2.2 Distribution de probabilit´e mal connue
2.2.2 Probl`emes de codage
Resumo
A autora da tese, Julia Komarova (2016), apresenta as possíveis melhorias que podem ser efetuadas nas operações do armazenamento da empresa “CKBM”, visto que esta apresenta graves problemas relacionados com a gestão do armazém.
O método de pesquisa utilizado ao longo deste processo é qualitativo, pois os dados foram recolhidos, analisados e trabalhados com novas ideias, dando origem a um resultado.
As observações apresentadas na tese são fruto de um estágio realizado pela autora na empresa, onde foi fornecida à mesma alguns dados básicos, tabelas contabilísticas e relatórios. Foi ainda tomado em conta o conhecimento e a experiência dos trabalhadores da empresa, complementando com informação encontrada em livros, artigos e publicações na internet. A autora inclui também o seu conhecimento, experiência e ideias. Ao longo deste processo a autora pretende criar soluções para o problema da gestão do armazém, tornando-o mais eficiente, de forma a responder às necessidades da empresa.
Palavras-chave: Melhoria do armazém; plano; sistema de rotulagem; indicadores chaves de desempenho.
1. Introdução
Na origem do problema de organização do armazém está a má utilização do layout (plano), a inexistência de um sistema de rotulagem e de KPI (indicador chaves).
Apesar da “CKBM” ser uma empresa única, sem concorrência no mercado, esta luta pela satisfação do cliente, pelo aumento do número de encomendas e também pelo aumento do lucro leva à exigência de uma boa organização por parte do armazém. A melhoria destas instalações passa pela proposta de mudança para aumentar a otimização das atividades do armazém. Para alcançar este objetivo primeiramente foi efetuada uma análise do estado em que se encontrava o departamento e após este processo, o armazém deveria ter capacidade para uma maior intervenção, sendo esta de maquinaria e equipamentos.
Tendo em conta o estado do departamento foram estabelecidos objetivos que passavam pelo planeamento de um novo espaço, mudanças na reposição das prateleiras nos corredores, formular um planeamento que se adeque a um melhor uso do recurso chave (força de trabalho) e por fim, tornar mais eficaz o sistema de rotulagem de prateleira.
Este artigo dá a conhecer a situação em que a empresa russa se encontrava nas suas diversas áreas, focando-se na identificação dos seus problemas e apresentando uma proposta de resolução, segundo a avaliação feita pela autora da tese.
2. Revisão de literatura
Para um bom desempenho das operações no armazém é preciso ter em conta um conjunto de ferramentas.
A logística é a primeira a se ter em consideração, pois segundo Ed. Cooper (1994) esta “é a gestão estratégica de movimento, armazenamento e informação relativa aos materiais, peças e produtos acabados em cadeias de distribuição (…) Seu objetivo geral é contribuir para a máxima rentabilidade atual e futura, através do custo efetivo do cumprimento dos pedidos dos clientes”. Já de acordo com o Instituto do Reino Unido de Logística e Transportes (1998) a “logística é o posicionamento de recursos no momento certo, no lugar certo, pelo preço certo, com a qualidade certa.” Deste modo definimos esta como sendo flexível e dinâmica, tendo em conta a sua relação próxima com as cadeias de distribuição, gestão de materiais e distribuição.
A cadeia de distribuição é outra ferramenta importante, segundo Hugos (2003) esta “(...) é constituída por três ou mais partes envolvidas nos movimentos a montante e a jusante de produtos, materiais ou informações das fontes de matérias-primas para o cliente final”. Já de acordo com Wailgum (2007) “A cadeia de distribuição é tão forte quanto o seu elo mais fraco. E por saber como fazer parte de uma forte cadeia de distribuição, sendo forte em sim, a empresa pode aumentar a sua vantagem competitiva e desenvolver- se como líder do mercado”. Assim sendo, esta deve ser reforçada pela otimização dos seus recursos.
Outra ferramenta é a Leon production, que segundo Lonnie Wilson (2011, 10) “(…) os processos são normalmente caraterizados por um fluxo de previsibilidade, que reduzem significativamente as incertezas e caos de plantas de fabrico típicos. As pessoas trabalham com uma maior confiança, com maior facilidade e com maior paz do que uma instalação típica de fabricação caótica”. Já S. Emmett (2005) diz que “No processo de fabricação, se um item com defeito é produzido, ele simplesmente acaba como desperdício e é colocado na sucata que depois é deitada fora. Para gerar sucata e encomendar coisas que permanecerão no armazém até que sejam descartadas. Isto também ocupa muito espaço no armazém que não pode ser utilizado para outras tarefas.”
Logo, a Lean Production é tida como a ferramenta de poupança que deve ser implementada para que haja uma menor utilização de material, um menor uso de
investimento, uma menor utilização de inventário, consumindo um menor espaço e requerendo, assim, de menos trabalhadores.
O armazém, em si, é o elemento fundamental desta operação, logo, tem de ter em conta certos aspetos como refere (Langevin & Riopel, 2005). “As especificações do sistema de armazém providencia a presença de reservas, consideradas como um fator essencial para assegurar um certo nível de serviço ao cliente. Por sua vez, os consumidores acreditam que provoca a formação de reservas para garantir a continuidade do processo de produção, a procura de um fluxo suave e proporcionar um embarque rápido diante da procura inesperada de diversos produtos. A logística tende a minimização do inventário, portanto o armazém providencia a elevação de mecanismos e dispositivos especiais para o armazenamento de materiais, de maneira a cumprir os pedidos de rede de logística.” (Richards, 2011) complementa esta ideia dizendo que “Nos últimos anos, o principal foco do desenvolvimento do armazenamento foi o aumento da flexibilidade e a eficiência do uso da informação tecnológica que é necessária para atender à crescente procura dos clientes para o tipo e as condições de fornecimento. Melhorando as tecnologias de informação, automatizando os processos de armazenamento para o aumento da flexibilidade, possibilitando os operadores do armazém de terem uma capacidade de resposta rápida às mudanças e ao acesso aos resultados das atividades em vários cenários.” Este acrescenta também que “A forma dos acessórios distingue os armazéns para tais fins: uso individual, um pertencente à empresa, a cooperativa construiu várias empresas que utilizam o mesmo armazém, armazém alugado, a companhia tem o seu próprio armazém, instalações municipais ou do Estado.” Em relação à organização do armazenamento (David E. Mulcahy 1993.) diz-nos que “Na maioria dos casos, o projeto de processos de manufatura “magra” fornece as soluções ótimas com o acumular de matérias-primas, produtos semiacabados numa parte especifica da cadeia de suprimentos, por um período de tempo. Os armazéns são organizados no sistema de logística. O fabricante precisa dos armazéns de matérias primas e materiais de partida necessários, que são fornecidos para um processo de produção contínuo. O armazenamento com produtos acabados permite manter o stock, garantindo a continuidade da distribuição. Uma boa organização do sistema de logística não pode existir sem armazéns. A harmonia na logística é conseguida pela boa combinação de armazenamento e os métodos corretos de transporte dos bens desde a primeira fonte de matérias primas até ao consumidor final.” Nas operações do armazém, (Neuman and
Morgenstern (1944)) mostram quais são as funções básicas: “Armazenamento dos bens; movimento dos bens; gestão de informação; proteção dos bens; rolamento de risco; financiamento; processamento; classificação e marcação.” Assim, podemos afirmar que o Armazém é o elemento fundamental para um bom desempenho da atividade da empresa devido às responsabilidades que a ele estão associadas.
Outra ferramenta fundamental é o plano. Segundo (Richards 2011) “O objetivo do plano do armazém é otimizar as funções de armazenamento e alcançar a máxima eficiência e utilização do espaço.” Assim, percebemos que o plano constitui um elemento chave para um bom desempenho devido à sua direção para a organização do departamento.
Os códigos de barras fazem parte do leque de ferramentas de um armazém. Segundo (Jon Schreibfeder, 2010) “A tecnologia dos códigos de barras eliminam o material de difícil acesso ou flutuante num armazém. O material flutuante ocorre apenas em armazéns que usem documentos em papel. Com os códigos de barras, é fácil identificar onde e em que quantidade estão localizados os produtos, quando for necessário.” A utilização dos códigos de barras para o controlo de inventário é fundamentado por (Cooper, ed, 1994). “Como quase todos os produtos apresentam algum tipo de código de barras, a empresa pode usar a tecnologia para manter um controlo preciso sobre o inventário. O armazém pode fazer um scanner dos códigos de barras dos produtos conforme a sua entrada e saída da instalação para manter um registo de cada produto no armazém. Mais tarde, quando for necessário uma peça em particular do inventário, os funcionários podem localizá-la com um programa de computador, no momento.” Para tudo isto há um custo e (Jon Schreibfeder, 2010) completa a informação dizendo que “Hoje em dia, os códigos de barras estão disponíveis para todos, o equipamento é acessível e a formação necessária é mínima. Normalmente, os custos dos códigos de barras são muito baixos. Denotamos que os códigos de barras fazem parte da evolução tecnológica associada ao comércio, tornando-se assim num elemento fundamental na organização do departamento.
Os indicadores chave de desempenho, são a ferramenta utilizada para avaliar a força de trabalho dos funcionários da empresa. (Tracey Smith, 2012) aborda a temática dizendo que “Para ser capaz de estimar as necessidades de Recursos Humanos, acompanhar e ser flexível, os indicadores de desempenho são utilizados. O planeamento baseia-se na evolução do estado atual, na comparação com os dados históricos e no caminho para futuras melhorias, ou seja, o indicador chave de desempenho é necessário.” (Harold R.
Kerzner, 2013) diz que “Os indicadores chave representam um conjunto de medidas com foco nos aspetos do desempenho organizacional que são os mais críticos para a situação atual e o sucesso futuro da organização. Os indicadores chave são apresentados, normalmente, como uma proporção entre o real e o objetivo e são projetados para permitir que um utilizador empresarial saiba imediatamente se ele está dentro ou fora do plano, sem que o utilizador final tenha-se concentrado, conscientemente, nas métricas que foram representadas.”
3. Metodologia
Nesta tese foi utilizado o método de pesquisa qualitativo. Este baseia-se na recolha de dados que foi efetuada através de material fornecido pela “CKBM”, tais como: informação básica, tabelas contabilísticas e alguns relatórios, a autora recorreu também a observações, ao conhecimento e experiência de trabalhos dos funcionários do departamento, complementando tudo isto com a teoria encontrada em livros, publicações na internet e artigos. Incluí ainda a sua experiência e ideias, baseando o trabalho em informação credível, que foi trabalhada, dando resultados em tabelas e análises.
Durante este estudo foi observado problemas resultantes do fornecimento de matéria- prima e a utilização de sucata, devido a um elevado consumo de material e trabalho. O desperdício gerado afeta as operações e resultam num aumento dos custos.
A excessiva produção pode também ser considerada um problema, pelo que todos os resíduos devem ser reduzidos ou até mesmo eliminados, de forma a que a empresa trabalhe para criar valor para responder a ordem do cliente particular, sem exceder as expetativas e quantidades.
O armazém é outro fator preocupante, na medida em que o espaço reservado para as passagens de operação é mínimo e não providência as melhores condições para movimentação de bens e equipamentos.
O principal problema do plano atual é a ausência de uma estrutura de armazém, porque este serve para as necessidades da empresa, mas não dá suporte a operações eficientes e faz com que a movimentação de material se torne inconveniente. Não há divisão apropriada do espaço, os produtos bloqueiam as passagens, tornando óbvia a forma ineficiente como é utilizada a área do armazém.
Foram notados na empresa alguns problemas de equipamento que limitam a performance apropriada, tais como a presença de máquinas que não são utilizadas, mas sofriam reparações.
O sistema de rotulagem apresentou também os seus problemas devido à falta de ferramentas próprias para a identificação dos produtos, tornando esta operação confusa e inaceitável, pois a necessidade de códigos de barras próprios e planeados, num armazém de grandes fluxos de mercadorias e materiais é uma regra inquestionável.
Devido ao armazém não ser propriedade da empresa, os trabalhadores não têm atenção nem controlo das suas atividades, não há indicadores chave para fazer evoluir a sua performance e fazer as alterações necessárias. Nesta área a força de trabalho não é suficientemente planeada em termos de carga de trabalho e de responsabilidades, fazendo com que alguns empregados não tenham a certeza das tarefas que desempenham, tornando-se uma desvantagem. Devido a não estarem dispostos a alcançar um melhor desempenho e à falta de interesse, há uma falta de envolvimento adjacente.
4. Análise de resultados
Este estudo realizado por Julia Komarova (2016) consistiu na recolha de informação através de várias fontes, com o objetivo de identificar as falhas no departamento de armazenamento.
Para uma correta análise do estudo deste problema foi fornecido pela empresa dados reais e fidedignos que permitiram a exploração do problema, juntamente com outros dados recolhidos junto dos trabalhadores do departamento e ainda recorrendo a informação encontrada em artigos e publicações científicas.
As mudanças incluíram uma melhoria do plano que fez com que o espaço se torne mais simples para se movimentar, levando assim a uma melhor força de trabalho e baseando-se nas necessidades de armazenamento. Uma melhoria do equipamento, trazendo maior eficiência aos trabalhadores, maior confiança e segurança, funcionando nas áreas necessárias e sendo flexível para agir em caso de aparecimento de novas questões. A melhoria do sistema de rotulagem não é apenas uma vantagem para as empresas que estão posicionadas no processo para os produtos acabados para o consumidor, pois estes ficam também com um produto cheio de informação sobre o mesmo. Atendendo a uma maior lógica e estrutura nos códigos há uma redução no número de erros, tornando o processo mais rápido e eficiente, resultando numa melhoria do controlo do inventário e na eficiência do armazém. Nestas mudanças foi incluído também uma melhoria no planeamento da força de trabalho, que resultou numa evolução do desempenho dos trabalhadores e uma atualização com as suas condições de trabalho e resultados.
Estes resultados advertem de um trabalho efetuado pela autora da tesa, aquando do seu estágio na empresa, contando com o apoio da mesma. No momento do término do seu estagio, a autora verificou melhorias devido à implementação das soluções encontradas para a resolução do problema. Apesar destas não estarem resolvidas na sua totalidade, apresentam uma boa evolução, para que num futuro próximo possamos verificar a totalidade dos seus resultados.
5. Conclusões
Como objetivo do estudo relativo à Melhoria da Situação de Armazenamento, foi proposto encontrar resoluções para aumentar a otimização das atividades do armazém da “CKBM”, Ltd.
Julia Komarova (2016) analisou o estado em que se encontrava o departamento de armazenamento desta empresa e a partir daí procurou criar soluções para cada área envolvida no departamento. Com a estruturação do plano realizado por esta, foram alcançados os objetivos, apesar destes não terem sido visíveis na sua totalidade após o fim do estudo, pois são processos de longo prazo.
Bibliografia
Komarova, Julia (2016), Improvement of warehousing operations. Case “CKBM” Ltd, Russia
The Risks of Financial Risk Management
Bárbara C. Santos nº 2056716 and Nádia C. Oliveira nº 2059616 Universidade da Madeira
Abstract:
Over the years, the occurrence of Episodes of financial instability combined with numerous systemic and non-systemic crises show how banks currently operate in a high-risk environment. The markets in which they operate were becoming increasingly complex, uncertain and risky. In response to this complexity, derivations were introduced from existing financial instruments that sought to improve negotiation and risk management. Gaus (2008) seeks to analyze these new instruments and understand how these practices have created new risks.
The contributions of this work to the public go through the contextualization of the financial risk, by the way financial institutions use current tools for risk management and how they can aggravate the financial risk of these companies, highlighting the care that must exist when using these new instruments.
Aiming to "illuminate" the role that financial risk management had in the emergence of the 2007-2008 financial crisis, Gaus (2008) uses documentary research and content analysis. To elaborate his research, he based mainly in books and scientific journals.
1. Introduction:
Gaus (2008) begins by questioning how the new financial instruments for risk management can create new risks.
The markets where The Investment banks acted were extremely regulated up to 1980. With the input into the power of Ronald Reagan, a deregulation process followed, which led to many investment banks (Goldman Sachs; Merrill Lynch's; JP Morgan) creating CDO's (Collateralized Debt Obligations) that were sold to private investors. These were classified by risk rating agencies (Moody's, Standard & Poors and Fitch) as AAA Investments (considered safe), which did not correspond to reality. This investment sales scheme originated The Subprime Mortgage Crisis In 2007-2008. The fact that these banks ran such risks caused some of them to go bankrupt. With this work, Gaus (2008) intends to demonstrate how the risks management, followed by the incorrect evaluation of these, resulted in this crisis.
Regarding the objectives, Gaus (2008) intends to, contextualize and provide the necessary knowledge Through examples of financial Blow-ups And the risks they illustrate, to present the logic of risk management at the level of individual institutions, to describe models and processes for risk management and to highlight the emergence of risks derived from these new models. Finally, he also wants to alert the possible consequences that occur when the institutions focus only in the benefits itself and don’t account of the risk to global society.
Gaus (2008) exposed questions concerning the uncertainty of risk models, endogenous risks and the risks of monetary incentives to employees of financial institutions that can lead to internal and external consequences. Therefore, this article is important because it alerts the institutions of the consequences that bad practices may have for the world economy.
We start this article-summary with the literature review with the objective of providing concepts necessary for understanding the risk. Subsequently, we refer to the methodology that Gaus (2008) based his research on, documentary research and case study that is deepened in the analysis of results. Finally, we present a conclusion in which we summarize the contributions to the solution of the problem and mention whether the objectives of the dissertation were achieved.
2. Literature review:
The Gaus (2008) Dissertation begins by describing some of the blow-ups that occurred in the near past and, according to Caprio / Klingebiel (2002), between 1970 and 1999, there were 113 systemic crises in the banking system that affected almost a hundred countries. Tschoegl (2008) and Partnoy (1999) describe some blow-ups namely in investment banks and hedge funds, mainly caused by the aggressive commercialization of derivatives, the sale of derivatives not suitable for the profile of each client and excessive credit granting. From this point of view, Gaus (2008) begins to perceive that the behaviors that these institutions have increased the risks they bear (credit risk, behavioral risk, liquidity risk, etc ...).
Then, in order to realize the risk that these institutions face, it is necessary to realize what the risk is. Based on Lo (1999) only through models and the context where a set of preferences is found that risk can be identified, quantified and valued (in monetary units). Then Gaus (2008) presents a more sociological approach to risk and tells us that this discipline can help in the sense of whether the risk is recoverable and how the organization can manage that risk. It then makes a small historical approach to the development of risk measurement tools and the definition of these underlying ones. According to Knight (2006), risk can be defined as something that is likely to be knowable and manageable, while uncertainty presupposes something that is not known. In summary, Gaus (2008) concludes that risk should not be interpreted as objective, directly recoverable from the environment, but rather as accessible only through models that focus on