• Aucun résultat trouvé

1

Bewlthiane Maria dos Santos Carvalho; 1Antônio Jason Gonçalves da Costa; 1Fernanda Maria de Carvalho

Ribeiro; 1Jucianne Martins Lobato; 1Stefany Dourado da Silva; 1Bárbara Karoline Rêgo Beserra Alves;

2

Stella Regina Arcanjo Medeiros.

1

Graduando em Nutrição pela Universidade Federal do Piauí – UFPI; 2Doutora em Biotecnologia pela

Universidade Federal do Ceará. Área temática: Temas transversais

Modalidade: Pôster

E-mail do autor: [email protected] Categoria: Estudantes

INTRODUÇÃO: Os Hidrocarbonetos Policíclicos Aromáticos (HPAs) são compostos formados durante o processo de queima incompleta da matéria orgânica, produzidos de forma natural ou por meio das atividades humanas sendo capazes de se dispersar por longas distâncias, tendo como fontes alimentares desses compostos os cereais, carnes (especialmente churrasco), leites e derivados, peixes e moluscos. Ao atravessar a barreira intestinal, essas substâncias podem causar danos hepáticos, alterações no sistema imunológico e desenvolvimento fetal. O benzo(a)pireno, composto pertencente a essa classe de substâncias tem a capacidade de reagir com as bases de nucleotídeos do DNA, causando transformações no material genético tendo como consequência o possível efeito carcinogênico. OBJETIVO: Relatar a presença de hidrocarbonetos policíclicos aromáticos como fonte de contaminação dos alimentos, como também seu efeito tóxico a diferentes seres vivos incluindo o homem. MÉTODOS: Trata-se de uma revisão sistemática onde foram pesquisados artigos nas bases de dados, SciELO, Lilacs, Science Direct e Scopus utilizando a seguinte associação de descritores “Polycyclic Aromatic Hidrocarbons” and “Foods”, “Polycyclic Aromatic Hidrocarbons” and “Carcinogenesis”. Os critérios de inclusão foram texto disponível na íntegra sobre a presença de hidrocarbonetos policíclicos aromáticos nos alimentos e seu efeito tóxico. Foram excluídas as publicações duplicadas e que não atendessem a temática da pesquisa. RESULTADOS: Foram selecionados 25 artigos. Foi observado a presença de hidrocarbonetos policíclicos aromáticos em diferentes fontes de alimentos, como cereais e leguminosas após tratamento térmico, carnes, peixes, moluscos e demais frutos do mar submetidos ao calor ou defumação, leite e derivados, óleos e gorduras. Além disso, foi constatado que esses compostos podem ser facilmente absorvidos pelo pulmão, pele, intestino e em maiores concentrações pelo fígado onde são metabolizados, tonando-se compostos de natureza eletrofílica sendo capazes de causar alterações biológicas no DNA e RNA, tendo relação com a formação de neoplasias malignas como câncer de pulmão e de cólon associado ao estresse oxidativo, tanto em animais como em seres humanos e demais alterações como o baixo peso ao nascer em bebês e a incidência de obesidade na infância. Foi ainda observado o papel benéfico que o consumo de vitaminas antioxidantes (A, C e E) e demais compostos bioativos com esta função, podem controlar/amenizar os efeitos dessas substâncias no organismo. CONCLUSÃO: Os hidrocarbonetos policíclicos aromáticos estão presentes em grupos de alimentos rotineiramente consumidos pelo homem, onde sua presença no organismo pode causar uma série de alterações e predispor ao desenvolvimento de patologias. São necessários maiores estudos sobre essas substâncias valendo ressaltar a importância do consumo de alimentos fonte de antioxidantes, permitindo a inibição e/ou controle do efeito desses compostos no corpo humano.

P

ág.

1565

INFECÇÃO PELO HIV EM ADOLESCENTES E A IMPLANTAÇÃO DA PrEP: A PÍLULA QUE PREVINE O VÍRUS

1

Paloma Christina Araújo de Sá; 2Hiely Bruna Brito de Lima; 2Leticia Mennikem Marinho de Souza;

2

Nathanael Dos Santos Alves; 3Emanuel Thomaz de Aquino; 4Francisco Eduardo Ramos da Silva; 5Fernanda

Machado Fonseca.

1

Graduanda em Biomedicina pelo Centro Universitário Uninovafapi; 2Graduando em Biomedicina pela

Universidade Federal do Piauí – UFPI; 3Graduando em Enfermagem pela Universidade Federal do Piauí -

UFPI; 4Graduando em Enfermagem pela Faculdade de Ciências e Tecnologia do Maranhão – FACEMA;

5

Pós-Doutorado em Microbiologia e Biologia Molecular pela Universidade Federal do Triângulo Mineiro - UFTM.

Área temática: Temas transversais Modalidade: Pôster

E-mail do autor: [email protected] Categoria: Estudantes

INTRODUÇÃO: No Brasil, o uso de preservativo durante o ato sexual ainda é considerado baixo entre adolescentes. Alguns fatores biológicos, psíquicos e sociais característicos da adolescência, podem aumentar a vulnerabilidade destes ao vírus HIV. Uma outra causa que pode contribuir para tal vulnerabilidade é o fato de a adolescência ser uma fase da definição da identidade sexual e muitas vezes, da variabilidade de parceiros. Desta forma, o Ministério da Saúde implementou há pouco tempo no Sistema Único de Saúde (SUS) a PrEP (profilaxia de pré-exposição), ou seja, um medicamento antirretroviral que bloqueia o ciclo da multiplicação do HIV, caso ocorra o contato com o vírus. As evidências científicas mostram que o medicamento possui eficácia superior a 90% com o uso contínuo e anteriormente ao contato com o vírus. Entretanto, a estratégia do Ministério da Saúde é disponibilizar o medicamento para os casais sorodiscordantes em que uma pessoa tem HIV e a outra não, profissionais do sexo, homossexuais e transgêneros. Cabe ressaltar que a PrEP é indicada apenas para quem não tem o vírus, sendo desta forma, uma nova opção de proteção aos adolescentes que fazem parte dos grupos considerados de risco. OBJETIVO: O objetivo do presente estudo foi analisar os fatores de risco que contribuem para a vulnerabilidade dos adolescentes frente a infecção pelo HIV, assim como a implantação da PrEP como fator de prevenção. MÉTODOS: Foram realizadas buscas de artigos científicos em bases de dados como Web of Science, SciELO e PubMed. Os descritores utilizados foram: HIV, adolescentes, PrEP, SUS e AIDS. Foram selecionados 30 artigos julgados os mais pertinentes de acordo com a análise dos seus resumos e com os objetivos do presente estudo publicados entre os anos de 2008 a 2018. RESULTADOS: Os resultados dos artigos selecionados demonstraram que dentre 200 adolescentes de 14 a 19 anos, 114 (57%) já iniciaram a vida sexual, 90 (45%) não tem parceiros estáveis e 48 (24%) não usam preservativo durante as relações sexuais. Adicionalmente, cerca de 10 milhões de adolescentes, atualmente, vivem infectados com o HIV ou estão propensos a desenvolver AIDS nos próximos 3 a 15 anos. A PrEP é um grande passo no combate à doença, já que seu diferencial é atingir um público que possui maior vulnerabilidade de se infectar. Espera-se que a sua inclusão no SUS reduza significativamente esses números, e com isso ocorra gradativamente a diminuição de jovens acometidos pela infecção do HIV. CONCLUSÃO: Alguns fatores como a orientação familiar, educação preventiva e de saúde em ambiente escolar e investimento público, são importantes formas de contribuição para prevenção do HIV em adolescentes. Considerando o seu caráter pandêmico e a sua gravidade, a AIDS representa um dos maiores problemas de saúde pública. Com a implantação da PrEP, este cenário pode sofrer mudanças positivas, entretanto, apesar da sua eficácia comprovada, o uso contínuo da PrEP não descarta a necessidade da utilização do preservativo. Assim, o medicamento não é um substituto dos métodos preventivos já existentes, mas atua como um método adicional para evitar a infecção por HIV. Palavras-chave: HIV, Adolescentes, PrEP, SUS, AIDS.

P

ág.

1566

ANÁLISE DAS PRÁTICASEXUAIS DE INDIVÍDUOS APÓS O DIAGNÓSTICO DE SORO