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4. Discussion

4.3. Projections

Os valores médios das dimensões das traqueídes mensurados no lenho inicial e tardio e no 3º, 6º, 9º, 12º e 15º anel de crescimento, do disco da base das árvores com mesmo DAP (diâmetro à altura do peito = 1,30m), pertencentes ao grupo I (plantio 1992) e grupo II (plantio de 1969), são apresentados a seguir. A Tabela 134 e 135 com os resultados estatísticos constam no item Anexos.

Na Figura 22 está apresentada a variação radial do comprimento das traqueídes do lenho inicial e tardio, bem como a variação dos lenhos nos 3º, 6º, 9º, 12º e 15º anéis de crescimento, das árvores do grupo I (plantio de 1992), podendo-se observar que houve diferença estatística significativa entre o lenho inicial (menor valor) e o lenho tardio (maior valor). Nos anéis de crescimento o menor valor foi verificado no 3º anel e o maior no 12º, houve uma tendência de aumento do comprimento das traqueídes para as árvores de menor idade no sentido radial.

Figura 22 - Comprimento das traqueídes em função do lenho inicial, lenho tardio e número dos anéis de crescimento de P. caribaea var. bahamensis

Obs.: Médias seguidas da mesma letra não diferem entre si pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade.

Da mesma forma para as árvores do grupo II (plantio 1969) na Figura 23 está apresentada a variação radial do comprimento das traqueídes do lenho inicial e tardio, cujos valores não diferem estatisticamente, bem como a variação dos lenhos nos 3º, 6º, 9º, 12º e 15º anéis, onde se verifica o menor valor no 3º e o maior no 15º e houve aumento dessa variável no sentido radial.

Figura 23 - Comprimento das traqueídes em função do lenho inicial, lenho tardio e número dos anéis de crescimento de P. caribaea var. bahamensis

Obs.: Médias seguidas da mesma letra não diferem entre si pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade.

Para o diâmetro das traqueídes no grupo I verifica-se na Figura 24 que houve diferença estatística significativa entre o lenho inicial (maior valor) e o lenho tardio (menor valor). Para os anéis de crescimento o maior valor foi verificado no 3º anel e o menor no 12º e 15º, houve uma tendência de diminuição do diâmetro das traqueídes no sentido radial.

Figura 24 - Diâmetro tangencial das traqueídes em função do lenho inicial, lenho tardio e número dos anéis de crescimento de P. caribaea var. bahamensis

Obs.: Médias seguidas da mesma letra não diferem entre si pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade.

O diâmetro das traqueídes no grupo II verifica-se na Figura 25 que apresenta diferença estatística significativa entre o lenho inicial (maior valor) e o lenho tardio (menor valor). Para os anéis de crescimento o maior valor foi verificado no 3º anel e o menor no 15º, houve uma tendência de diminuição do diâmetro das traqueídes para as árvores de menor idade, embora não houve diferença estatística significativa para essa variável entre os anéis de crescimento 9º, 12º e 15º.

Figura 25 - Diâmetro tangencial das traqueídes em função do lenho inicial, lenho tardio e número dos anéis de crescimento de P. caribaea var. bahamensis

Obs.: Médias seguidas da mesma letra não diferem entre si pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade.

Para o lume das traqueídes no grupo I na Figura 26 verifica-se que houve diferença estatística significativa entre o lenho inicial (maior valor) e o lenho tardio (menor valor). Para os anéis de crescimento o maior valor foi verificado no 3º anel e o menor no 12º, houve uma tendência de diminuição do lume das traqueídes para as árvores de menor idade no sentido radial.

Figura 26 - Lume das traqueídes em função do lenho inicial, lenho tardio e número dos anéis de crescimento de P.

caribaea var. bahamensis

Obs.: Médias seguidas da mesma letra não diferem entre si pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade.

O lume das traqueídes no grupo II na Figura 27 apresenta diferença estatística significativa entre o lenho inicial (maior valor) e o lenho tardio (menor valor). Para os anéis de crescimento o maior valor foi verificado no 3º anel e o menor no 15º, mas não difere estatisticamente dos valores do 9º e 12°, houve uma tendência de diminuição do lume das traqueídes no sentido radial.

Figura 27 - Lume das traqueídes em função do lenho inicial, lenho tardio e número dos anéis de crescimento de P.

caribaea var. bahamens.

Através dos valores da espessura da parede das traqueídes do grupo I na Figura 28 verifica-se que houve diferença estatística significativa entre o lenho inicial (menor valor) e o lenho tardio (maior valor). Para os anéis de crescimento o menor valor foi verificado no 3º anel e o maior no 12º e 15º, houve uma tendência de aumento da espessura da parede das traqueídes nas árvores de menor idade no sentido radial.

Figura 28 – Espessura da parede das traqueídes em função do lenho inicial, lenho tardio e número dos anéis de crescimento de P. caribaea var. bahamensis

Obs.: Médias seguidas da mesma letra não diferem entre si pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade.

Os valores da espessura da parede das traqueídes do grupo II na Figura29 verifica-se que houve diferença estatística significativa entre o lenho inicial (menor valor) e o lenho tardio (maior valor). Para os anéis de crescimento o menor valor foi verificado no 3º anel e o maior no

12º, houve uma tendência de aumento da espessura da parede das traqueídes nas árvores de

menor idade no sentido radial.

Figura 29 – Espessura da parede das traqueídes em função do lenho inicial, lenho tardio e número dos anéis de crescimento de P. caribaea var. bahamensis

Obs.: Médias seguidas da mesma letra não diferem entre si pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade.

4.2.2 Variação das dimensões das traqueídes entre o 16º (último anel de crescimento)das

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