Data Structures and Basic Algorithms
5.1 Problem Formulation
Segundo Garcia (2010), a formação com vista ao “ser professor” é um longo processo e estou certa de que o mesmo se prolonga ao longo de toda a carreira. Aliás, Rossi e Hunger (2012) identificaram quatro fases na carreira do
professor de EF, e na terceira fase (a mais longa, que dura entre os sete e os vinte e cinco anos de carreira), os autores salientaram ainda o desafio e a busca por diferentes abordagens. Por outro lado, a fase de entrada na carreira, que se prolonga durante os três primeiros anos, é baseada na procura e descoberta de melhorias pedagógicas. No entanto, cada professor tem uma identidade própria e distinta e, por isso, as opções e as atitudes que toma, a forma como se relaciona com o meio envolvente ou a utilização de diferentes pedagogias podem variar. Isto poderá resultar numa busca constante pela melhoria pedagógica ou pela entrada na carreira, marcada pelos desafios ou por qualquer outra caraterística presente noutras etapas (Godtsfriedt, 2016).
Cunha (2008) entende que a formação contínua nasce da tomada de consciência de que acontecem transformações sociais e que, por estes motivos, os saberes não são eternos. Com efeito, o professor deve valorizar o seu crescimento e a sua formação contínua, permitindo-lhe renovar as suas práticas, considerando o contexto no qual se insere e na variabilidade de alunos com que se relaciona (Hammond & Snyder, 2000). Para que estas mudanças se verifiquem é importante que o professor esteja disponível para levar a cabo um processo reflexivo, de constante análise de expectativas (Larrivee, 2008).
Acredito que a perspetiva de formação contínua dotará ainda o professor de uma bagagem cada vez mais completa para lidar com diferentes alunos, diferentes turmas e de se integrar em diferentes escolas. A criação de algumas rotinas simples poderão ajudar na sua organização, mas as mesmas poderão provocar alguns sentimentos de frustração (Larrivee, 2008). Durante este ano de estágio tive pouco espaço para criar as minhas próprias rotinas, no entanto, foram criadas algumas com as turmas com as quais tive oportunidade de me relacionar e de aprender. Todas elas foram baseadas na organização de aula, principalmente no início das mesmas. Com as turmas dos 1º e 2º ciclos, as rotinas eram partilhadas com a Mafalda e estavam presentes, principalmente, na chegada dos alunos ao espaço da aula. Com a minha turma residente, as rotinas foram-se alterando em cada UD, conforme as exigências especificas de cada uma delas.
162
Penso que, muitas vezes, as rotinas se instauram ao longo dos anos e que se torna difícil para os professores alterá-las. Com o avançar da idade e o acumular dos anos de carreira, em muitos casos, o cansaço torna-se notório e poderá ter consequências que afetam o desempenho dos professores. Curiosamente, num dos dias em que estive na escola encontrei um panfleto na sala dos professores, onde estava explícito que 50% dos professores em Portugal têm 50 anos ou mais, e que apenas 0,1% tinham idade igual ou inferior a 30 anos. Face ao cansaço profissional que a docência provoca e a todas as alterações nas crianças, não seria pertinente alterar este paradigma e “renovar” a Educação? Os alunos não querem saber da escola, os professores não têm predisposição nem ferramentas para envolver os alunos na escola, então qual será o futuro da escola em Portugal?
Em linha com Garcia (2010), a construção da identidade docente inicia- se no período de estudante e consolida-se ao longo da formação inicial, fruto de uma construção pessoal e profissional influenciada por aspetos sociais, pessoais e cognitivos. Na busca por esta identidade, no primeiro ano do mestrado, realizei um trabalho cujo objetivo era confrontarmo-nos com as nossas caraterísticas enquanto professores e procurarmos resolvê-las. Apesar de, na altura, ter um contacto muito reduzido com a docência, a minha análise foi feita com base na minha função de treinadora em dois clubes. Nesse trabalho, identifiquei como principais eixos de progressão a calma, o foco do feedback e a postura adequada. Durante o ano de estágio consegui melhorar todas estas caraterísticas, sendo o feedback aquele que requer ainda mais investimento. Pessoalmente, considero que o 2º período representou um crescimento mais rápido e mais valioso, ao passo que no 1º período as preocupações estavam muito mais centradas em cada uma das aulas com a turma residente. O aumento do volume do tempo de aulas (foi no 2º período que iniciamos o processo com a turma partilhada) alterou-me um pouco o “chip”, fazendo com que estivesse mais pronta e predisposta a resolver problemas de forma imediata. De acordo com Garcia (2010) o modo como os docentes percecionam o seu trabalho, assim como as suas fontes de satisfação e insatisfação, derivam da sua identidade profissional. No meu caso,
entendo que esta construção foi fortemente influenciada pelos aspetos sociais, na medida em que convivi, diariamente, com a Mafalda, uma pessoa bastante diferente de mim, mas com a qual aprendi imenso. Por outro lado, as minhas caraterísticas pessoais foram também bastante marcantes, pelo que tentei sempre enquadrar as aprendizagens com alguns valores e caraterísticas que também se alteraram, tal como foi relatado ao longo do presente documento.
Almeida, A., Portela, A., & Ávila-Carvalho, L. (2013). A Dança na aula de Educação Física: opinião dos alunos. In P. Batista, P. Queirós & R. Rolim (Eds.), Olhares sobre o Estágio Profissional em Educação Física (pp. 149-165). Porto: FADEUP.
Almeida, J., Leandro, T., & Batista, P. (2013). Dilema e dificuldades do estudante-estagiário no decurso do estágio profissional: estudo centrado na relação professor-aluno. In P. Batista, P. Queirós & R. Rolim (Eds.), Olhares sobre o Estágio Profissional em Educação Física (pp. 208-226). Porto: FADEUP.
Amado, J. (2001). A indisciplina e a formação do professor competente. Seminário Modelos e práticas de formação inicial de professores, 1-19. Araújo, F. (2017). A avaliação e a gestão curricular em Educação Física–um
olhar integrado. Boletim Sociedade Portuguesa de Educação Física(32), 121-133.
Azevedo, A. A., & Wiltemburg, V. A. (2013). Professores iniciantes e o 'choque de realidade'- o que nos revelam algumas pesquisas. Comunicação apresentada em XI Congresso Nacional de Educação EDUCERE, Brasil. Barros, I., Gomes, P., Pereira, A. L., & Batista, P. (2012). Experiências prévias na (re)configuração da identidade profissional: um estudo como estudantes estagiários de educação física. Ágora para la ef y el deporte, 14, 303-319.
Batista, P., & Queirós, P. (2013). O estágio profissional enquanto espaço de formação profissional In P. Batista, P. Queirós & R. Rolim (Eds.), Olhares sobre o Estágio Profissional em Educação Física (pp. 31-52). Porto: FADEUP.
Batista, P., & Queirós, P. (2015). (Re)colocar a aprendizagem no centro da Educação Física. In R. Rolim, P. Batista & P. Queirós (Eds.), Desafios renovados para a aprenidzagem em Educação Física (pp. 29-43). Porto: FADEUP.
168
Betti, M., & Zuliani, L. R. (2002). Educação Física escolar: Uma proposta de diretrizes pedagógicas. Revista Mackenzie de Educação Física e Esporte, 1, 73-81.
Black, P., & Wiliam, D. (2005). Inside the black box: Raising standards through classroom assessment: Granada Learning.
Black, P., & Wiliam, D. (2009). Developing the theory of formative assessment. Educational Assessment, Evaluation and Accountability, 21, 5-31.
Bratifische, S. A. (2003). Avaliação em Educação Física: um desafio. Maringá, 14, 21-31.
Caires, S. (2003). Vivências e percepções do estágio pedagógico: A perspectiva dos estagiários da Universidade do Minho. Tese de Doutoramento em Psicologia. Braga: Universidade do Minho.
Cardoso, A. P. (2014). Inovar com a investigação-ação: Desafios para a formação de professores. Coimbra: Imprensa da Universidade de Coimbra.
Carvalho, L. d. M. D. d. (2017). Avaliação das Aprendizagens em Educação Física. Sociedade Portuguesa de Educação Física 135-151.
Carvalho, R. G. G. (2006). Cultura global e contextos locais: a escola como instituição possuidora de cultura própria. Revista Iberoamericana de Educación, 39(2), 5.
Chappuis, J. (2015). Helping students understand assessment. Educational Leadership, 39-43.
Chng, L. S., & Lund, J. (2018). Assessment for Learning in Physical Education: The What, Why and How. Journal of Physical Education, Recreation & Dance, 89, 29-34.
Claro, R. d. S., & Filgueiras, I. P. (2009). Dificuldades de gestão de aula de professores de Educação Física em início de carreira na escola Revista Mackenzie de Educação Física e Esporte, 9-24.
Coutinho, B. L. M., Feitosa, A. A., Diniz, C. B. C., Ramos, J. L. S., Ribeiro, L. Z., Amorim, S. R., Castro, C. F. D. d., & Bezerra, I. M. P. (2017). Alcohol and drugs in adolescence: work process in health in school program. Journal of Human Growth and Development, 27(1), 28-34.
Crum, B. (2013). How to pave the road to a better future for physical education. Journal of Physical Education & Health-Social Perspective, 2(3), 53-64. Crum, B. J. (1993). Conventional thought and practice in physical education:
Problems of teaching and implications for change. Quest, 45(3), 339- 356.
Cunha, A. C. (2007). O Futuro: novas tarefas formativas e interventivas. In A Educação Física em Portugal. Os desafios na formação de Professores (pp. 43-104). Porto: Estratégias Criativas.
Cunha, A. C. (2008). A formação de professores. In Ser professor- Bases de uma sistematização teórica (pp. 114-161). Braga: Casa do Professor. Ferraz, J., Portela, A., & Ávila-Carvalho, L. (2013). Análise dos
Comportamentos do Aluno e do Professor numa Unidade Didática de Dança. In P. Batista, P. Queirós & R. Rolim (Eds.), Olhares sobre o Estágio Profissional em Educação Física (pp. 167-191). Porto: FADEUP. Ferreira, C. t. (2013). O testemunho de uma Professora-Estagiária para um
Professor-Estagiário: Um olhar sobre o Estágio Profissional. In P. Batista, P. Queirós & R. Rolim (Eds.), Olhares sobre o Estágio Profissional em Educação Física (pp. 105-146). Porto: FADEUP.
Freita, R. M. K. (2007). Marcadores Discursivos não são vícios de Linguagem. Interdisciplinar, 22-43.
Garcia, C. M. (2010). O professor iniciante, a prática pedagógica e o sentido da experiência. Formação Docente, 2, 11-49.
Garganta, J., Guilherme, J., Barreira, D., Brito, J., & Rebelo, A. (2015). Fundamentos e práticas para o ensino e treino do futebol. In F. Tavares (Ed.), Jogos desportivos coletivos: Ensinar a jogar (pp. 199-264). Porto: Editora FADEUP.
Garganta, R., & Santos, C. (2015). Proposta de um sistema de promoção da atividade física / exercício físico, com base nas ‘’novas’’ perspetivas do treino funcional. In R. Rolim, P. Batista & P. Queirós (Eds.), Desafios renovados para a aprendizagem em Educação Física (pp. 127-157). Porto: Editora FADEUP.
170
Godtsfriedt, J. (2016). Ciclos de vida profissional na carreira docente: revisão sistemática da literatura. Corpoconsciência, 19(2), 9-17.
Gomes, P., Pereira, A. L., Graça, A., Queirós, P., & Batista, P. (2014). O estágio profissional em análise: Estudo com estudantes estagiários de educação física. Revista da Sociedade Científica de Pedagogia do Desporto, 4, 37-47.
Gomes, P., Queirós, P., & Batista, P. (2014). A socialização antecipatória para a profissão docente: estudo com estudantes de Educação Física. Revista da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, 28, 167-192. Gopinath, B., Hardy, L. L., Baur, L. A., Burlutsky, G., & Mitchell, P. (2012).
Physical activity and sedentary behaviors and health-related quality of life in adolescents. Pediatrics-English Edition, 130(1), 167-174.
Graça, A. (2015). O discurso pedagógico em Educação Física. In R. Rolim, P. Batista & P. Queirós (Eds.), Desafios renovados para a aprenidzagem em Educação Física (pp. 13-27): FADEUP.
Graça, A., & Mesquita, I. (2015a). Modelos de Ensino dos Jogos Desportivos. In A. Rosado & I. Mesquita (Eds.), Pedagogia do desporto (pp. 131-163): FMH Edições.
Graça, A., & Mesquita, I. (2015b). Modelos e conceções de ensino dos jogos desportivos. In F. Tavares (Ed.), Jogos desportivos coletivos: Ensinar a jogar (pp. 9-54). Porto: Editora FADEUP.
Group, A. R. (2002). Consult. 21 Janeiro, 2019, disponível em
https://www.assessmentforlearning.edu.au/default.asp
Hammond, L., & Snyder, J. (2000). Authentic assessment of teaching in context. Teaching and teacher education, 16(5-6), 523-545.
Harvey, S., Pill, S., & Almond, L. (2018). Old wine in new bottles: a response to claims that teaching games for understanding was not developed as a theoretically based pedagogical framework. Physical Education and Sport Pedagogy, 23(2), 166-180.
Hastie, P. (2012). The nature and purpose of Sport Education as an educational experience. In P. Hastie (Ed.), Sport Education; International perspectives (pp. 1-12). Reino Unido: Routledge.
Hebert, J., Moller, N. C., Andersen, L., & Wedderkopp, N. (2015). Organized sport participation is associated with higher levels of overall health- related physical activity in children (CHAMPS study-DK). PLOS ONE, 10(8).
Henrique, J., & Januário, C. (2009). A competência percebida pelos alunos, as expectativas do professor e o desempenho académico: como se relacionam na disciplina de educação física? Revista Portuguesa de Ciências do Desporto, 6(2), 194-204.
Iza, D. F. V., & Neto, S. d. S. (2015). Os desafios do estágio curricular supervisionado em Educação Física na parceria entre a Universidade e escola. Movimento, 21, 111-124.
Kent, M. (2006). The Oxford dictionary of sports science and medicine (Vol. 56). New York: Oxford University Press
Kopcakova, J., Veselska, Z., Geckova, A., van Dijk, J., & Reijneveld, S. (2014). Is being a boy and feeling fat a barrier for physical activity? The association between body image, gender and physical activity among adolescents. International Journal of Environmental Research and Public Health, 11(11), 11167-11176.
Larrivee, B. (2008). Meeting the Challenge of Preparing Reflective Practitioners. The New Educator, 87-106.
Leirhaug, P. E., & Annerstedt, C. (2015). Assessing with new eyes? Assessment for learning in Norwegian physical education. Physical Education and Sport Pedagogy, 21(6), 616-631.
Lima, T. (1989a). Aprender para jogar ou jogar para aprender? . In Educação Física e Desporto- Temas e reflexões (pp. 100 a 102): Lisboa: Livros Horizonte.
Lima, T. (1989b). O diálogo necessário. In Educação Física e Desporto- Temas e reflexões (pp. 52 e 53): Lisboa: Livros Horizonte.
Lima, T. (1989c). Os significados da Educação Física. In Educação Física e Desporto- Temas e reflexões (pp. 39 a 41): Lisboa: Livros Horizonte. Lopes, M. C. d. S. (2013). A atual formação de professores no contexto do
172
López-Pastor, V. M., Kirk, D., Lorente-Catalán, E., MacPhail, A., & Macdonald, D. (2013). Alternative assessment in physical education: a review of international literature. Sport, Education and Society, 18(1), 57-76.
MacPhail, A., & Halbert, J. (2010). We had to do intelligent thinking during recent PE: students’ and teachers’ experiences of assessment for learning in post-primary physical education. Assessment in Education: Principles, Policy & Practice, 17, 23-39.
Marcon, D., Nascimento, J. V. d., & Graça, A. (2012). Desenvolvimento das competências pedagógicas nas práticas como componente curricular das disciplinas esportivas na formação inicial em Educação Física. In Educação Física: formação e regulamentação profissional. Santa Maria: Argos.
McConnell, K. (1985). Fitness Education. In A. Jewett & L. Bain (Eds.), Translating theory into physical education curriculum models. The curriculum process in physical education (pp. 367-387): Pacific Lutheran Univesity.
Mesquita, I., Afonso, J., Coutinho, P., & Araújo, R. (2015). Modelo de abordagem progressiva ao jogo no ensino do voleibol: conceção, metodologia, estratégias pedagógicas e avaliação. In F. Tavares (Ed.), Jogos desportivos coletivos: Ensinar a jogar (pp. 73-122): Editora FADEUP.
Mesquita, I., & Graça, A. (2015). Modelos instrucionais no ensino do desporto. In A. Rosado & I. Mesquita (Eds.), Pedagogia do desporto (pp. 39-68): FMH Edições.
Moreira, A. F. B., & Candau, V. M. (2003). Educação escolar e cultura(s): construindo caminhos. Revista Brasileira de EducaÎão, 23, 156-168. Morgan, P. J., & Hansen, V. (2008). The relationship between PE biographies
and PE teaching practices of classroom teachers. Sport, Education and Society, 13, 373-391.
Moura, A. (2003). Desenho de uma pesquisa: Passos de uma Investigação- Ação. Educação, 28(1), 9-32.
Nono, M. v., & Mizukami, M. d. G. a. (2007). Processos de formação de professoras iniciantes. Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos, 382-400.
Nóvoa, A. (2009). Para uma formação de professores construída dentro da profissão. In Professores: Imagens do futuro presente (pp. 25-47). Lisboa: EDUCA.
Oliveira, I., & Serrazina, L. (2002). A reflexão e o professor como investigador. Reflectir e investigar sobre a prática profissional, 29, 29-42.
Oliveira, R. C., & Daolio, J. (2011). Educação intercultural e educação física escolar: possibilidades de encontro. Pensar a Prática, 14(2), 1-11.
Ortega, F., Ruiz, J., Castillo, M., & Sjöström, M. (2008). Physical fitness in childhood and adolescence: a powerful marker of health. International journal of obesity, 32(1), 1-11.
Penney, D., & Clarke, G. (2005). Inclusion in sport education. In D. Penney, G. Clarke, M. Quill & K. G. (Eds.), Sport education in physical education: research based practice (pp. 41-54). Illinois: Routledge.
Peralta, M., Carrilho, D., Maurício, Í., de Sousa, P. M. L., Costa, S., & da Cunha, A. M. (2015). Correlatos da participaçao no desporto escolar nos ensinos regular e militar o papel do sexo, idade, estatuto socioeconómico e das atitudes. Revista iberoamericana de psicología del ejercicio y el deporte, 10(1), 133-138.
Pimenta, S. G. (1996). Formação de professores: saberes da docência e identidade do professor. Revista da Faculdade de Educação, 22(2), 72- 89.
Pol, M., Hloušková, L., Novotný, P., & Zounek, J. i. (2007). Em busca do conceito de cultura escolar: Uma contribuição para as discussões actuais. Revista Lusófona de Educação, 10, 63-79.
Queirós, P. (2017). Da formação à profissão: Reflexões acerca do “como” se pode ensinar a ser professor. Educação, Sociedade e Culturas, 50, 99- 119.
174
Resende, R., Mendes, C., Lima, R., Pimenta, N., Castro, J., & Sarmento, H. (2014). Desporto escolar: A opinião dos alunos de uma escola citadina. Revista da Sociedade Científica de Pedagogia do Desporto, 1(3), 4-10. Ribeiro, A. S., Cavalcanti, J., & Cruz, M. (2010). Perspectivas actuais da
Educação Intercultural na promoção de uma escola Inclusiva. Saber & Educar(15).
Ribeiro, M. d. G. C., Junior, A. F., & Vilela, M. C. (1999). Dança e atividade física. In Uma introdução à Educação Física (pp. 285-309). Brasil: Corpus.
Rolim, R., & Garcia, R. (2008). Atletismo Arquipélago de Técnicas, Cores e Sabores. O Atletismo em Idades Púberes e Pós-Púberes: FADEUP. Rosado, A., & Ferreira, V. (2015). Promoção de ambientes positivos de
aprendizagem. In A. Rosado & I. Mesquita (Eds.), Pedagogia do desporto (pp. 185-206). Lisboa: FMH Edições.
Rosado, A., & Mesquita, I. (2015). Melhorar a aprendizagem optimizando a instrução. In A. Rosado & I. Mesquita (Eds.), Pedagogia do desporto. Lisboa: FMH Edições.
Rossi, F., & Hunger, D. A. C. F. (2012). As etapas da carreira docente e o processo de formação continuada de professores de Educação Física. Revista Brasileira de Educação Física e Esporte, 323-338.
Santana, C. C. d. A., Andrade, L. P. d., Gama, V. D. d., Mota, J., & Prado, W. L. d. (2013). Associação entre estado nutricional e aptidão física relacionada à saúde em crianças. Revista da Educação Física, 24(3), 433-441.
Santos, J. A. (2015). A Escola e o Desporto. Revista Portuguesa de Ciências do Desporto, 15(2), 96-103.
Sarmento, P. (2004a). A aprendizagem e o processo metodológico. In Pedagogia do Desporto e Observação (pp. 22-68). Lisboa: FHM Edições.
Sarmento, P. (2004b). O desporto como pedagogia. In Pedagogia do Desporto e Observação (pp. 130-160). Lisboa: FMH Edições.
Sarmento, P. (2004c). A pedagogia do Desporto. In Pedagogia do Desporto e Observação. Lisboa: FMH Edições.
Sérgio, M. C. (2014). Formação de professores e Prática Pedagógica: um diálogo possível. In P. Queirós, P. Batista & R. Rolim (Eds.), Formação inicial de Professores: Reflexão e investigação da prática profissional (pp. 11-26). Porto: FADEUP.
Siedentop, D. (1994). Sport education: Quality PE through positive sport experiences. Illinois: Human Kinetics Publishers.
Slade, D. G. (2010). Games model instruction: The Teaching Games for Understanding (TGfU) Model. In Transforming play: Teaching tactics and game sense. USA: Human Kinetics.
Smith, T. K. (1997). Authentic assessment: Using a portfolio card in physical education. Journal of Physical Education, Recreation & Dance, 68(4), 46- 52.
Sousa, C., Freitas, G., & Batista, P. (2015). Caraterização dos niveis de atividade e da composição corporal de alunos do ensino secundário de uma escola da região do Funchal…. In R. Rolim, P. Batista & P. Queirós (Eds.), Desafios renovados para a aprendizagem em Educação Física (pp. 189-202). Porto: FADEUP.
Sousa, L. A. d., Silva, A. G. d., Medeiros Filho, A. E. C. d., Silva, C. S. d., de Carvalho, A. B. L., & Pontes Junior, J. A. d. F. (2016). Objetivos de ensino da Educação Física nos fatores de atividade física e saúde e formação humana: validação da escala de percepção discente. Motricidade, 12, 85-94.
Sousa, M. J., & Baptista, C. S. (2012). Como fazer investigação, dissertações, teses e relatórios: Segundo Bolonha. Lisboa: Lidel.
Souza, D. B. d. (2009). Os dilemas do professor iniciante: reflexões sobre os cursos de formação inicial. Revista multidisciplinar da UNIESP, 8, 35-45. Tan, C. W. K., Chow, J. Y., & Davids, K. (2012). ‘How does TGfU work?’:
examining the relationship between learning design in TGfU and a nonlinear pedagogy. Physical education and sport pedagogy, 17(4), 331- 348.
176
Vaz, J., Vieira, L. P., & Queirós, P. (2015). Niveis de motivação dos alunos para as aulas de educação física: estudo numa turma do 12º ano de escolaridade…. In R. Rolim, P. Batista & P. Queirós (Eds.), Desafios renovados para a aprendizagem em Educação Física (pp. 269-296). Porto: FADEUP.
Veigas, J., Catalão, F., Ferreira, M., & Boto, S. (2009). Motivação para a prática e não prática no desporto escolar. O portal dos psicólogos Consult. 10 de Maio 2019, disponível em http://www.psicologia.com.pt/artigos/textos Vickers, J. (1990). Instructional design for teaching physical activities: A knowledge structures approach. Champaign, Illinois: Human Kinetics Books.
Wiliam, D. (2011). Embedded formative assessment: Solution Tree Press. William, D. (2011). What is assessment for learning? Studies in Educational
Anexo 1- Questionário de final de ano efetuado aos alunos da turma residente
180 Anexo 2- Cartaz “Fit Day”
Anexo 3- Planeamento Anual de Aptidão Física
PLANEAMENTO ANUAL DA APTIDÃO FISICA
CONDIÇÃO FÍSICA/ MODALIDADES
2º PERÍODO 3º PERÍODO
NATAÇÃO VOLEIBOL ACROBÁTICA DANÇA ORIENTAÇÃO
Nº AULAS 12 de 90’ 7 de 90’ 7 de 90’ 7 de 90’ 6 de 90’ CA PA CI D AD ES CO N D ICI O N AI S RESISTÊNCIA Capacidade de nadar variadas distâncias, resistindo à fadiga Capacidade de trabalhar de forma continuada os vários exercícios, mantendo o nível
de exigência. Capacidade de suportar a fadiga, resistindo a grandes distâncias FORÇA Capacidade de suportar e ultrapassar as resistências
impostas pelo meio aquático, aproveitando
todas as braçadas e pernadas
Capacidade de se superar e/ou de se opor às resistências dos vários movimentos de salto e deslocamento, no voleibol
Capacidade de se opor às resistências, utilizando a força dos
MI e dos MS para o trabalho dos bases de forma a garantir a estabilidade da figura, bem como a
força essencial para manutenção de uma postura correta na função
de volante
VELOCIDADE
Capacidade de realizar movimentos cíclicos, no
menor tempo possível
De Reação – Capacidade de reagir rapidamente a uma
situação de jogo, selecionando a melhor
182
FLEXIBILIDADE
Capacidade de realizar movimentos de grande amplitude articular, o
que permitirá mais sucesso nas posturas das diferentes figuras
Capacidade de realizar movimentos de grande amplitude articular durante
as coreografias CA PA CI D AD ES CO O RD EN ATI VA S DESTREZA GERAL Capacidade de controlar o seu próprio corpo, consciencializando-se do mesmo e coordenando os vários segmentos corporais Capacidade de controlar os seus movimentos, concretizando a intenção que
lhes deu origem
Capacidade de realizar um conjunto de movimentos pretendidos, com alguma facilidade
e fluidez
Capacidade de controlar e ter consciência do seu
próprio corpo, o que permite uma melhor fluidez