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Règles relatives à la mise en forme du texte

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PARTIE III. REGLES APPLICABLES A CERTAINS TYPES D’EBOOKS

9.3 Règles relatives à la mise en forme du texte

Capítulo 5: Conclusões

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5. Conclusões

5.1 Aprendizagem Pessoal - Direção e gestão de obras

A direção e gestão de obra é imprescindível para o correto desenvolvimento e execução de uma empreitada. Utilizando os conhecimentos adquiridos e aplicá- los no contexto de trabalho foi das tarefas mais desafiantes, pois permitiu que tivesse conhecimento das várias fases da obra e qual é o procedimento a efetuar desde a gestão financeira ao planeamento da obra.

Como adjunta de diretor de obra de duas empreitadas, desempenhei tarefas tais como registos e controlo de qualidade, gestão de recursos, nomeadamente materiais e equipamentos, preparação de obra para o encarregado geral das diversas especialidades.

Foi uma aprendizagem pessoal que considero muito positiva, devido ao facto de me ter sido incutida alguma responsabilidade nos momentos em que me encontrava sozinha em obra e ter de tomar decisões pelas quais teria de me responsabilizar; através do projeto de arquitetura e de estabilidade entender como se processa o faseamento construtivo e perceber como funciona a compatibilização de todas as especialidades existentes no edifício e sequências de tarefas.

5.2 Reconstrução do HCM

O processo de reconstrução do HCM, apresentado no capítulo 4, teve diversas fases.

Iniciando, por um estudo prévio ao edifício contíguo, foi importante inspecionar no sentido de verificar todas as anomalias existentes e monitorizar de forma a salvaguardar de qualquer dano que pudesse ocorrer durante a fase de decorrer da obra.

Houve também a necessidade de monitorizar as infraestruturas do metro dado que se encontravam a 90 cm da obra. Nesta instrumentação foi importante avaliar todos os valores que iriam sendo obtidos ao longo das diversas leituras, uma vez que um deslocamento de 5mm nos carris poderia causar descarrilamento do comboio. Essencialmente ao nível dos movimentos, quer ao nível dos alvos implantados na estrutura, quer as marcas de nivelamento ao

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longo dos carris, a direção mais importante de analisar foi a Z uma vez que permitia perceber os eventuais assentamentos ou empolamentos existentes na estrutura.

Durante a época de referência foi também medido a bitola pois caso houvesse algum valor que fosse superior ao critério de alerta e de alarme era necessário fazer uma nova medição para perceber se teria alguma implicação na circulação do comboio.

Todos os valores estiveram dentro dos parâmetros desejados, tal que assim que foi realizada a laje do R/C do edifício (ao nível da Av. Almirante Reis), as leituras foram suspensas, sendo que foi feita uma última na fase de superestrutura para verificações finais.

Ao nível do desenvolvimento dos trabalhos das microestacas, foram feitas vibrações no terreno o que levou a alguns deslocamentos nas estruturas do metro mas, estes consideraram-se irrelevantes.

A altura que se considerou mais gravosa foi na execução dos painéis primários e secundários no alçado da Almirante Reis, dado existirem bastantes abaulamentos, não só pelo terreno estar “solto” como também as condições meteorológicas.

Estes abaulamentos tiveram impactos significativos no custo orçamental da obra uma vez que os metros cúbicos de betão fornecidos foram bastante superiores aos previstos por forma a preencher estes espaços. Para tentar colmatar este excessivo consumo de betão, tentou-se optar por redimensionar os painéis a executar, mas, consequentemente houve o sobre consumo de aço devido a todos os empalmes para as ligações dos painéis.

5.3 Reabilitação do behotelisboa

Na intervenção realizada no behotelisboa foram tidos em conta diversos fatores de um edifício de rendimento pombalino. Esta obra tinha como finalidade reabilitar os elementos antigos, tendo por base preservar a construção implementada após o terramoto de 1755.

A projeção de betão nas paredes exteriores, o reforço dos pisos e a abertura de comunicações verticais para elevadores, levaram a um reforço estrutural em todo o edifício. De acordo com as características iniciais do edificado, este não estava preparado para receber todos estes esforços e, como tal, primeiramente

Capítulo 5: Conclusões

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houve a necessidade de fazer reforço nas fundações para este estar apto a receber novas cargas provenientes da proposta de reabilitação.

As gaiolas pombalinas que estavam danificadas, foram reconstruídas por forma a permanecer com as características, pois este sistema apresenta diversos benefícios uma vez que é uma figura geométrica que não se pode deformar sem variar o comprimento das bielas. Assim, a estrutura é capaz de resistir a forças horizontais em qualquer direção que os sismos provoquem nas estruturas.

Usualmente, os espaços entre as gaiolas são preenchidos com alvenaria em ambas as faces e rebocados, não sendo exceção esta reabilitação.

Por fim, as cantarias, embora sejam utilizados mais nos edifícios antigos, têm duplo papel, ou seja, uma função decorativa e estrutural.

Devido essencialmente à presença de agentes biológicos, estas ficaram degradadas ao longo dos tempos sendo necessária uma intervenção que passou pela limpeza com jato de água e retificação de juntas com resinas epoxy e argamassas de cimento.

Referências Bibliográficas

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Referências Bibliográficas

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Mascarenhas, J. (2009) - Sistemas de Construção -V O Edifício de Rendimento da Baixa Pombalina de Lisboa Processo evolutivo dos edifícios - Inovações técnicas -Sistema construtivo. Livros Horizonte

Mascarenhas, J. (2012) - Sistemas de Construção-XIII Reabilitação Urbana. Livros Horizonte

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Menano, L. (2015) - Memória descritiva e justificativa do Plano de monitorização do edifício contíguo. Empresa: TLM Engenharia e Fiscalização, Lda.

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Vicente, R. (2008) - Estratégias e metodologias para intervenções de reabilitação urbana. – Tese de doutoramento – Universidade de Aveiro.

ANEXO 1

Anexo 1 – Atividades desenvolvidades durante o período de estágio

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A 1.1 Introdução

Como adjunta de diretor de obra, antes de iniciar qualquer tarefa foi essencial conhecer a obra a realizar e quais os procedimentos a adotar. A primeira função passou pelo conhecimento do projeto, como tal, foram realizadas as medições de betão armado, alvenarias e das diversas especialidades para perceber como era constituído o edifício, tanto exteriormente com interiormente.

Após esse processo foram iniciados trabalhos de qualidade e gestão de recursos (materiais e equipamentos) bem como balizamentos das atividades para perceber quais os desvios de custos ocorridos e as respetivas causas.

A 1.2 Pedidos de materiais/ equipamentos

No aprovisionamento das diversas necessidades existentes em obra, os pedidos de materiais e equipamentos eram realizados de acordo com o modelo de qualidade proposto pela empresa (Figura 1 e Figura 2) e posteriormente enviado para o responsável de pedidos de compras da obra (SAP Assistant).

Figura 1 - Exemplo de pedido de materiais

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Nos pedidos de materiais realizados existia um código SAP para cada material, tal como para cada equipamento. Em ambos os casos era necessário evidenciar o código da obra (OR-0044) e o elemento PEP correspondente, ou seja, dentro do código da obra foram criadas sub-categorias para dividir as diversas especialidades da obra de forma a perceber todos os gastos que eram feitos permitindo ter uma perceção da existência de desvios afetos à obra, caso existissem.

Os dias para tratar correspondia à urgência do material/ equipamento em obra. Quatro dias úteis não implicava qualquer tipo de custo, mas caso o pedido fosse realizado com urgência, ou seja, inferior a três dias úteis era impotados custos extra. Assim, na gestão de materias/equipamentos a pedir era sempre necessário fazer uma preparação prévia para não existir gastos desnecessários.

A 1.3 Receção de materiais e equipamentos

Assim que chegam à obra, os materiais e equipamentos eram verificados pelo encarregado geral através da guia anexa aos mesmos. Na sua conformidade era feito o registo da receção dos materiais e equipamentos pelos documentos de qualidade da empresa

Anexo 1 – Atividades desenvolvidades durante o período de estágio

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Figura 4 - Registo de equipamentos chegados à obra

Para uma correta gestão de custos realizados no decorrer da empreitada e no aluguer de equipamentos, estes eram registados nos modelos de qualidade supracitados de forma a ter controlo do que se encontrava em obra. No caso dos equipamentos este registo era muito importante uma vez que na validação de faturas mensais (autos), era possível ter uma perceção temporal exata do elemento em obra e assim fazer uma compatibilização de datas entre o registo efetuado pela Cari e pela empresa de aluguer.

Durante o período de estágio também houve contacto com a gestão e controlo de subempreitadas, ou seja, a partir dos artigos do caderno de encargos, elaborou-se uma lista detalha de cada especialidade com as respetivas quantidades e o preço seco previsto para essa atividade. Posteriormente era realizado um pedido de compra (PC) e encaminhado para o Departamento de Compras e Logística da DST e assim que a empreitada fosse adjudicada era elaborada uma requisição de compra (RC) e registado no mapa de previsão de consultas e adjudicações (Figura 5).

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A 1.4 Acompanhamento das atividades: relatórios semanais e mensais

Durante todo o processo do decorrer da obra, semanalmente era realizado o DAA (Documento de Acompanhamento da Atividade - Figura 6) com o objetivo de descrever todas as tarefas realizadas durante essa semana, nomeadamente o que estava previsto e o que foi realmente executado, tanto a nível de evolução de obra como de rendimento de subempreiteiros com recurso a registo fotográfico de forma a salvaguardar todos os acontecimentos para qualquer situação que pudesse acontecer.

Anexo 1 – Atividades desenvolvidades durante o período de estágio

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Figura 6 - Exemplo do DAA

Os relatórios mensais eram elaborados até 20º dia do mês seguinte com a finalidade de resumir sumariamente todas as atividades mais importantes desenvolvidas e com o respetivo balanço financeiro dos custos mensais tendo por base o valor do auto do dono de obra desse mesmo mês. Neste documento também estavam mencionados as justificações devido aos atrasos existentes em obra e quais as principais as medidas a adotar para a recuperação desses mesmos atrasos.

ANEXO 2

Anexo 2 – Hotel Castromira

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A 2.1 Prospeção Geotécnica

A 2.1.1 Ensaio SPT

Neste ensiao, o tipo de martelo utilizado foi o de PILCON onde o “ratio” de energia Err é de 60% de acordo com o fabricante, podendo ser considerado N60=NSPT.

Os procedimentos destes ensaios foram regidos pelos procedimentos normativos do Report of the ISSMFE Technical Committe on Penetration Test of Soils – TC 16. Junho 1989.

As Figuras 7 a 9 representam os resultados dos ensaios SPT realizados.

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Anexo 2 – Hotel Castromira

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Figura 9 - Resultado do ensaio SPT da sondagem S3 A 2.1.2 Ensaio DPSH

Este ensaio teve como finalidade a avaliação da rigidez dos aterros e terreno natural subjacente. Os resultados obtidos foram transformados em resultados de NSPT e aplicados as correlações correntes deste último com os ângulos de

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resistência ao corte e módulos de deformabilidade. Dada a semelhança entre os equipamentos no método de cravação, massa do pilão, altura de queda e seção transversal do amostrador (SPT) e do cone (DPSH) no qual geram energia potencial idêntica, esta transformação de resultados é bastante fidedigna (Cruz, 2014).

Através dos valores retirados do ensaio N20 foi analisada a resistência unitária

de ponta (Rd) e a resistência dinâmica de ponta (qd) através das seguintes

expressões:

𝑅𝑑 =𝑀𝑔ℎ 𝐴𝑒

Rd – resistência unitária de ponta (Pa);

M – massa do martelo (kg);

g – aceleração da gravidade (m/seg2);

h – altura de queda do martelo (m); A – área da base do cone (m2);

E – penetração média em m por pancada (0,2/N20)

𝑞𝑑 =

𝑀 𝑀 + 𝑀′𝑅𝑑

qd – resistência dinâmica de ponta;

M – massa do martelo (kg);

M’ – massa total o trem de varas, batente e vara guia (kg); Rd – resistência unitária de ponta (Pa).

Durante os ensaios os martelos tiveram devidamente calibrados relativamente à respetiva eficiência energética, nomeadamente em materiais de aterro, solos de natureza sedimentar e solos residuais graníticos e de xistos.

A correlação entre N20 e NSPT pode ser verificada na Figura 10 através das retas

Anexo 2 – Hotel Castromira

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Figura 10 - Retas de Correlação NSPT/N20 para aterros, solos sedimentares e residuais (Cruz, 2014)

As diferenças existentes entre os ensaios SPT (furação prévia) e DPSH (cravação direta) poderá estar relacionado com a existência de uma estrutura de cimentação no solos residuais que aparenta diferentes níveis de perturbação associados às diferentes implementações dos equipamentos no terreno.

Assim, a correlação que foi implementada para solos não cimentados através de uma avaliação paramétrica que pode ser descrita como:

NSPT= 1,5 N20

Nesta campanha de prospeção, apresentam-se na Tabela 1 os dados obtidos pelo ensaio DPSH em função do SPT.

Tabela 1- Resultados obtidos no ensaio DPSH

DPSH Profundidade (m) N20 NSPT Compacidade

DPSH1

0,0-2,8 3 – 7 5 - 10 Solto

2,8 – 7,4 3 – 7 5 - 10 Solto

7,4 – 8,2 20 – 40 30 – 60 Compacto

Na Figura 11 está apresentado o ensaio DPSH com o gráfico que relaciona a profundidade com o número de pancadas efetuadas.

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Anexo 2 – Hotel Castromira

15 A 2.1.3 Ensaio de permeabilidade tipo Lefranc

Foram realizados 4 ensaios para determinar a condutividade hidráulica pontual nas sondagens S1 aos 4,3 e 9m e S2 aos 4,4 e aos 9m.

A Figura 12 é um esquema representativo do ensaio pelo registo da variação do nível de água em função do tempo e na Tabela 2 estão apresentados os valores obtidos no ensaio

Figura 12 - Esquema dos ensaios de permeabilidade a nível variável

Tabela 2 - Valores de permeabilidade obtidos a partir dos ensaios realizados Sondagem (profundidade) K – nível variável (cm/s) S1 (PZ) (4,3m) 6,208x10-6 S1 (PZ) (9,0m) 1,028x10-6 S2 (PZ) (4,4m) 1,492x10-6 S1 (PZ) (9,0m) 2,079x10-6

O cálculo de K foi obtido através de formulações e recomendações desenvolvidas por Hvorslev (1951) no US Army Corps of Engineers Waterway Experimentation Satation.

Após a realização destes ensaios concluiu-se que o solo tem uma permeabilidade baixa uma vez que o coeficiente K se situa entre 1,0x10-6 a

6,2x10-6. Segundo Matos Fernandes (Tabela 3), esta ordem de grandeza é

usualmente característica de solos areno-siltosos a siltosos.

Tabela 3 - Valores Típicos de coeficientes de permeabilidade de solos de origem (Matos Fernandes, 2006) Tipo de Solo K (m/s) Cascalhos limpos >10-3 Areia Grossa >10-2 a 10-3 Areia Média >10-3 a 10-4 Areia Fina >10-4 a 10-5 Areia Siltosa >10-5 a 10-6 Siltes >10-6 a 10-8 Argilas >10-8 a 10-10

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Na Figura 13 estão apresentados os gráficos dos ensaios Lefranc para uma profundidade de 4,3m da sondagem S1 e na Figura 14 os ensaios para uma profundidade de 9m da sondagem S2.

Anexo 2 – Hotel Castromira

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A 2.2 Monitorização à estação do metro do intendente

A 2.2.1 Alvos topográficos (galeria)

A importância da colocação de três alvos em galerias circulares no mesmo alinhamento, prende-se pelo facto de ao longo da monitorização serem verificadas as deformações no conjunto de toda a secção. No caso da Figura 15 a secção 6 fica situada no alinhamento do edifício contíguo pelo que os deslocamentos ocorridos não foram significativos. Pelas Figuras 16 a 18 é possível verificar o comportamento da secção durante os períodos de monitorização, respetivamente dos alvos 61, 62 e 63.

Figura 15 - Secção 6: Alvos na galeria de secção circular

Figura 16 - Alvos topográficos do interior na entrada da galeria (xi)

Anexo 2 – Hotel Castromira

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Figura 17 - Alvos topográficos do interior na entrada da galeria (yi)

Figura 18 - Alvos topográficos do interior na entrada da galeria (zi)

A variação dos deslocamentos ao longo do período de observação não foi significativa. O alvo 62 apresentou maiores deslocamentos na direção yy e zz embora não estivessem dentro dos critérios de alerta e alarme. Estes movimentos terão sido causados essencialmente devido à vibração causada pela cravação das microestacas e abertura dos painéis para a execução dos muros de berlim junto ao alçado da Avenida Almirante Reis.

Demolições Microestacas Escavação e Estrutura de Contenção Escavação e Estrutura de Contenção Microestacas

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A 2.2.2 Alvos topográficos (zona de acesso ao cais)

No acesso ao cais da estação de metro do intendente foram colocados três alvos topográficos (A1, A2 e A3), com zeragem realizada em simultâneo com as restantes marcas topográficas. No entanto, só se iniciou a monitorização a partir da quarta leitura uma vez que não se achou necessário pois estavam-se a iniciar os trabalhos de demolição do Hotel Castromira.

Pelas Figuras 19 a 22 estão apresentados os deslocamentos ocorridos durante as 25 monitorizações dos alvos A1, A2 e A3.

Figura 19 - Localização dos alvos na zona de acesso ao cais

Figura 20 - Alvos topográficos do interior na zona de acesso ao cais (xi)

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Figura 22 - Alvos topográficos do interior na zona de acesso ao cais (zi)

Os alvos topográficos na zona de acesso ao cais não tiveram deslocamentos significativos ao longo do período de observação. A variação mais significativa foi durante a escavação e contenção devido ao “alívio” de tensões causadas pela abertura de painéis junto à Avenida Almirante Reis.

Demolições Microestacas Escavação e Estrutura de Contenção

Demolições Microestacas Escavação e Estrutura de Contenção

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As Figura 23 a 26 apresenta a colocação dos alvos topográficos e as leituras efetuadas durante a época de referência.

Figura 23 – Época de referência das marcas de nivelamento

Figura 24 - Colocação dos alvos topográficos no interior da galeria

Figura 25 - Aplicação do alvo topográfico no

Anexo 2 – Hotel Castromira

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A 2.3 - a) Alçado Avenida Almirante Reis

Painéis Primários e Secundários Viga de coroamento executada na Avenida Almirante Reis

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