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CONCLUSIONS ET PERSPECTIVES

1. Résumé et conclusions de la thèse

Origem: Ninguém sabe ao certo como começou, apartir dos anos 60. Alguns dão o mérito

ao doutor kenneth Copper, outros afirmam que é uma extensão da hidroterapia.

Características básicas: trata-se de uma Ginástica realizada no meio liquido, reduzindo a

gravidade, e assim o risco de lesões. Permite a reabilitação de pessoas com restrições ao exercício de sobrecarga vertical . basicamente composta por três partes (inicial, principal e final): 5a 10 minutos de alongamentos, 35 a 40 minutos de aula principal e 5 a 10 minutos com atividades de flexibilidade, alongamentos e consciência corporal.

Vantagens:

- Pode ser praticada por qualquer pessoa;

- Relaxa o corpo, e pode servir de trabalho para manter ou aumentar a densidade óssea, sem risco de lesões na coluna. Para portadores de lombalgias, artrose e reumatismo. - Aumenta a condição cardiovascular, desenvolve a coordenação motora, melhora a

resistência muscular, aumenta o reflexo.

Desvantagens:

- A queima de calorias é muito baixa, em relação com a ginástica realizada em solo. - Pouca sobrecarga, visando principalmente a melhora do condicionamento físico relacionado à Saúde.

Esquema de trabalho : Exercícios de ginástica, para o trabalho de grupos musculares de

forma específica dentro de uma piscina com mais ou menos um metro de profundidade. Pode ser encontrada várias variações, como hidropower, hidro terceira idade hidroterapia, hidro gestante, hidro pós parto.

Fontes para pesquisa:

Métodos Intervalados: tem como objetivo dar um novo estímulo antes da recuperação

total do organismo.

Origem: começou a aparecer no meio desportivo através do alemão Harbig. Entre 1947 e

1952 a fama desse método se espalhou, graças aos ótimos resultados obtidos pelo atleta Zatopek em 1947.

Características Básicas: O treinamento intervalado é considerado como o marco do

período científico do Treinamento Desportivo. Nasceu da evolução dos métodos para corredores de fundo e meio-fundo. Consiste numa série de estímulos (esforços submáximos) entremeados de intervalos que propiciem uma recuperação parcial. Os métodos intervalados possuem alguns parâmetros comuns como:

- Distância (D)- Alterada para estímulo (E)- As mais usadas são 100, 200 e 400 metros, sendo que cada uma apresenta características próprias. A distância de 100 metros objetiva o desenvolvimento neuromuscular. A distância de 200 metros é considerada a distância síntese e na qual se observam as maiores modificações fisiológicas do sistema cardiopulmonar, sendo a mais aconselhada para a utilização. As distâncias de 300 e 400 metros podem causar grande tensão e o atleta, face ao esforço despendido, desenvolverá mais a resistência anaeróbia;

- Tempo (T) – O tempo é juntamente com o intervalo, o parâmetro mais importante, o qual se traduz pela intensidade do esforço despendido (estímulo), o qual deve se situar um pouco acima do steady-state, de forma que o praticante contraia um débito de O2, que é estimulador;

- Repetições (R) - No início do treinamento as repetições devem ser poucas (de acordo com o nível do atleta, da distância e intensidade aplicadas), com a finalidade da adaptação, aumentando-se progressivamente seu número segundo o princípio da sobrecarga;

- Intervalo (I) - Fisiologicamente, o intervalo é a pedra angular do método, pois é durante o mesmo que o coração tem oportunidade de efetuar seu trabalho de adaptação. Fisiologistas relatam que 3 a 4 minutos após o término do esforço a freqüência de recuperação atinge 140 a 120 bat/min. Este tempo irá depender do nível de adaptação individual);

- Ação no Intervalo (A) – Durante o intervalo o atleta não fica parado, mas realiza atividades suaves afim de evitar vertigens, síncopes, desmaios, além de manter o ritmo circulatório e o calor corporal. O trote lento é a forma mais indicada, proporcionando melhor adaptação do atleta ao novo esforço.

Vantagens:

- Maior resistência cardiovascular e respiratória; - Melhor controle evitando o supertreinamento;

- Maior economia de tempo no condicionamento físico;

- Aperfeiçoamento técnico expresso por uma melhor coordenação neuromuscular; - Maior resistência ao estresse;

- Favorece eficientemente o desenvolvimento das reações químicas.

Desvantagens

O atleta alcança fadiga mental e psicológica mais rapidamente;

As curtas distâncias deixam a desejar para as provas de longas distâncias;

Ocasiona uma redução na contrabilidade dos músculos e na velocidade da corrida.

Métodos de treinamento intervalados: Interval-Training Lento

Fiel as tradições do I.T., prescreve 15 a 30 repetições com uma intensidade de 60 a 80%. Por enfatizar o volume deve ser o primeiro intervalado prescrito durante a periodização do treinamento.

Interval-Training Rápido

Localiza os esforços numa faixa de demanda energética que solicita preponderantemente a via anaeróbia láctica. Sua ênfase é sobre a intensidade. Aplicável á atletas já com uma boa base fisiológica e que necessitem fundamentalmente de resistência anaeróbia.

Interval Sprint

É usado por atletas que procuram desenvolver a resistência anaeróbia alática. Por causa da fadiga, o atleta diminuirá progressivamente o ritmo do trato executado no intervalo.

Características :

- distâncias curtas, correspondentes a 1/6 da distância total de competição;

- intensidade máxima e pausas incompletas, que podem ser em forma de trote de 50 metros;

- para corredores de 800m e 1500m = 20 a 30 vezes 50m com 50m de trote em cada repetição;

- para nadadores de 400m = tiros de 25 a 50m, com descanso de 5 a 10 segundos. Acceleration Sprint

Usado por velocistas que procuram desenvolver a velocidade pura. Consiste num aumento gradual da velocidade, indo do trote para a corrida de passadas lentas e finalmente o pique.

Hollow Sprint

Consiste de dois tiros intercalados por um período de calma trotando em cada repetição. Cada repetição é separada da subseqüente por um período de recuperação no qual o atleta irá andar na mesma distância dos tiros e do trote.

Métodos Fracionados: Tem como princípio a aplicação de um segundo estímulo somente

após a neutralização quase total dos efeitos do primeiro, num tempo de recuperação compatível.

Métodos de treinamento fracionados: Sprints repetidos

Corridas curtas de 100 a 400 m, seguidas de um intervalo quatro vezes superior ao da performance. Deverão ser feitas de 12 a 24 repetições. A intensidade do trabalho é dada pela velocidade dos tiros, determinada pelo tempo que o atleta deve percorrer na distância de estímulo.

Corridas repetidas

Corridas de 800 a 3000 m, seguidas de um tempo de recuperação três vezes superior ao tempo de estímulo. Será executado entre três a dez repetições.

BARBANTI, V. J. Teoria e Prática do Treinamento Desportivo. 2ª ed. São Paulo: Edgard Blüncher, 1997;

DANTAS, Estélio H. M. A Prática da Preparação Física. Rio de Janeiro: Shape, 1998; GONÇALVES, J. P. Condição Física. 2ª ed. Brasília: Ebrasa, 1970;

TUBINO, Gomes. Metodologia científica do Treinamento Desportivo. São Paulo: Ebrasa, 1979;

ZULIANI, Luiz Roberto. Condicionamento Físico: Planejamento Geral e específico. São Paulo: MC Graw- hill do Brasil Ltda, 1947

Método em Circuito:

Origem: O treinamento em circuito foi concebido em 1953 na Universidade de Leeds

(Inglaterra) por R.E. Morgan e G.T. Adamson. As causas principais da criação deste método foram as dificuldades climáticas da Europa e impossibilidade de adaptação do treinamento intervalado a recintos fechados, devido a inexistência de locais amplos.

Características Básicas: É um método misto empregado principalmente no período

preparatório básico, pois tanto se presta para o condicionamento cardiopulmonar como para o neuromuscular. Pode ser dosado para trabalhar qualquer um dos sistemas energéticos pela correta utilização de estímulos e intervalos.

É caracterizado pela utilização de vários exercícios em estações dispostas originalmente em forma circular, podendo ser (atualmente) encontrado sob diversas outras formas. Um circuito pode conter de 6 a 15 estações, sendo que cada estação contém exercícios com ou sem a utilização de aparelhos.

Vantagens:

- Resultado a curto prazo;

- Possibilidade de um treinamento físico podendo ser utilizado para um grande número de atletas;

- O ritmo individual é adquirido pelo atleta; - Possibilidades de grandes resultados;

- Treinamento mantido em climas desfavoráveis; - Motiva à prática pelas mudanças de exercícios.

Desvantagens:

- Sendo um método misto apresenta dificuldade de mensuração;

- Situa-se em nível inferior aos métodos de cargas intervaladas e contínuas no campo do preparo orgânico;

- É de importância inferior aos métodos de musculação no campo do preparo muscular; - Para atletas de alto nível se situa num plano inferior.

Métodos de treinamento em circuito: Circuito anaeróbio

Características: Se caracteriza por possuir estações de alta intensidade e curta duração,

separadas por estações de baixa intensidade que propiciem a diminuição do acúmulo de ácido lático. Os atletas executam as passagens em débito de oxigênio.

Finalidade: É um circuito ideal para a introdução de estações de velocidade e força

explosiva.

Os intervalos entre as estações poderão caracterizar-se como pausas entre os esforços, não deverão constituir como um fator de continuidade.

Controle da sobrecarga: As sobrecargas poderão ser feitas, exigindo-se maior ritmo de

execução, maiores cargas nas estações, ou ainda menores intervalos nas recuperações entre as passagens de um circuito.

Circuito aeróbio.

Características: Se caracteriza por estações menos intensas, de maior duração e maior

homogeneidade, no esforço executado. é formulado para desenvolver a resistência aeróbia. Deverá compreender as passagens pelos atletas sem ultrapassar seus limites individuais do "Steady-State". Será realizado em ritmo moderado pelos atletas, no qual não será possível formular-se as estações de velocidade e força explosiva. É o circuito indicado para a colocação de estações de resistência muscular localizada.

Nas pausas entre as sessões, o atleta deverá manter uma continuidade de uma estação para a outra, para que o esforço se caracterize como prolongamento.

Controle da sobrecarga: A aplicação do princípio da sobrecarga deverá ser feito com o

aumento do número de passagens ou número de repetições de exercícios nas estações. Fontes para pesquisa:

TUBINO, Gomes. Metodologia científica do Treinamento Desportivo. São Paulo: Ebrasa, 1979;

TUBINO, Gomes & SCHIMIDT, Gehard. RACH, J. Philip. Treinamento em circuito e fisiologia da Força. Temas de Desporto 5: conselho nacional de Desportos, 1973; DANTAS, Estélio H. M. A Prática da Preparação Física. Rio de Janeiro: Shape, 1998; ZULIANI, Luiz Roberto. Condicionamento Físico: Planejamento Geral e específico. São

Paulo: MC Graw- hill do Brasil Ltda, 1947

RIBEIRO, Lelilio. Treinamento em Circuito Individual e coletivo: Forwn.

Métodos Adaptativos: Nos métodos adaptativos, no entanto, juntamente com o exercício,

associa-se um outro fator: a diminuição da oxigenação. Método de treinamento adaptativos:

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