião D. C. de, ARICA, José. Uma análise comparativa entre sistemas

de inovação e o diamante de Porter na abordagem de arranjos produtivos locais, Universidade Estadual do Norte Fluminense – UENF. Produção, v. 16, n. 1, p. 80-87, Jan./Abr. 2006.

SPOLIDORO, Roberto, FICHER, Helena. Diretrizes Funcionais para o PARQUE

CAPITAL DIGITAL, Brasília-DF, 2003.

TCU - Tribunal de Contas da União, Licitações e contratos: orientações básicas /

Tribunal de Contas da União. Segunda edição, Brasília, 2003.

TORRES, Rodolfo, ALMEIDA, Sérgio, TATSCH, Ana Lúcia. Aprendizado,

Capacitação e Cooperação em Arranjos Produtivos e Inovativos locais de MPEs: implicações para políticas. Nota técnia 08. REDESIST, Rio de Janeiro, 2004.

TSE- Tribunal Superior Eleitoral, www.tse.gov.br (último acesso em junho de 2008).

WONGLIMPIYARAT, Jarunee. The dynamic engine at Silicon Valley and US

Government programmes in financing innovations. Elsevier, 2005.

ZIPF, José G. F. O Pólo de Software de Blumenau: Um Estudo Baseado na Análise

Documents relatifs