2.3 Gestion de clefs
2.3.1 Approche centralis´ee
de Letras observam a sua vida acadêmica na universidade e de que modo o Curso de Letras Português da UFPI é visto por eles enquanto alunos. Para a coleta das informações, utilizamos o questionário eletrônico que constou de quinze perguntas referentes às práticas acadêmicas realizadas pelos alunos, ao projeto elaborado na disciplina de TCC I e à visão dos alunos sobre o curso. O questionário era composto por questões de múltipla escolha e por questões discursivas. Adotamos o questionário eletrônico em razão de possibilitar a sua resposta em qualquer ambiente e em qualquer horário, desde que o respondente tenha acesso à internet.
O questionário foi elaborado com vistas a não haver a identificação do respondente, preservando sua privacidade e o sigilo da identidade do colaborador. Ao todo, foram obtidas respostas de vinte e um colabores dos trinta e seis que forneceram projetos de pesquisa para o desenvolvimento de nosso estudo, isto é, 58,33% dos colaboradores tanto disponibilizaram os projetos quanto responderam ao questionário de nossa pesquisa.
A primeira questão abordada foi a área de desenvolvimento do projeto de pesquisa da disciplina de TCC I, já que trabalhamos com as características das culturas disciplinares específicas da área de Linguística. Nessa questão, constavam seis áreas que foram obtidas a partir da análise dos projetos de pesquisa na disciplina supracitada: Análise do Discurso - AD, Linguística de Texto - LT, Sociolinguística - SL, Ensino de Português para Surdos - EPS, Letramentos - LET e Análise de Gêneros - AG. Na figura 20, apresentamos a porcentagem de respostas obtidas em cada uma das áreas de pesquisa para o total de 21 colaboradores.
Figura 20 – área de desenvolvimento do projeto de pesquisa da disciplina TCC I
Fonte: dados da pesquisa
Conforme observamos na figura 20, a área que apresentou o maior número de colaboradores foi a de Análise de gêneros textuais/discursivos, com 23,8% do total de colaboradores (5), em seguida, aparecem as áreas de Sociolinguística, Ensino de Português para Surdos e Letramentos, com 19% dos colaboradores respondentes, que corresponde a quatro colaboradores em cada área, Análise do Discurso, com 14,3% ou três colaboradores, e Linguística de Texto, com 4,8% ou um colaborador.
A partir das respostas dos colabores das áreas de pesquisa de estudos linguísticos da disciplina de TCC I, procuramos observar de que maneira os discentes do curso participaram das atividades acadêmicas para termos uma noção de como estes se inseriam nas culturas acadêmicas da instituição e do Curso de Letras Português.
Em seguida à explicitação da área de desenvolvimento do projeto de pesquisa dentro dos estudos linguísticos, são apresentadas questões que dizem respeito à vida acadêmica dos discentes do curso de Letras Português que realizaram projetos na macroárea de Linguística na Disciplina de TCC I. A primeira delas se refere às produções em gêneros acadêmicos realizadas antes do projeto de pesquisa de TCC I: “Antes da produção do projeto de pesquisa na disciplina de TCC I você já havia produzido algum trabalho utilizando gêneros acadêmicos?”; a segunda se refere à participação do discente em eventos científicos: “Durante a graduação, você participou de eventos científicos (congressos, simpósios, colóquios, etc.)?”; a terceira se relaciona com a participação em grupos ou núcleos de pesquisa: “Você participou de algum grupo ou núcleo de pesquisa em Linguística durante a graduação?”; a quarta questão se refere à afinidades com as áreas de pesquisa linguística e já tece uma articulação com o terceiro bloco de perguntas que trata da produção do projeto de pesquisa na disciplina de TCC I: “Você tinha afinidade com algum campo da linguística para a escolha da área do seu TCC? Essa afinidade auxiliou na área escolhida para elaboração do projeto de pesquisa?”. Esse segundo bloco de questões sobre a vida acadêmica dos discentes contribui para observarmos como estes alunos estão sendo inseridos na cultura disciplinar de Letras Português, mais especificamente na macroárea e na cultura de estudos linguísticos.
A questão sobre as produções em gêneros acadêmicos nos dá pistas das experiências em produções científicas realizadas pelos discentes de Letras Português e sobre o desenvolvimento das habilidades de escrita acadêmica e de reflexão sobre língua e linguagem no desenvolvimento do papel de autor/pesquisador no interior da área de pesquisa. Como podemos observar no gráfico a seguir, há uma multiplicidade de gêneros acadêmicos utilizados durante a graduação e estas produções podem contribuir para a facilitação da atividade de pensamento, planejamento e execução do trabalho de conclusão de curso, bem como para aquisição de habilidades de escrita acadêmica, bastante vinculada à cultura disciplinar a que se ligam os alunos. Vejamos a figura 21, com a exposição dos gêneros utilizados pelos discentes antes da produção do projeto de pesquisa de TCC.
Figura 21 – Produções dos discentes antes do projeto de pesquisa de TCC
Fonte: dados da pesquisa
Conforme as respostas obtidas através do questionário eletrônico, podemos observar um maior contato dos alunos com a produção do gênero artigo científico durante a graduação no Curso de Letras Português, pois 71,4% dos respondentes afirmaram que antes da produção do projeto de pesquisa da disciplina de TCC I já haviam produzido artigos. A totalidade das respostas dessa questão nos leva a crer que tal produção está relacionada com as práticas realizadas nas disciplinas do curso, já que a menção a produção de relatório Pibic ocorre apenas uma vez. Dizemos isso em razão de o Pibic ser um dos programas responsáveis pela produção de artigos a partir das pesquisas desenvolvidas junto a um professor orientador.
Outros gêneros que também têm destaque nesse gráfico é a produção de resenha e a produção de resumo acadêmico. A produção de resenhas durante a graduação é uma atividade bastante proposta por professores como maneira de aguçar o pensamento crítico e a reflexão sobre algum aspecto bibliográfico, mas também para fazer com que o aluno leia o material bibliográfico da disciplina, ou seja, a resenha costumeiramente é produzida por alunos da graduação não com o objetivo de tecer uma crítica a determinada obra ou texto, mas de verificar se o discente realmente realizou a leitura do texto proposto e colocá-lo em contato com a estrutura composicional desse tipo de gênero, mesmo que em uma situação retórica de produção diferente da realizada por um especialista na área. Já o resumo acadêmico é um dos gêneros acadêmicos mais realizados durante a graduação e tem como função não apenas apresentar uma síntese de determinado texto, mas também servir como proposta para participação em eventos. Além de ser útil também como forma de verificar a leitura de textos, o resumo é um gênero bastante difundido na academia por estar presente no interior de diversos outros gêneros acadêmicos, o mesmo explora a capacidade de síntese do discente em capturar os aspectos importantes do seu texto ou do texto de outrem para a elaboração de um texto que reflita o sentido da produção completa.
O ensaio aparece mencionado por seis dos respondentes e consiste em um gênero mais destinado para a reflexão de determinado aspecto teórico ou a respeito de determinada obra literária, desenvolvendo o pensamento do aluno sobre construções de conhecimento no interior da cultura disciplinar a que está tendo contato. Esse gênero tem presença mais marcante no Curso de Letras Português na macroárea de Literatura.
Na outra ponta do gráfico, chama-nos atenção a quantidade de alunos que até a disciplina de TCC I não havia produzido textos acadêmicos. Isso significa dizer que 14,3% dos respondentes dessa pesquisa tiveram que aprender a produzir texto acadêmico na finalização do curso, o que traz bastante dificuldade tanto em relação às habilidades de escrita acadêmica quanto no próprio aprofundamento do conhecimento no interior da área de pesquisa para o desenvolvimento do TCC. A ausência de contato com o gênero projeto de pesquisa também pode gerar obstáculos para a sua elaboração na disciplina de TCC I, apenas dois respondentes já haviam produzido um projeto antes dessa disciplina.
A presença de apenas um respondente tanto para a elaboração de relatório de Pibic (Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica) quanto para a elaboração de relatório de Pibid (Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência) revelam que ainda é necessária uma ampliação desses programas no interior da universidade e no interior do curso, pois é uma das atividades que promovem a efetiva articulação entre teoria e prática, bem como insere o estudante em uma área de pesquisa ou na prática profissional a que o curso se destina. Isso faz com que o aluno tenha a possibilidade de adquirir a cultura profissional do curso ou a cultura de uma área específica de pesquisa, que são propostas contidas no PPC do Curso de Letras Português e constituem políticas institucionais da UFPI, como vimos quando tratamos das características dessa instituição. O desenvolvimento de habilidades tanto na docência quanto na pesquisa são fundamentais para a evolução do graduando em Letras Português enquanto membro iniciante de uma comunidade e que terá contato com as práticas dessa comunidade por meio da pesquisa e da docência realizada ao longo do curso, além de poder facilitar o acesso ao campo profissional e a programas de pós-graduação que atuam na formação de novos pesquisadores para a área de Letras. Tais atividades são importantes ainda para a obtenção do grau de licenciado em Letras Português, já que fazem parte das “atividades acadêmico-científico-culturais” que o aluno precisa participar para concluir o curso.
Tais respostas sobre o contato dos discentes com os gêneros acadêmicos leva-nos a uma outra questão que trata da participação dos membros iniciantes em eventos acadêmicos que promovem a divulgação de pesquisas realizadas nas áreas de pesquisa que compõem o curso e a interação entre membros experientes, membros iniciados e membros iniciantes da
comunidade discursiva disciplinar. Na figura 22, trazemos as respostas a respeito da participação dos discentes de Letras Português (área de Linguística) em eventos acadêmicos.
Figura 22 – Participação dos membros iniciantes em eventos acadêmico-científicos
Fonte: dados da pesquisa
A participação em eventos científicos também foi estabelecida por meio da resolução 177/12 do CEPEX – UFPI e está contida no PPC (2010) do Curso de Letras Português da UFPI. Em razão de os alunos precisarem participar de eventos científicos para complementar a carga horária do curso, conforme se vê no PPC quando se trata das atividades acadêmico- científico-culturais, não se tem nesse gráfico, entre os respondentes do questionário, alunos que não participaram de eventos. A predominância de participação de alunos em eventos acadêmicos sem apresentação de trabalhos indica o nível em que eles se encontram no interior da comunidade discursiva disciplinar, isto é, aponta para a participação nesses eventos enquanto membros iniciantes e também demonstra uma certa insegurança desses membros iniciantes em assumirem o papel de protagonistas como pesquisadores no interior da área de pesquisa. Em seguida ao número de respondentes que haviam participado de eventos sem apresentação de trabalho, temos aqueles que apresentaram trabalho, mas não na área em que desenvolveram o projeto de pesquisa de TCC I. Novamente vemos a presença de diversas disciplinas do curso em que os trabalhos são produzidos e dessas várias áreas é preciso escolher apenas uma para a elaboração do TCC, além de precisar contar com a disponibilidade de orientador para realizar a orientação na área pretendida. Em terceiro, com 33,3% dos respondentes, encontramos aqueles que já haviam participado de eventos
apresentando trabalhos na área de pesquisa em que o projeto foi desenvolvido. Estes últimos, por já terem produzido trabalhos na área de pesquisa em que o projeto foi elaborado, podem ter tido menos dificuldades para a produção do projeto de pesquisa da disciplina de TCC I, pois já tinham afinidade com a área e poderiam se valer desse conhecimento prévio.
A terceira pergunta desse bloco procura especificar um pouco mais o campo de atuação dos discentes com foco na pesquisa que realizamos, trazendo o campo da linguística para o interior das atividades acadêmicas desenvolvidas por eles no curso de Letras Português. Tal questão verifica a participação dos discentes em grupos ou núcleos de pesquisa que se vinculam à área de estudos linguísticos. Vejamos a figura 23:
Figura 23 – Participação em grupos ou núcleos de pesquisa
Fonte: dados da pesquisa
Conforme vemos no gráfico, a participação dos alunos respondentes em grupos ou núcleos de pesquisa se encontra em um número bem aquém daqueles que não participavam. Tal número revela que há uma grande quantidade de alunos que não possuem uma orientação específica para o desenvolvimento de pesquisas nas áreas de Linguística, uma vez que, normalmente, os grupos ou núcleos de pesquisa orbitam em torno de um professor orientador que funciona como gatekeeper e tem a função de enculturar o membro iniciante na comunidade disciplinar, para que este passe aos poucos a ter o domínio dos conceitos, das crenças, das tradições daqueles que foram iniciados e fazem parte daquela comunidade e cultura disciplinar. A falta de orientação para pesquisa é um dos fatores que dificulta o processo de articulação entre teoria e prática, o que resulta em uma falta de aplicabilidade do conhecimento adquirido e um questionamento se aquele conhecimento era realmente necessário.
A vivência em grupos e núcleos de pesquisa possibilita a inserção do membro iniciante na comunidade discursiva disciplinar que realiza práticas efetivas de pesquisa. Tal inserção vai desde a discussão de textos da área até a efetiva participação em pesquisas
desenvolvidas naquele ambiente, momento de maior aprendizagem sobre a área de pesquisa, pois abrange os valores da área na justificativa de uma pesquisa, na escolha de uma teoria e dos conceitos que serão trabalhados, na construção de uma metodologia para a execução da pesquisa e, até mesmo, para a escolha daquilo que se vai pesquisar, pois a partir do ponto de vista teórico se cria o objeto de pesquisa. Tudo isso só é possível se o discente estiver inserido na comunidade que é representada também pelos grupos e núcleos de pesquisa que fazem parte do Curso de Letras Português.
Tanto a utilização dos gêneros acadêmicos nas diversas disciplinas quanto a participação dos alunos nos grupos e núcleos de pesquisa na área de linguística possibilitam a criação de afinidades com as áreas de pesquisa, facilitando também a escolha da área de desenvolvimento do TCC. Questionamos os colaborares sobre a afinidade que eles tinham com as áreas de pesquisa linguística e se essa afinidade auxiliou na escolha da área do projeto.
Figura 24 – Afinidade com as áreas de linguística para o TCC
Fonte: dados da pesquisa
Conforme mostra a figura 24, dezessete dos vinte e um respondentes de nossa pesquisa afirmaram que a afinidade com a área de pesquisa auxiliou na escolha da área de desenvolvimento do projeto. Dois respondentes afirmaram que a afinidade que tinham com as áreas da linguística não auxiliou na escolha da área do projeto de pesquisa e outros dois afirmaram que não tinham afinidade com a área de linguística. Os dois que responderam que a afinidade não auxiliou na escolha da área do projeto pode ter sido em razão de outros fatores que também interferem na elaboração do TCC, como é o caso da disponibilidade de orientador na área de pesquisa. Conforme vimos no quadro de professores do curso, as áreas são pré-definidas para orientação pelos professores e os alunos devem se adequar a essas áreas para serem orientados, com exceção daqueles professores que orientam em qualquer área da linguística, como é o caso dos professores substitutos. Já os dois que não tinham
afinidade com a área de linguística, provavelmente rumaram para esse campo de pesquisa em razão de terem ainda menos afinidade com as áreas de pesquisa da macroárea de Literatura. Como não há a opção de não fazer o TCC, os alunos precisam optar pela macroárea de Linguística (pesquisa ou ensino) ou pela macroárea de Literatura (pesquisa ou ensino).
A afinidade com as áreas de pesquisa em Linguística é desenvolvida nas atividades acadêmicas do curso sejam elas curriculares ou extracurriculares. O contato com os diversos gêneros acadêmicos ao longo do curso também auxilia na aquisição e evolução da escrita acadêmica e no desenvolvimento do pensar, planejar e executar a pesquisa com o auxílio de um membro experiente da comunidade discursiva disciplinar. A produção de gêneros acadêmicos também influencia na participação em eventos com apresentação de trabalho, já que a partir da produção de gêneros acadêmicos é possível submeter estudos para serem compartilhados em eventos científicos, promovendo interação e troca de conhecimento entre os membros da área de pesquisa. A participação em grupos ou núcleos de pesquisa também tem importância tanto para o conhecimento dos gêneros acadêmicos quanto para a participação em eventos, já que o núcleo funciona como uma comunidade local que difunde o conhecimento da comunidade focal. Com a participação nos grupos e núcleos de pesquisa, o membro iniciante tem a possibilidade de adquirir os valores, crenças e tradições da área, o que possibilita maior segurança na participação efetiva em eventos da comunidade científica.
A produção do projeto de pesquisa na disciplina de TCC I é um reflexo das práticas realizadas ao longo do Curso de Letras Português, que procuramos investigar no segundo bloco de questões. No terceiro bloco de questões, composto por seis perguntas, tratamos mais especificamente da produção do projeto de pesquisa na disciplina de TCC I, para entendermos a elaboração do projeto de pesquisa realizada pelos membros iniciantes das comunidades discursivas que representam cada uma das áreas específicas de pesquisa linguística. Tal compreensão também contribui para ampliação do nosso campo de visão no momento da análise dos movimentos e passos retóricos que compõem os projetos de cada uma das áreas.
A questão que abre esse terceiro bloco de questões se refere ao processo de orientação para a elaboração do projeto de pesquisa em TCC I. Tal pergunta é importante, pois o orientador, normalmente, é um membro experiente na área de pesquisa e tem a função de introduzir o aluno na área e conduzi-lo pelos caminhos de pesquisa mais adequados para a proposta de estudo. Na disciplina de TCC I, o aluno não possui vínculo institucional com um orientador específico, recebendo orientações do professor da disciplina e podendo contar com a colaboração de professores extradisciplina para construção do projeto. Esse último facilita a escolha do orientador para a disciplina de TCC II.
Figura 25 – Orientação do membro iniciante na elaboração do projeto de pesquisa de TCC I
Fonte: dados de pesquisa
De acordo com a resposta de nossos colaboradores, 57,1% deles tiveram a orientação de um membro experiente da comunidade discursiva disciplinar que ocupava o papel de professor. Esse processo de orientação contribui para um direcionamento do estudo que será realizado com esse mesmo orientador na disciplina de TCC II, além de facilitar a inserção do aluno na comunidade discursiva disciplinar que realiza pesquisas numa determinada área. 38,1% dos alunos respondentes não foram orientados por membro da área de pesquisa, o que torna a elaboração do projeto de TCC I ainda mais difícil e pode resultar em alterações significativas desse projeto quando o discente estiver cursando TCC II com um orientador da área específica, além de provocar certa insegurança na construção do projeto, já que o membro experiente possui mais conhecimento da área e poderia sanar dúvidas sobre o processo de pesquisa no momento dessa elaboração.
Apenas um de nossos respondentes teve orientação de aluno de pós-graduação para a elaboração do projeto de pesquisa. Por o aluno de pós-graduação ser um membro já iniciado no processo de pesquisa e ter certo conhecimento sobre as práticas e atividades desenvolvidas na comunidade discursiva disciplinar, a orientação oferecida por este pode ser útil para o graduando e na ausência de um professor da área pode suprir a necessidade de saneamento de dúvidas a respeito do planejamento de uma pesquisa na área adotada. A ausência de orientação de aluno da graduação mais experiente pode ser justificada pela insegurança em contar com a ajuda de outro graduando, membro iniciante também nas áreas de pesquisa, e pela insegurança do próprio graduando mais experiente em oferecer essa orientação, já que