REMISES À LA PRÉSIDENCE DU SÉNAT
1. Questions écrites
As análises térmicas das amostras de cinzas P850/180–T575 e P180–T575, mostraram diferenças significativas no seu comportamento térmico. De modo similar com as cinzas de bagaço, as amostras P850/180–T575 e P180–T575 apresentaram diferentes graus de associação com os diversos eventos calorimétricos descritos em P–T600.
As amostras P850/180–T575 apresentaram os maiores níveis de decomposição e volatilização neste trabalho (em três etapas), atingindo valores de 13,7 a 14,6% da massa total volatilizada. Isto indica que a maior parte da massa volatilizada nas amostras P–T600 corresponde às cinzas das maiores granulometrias da palha, e em menor proporção às cinzas P180–T575, que apresentaram quantidades de massa volatilizada próxima a 5,5%.
P850/180–T575 sob condições oxidantes.
Figura 4.23: Análises térmicas das cinzas P850/180–T575 em atmosfera oxidante.
4 5 3 º C - 9 9 , 9 9 % 6 8 1 º C - 9 4 , 1 9 % 8 3 5 º C - 9 3 , 8 9 % 9 6 7 º C - 8 9 , 6 6 % 1 1 9 8 º C - 8 9 , 1 1 % 4 6 3 º C - 1 0 0 , 0 % 6 8 3 º C - 9 4 , 8 1 % 8 4 5 º C - 9 4 , 3 0 % 9 7 9 º C - 9 0 , 2 7 % 1 2 1 0 º C - 8 9 , 9 8 % 6 5 6 º C 6 5 5 º C 9 3 8 º C 9 4 9 º C 5 8 6 º C 1 0 4 5 º C 1 0 4 6 º C 6 2 2 º C 6 6 6 º C 6 9 2 º C 1 0 9 5 º C 1 2 6 7 º C 5 8 5 º C 6 2 2 º C 6 6 8 º C 6 9 2 º C 1 0 8 9 º C 1 2 5 2 º C 1 0 4 4 º C 1 0 4 6 º C 8 4 8 6 8 8 9 0 9 2 9 4 9 6 9 8 1 0 0 T G A ( % ) E x o A q u e c i m e n t o E x o E s f r i a m e n t o 4 , 5 6 % 4 , 5 0 % 5 , 2 3 % 5 , 8 5 % 3 , 0 5 % 4 , 2 6 % - 0 , 0 4 0 - 0 , 0 3 5 - 0 , 0 3 0 - 0 , 0 2 5 - 0 , 0 2 0 - 0 , 0 1 5 - 0 , 0 1 0 - 0 , 0 0 5 0 , 0 0 0 D T G ( % /º C ) - 1 , 2 - 1 , 0 - 0 , 8 - 0 , 6 - 0 , 4 - 0 , 2 0 , 0 D S C ( m W /m g ) 5 , 6 2 8 m W º C / m g 5 , 4 4 8 m W º C / m g 1 4 , 3 7 4 m W º C / m g 1 5 , 1 8 1 m W º C / m g 4 0 0 5 0 0 6 0 0 7 0 0 8 0 0 9 0 0 1 0 0 0 1 1 0 0 1 2 0 0 1 3 0 0 - 1 , 6 - 1 , 4 - 1 , 2 - 1 , 0 - 0 , 8 - 0 , 6 - 0 , 4 - 0 , 2 0 , 0 0 , 2 1 0 0 0 º C D S C ( m W /m g ) T e m p e r a t u r a ( º C ) 7 0 0 º C
Na Figura 4.23 é possível observar algumas das etapas já apresentadas nas amostras
P–T600, porém evidência-se a ocorrência de um pico endotérmico na DSC a ∼1045∘C não
identificado em P–T600. Este pico é característico da fusão de espécies dominantes nas cinzas, uma vez que ocorre na ausência de mudanças de massa na TGA e que se reproduz no resfriamento por um pico exotérmico de cristalização. Em vista que na DSC foi identificado
componente pode diminuir na presença de KCl para temperaturas menores a 1069∘C, podemos
inferir que este pico descreve a fusão do K2SO4.
Comparativamente, os resultados das amostras P850/180–T575 sob condições inertes apresentaram poucas variações. Nesta atmosfera, as amostras P850/180–T575 apresentaram
menores temperaturas de início da terceira etapa de volatilização (∼1130∘C) e mudanças
de calor específico a ∼750∘C. A inspeção visual dos depósitos resultante das cinzas
P850/180–T575 sob condições inertes e oxidantes, apresentou uma coloração (amarelo-escuro) diferente das cinzas das amostras P180–T575 (preto), ver Figura 4.24.
Figura 4.24: Depósitos das cinzas de palha formados após análises térmicas em condições inertes e oxidantes.
Nas cinzas P180–T575 não houve evidência dos picos característicos de fusão a baixas
temperaturas, produto da transformação de fase do K2SO4 na DSC. Na curva da DSC desta
amostras, evidenciou a presença de transição de estado sólido do quartzo, assim como possíveis
picos de fusão a partir de∼1160∘C, ver Apêndice B.2.
Com isto, pode-se afirmar que as cinzas de palha de cana, em particular das maiores granulometrias, podem apresentar dificuldades durante a combustão em caldeiras. O alto grau de decomposição e volatilização de espécies inorgânicas, somado à presença de K, S e Cl na forma
de arcanita (K2SO4) e silvita (KCl), indica que este combustível pode promover problemas
de fouling, slagging e corrosão nas superfícies de troca de calor. Estes problemas podem ser originados pela formação de silicatos de potássio com pontos eutéticos com baixa temperatura, pela condensação de vapores inorgânicos nas superfícies de troca ou por reações químicas heterogêneas entre os gases da combustão com o material já depositado ou em suspensão.
4.7 Análises térmicas das cinzas de misturas bagaço/palha
Os resultados das análises térmicas TGA/DSC realizados nas cinzas de misturas
significativas e são apresentados no Apêndice B.3. Portanto, a maioria das características térmicas identificadas apresentaram um comportamento proporcional segundo a fração de palha na mistura.
A Figura 4.25 apresenta a relação entre a fração total de massa volatilizada nas cinzas
(preparadas a 600∘C), e a proporção de palha na mistura com bagaço.
Figura 4.25: Volatilização total de massa das cinzas (preparadas a 600∘C) em função da
proporção de palha na mistura com bagaço, em % massa b.s..
Volatilização (%) Palha na mistura (% b.s.) Oxidante Inerte 12 10 8 6 4 2 0 0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100
Como evidenciado, os resultados das análises térmicas entre 400∘C e 1300∘C mostram
que para maiores quantidades de palha na misturas, aumenta de forma linear a quantidade de matéria inorgânica volatilizada, especialmente a partir de 20% de palha na mistura. Entre 0 a 20% de palha na mistura, apresenta-se uma tendência crescente com características lineares menos evidentes.
Os resultados da quantidade de inorgânica volatilizada nas cinzas de misturas não apresentou dependência com a atmosfera de análise.
5
CONCLUSÕES
Os resultados obtidos neste trabalho buscam contribuir à compreensão do comportamento das cinzas de bagaço de cana, palha de cana e misturas em altas temperaturas, a partir da caracterização física, química e mineralógica realizada em laboratório. Embora as condições sob as quais estas análises foram realizadas não reproduzem as condições reais de operação durante a combustão, os resultados fornecem informações importantes que poderiam ser consideradas para experimentos em escalas de laboratório maiores.
A metodologia de amostragem proporcional implementada, permitiu reduzir a variabilidade dos resultados associada à segregação das partículas de biomassas. Assim, o teor de cinzas no bagaço e palha mostraram uma alta repetibilidade com valores próximos a 2,5% e 4,5% respectivamente. Além disso, a separação granulométrica das amostras de bagaço e
palha, permitiram identificar que na menor granulometria (𝑑𝑝 < 180𝜇𝑚), o teor de cinzas
foi 5,5 e 2,7 vezes superior que na maior granulometria (850𝜇𝑚 > 𝑑𝑝 ≥ 500𝜇𝑚) para o
bagaço e palha respectivamente. Apesar do teor de cinzas na palha e no bagaço serem baixos, as altas concentrações de Al, Fe e Ti nos resultados elementares das cinzas, e particularmente das granulometrias finas, sugerem a ocorrência de contaminação por impurezas minerais no processo provavelmente relacionados com os mecanismos de colheita.
A lixiviação realizada em água deionizada mostrou uma redução significativa do teor de cinzas entre 39% a 19% dependendo da faixa granulométrica da biomassa analisada. A análise química mostrou que a redução do teor de cinzas deve estar associado à alta solubilidade das espécies associadas aos elementos do grupo K–P–S–Cl no diagrama ternário. A redução total dos elementos deste grupo nas cinzas após lixiviação foi de 57% a 85%, com maior eficiência nas amostras de palha. O potássio e o cloro apresentaram a maior solubilidade dada a redução próxima a 100%. Sendo que estes elementos estão associados à formação de depósitos e corrosão, sua alta solubilidade poderia ser aproveitada pelos mecanismo de limpeza da palha durante as operações agrícolas.
As cinzas de bagaço de cana apresentaram, como esperado, características físico-químicas adequadas para seu uso em sistemas de combustão em altas temperaturas. A sua composição química constituiu-se de altas concentrações dos elementos de grupo Si–Al–Fe–Ti, e portanto classificadas como cinzas Tipo S. A análise mineralógica mostrou que estes elementos se
apresentaram principalmente na forma de sílica (amorfa ou polimorfos cristalinos SiO2) e
hematita (F2O3), e em aluminosilicatos (KAlSiO4) quando preparadas a altas temperaturas
(900∘C). A evidência mostrou que a sílica nas cinzas de granulometrias grossas de bagaço
(B850/180–T575) está na forma amorfa, enquanto que nas resultantes de granulometrias finas
(B180–T575) foi altamente cristalina na forma de quartzo. A análise TGA (entre 400∘C
ate 1300∘C) mostrou que as cinzas de bagaço (B–T600) apresentaram baixa volatilidade
com valores entre 1,4% e 1,7% da massa inicial. Assim, as cinzas de bagaço apresentaram alta estabilidade térmica (sob condições oxidantes e inertes) e fases mineralógicas com
altas temperaturas de fusão. No entanto, estas cinzas poderiam contribuir à erosão ou à deposição particulada por impacto inercial se queimado em mistura com combustíveis com alta concentração de matéria inorgânica volátil.
As cinzas da palha de cana apresentaram características diferentes às do bagaço e sugerem uma alta tendência à formação de depósitos. Em comparação com o bagaço, a composição química das cinzas da palha preparadas a baixas temperaturas (P–T450 e P–T600) foi rica em K, S, Cl e Ca, e portanto, foram classificadas como Tipo K. Alguns elementos como K e Cl diminuíram para maiores temperatura de combustão indicando seu caráter volátil. A análise mineralógica mostrou que as fases dominantes nas cinzas P–T450 e P–T600 corresponderam
a silvita (KCl) e arcanita (K2SO4), minerais com baixas temperaturas de fusão (entre 770∘C
a 1067∘C). A separação das amostras de palha em granulometrias grossas (P850/180) e
finas (P180), mostrou que as cinzas com as maiores possibilidades de produzir problemas associados à baixa fusibilidade, depósitos e corrosão foram as cinzas P850/180–T575. Isto devido à elevada presença de espécies minerais com baixa temperatura de fusão como arcanita
(K2SO4) e silvita (KCl). Na DSC foi possível identificar um pico endotérmico a 1045∘C, que
estima-se corresponde à fusão do sulfato de potássio. Além disso, as cinzas P8450/180–T575
apresentaram a menor estabilidade térmica na TGA (entre 400∘C ate 1300∘C) com valores de
massa volatilizada próxima a 15% da massa inicial. Gases inorgânicos ricos em K, Cl e S podem promover a deposição por condensação e por reações químicas, resultando em maiores riscos de fouling e corrosão. Neste sentido, exorta-se que o aproveitamento térmico da palha de cana em sistemas de combustão a altas temperaturas seja realizado em misturas com bagaço minimizando os efeitos produzidos pelas suas características.
Contudo, espera-se que a extensa caracterização das cinzas desenvolvida nesta pesquisa possa aportar informações relevantes à industria sucroalcooleira, afim de contribuir na compreensão de gargalos operacionais relacionados com as incrustações das cinzas, assim como na possibilidade do uso das cinzas como subprodutos da combustão.
5.1 Sugestões para trabalhos futuros
Apesar de que as técnicas descritas neste trabalho proveem informações das amostras sob condições específicas e controladas, estas não podem ser utilizadas para a avaliar quantitativamente as características do combustível em escala industrial. Propõe-se realizar experimentos na bancada de leito fixo do Laboratório FD1 na Faculdade de Engenharia Mecânica (com capacidade de 2 a 3 kg de biomassa por experimento), com o propósito de verificar se as características das cinzas aqui apresentadas são extrapoláveis para uma escala de laboratório superior. Além disso, a bancada permitiria determinar se existe alguma dependência entre as características físico-químicas das cinzas e seu ponto de coleta (bottom ash e fly ash). Em consequência, as técnicas analíticas utilizadas para realizar a caracterização permaneceriam invariáveis, enquanto que a metodologia de preparação das cinzas seria modificada das
condições controladas em mufla para um leito fixo.
O alto teor de Fe2O3identificado nas amostras poderia fomentar a formação de compostos
com baixa temperatura de fusão se submetido a condições de atmosfera redutora. Portanto, propõe-se realizar experimentos de análise térmica simultânea (STA) sob diversas atmosferas para avaliar o comportamento térmico das cinzas em diferentes condições redutoras próximas às encontradas na grelha.
Propõe-se implementar a metodologia de separação aerodinâmica, ao invés da separação em agitador de peneiras, para avaliar as características das cinzas da combustão de diferentes frações granulométricas do bagaço e da palha. Esta metodologia permitiria analisar as amostras de bagaço e palha como utilizadas na usina, reduzindo possíveis alterações na sua composição devido à moagem apresentada neste trabalho. Com isto, poderíamos verificar se a concentração das cinzas nas menores granulometrias também ocorre na biomassa como recebida, ou se é resultado do pré-tratamento.
Sugere-se utilizar diferentes metodologias no processo de lixiviação da biomassa. Com isto, poderíamos otimizar a quantidade de água necessária para maximizar a redução do teor de K e Cl.
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