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MORPHOLOGY OF THE UNTREATED SKIN EXPLANT (CONTROL)

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CHAPITRE VII : Discussion et Conclusion

A: MORPHOLOGY OF THE UNTREATED SKIN EXPLANT (CONTROL)

Aqüíferos: são formações geológicas ou camadas que, por suas propriedades físicas (porosidade e permeabilidade), atitude e condições normais de pressão hidrostática, possibilitam o armazenamento e circulação de importantes volumes de água (REBOUÇAS, 1976).

Aqüicludes: são formações geológicas ou camadas capazes de armazenar grandes quantidades de água, mas que só permitem uma circulação extremamente lenta, ou praticamente nula (REBOUÇAS, op.cit.).

Aqüítardes: são formações geológicas ou camadas, capazes de armazemar importantes volumes de água, mas sem condições significantes de circulação (REBOUÇAS, op.cit.).

Aqüíferos confinados: são aqueles onde, em qualquer ponto, a água está submetida a uma pressão superior à pressão atmosférica. Em função disto, quando da perfuração de um poço, ao atravessar o topo do aqüífero, observa-se uma rápida ascensão da água até que se estabilize numa determinada posição, fenômeno conhecido como artesianismo (FEITOSA, 1997).

De acordo com a posição topográfica da boca do poço, os poços podem ser: Surgentes ou jorrantes: quando a água ascende até uma posição superior à superfície topográfica;

Artesianos: quando a água ascende no poço, porém, seu nível não ultrapassa a superfície topográfica.

Em função da camada confinante os aqüíferos podem ser:

Aqüíferos confinados não drenantes: são caracterizados por camadas confinantes impermeáveis, que não permitem a passagem de água;

Aqüíferos confinados drenantes (semi-permeável), os quais distinguem-se dos anteriores, por apresentarem camada confinante semi-permeável.

Aqüíferos livres: também denominados de aqüíferos freáticos, são aqueles onde o limite superior de saturação está em contato como ar e, conseqüentemente, submetido à pressão atmosférica. A Figura 2 representa, de forma esquemática os diversos tipos de aqüíferos.

Uma classificação geral engloba dois grandes domínios em relação aos

, 'I.

mananciais subterrâneos: meios porosos (isotrópicos) e meios anisotrópicos (FEITOSA, 1977):

. Meios porosos: são representados pelas formações elásticas.

Meios anisotrópicos: neste meio destacam-se dois grupos: rochas carbonáticas (aqüífero cárstico) e rochas cristalinas (aqüífero fissural), cada um deles apresentando um comportamento hidráulico próprio e peculiar à sua forma de ocorrência, totalmente distinto dos aqüíferos porosos.

AqüífêfO B

Livre Confinado

; Náo A /c a d a Não Drananta

i Área de j 1 drôiiante p re na nte ; SuiQància | ürenanto | pbcaigíTj j reCafga I 1 * .... ’ Aqüífero Suspenso •-Ç0 ite 1 f ^ ò u p e r t t c i ô p o f ô n c b c n s t n c a (B)—— ______ (/■Superfície pQíencicmétn&K^i Camada impermGàvsf £ £ ^ 3 Camada serni-permeávst

Figura 2 -Representação esquemática dos tipos de aqüíferos (FEITOSA 1997).

Superfície piezométrica: representa a superfície virtual de estabilização da água, que corresponde ao nível de pressão hidrostática do aqüífero.

Transmissividade (T): é a capacidade de transmissão de água de um aqüífero e é definida, classicamente, como sendo a “descarga que escoa por uma faixa de largura unitária e altura igual à espessura do aqüífero em função da variação unitária do gradiente hidráulico” (FEITOSA, op.cit.). Matematicamente é expressa pelo produto da condutividade hidráulica (K) pela espessura do aqüífero (b)

T - K - b

Condutividade hidráulica (K): é a “descarga que escoa por uma seção transvesal unitária do aqüífero por uma variação unitária do gradiente hidráulico”(FEITOSA, op. cit.).

Coeficiente de arm a ze na m ento (S): no caso de aqüífero confinado, re p re sen ta o v o lu m e de água que é liberada por u m prism a vertical de aqüífero de seção u n itá ria e altura igual à espessura da camada, para um a ba ixa m e nto de pressão p iez o m étric a de u m a atm osfera (R E B O U Ç A S , 1976). D e acordo com FE IT O S A (op.cit.), nos aqüíferos confinados o coeficiente de arm a ze na m ento expressa a quantidade de água e stocada que p o d e ser liberada e é dado pelo produto entre a espessura do aqüífero (b) e o coeficiente de a rm azenam ento específico (Se).

S = S e - b

Coeficiente de a rm azenam ento específico (Se): representa a “quantidade de água liberada do a rm azenam ento de um volum e unitário de um aqüífero, p e la variação unitária da carga hidráulica”( FE1TOSA, op.cit.).

Coeficiente de arm a ze na m ento efetivo (Sei): nos aqüíferos livres o coeficiente de arm a ze na m ento eletivo é dado pelo som atório entre o coeficiente de a rm a z e n a m e n to (S) e a porosidade efetiva .

S e f = S + nef

N a prática, segundo F E IT O S A (op. cit.), a parcela correspondente ao c o eficiente de arm a ze n a m en to (S) é m uito p e q u e n a em relação a p o rosidade efetiva (n ef), p o d e n d o ser considerada despresível. N estes casos, o coeficiente de arm a ze n a m en to efetivo dos aqüíferos livres se confunde com a porosidade efetiva, a qual pode ser definida* c o m o sendo a razão entre o vulum e de água e fetivam ente liberado de um a am ostra dè ro ch a porosa saturada e o v o lu m e total.

V,

onde:

V ci = volum e drenado; V t = volum e total

Reservas: R E B O U Ç A S (1976) divide as reservas em: reguladoras, p e rm a n e n te s e exploráveis.

Reservas reguladoras: corresponde ao v o lu m e de água da zona de flutuação (anual ou sazonal) do nível de saturação. R epresentam o volu m e da realim entação anual ou estacionai, ou seja, correspondem ao “ a tivo” do sistema.

R eservas perm anentes: correspondem ao v o lu m e de água da parte do aqüífero situada abaixo da zona de flutuação anual ou estacionai. N a s condições naturais, este volum e varia s om ente em intervalos de tem pó geológico, representa o seu “p a s s iv o ” .

A ssim , enquanto as reservas perm anentes dão uma idéia da grandeza de volum e de água arm azenada no aqüífero, as reservas reguladoras indicam suas condições de recarga.

R ecursos exploráveis: são variáveis no espaço e no tem po, em função das condições hidrogeológicas, do efeito das explorações sobre o regim e de fluxo nos aqüíferos, da disposição e concepção das obras de captação e dos equipam entos de exploração, dentre outros fatores.

C O S T A (1998) propôs u m a c om patibilização de term inologia e m e to d o lo g ia de avaliação de valores quantitativos das águas subterrâneas, definindo os term os reservas pe rm anentes e reguladoras, potencialidade e disponibilidade. Propôs, ainda, m etodologias de avaliação desses elem entos para os diferentes tipos de aqüíferos.

R ecarga anual do aqüífero - vazão de escoam ento natural: repre senta u m im portante dado para a avaliação das c ondições de exploração.

C oeficiente de realim entação: c orresponde à relação entre os volum es de recarga ou o ativo e as reservas perm anentes ou o passivo (R E B O U Ç A S , 1976; C O S T A e C O S T A , 1997).

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