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I- Programmes urbains

1) PUI : Programmes Urbains Intégrés

2.1. CELEBRAÇÕES

IDENTIFICADO

DENOMINAÇÃO

FEIRA DE FLORES E PLANTAS

NATURAIS

SIM NÃO

1

TIPO CELEBRAÇÃO EDIFICAÇÃO FORMA DE EXPRESSÃO LUGAR OFÍCIO

CONDIÇÃO ATUAL VIGENTE /ÍNTEGRO MEMÓRIA RUÍNA

OCORRÊNCIA ÉPOCA Todas as sexta-feiras LUGAR Av. Bernardo Monteiro – Bairro Funcionários/Belo

Horizonte

DESCRIÇÃO

Consiste numa feira de rua popular e tradicional na cidade, aberta ao público em geral, onde podem ser encontradas flores de variadas espécies e plantas naturais, bem como outros artigos correlatos: vasos, enfeites e material para jardinagem. O Espaço conta também com raizeiros e vendedores ambulantes, especialmente os que oferecem doces no tabuleiro. Atualmente possui aproximadamente 50 feirantes fixos, que dispõem seus produtos no chão ou em estantes e mesas improvisadas. Não há padronização das barracas. Os espaços de venda se desenvolvem ao longo do primeiro quarteirão fechado da Av. Bernardo Monteiro após o Colégio Arnaldo, no cruzamento com as avenidas Brasil e Carandaí. Sob alameda de enormes fícus os feirantes exibem e montam os seus trabalhos florais, conhecidos na cidade pela beleza e pelos preços comparativamente acessíveis. Inicialmente a feira acontecia na Praça da Liberdade. Na ocasião da restauração da praça, foi deslocada primeiramente para a Av. Carandaí (ao lado do Colégio Arnaldo) e, em seguida, para a Av. Bernardo Monteiro, objeto deste registro.

REGISTROS NO

ANEXO :BENS CULTURAIS INVENTARIADOS

MG -- -- 04 A3 04

PÁGINA 2 DE 4

IDENTIFICADO

DENOMINAÇÃO

FEIRA TOM JOBIM

SIM NÃO

2

TIPO CELEBRAÇÃO EDIFICAÇÃO FORMA DE EXPRESSÃO LUGAR OFÍCIO

CONDIÇÃO ATUAL VIGENTE /ÍNTEGRO MEMÓRIA RUÍNA

OCORRÊNCIA ÉPOCA Todos os sábados LUGAR Av. Bernardo Monteiro – Bairro Funcionários/Belo

Horizonte

DESCRIÇÃO

Consiste numa feira de rua popular e tradicional na cidade, aberta ao público em geral, onde se desenvolvem três principais atividades paralelas: feira de comidas e bebidas, feira de antiguidades e apresentações de música ao vivo. A Feira de Comidas Típicas, atualmente cerca de 30 expositores, oferece em barracas metálicas, montadas na noite de véspera, pratos brasileiros de diversas regiões e alguns internacionais. As barraquinhas alinham-se nas ruas laterais ao canteiro central do primeiro quarteirão fechado da Av. Bernardo Monteiro após o Colégio Arnaldo, no cruzamento com as avenidas Brasil e Carandaí. No canteiro, sob a alameda de fícus, situam-se as mesinhas para os freqüentadores. O show de música ao vivo se desenvolve na esquina do cruzamento, sem palco improvisado e equipamento de som montado especialmente para a ocasião. O repertório varia de acordo com o artista. A feira de antiguidade acontece no quarteirão logo abaixo, também em barracas padronizadas, contando com também aproximadamente 30 expositores que comercializam móveis, objetos antigos e adornos. Inicialmente acontecia na Praça da Liberdade. Na ocasião da restauração da praça, foi deslocada primeiramente para a Av. Carandaí (ao lado do Colégio Arnaldo) e, em seguida, para a Av. Bernardo Monteiro, objeto deste registro.

REGISTROS NO

ANEXO :BENS CULTURAIS INVENTARIADOS

MG -- -- 04 A3 04

PÁGINA 3 DE 4 2.2. EDIFICAÇÕES

IDENTIFICADO

DENOMINAÇÃO

COLÉGIO ARNALDO

SIM NÃO

3

TIPO CELEBRAÇÃO EDIFICAÇÃO FORMA DE EXPRESSÃO LUGAR OFÍCIO

CONDIÇÃO ATUAL VIGENTE /ÍNTEGRO MEMÓRIA RUÍNA

OCORRÊNCIA ÉPOCA LUGAR

DESCRIÇÃO

O edifício, tombado em lei pelo Município, encontra-se restaurado e em excelente estado de manutenção. Foi construído sobre as ruínas do Palácio de Exposição Permanente, no quarteirão 47 da seção 6 dos mapas da Comissão Construtora da Capital, onde inicialmente se havia previsto secretarias de Estado. O Palácio, projetado em 1900 durante a gestão do Prefeito Bernardo Monteiro, nunca saiu dos alicerces. Dez anos depois os padres verbitas escolheram o local para construção de um colégio masculino, que contou com projeto do Padre Vienken. O edifício em estilo eclético, predominantemente neoclássico, teve sua construção em 1915. Ainda hoje abriga o tradicional Colégio Arnaldo, que também se faz palco de conhecidas festas juninas e outros eventos culturais. Corre uma lenda, desmistificada pelos padres, que haveria um túnel secreto ligando o Arnaldo ao Colégio Sagrado Coração de Jesus, construído no mesmo período para abrigar o colégio verbita feminino da capital mineira. Quando situava-se na Av. Carandaí, a atualmente denominada Feira Tom Jobim levava o nome de Feirinha do Arnaldo.

REGISTROS NO

CONTATOS Informação sigilosa, restrita à pesquisa NO

2.3. LUGAR

IDENTIFICADO

DENOMINAÇÃO

AV. BERNARDO MONTEIRO

SIM NÃO

4

TIPO CELEBRAÇÃO EDIFICAÇÃO FORMA DE EXPRESSÃO LUGAR OFÍCIO

CONDIÇÃO ATUAL VIGENTE /ÍNTEGRO MEMÓRIA RUÍNA

OCORRÊNCIA ÉPOCA LUGAR

DESCRIÇÃO

A avenida Bernardo Monteiro integra a malha urbana geométrica do projeto original da capital mineira, limitado pela Av. do Contorno. Atravessa a região hospitalar localizada nos bairros Funcionários e Santa Efigênia. No seu trecho fechado se encontra o Espaço Cultural Alameda Av. Bernardo Monteiro, objeto deste estudo de caso. Inicialmente denominada Paraybuna, ganhou novo nome em homenagem ao ex-prefeito de Belo Horizonte e ex-senador, Bernardo Pinto Monteiro. Sobre a avenida, em 1962 avalia COELHO ANDRADA: “Sua utilidade é enormemente diminuída por não prosseguir além da Av. Afonso Pena para o Sul, onde a ela segue a rua Prof. Morais, com apenas vinte metros de largura, e com um canal aberto pelo meio, o que reduz a largura de suas pistas ao absolutamente indispensável à passagem de um veículo de cada vez, em cada via. Tratando-se de uma avenida com perfil excelente, fazendo a ligação Norte-Sul, é imperioso o alargamento da rua, para além da avenida, bem como o capeamento do canal.” Hoje a rua Prof. Morais, que dá continuidade física à av. Bernardo Monteiro, encontra-se com o canal capeado. Em termos de fluxo, entretanto, a av. Bernardo Monteiro ainda termina na Av. Afonso Pena, não havendo continuidade com a Prof. Morais, que toma sentido contrário de tráfego.

REGISTROS NO

ANEXO :BENS CULTURAIS INVENTARIADOS

MG -- -- 04 A3 04

PÁGINA 4 DE 4 2.4. OFÍCIOS E MODOS DE FAZER

IDENTIFICADO

DENOMINAÇÃO

TÉCNICAS DE JARDINAGEM E

FLORICULTURA

SIM NÃO

5

TIPO CELEBRAÇÃO EDIFICAÇÃO FORMA DE EXPRESSÃO LUGAR OFÍCIO

CONDIÇÃO ATUAL VIGENTE /ÍNTEGRO MEMÓRIA RUÍNA

OCORRÊNCIA ÉPOCA A todo tempo LUGAR Os arranjos de flores são montados na própria feira.

DESCRIÇÃO

Os expositores da Feira de Flores e Plantas Naturais dominam uma série de técnicas e habilidades de jardinagem, confecção de bouquets, arranjos e cestas florais, plantação de orquidários e manutenção/conformação de bonsais – uma técnica de origem japonesa para miniaturização de árvores de grande porte.

REGISTROS NO

CONTATOS Informação sigilosa, restrita à pesquisa NO

3. T

ÉCNICOS RESPONSÁVEIS

PESQUISADOR(ES) ANA CECÍLIA ROCHA

SUPERVISOR Ana Cecília Rocha

PREENCHIDO POR Ana Cecília Rocha

RESPONSÁVEL PELO

INVENTÁRIO

Ana Cecília Rocha

DATA

MAPA DO BRASIL E LOCALIZAÇÃO DO ESTADO DE MINAS GERAIS Fonte mapas: www.asminasgerais.com.br Fonte dados: Almanaque Abril 2002 Montagem Photoshop/Corel: Ana Cecília Rocha

Belo Horizonte, Jul/2004

1

BELO HORIZONTE

GERAIS

Minas Gerais é o maior estado do sudeste e o segundo estado mais industrializado do país, com quase 18 milhões de habitantes e 853 municípios. Possui uma paisagem marcada por montanhas, vales e grutas. Seu maior patrimônio são as vilas do ouro, a arquitetura colonial e as tradições culturais, como a culinária e a música.

PAMPULHA