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Com o objectivo de recolher a informação, com a qual foi elaborada a matriz numérica, procedeu-se à consulta de herbários, bem como a saídas de campo, de modo a poder reunir o máximo de informação sobre distribuição dos taxa objecto de estudo. Os herbários visitados foram os seguintes:

¾ COI – Herbário do Instituto de Botânica “Júlio Henriques” da Universidade de Coimbra.

¾ HESAB – Herbário da Escola Superior Agrária de Bragança.

¾ HVR – Herbário da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (incluindo SPP – Colecção herborizada da Secção de Protecção de Plantas, Divisão de Herbologia, da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro).

¾ LISE – Herbário da Estação Nacional Agronómica Nacional. Oeiras. ¾ LISI – Herbário do Instituto Superior de Agronomia. Lisboa.

¾ PO – Herbário do Instituto de Botânica “Gonçalo Sampaio” da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto.

Com base nesta informação foi elaborada uma matriz que contemplasse a presença/ausência de cada um dos taxa por concelho. Esta foi designada de matriz florística.

Procedeu-se, ao mesmo tempo, à reunião da informação socioeconómica por concelho, designando-a como matriz socioeconómica. Para tal foram consultadas as bases de dados do Instituto Nacional de Estatística, sendo que as variáveis socio- económicas consideradas são as seguintes: a) geográficas; b) usos do solo; c) populacional; d) habitação; e) tratamento de resíduos; f) agrícola; g) florestal; h) consumo energético; i) educação; e j) saúde. Cada uma das variáveis atrás expostas foram por sua vez agrupadas em: i) Geográficas; ii) Usos do solo; e iii) Actividade social.

Material e Métodos

Tabela 2 - Relação dos tipos de variáveis socioeconómicas e respectiva identificação alfabética de cada uma das mesmas.

VARIÁVEIS

ASSOCIADAS VARIÁVEIS IDENTIFICAÇÃO DAS VARIÁVEIS

Geográficas Geográficas A Usos do solo B Agrícola O; P; Q Usos do solo Florestal R Populacional C; D; E; F Habitação G; H; I; J; K; L Tratamento de Resíduos M; N Consumo Energético S; T; U; V; X; Y; Z; AA Educação AB; AC; AD Actividade social

Saúde AE; AF; AG; AH; AI

A partir do código de identificação alfabético, por tipo de variável, são apresentadas as variáveis socioeconómicas utilizadas para caracterizar cada concelho.

A - Área, perímetro, extensão máxima e altimetria por concelho, 2004

A1 – Área (Km2)

A2 – Perímetro (Km)

A3 – Comprimento máximo (Norte-Sul) em Km A4 – Comprimento máximo (Este-Oeste) em Km A5 – Altitude Máxima (m)

A6 – Altitude Mínima (m)

B – Ordenamento do Território por concelho, 2005

B1 – Usos do solo identificados nos PMOT – Urbano

B2 – Usos do solo identificados nos PMOT – Equipamentos e Parques Urbanos B3 – Usos do solo identificados nos PMOT – Industrial

Material e Métodos

C – Lugares censitários segundo os escalões de dimensão populacional, por concelho, 2001

C1 – População residente em locais isolados

C2 – Escalões de dimensão populacional até 1999 habitantes (Total)

C3 – Escalões de dimensão populacional até 1999 habitantes (População residente) C4 – Escalões de dimensão populacional com 2000 ou mais habitantes (Total)

C5 –Escalões de dimensão populacional com 2000 ou mais habitantes (População residente) C6 – Escalões de dimensão populacional de 2000 a 4999 (Total)

C7 – Escalões de dimensão populacional de 2000 a 4999 (População residente) C8 – Escalões de dimensão populacional de 5000 a 9999 (Total)

C9 – Escalões de dimensão populacional de 5000 a 9999 (População residente) C10 – Escalões de dimensão populacional de 10000 a 99999 (Total)

C11 – Escalões de dimensão populacional de 10000 a 99999 (População residente) C12 – Escalões de dimensão populacional com 100000 ou mais (Total)

C13 – Escalões de dimensão populacional com 100000 ou mais (População residente)

D – Estrutura territorial por concelho, 2001 e 2003

D1 – Total de lugares em 2001

D2 – População residente nos lugares em 2001 D3 – Total de cidades estatísticas em 2003

D4 – População residente em cidades estatísticas em 2003 D5 – Vilas em 2003

D6 – Freguesias em 2003

E - Indicadores de população por concelho, 2004

E1 – % de Taxa de crescimento efectivo E2 – % de Taxa de crescimento natural E3 – ‰ de Taxa bruta de natalidade E4 – ‰ de Taxa bruta de mortalidade E5 – ‰ de Taxa de fecundidade geral E6 – Total HM

F – Movimento da população por concelho, 2004 (continua)

Material e Métodos

F3 – Estrangeiros que solicitaram estatuto de residente (HM)

G – Indicadores da construção e habitação por concelho, 2003 e 2004

G1 – Licenciamento de construções novas para habitação familiar em 2004 (N.º de pavimentos por edifício)

G2 – Licenciamento de construções novas para habitação familiar em 2004 (N.º de fogos por pavimento)

G3 – Licenciamento de construções novas para habitação familiar em 2004 (N.º de divisões por fogo)

G4 – Licenciamento de construções novas para habitação familiar em 2004 (Superfície habitável das divisões por m ) 2

G5 – Número em 2004 de reconstruções licenciadas por 100 construções novas licenciadas entre 2002 e 2004

G6 – Conclusão de construções novas para habitação familiar em 2004 (N.º de pavimentos por edifício)

G7 – Conclusão de construções novas para habitação familiar em 2004 (N.º de fogos por pavimento)

G8 – Conclusão de construções novas para habitação familiar em 2004 (N.º de divisões por fogo)

G9 – Conclusão de construções novas para habitação familiar em 2004 (Superfície habitável das divisões em m ) 2

G10 – N.º de reconstruções concluídas por cada 100 construções novas concluídas entre 2002 e 2004

H – Licenças concedidas pelas câmaras municipais para construção por concelho, segundo o tipo de obra, 2004

H1 – Total de Edifícios

H2 – Total de Edifícios para habitação familiar H3 – Total de construções novas de edifícios

H4 – Construções novas de edifícios para habitação familiar H5 – Construções novas de fogos para habitação familiar

Material e Métodos

H7 – Edifícios sujeitos a ampliações, alterações e construções para habitação familiar

I – Fogos licenciados pelas câmaras municipais em construções novas para habitação por concelho, segundo a entidade promotora e a tipologia, 2004

I1 – Total

J - Obras concluídas por concelho, segundo o tipo de obra, 2004

J1 – Total edifícios

J2 – Total de edifícios para habitação familiar J3 – Total edifícios de construções novas

J4 – Edifícios de construções novas para habitação familiar J5 – Construções novas (Fogos para habitação familiar)

J6 – Total de edifícios com ampliações, alterações e reconstruções

J7 – Edifícios com ampliações, alterações e reconstruções para habitação familiar

K - Fogos concluídos em construções novas para habitação por concelho, segundo a entidade promotora e a tipologia, 2004

K1 – Total

K2 – Entidade promotora (pessoa singular) K3 – Entidade promotora (empresa privada) K4 – Entidade promotora (outras entidades) K5 – Tipologia (T0 ou T1)

K6 – Tipologia T2 K7 – Tipologia T3

K8 – Tipologia T4 ou mais.

L - Estimativas do parque habitacional por concelho, 2001/2004

L1 – Edifícios de habitação familiar clássica em 2001 L2 – Edifícios de habitação familiar clássica em 2002 L3 – Edifícios de habitação familiar clássica em 2003 L4 – Edifícios de habitação familiar clássica em 2004 L5 – Alojamentos familiares clássicos em 2001 L6 – Alojamentos familiares clássicos em 2002 L7 – Alojamentos familiares clássicos em 2003

Material e Métodos

L8 – Alojamentos familiares clássicos em 2004

M - Indicadores de ambiente por concelho, 2003 (continua)

M1 – % de população servida por sistemas de abastecimento de água M2 – % de população servida por sistemas de drenagem de águas

M3 – % de população servida por estações de tratamentos de águas residuais (ETAR)

M4 – Consumo de água residencial e dos serviços por habitante em m 3

M5 – Taxa de tratamento de águas residuais em %

N – Abastecimento de água por concelho, 2003

N1 – Total de caudal captado m 3

N2 – Total de caudal captado pelas câmaras municipais e serviços municipalizados

3

m

N3 – Origem superficial do caudal captado pelas câmaras municipais e serviços municipalizados m 3

N4 – Origem subterrâneo do caudal captado pelas câmaras municipais e serviços municipalizados m 3

N5 – Caudal captado por outras entidades gestoras m 3

N6 – Total de caudal tratado m 3

N7 – Total de caudal tratado pelas câmaras municipais e serviços municipalizados

3

m

N8 – Origem superficial do caudal tratado pelas câmaras municipais e serviços municipalizados m 3

N9 – Origem subterrâneo do caudal tratado pelas câmaras municipais e serviços municipalizados m 3

N10 – Caudal tratado por outras entidades gestoras m 3

O – Produção vinícola declarada empresa em mosto por concelho, 2004

O1 – Total (hl)

O2 – Produção de vinho por qualidade, VLQPRD em (hl)

Material e Métodos

O4 – Produção de vinho por qualidade, VLQPRD tinto/rosado em (hl) O5 – Produção de vinho por qualidade, vinho regional branco em (hl) O6 – Produção de vinho por qualidade, vinho regional tinto/rosado em (hl) O7 – Produção de vinho por qualidade, vinho de mesa branco em (hl) O8 – Produção de vinho por qualidade, vinho de mesa tinto/rosado em (hl)

P - Árvores de fruto e oliveiras vendidas pelos viveiristas, por concelho de destino, em 2003/2004 (continua) P1 – Total P2 – Ameixoeiras P3 – Cerejeiras P4 – Damasqueiros P5 – Diospireiros P6 – Laranjeiras P7 – Limoeiros

Q – Produção de azeite por concelho, 2004

Q1 – N.º de lagares em laboração

Q2 – T de azeitona oleificada oleificante Q3 – hl/100kg por quintal de azeitona Q4 – Total de azeite obtido em (hl)

Q5 – Azeite obtido por grau de acidez até 0,8 em hl Q6 – Azeite obtido por grau de acidez de 0,9 a 2,0 em hl Q7 – Azeite obtido por grau de acidez > 2,0 em hl

R – Incêndios florestais e bombeiros por concelho, 2003

R1 – N.º de ocorrências de incêndios florestais R2 – Total de área ardida em ha

R3 – Área ardida de povoamentos florestais em ha R4 – Área ardida de matos em ha

R5 – N.º de corporações de bombeiros R6 – N.º de bombeiros

Material e Métodos

S1 – Total (milhares de KWh) S2 – Doméstico (milhares de KWh) S3 – Agricultura (milhares de KWh) S4 – Indústria (milhares de KWh) S5 – Não doméstico (milhares de KWh) S6 – Tracção (milhares de KWh)

S7 – Aquecimento com contador próprio (milhares de KWh)

S8 – Iluminação dos edifícios do estado / de utilidade pública (milhares de KWh) S9 – Iluminação das vias públicas (milhares de KWh)

T - Consumidores de energia eléctrica por concelho, segundo o tipo de consumo, 2003 T1 – Total (N.º) T2 – Doméstico (N.º) T3 – Agricultura (N.º) T4 – Indústria (N.º) T5 – Não doméstico (N.º) T6 – Tracção (N.º)

U – Empresas por concelho da sede, segundo a CAE-Rev.2.1, 31/12/2004

U1 – N.º total

V – Empresas da indústria transformadora por concelho da sede, segundo a CAE- Rev.2.1, 31/12/2004

V1 – N.º total

X – Sociedades por concelho da sede, segundo a CAE-Rev.2.1, 31/12/2004

X1 – N.º total

Y – Sociedades da indústria transformadora por concelho da sede, segundo a CAE-Rev.2.1, 31/12/2004

Material e Métodos

Z – Pessoal ao serviço nas sociedades da indústria transformadora, por concelho da sede, segundo a CAE-Rev.2.1, 31/12/2003

Z1 – N.º total

AA – Volume de negócios das sociedades por concelho da sede, segundo a CAE- Rev.2.1, 31/12/2003

AA1 – N.º total

AB – Estabelecimentos de ensino por concelho, segundo o ensino ministrado, 2002/2003 e 2004/2005

AB1 – N.º de estabelecimentos de educação pré-escolar público (2002/2003) AB2 – N.º de estabelecimentos de educação pré-escolar privado (2002/2003) AB3 – N.º de escolas do 1º ciclo do ensino básico público (2002/2003) AB4 – N.º de escolas do 1º ciclo do ensino básico privado (2002/2003) AB5 – N.º de escolas do 2º ciclo do ensino básico público (2002/2003) AB6 – N.º de escolas do 2º ciclo do ensino básico privado (2002/2003) AB7 – N.º de escolas do 3º ciclo do ensino básico público (2002/2003) AB8 – N.º de escolas do 3º ciclo do ensino básico privado (2002/2003) AB9 – N.º de escolas do ensino secundário público (2002/2003) AB10 – N.º de escolas do ensino secundário privado (2002/2003) AB11 – N.º de escolas profissionais (2002/2003)

AB12 – N.º de estabelecimentos do ensino superior público (2004/2005) AB13 – N.º de estabelecimentos do ensino superior privado (2004/2005)

AC – Alunos matriculados por concelho, segundo o ensino ministrado, 2002/2003 e 2004/2005

AC1 – N.º de alunos matriculados por estabelecimentos de educação pré-escolar público (2002/2003)

AC2 – N.º de alunos matriculados por estabelecimentos de educação pré-escolar privado (2002/2003)

AC3 – N.º de alunos matriculados por estabelecimentos de educação do 1º ciclo de ensino básico público (2002/2003)

Material e Métodos

AC5 – N.º de alunos matriculados por estabelecimentos de educação do 2º ciclo de ensino básico público (2002/2003)

AC6 – N.º de alunos matriculados por estabelecimentos de educação do 2º ciclo de ensino básico privado (2002/2003)

AC7 – N.º de alunos matriculados por estabelecimentos de educação do 3º ciclo de ensino básico público (2002/2003)

AC8 – N.º de alunos matriculados por estabelecimentos de educação do 3º ciclo de ensino básico privado (2002/2003)

AC9 – N.º de alunos matriculados por estabelecimentos de educação do ensino secundário público (2002/2003)

AC10 – N.º de alunos matriculados por estabelecimentos de educação do ensino secundário privado (2002/2003)

AC11 – N.º de alunos matriculados em escolas profissionais (2002/2003)

AC12 – N.º de alunos matriculados em estabelecimentos do ensino superior público (2004/2005)

AC13 – N.º de alunos matriculados em estabelecimentos do ensino superior privado (2004/2005)

AD - Pessoal docente por concelho, segundo o ensino ministrado, 2002/2003 e 2004/2005

AD1 – N.º de pessoal docente nos estabelecimentos de educação pré-escolar público (2002/2003)

AD2 – N.º de pessoal docente nos estabelecimentos de educação pré-escolar privado (2002/2003)

AD3 – N.º de pessoal docente nos estabelecimentos de educação do 1º ciclo do ensino básico público (2002/2003)

AD4 – N.º de pessoal docente nos estabelecimentos de educação do 1º ciclo do ensino básico privado (2002/2003)

AD5 – N.º de pessoal docente nos estabelecimentos de educação do 2º ciclo do ensino básico público (2002/2003)

AD6 – N.º de pessoal docente nos estabelecimentos de educação do 2º ciclo do ensino básico privado (2002/2003)

AD7 – N.º de pessoal docente nos estabelecimentos de educação do 3º ciclo do ensino básico e secundário público (2002/2003)

Material e Métodos

AD8 – N.º de pessoal docente nos estabelecimentos de educação do 3º ciclo do ensino básico e secundário privado (2002/2003)

AD9 – N.º de pessoal docente nos estabelecimentos de ensino profissional (2002/2003)

AD10 – N.º de pessoal docente nos estabelecimentos de ensino superior público (2004/2005)

AD11 – N.º de pessoal docente nos estabelecimentos de ensino superior privado (2004/2005)

AE – Indicadores de saúde por concelho, 2003 (continua)

AE1 – N.º de enfermeiros por 1000 habitantes AE2 – N.º de médicos por 1000 habitantes

AE3 – N.º de farmácias e postos de medicamentos por 1000 habitantes AE4 – N.º de internamentos por 1000 habitantes

AE5 – N.º de intervenções de grande e média cirurgia por dia AE6 – N.º de consultas por habitantes

AE7 – N.º de camas por 1000 habitantes AE8 – % de taxa de ocupação de camas

AF – Indicadores de saúde por concelho, 2003 (continuação) AF1 – Taxa média de mortalidade infantil (1999/2003) AF2 – Taxa média de mortalidade neonatal (1999/2003)

AF3 – Taxa bruta de mortalidade por doenças do aparelho circulatório AF4 – Taxa bruta de mortalidade por tumores malignos

AF5 – Taxa de incidência de doenças de declaração obrigatória

AG – Hospitais por concelho, 2003

AG1 – N.º total de hospitais AG2 – N.º de hospitais oficiais AG3 – N.º de hospitais privados AG4 – N.º de camas

AG5 – N.º de salas de operações AG6 – N.º de internamentos

Material e Métodos

AG8 – N.º de pessoal ao serviço (total) AG9 – N.º de pessoal ao serviço (médico) AG10 – N.º de pessoal ao serviço (enfermagem)

AH – Farmácias e postos de medicamentos por concelho, 2003

AH1 – N.º de farmácias e postos de medicamentos AH2 – N.º de farmácias

AH3 – N.º de postos de medicamentos AH4 – N.º de farmacêuticos de oficina AH5 – N.º de profissionais de farmácia

AI – Médicos por concelho de residência, segundo a especialidade por concelho, 2003

AI1 – N.º Total

Contabilizando o nº de variáveis socioeconómicas, obtém-se 209 variáveis.

3.3E

LABORAÇÃO DAS MATRIZES NUMÉRICAS

,

ELABORAÇÃO DOS

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