• Aucun résultat trouvé

Projet de recherche

Apport de cette étude

VI- Projet de recherche

O trabalho realizado em torno do estudo “A motivação para a leitura. Uma intervenção ao nível do 1.º Ciclo do Ensino Básico” pretendeu elevar o nível de motivação para a leitura dos alunos de uma turma do 1.º ano, recorrendo a propostas pedagógicas que envolveram observação, registo e reflexão sobre as práticas.

A avaliação dos participantes foi realizada com recurso à escala de motivação para a leitura “Eu e a Leitura” (Monteiro & Mata, 2000), aplicada em dois momentos: pré e pós projeto. As pontuações das três dimensões de Prazer, Autoconceito e Reconhecimento Social aumentaram, especialmente esta última, indicando que grande parte da motivação da turma, provavelmente, terá resultado da orientação do projeto “Motivar para a Leitura”, que valorizou a motivação extrínseca, esperando que fosse internalizada.

Registaram-se, em termos de motivação para a leitura, diferenças significativas do ponto de vista estatístico depois da implementação do projeto. Atendendo ao papel da motivação na aprendizagem da leitura, o desenvolvimento deste projeto permitiu-nos perceber que, a par do ensino do código, é preciso proporcionar às crianças experiências de qualidade e diversificadas com a leitura (Cruz, 2003).

O ensino da leitura tem, portanto, de assumir três olhares diferentes: um voltado para o ensino da descodificação, um segundo olhar voltado para a compreensão da linguagem que, antes de ser escrita é oral, e um terceiro orientado para a criação (ou manutenção) da apetência por ler. Do ponto de vista didático percebe-se que os textos do manual escolar sejam elaborados num crescendo de dificuldade e que integrem progressivamente palavras que contenham os grafemas ensinados. Todavia, o potencial motivador destes textos é reduzido, pelo que as crianças devem ser levadas a perceber, desde cedo, que a aprendizagem do código é um meio para poder aceder às fantásticas histórias - que muitos deles já conhecem através de uma “leitura pelos voz dos outros” - e não um fim em si mesmo.

O comportamento das crianças em face das leituras efetuadas mostrou que os critérios de seleção usados foram adequados. Como vimos, dois dos contos que poderiam ser considerados como “mais complexos” foram os mais referidos pelas crianças, o que mostra que o “desafio cognitivo” tem de ser uma vertente sempre presente no processo de ensino.

64

Como principais limitações deste projeto destaco o pouco tempo de PES, que condiciona a avaliação dos efeitos dos projetos que nela são desenvolvidos. Esta limitação é ainda mais sentida no primeiro ano de escolaridade, ano em que a apropriação do código escrito se está a realizar.

O facto de a professora titular da turma ter de ser temporariamente substituída3, por doença, colocou à autora deste relatório desafios acrescidos, na medida em que, juntamente com a colega de grupo, teve de assegurar muitas da atividades letivas. O primeiro ano é fulcral e determinante na vida escolar das crianças, sendo a competência leitora a chave-mestra de acesso a competências de outras áreas do saber.

A planificação das atividades foi também uma das dificuldades mais sentidas, uma vez que era necessário uma inovação constante das propostas de trabalho, de forma a manter o interesse das crianças. A gestão do grupo-turma foi também uma das dificuldades sentidas. Todavia, e sem falsa modéstia, poderá dizer-se que a autora deste relatório, juntamente com a colega de grupo de estágio, foram pilares para a estabilidade pedagógica da turma “Estrelas do Mar”, fazendo as “pontes” necessárias entre os diferentes docentes que assumiram a turma durante o impedimento da professora titular.

Como potencialidades deste projeto destaco o seu impacto na motivação para a leitura que, como foi referido na revisão teórica, é um fator que não pode (nem deve) ser descurado no processo de ensino. É, por isso, um projeto a replicar na prática pedagógica. Destaco ainda o seu contributo não só para a minha formação profissional como Educadora e Professora, mas também como mediadora de leitura. As crianças revelavam estar motivadas para ler, mas era preciso “levar a ler”.

O facto de as crianças, com o avançar do tempo, manifestarem o desejo de ler constituiu um dos aspetos mais gratificantes deste projeto.

Ao nível de recomendações futuras, destaco a necessidade de a PES ter a duração de, pelo menos um ano letivo para cada nível de docência, dado que é o momento por excelência de integração dos saberes. No caso concreto deste projeto não foi possível, por exemplo acompanhar o processo de apropriação da leitura por parte dos alunos. As recomendações de leitura emanadas

3A professora titular esteve de atestado médico durante quatro meses por fratura de um pé, mas esteve sempre disponível para

65

do PL devem, de facto, ser operacionalizadas em sala de aula, privilegiando este contacto com obras de literatura para a infância que oferece um leque muito menos redutor do que é oferecido pelos manuais escolares (Viana & Martins, 2009).

Este projeto teria potencialidades para acompanhar os alunos ao longo de todo o 1.º Ciclo. Auscultar os interesses dos alunos, dialogar sobre o que leram, excluindo qualquer finalidade avaliativa, levaria a que não se sentissem obrigados a ler, a que selecionassem obras que fossem ao encontro dos seus interesses, competências e necessidades, tendo ainda a oportunidade de as ver partilhadas.

A motivação para a leitura não se esgota no 1.º ano de escolaridade. Ela terá de ser sempre alimentada e o professor é um dos mediadores privilegiados para o conseguir.

66

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Alves, D., Freitas, M. J., & Costa, T. (2007). O conhecimento da língua: desenvolver a consciência fonológica. Lisboa: Ministério da Educação, Direção Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular.

Azevedo, F. (2011) Educar para a literacia: perspetivas e desafios - Comunicação apresentada no VII Encontro de Educação: Numeracia e Literacia em Educação. Acedido a 25 de julho

de 2013 em:

http://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/12645/1/Educar%20para%20a% 20literacia_FA2011.pdf

Baker, L. & Wigfield, A. (1999). Dimensions of children’s motivation for reading and their relations to reading activity and reading achievement. Reading Research Quarterly, 34, 452-477. Bandura, A. (1997). Self-efficacy: the exercise of control. New York: Freeman.

Barrera, S. & Maluf, M. (2003). Consciência metalinguística e alfabetização: um estudo com crianças da Primeira Série do Ensino Fundamental. Psicologia: Reflexão e Crítica, 16(3), 491-502.

Barrera, S. (2010). Teorias cognitivas da motivação e sua relação com o desempenho escolar. Artigo da Revista Poiesis Pedagógica. Acedido a 23 de setembro de 2013 em: www.revistas.ufg.br/index.php/poiesis/article/view/14065/8886 .

Bártolo, V. N. M. C. (2000). Estudo da motivação para a leitura em alunos do ensino básico. Dissertação de Mestrado em Psicologia, não publicada. Braga: Universidade do Minho, Instituto de Educação e Psicologia.

Corte-Real, M. J. M. (2004). Leitura e insucesso escolar: percursos das crianças “de risco”- um estudo de caso. Dissertação de Mestrado em Psicologia Escolar, não publicada. Braga: Universidade do Minho, Instituto de Educação e Psicologia.

Cruz, J. S. F. (2011). Práticas de literacia familiar e o desenvolvimento literácico das crianças. Tese de Doutoramento em Psicologia da Educação, não publicada. Braga: Universidade do Minho, Escola de Psicologia.

Cruz, J. Z. (2003). Itinerários para a promoção dos livros e da leitura: estratégias psicopedagógicas. F. Azevedo, R. Ramos, I. Pereira, S. Silva, M. Rosa, A. Almeida (orgs.), in A criança, a língua e o texto literário: da investigação às práticas. Atas do I Encontro Internacional, (pp. 17-38). Braga: Universidade do Minho, Instituto de Educação.

67

Cunha, S. M. S. (2011). A aprendizagem da leitura e da escrita. Factores pedagógicos e cognitivos. Dissertação de Mestrado em Ciências da Educação, não publicada. Lisboa: Escola Superior de Educação Almeida Garrett, Departamento de Ciências da Educação.

Cunha, V. & Capellini, S. (2011). Habilidades metalinguísticas no processo de alfabetização de escolares com transtornos de aprendizagem. Revista Psicopedagogia, 28 (85), 85-96. Dias, M. C. P. (2012). Motivação para a leitura. Alunos de uma turma de PIEF como mediadores

de leitura. Dissertação de Mestrado em Ensino da Leitura e da Escrita, não publicada. Bragança: Instituto Politécnico de Bragança, Escola Superior de Educação.

Ferreira, R. D. S. (2009). Análise da fluência de leitura em crianças com e sem Necessidades Educativas Especiais. Validação de uma prova de fluência de leitura para o 2.º ano do 1.º C.E.B. Dissertação de Mestrado em Educação Especial, não publicada. Lisboa: Universidade Técnica de Lisboa, Faculdade de Motricidade Humana.

Ferreira, T. (2009). O Plano Nacional de Leitura e a promoção de hábitos de leitura nas escolas do 1.º ciclo do Ensino Básico: um estudo de caso. Dissertação de Mestrado em Supervisão e Coordenação da Educação, não publicada. Porto: Universidade Portucalense, Departamento de Ciências da Educação e do Património.

Gama, M. G. V. P. (2013). As dificuldades de aprendizagem da leitura e Escrita/ Dislexia- Que caminhos seguir pelos professores do Ensino Básico? Dissertação de Mestrado em Ciências da Educação, não publicada. Lisboa: Escola Superior de Educação João de Deus.

Gomes, I. & Santos, N. L. (2005). Literacia emergente: é de pequenino que se torce o pepino! 2, 312-326. Acedido a 3 de outubro de 2013 em:

http://bdigital.ufp.pt/bitstream/10284/671/2/312-326FCHS2005-4.pdf

Grolnick, W., Gurland, S., Jacob, K., Decourcey, W. (2002). The development of self-determination in middle childhood and adolescence In A. Wigfield & J. Eccles (Coords.), Development of Achievement Motivation (pp. 147-171). Florida, USA: Academic Press - Educational Psychology Series.

Guimarães, S. & Boruchovitch, E. (2004). O estilo motivacional do professor e a motivação intrínseca dos estudantes: uma perspetiva da teoria da autodeterminação. Psicologia: Reflexão e Crítica, 17(2), 143-150.

68

Lemos, M. & Veríssimo, L. (2006). Escala de orientação intrínseca-extrínseca em sala de aula: dados de uma nova adaptação. Acedido a 25 de julho de 2013 em: http://repositorio- aberto.up.pt/bitstream/10216/54117/2/22485.pdf

Lopes, A. M. C. M. C. (2003). Práticas educativas e empenhamento na leitura em alunos do 1.º ciclo do Ensino Básico. Dissertação de Mestrado em Formação Psicológica de Professores, não publicada. Braga: Universidade do Minho, Instituto de Educação e Psicologia.

Lourenço, A. & Paiva, M. (2010). A motivação escolar e o processo de aprendizagem. Ciências & Cognição, 15 (2), 132- 141.

Marques, L. G. F. (2011). Conceções e Práticas dos Educadores de Infância sobre o desenvolvimento da literacia. Dissertação de Mestrado em Ciências da Educação, não publicada. Lisboa: Universidade Técnica de Lisboa, Faculdade de Motricidade Humana. Martinelli, S. C. & Sisto, F. F. (2010). Motivação de estudantes: um estudo com crianças do Ensino

Fundamental. Avaliação Psicológica, 9 (3), 413-420.

Mata, L. (2000). Literacia Familiar e desenvolvimento de competências de literacia”- Exedra, número temático de dezembro de 2012, (pp. 220-227). Acedido a 2 de outubro de 2013 em: http://www.exedrajournal.com/exedrajournal/wp-content/uploads/2013/01/18- numero-tematico-2012.pdf

Mata, L. (2004). Era uma vez…- Análise Psicológica, 22, 95-108. Acedido a 24 de setembro de 2013 em: http://www.scielo.oces.mctes.pt/pdf/aps/v22n1/v22n1a10.pdf

Mata, L. Monteiro, V. & Peixoto, F. (2009). Motivação para a leitura ao longo da escolaridade.

Acedido a 2 de julho de 2013 em:

http://www.scielo.oces.mctes.pt/pdf/aps/v27n4/v27n4a10.pdf.

Monteiro, V. & Mata, L. (2001). Motivação para a leitura em crianças do 1.º, 2.º, 3.º e 4.ºanos de escolaridade. Infância e Educação – Investigação e Práticas, 3, 49-68.

Monteiro, V. & Mata, L. (2005). O desenvolvimento da motivação para a leitura em crianças portuguesas. A. Rioboo, A. Santos, A. Castedo, E. Enriquez, H. Fraga, J. Blanco, L. Oliveira, L. Alvarez, M. Gunturiz, M. Vieira, M. Gomes, M. Bouza, N. Fernández, P. Alvez, P. Marcote, P. Iglesias, R. Paz, S. Caires, T. Sarmento (coords.), in Atas do VIII Congresso Galaico-Português de Psicopedagogia, (pp. 2733 - 2744).

Monteiro, V. (2003). Leitura a par. Efeitos de um Programa Tutorial no desempenho em leitura, motivação, autoconceito e auto-estima de alunos do 2.º e 4.ºanos de escolaridade. Tese

69

de Doutoramento em Psicologia da Educação, não publicada. Lisboa: Universidade de Lisboa, Departamento de Educação da Faculdade de Ciências.

Morais, J. (1999). Preparar para a leitura: ver e ouvir ler. Revista Perspetiva, 17 (31), 78-80. Moreira, M. F. & Ribeiro, I. (2009). Envolvimento parental na génese do desenvolvimento. In I.

Ribeiro & F. L. Viana (Coords), Dos leitores que temos aos leitores que queremos. Ideias e projetos para promover a leitura. (pp. 43-73) Coimbra: Almedina.

Neves, S. P. & Faria, L. (2009). Auto-conceito e auto-eficácia: semelhanças, diferenças, inter- relação e influência no rendimento escolar. Acedido em 23 de Abril de 2013 em:

http://bdigital.ufp.pt/bitstream/10284/1330/2/206-218_%20FCHS06-5.pdf

Nina, I. F. A. (2008). Da leitura ao prazer de ler: Contributos da Biblioteca Escolar. Dissertação de Mestrado em Gestão da Informação e Bibliotecas Escolares, não publicada. Lisboa: Universidade Aberta.

Oliveira, H. & Costa, P. (2010) Motivar para aprender o que fazer? - Atas do EIELP. Acedido a 2 de junho de 2013 em: http://www.exedrajournal.com/docs/02/20-MariaHelenOliveira.pdf Paulino, J. I. B. (2009). Consciência Fonológica - implicações na aprendizagem da leitura. Dissertação de Mestrado em Ciências da Educação, não publicada. Coimbra: Universidade de Coimbra, Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação.

Pennac, D. (1993). Como um romance. Porto: Edições ASA.

Pinheiro, F. & Capellini, S. (2010). Memória de treinamento auditivo em escolares com distúrbio de aprendizagem. Pró-Fono, 22 (1), 49-54.

Prole, A. (2007). Como fazer um projeto de promoção da leitura. “ABZ da leitura: Projetos de promoção da leitura” da Casa da Leitura acedido a 6 de outubro de 2013 em:

http://www.casadaleitura.org/portalbeta/bo/documentos/manual_instrucoes_projectos _a_C.pdf

Rego, A. M. G. (2010). Relatório da Prática de Ensino Supervisionada. Relatório de Estágio do Mestrado em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1.º ciclo do Ensino Básico, não publicada. Bragança: Instituto Politécnico de Bragança, Escola Superior de Educação. Ribeiro, M. F. A. D. (2005). Leitura: sua conceptualização, componentes e aprendizagem.

Dissertação de Mestrado em Psicologia Escolar, não publicada. Braga: Universidade do Minho, Instituto de Educação e Psicologia.

70

Rodrigues, A. & Lopes, D. (2009). Memória operacional fonológica e suas relações com o desenvolvimento da linguagem infantil. Pró-Fono 21(1), 63-68.

Rolo, C. & Silva, C. (2009). A escola e o gosto de ler. Da “obrigação” à “devoção” . in I. Ribeiro & F. L Viana (Coords). Dos leitores que temos aos leitores que queremos. Ideias e Projetos para promover a leitura. (pp. 115-154). Coimbra: Almedina.

Santos, M., Neves, J., Lima, M. & Carvalho, M. A Leitura em Portugal. Plano Nacional de Leitura, Gabinete de Estatística e Planeamento da Educação: Ministério da Educação. Acedido a

22 de outubro de 2013 em:

http://www.oac.pt/pdfs/OAC_A%20Leitura%20em%20Portugal.pdf

Seabra, F. I. B (2010). Ensino Básico: Repercussões da Organização Curricular por Competências na Estruturação das Aprendizagens Escolares e nas Políticas Curriculares de Avaliação. Tese de Doutoramento em Educação, não publicada. Braga: Universidade do Minho, Instituto de Educação.

Silva, E., Bastos, G., Duarte, R. & Veloso, R. (2011). Guião de implementação do programa de português do ensino básico. Lisboa: Ministério da Educação, Direção Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular.

Silva, M. S. M. (2012). Promoção da compreensão da leitura. Avaliação dos efeitos de um programa de intervenção. Dissertação de Mestrado em Psicologia Escolar e da Educação, não publicada. Braga: Universidade do Minho, Instituto de Educação.

Sim-Sim, I. (1998). Desenvolvimento da linguagem. (1ª edição). Lisboa: Universidade Aberta. Sim-Sim, I. (2007). O ensino da Leitura: A compreensão de textos. Lisboa: Ministério da Educação,

Direção Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular.

Sim-Sim, I. (2009). O ensino da leitura: A decifração. Lisboa: Ministério da Educação, Direção Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular.

Souza, S. F. (2009). Estratégias de leitura para a formação da criança leitora. Dissertação de Mestrado em Educação, não publicada. São Paulo: Universidade Estadual Paulista, Faculdade de Ciências e Tecnologia.

Velasquez, M. G. C.M. (2007). Percursos desenvolvimentais da leitura e da escrita: estudo longitudinal com alunos do 1.º ciclo do Ensino Básico. Tese de Doutoramento em Psicologia da Educação, não publicada. Braga: Universidade do Minho, Instituto de Educação.

71

Veríssimo, M. L. (2012). Trajetórias de desenvolvimento das dificuldades de aprendizagem e suas consequências motivacionais e sociais. Tese de Doutoramento em Psicologia, não publicada. Porto: Universidade do Porto, Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação.

Viana, F. L. (1998). Da linguagem oral à leitura. Construção e validação do Teste de Identificação de competências linguísticas. Dissertação de Doutoramento em Psicologia da Educação. Braga: Universidade do Minho, Instituto de Educação.

Viana, F. L. (2002). Melhor falar para melhor ler: um programa de desenvolvimento de competências linguísticas 4-6 anos. Editora: Universidade do Minho, Instituto de Estudos da Criança. Acedido a 25 de julho de 2013 em:

http://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/9354/1/Livro%20Melhor%20Falar .pdf

Viana, F. L. (2005). Do aprender a ler ao gostar de ler. Um caminho a descobrir. Artigo das Atas do seminário “Educação e Leitura”. Acedido a 2 de junho de 2013 em: http//repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/11786/1/Do%aprender%20a%ler %20ao%20gostar%20de%20ler.%20Um%20caminho%20a%20descobrir.pdf.

Viana, F. L. (2006). As rimas e a Consciência Fonológica. Acedido a 23 de Abril de 2013 em:

http://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/11780/1/As%20rimas%20e%20a %20Conci%C3%AAncia%20fonol%C3%B3gica.pdf

Viana, F. L. & Martins, M. (2009). Dos leitores que temos aos leitores que queremos. in I. Ribeiro & F. L. Viana (Coords.), Dos leitores que temos aos leitores que queremos. Ideias e projetos para promover a leitura. (pp. 9-41).Coimbra: Almedina.

Viana, F. L. V. & Teixeira, M. M. (2002). Aprender a ler da aprendizagem informal à aprendizagem formal. Porto: Edições ASA.

Wigfield, A. (1997). Children’s motivation for Reading and Reading engagement. in J. T.Guthrie & A. Wigfield, (Coords.), Reading Engagement. Motivating readers through integrated instruction (pp 14-33) Newark: International Reading Association.

72

ANEXO

Anexo I- Entrevista semi - estruturada sobre as preferências literárias

dos alunos

Universidade do Minho

Instituto de Educação

Escola: Centro Escolar de Maximinos Turma: Estrelas do Mar- 1.º ano Nome do aluno:

Entrevista semi-estruturada sobre as preferências literárias da turma de intervenção

A presente entrevista foi realizada individualmente: é de absoluta importância o registo da resposta 7 para apurar e definir o interesse essencial da criança.

Abertura: O nosso trabalho vai ter histórias que vão ser lidas em voz alta. Agora, vou colocar-te

algumas questões para saber de que tipo de histórias mais gostas de ouvir e que nos vão ajudar a escolher as nossas histórias.

1. Gostas de histórias sobre fadas, princesas ou monstros?

73

2. Gostas de histórias de banda-desenhada?

SIM NÃO

3. Gostas de histórias sobre heróis?

SIM NÃO

4. Gostas de histórias sobre animais?

SIM NÃO

5. Gostas de histórias onde acontecem coisas estranhas e misteriosas?

SIM NÃO

6. Gostas de histórias sobre a família?

SIM NÃO

7. De todas as histórias de que gostas mais (repetição do tema das histórias em que a criança quis assinalar o SIM), qual é o tipo de história que preferes?

(Registo da resposta).