CHAPITRE III : RESULTATS, DISCUSSION, INTERETS et SUGGESTIONS
1.4. Revue documentaire et constat
1.4.5. Problèmes communaux en matière domaniale
fraseológicas
Freqüência
Contexto de ocorrência
Naquele tempo
3 (1). “[...] além da população de modo geral, apesar de usar lança perfume que era inoce... era muito inocente naquele tempo, já tinha jovem fazendo uso dele, não de modo inocente, mas a população, de modo geral, usava com bastante inocência, só jogando a lança perfume no vizinho, no... nas pessoas que passavam, pra eles extrair aquele fresquinho”. (linhas 223-227)
(2). “[...] as pessoas iam assistir o carnaval de rua vestido mais... mais bem vestidos do... antes do que hoje, né... hoje (vo)cê vai pro carnaval de mini-saia, de tanga, e tal, mas naquele tempo não, se você não (es)tava fantasiado, ia assistir o carnaval sentado nos bancos, colocava os bancos na avenida, aí ia vestido de vestido, não se usava muita calça, né... mulher não usava muita calça... os rapazes de calça e blusa [...]”. (linhas 227-232)
(3). “[...] as moças das escolas mais tradicionais tipo, Sophia Costa Pinto, não existe mais... é uma pena Sophia Costa Pinto lançou moda aqui na Bahia, inclusive com as moças aqui jogando... praticando vários esportes que era mais difícil praticarem... vários esportes... o vôlei, o basquete, era o... e o hokey, o hokey naquele tempo era muito praticado nas escolas da Bahia”. (linhas 251-256)
Naquela época
1 (1). “Eh... quando se fala nas roupas a rigor e nessas... essas solenidades, vem à mente sempre o paletó, a gravata, a calça vincada, o sapato liso, mas hoje os casamentos já permitem a(s) camisa(s) de mangas compridas, não é, as igrejas não... não fazem nenhuma restrição... e... eu, pessoalmente, tenho ido assim de camisa porque já não tenho mais uma... uma roupa (rindo) uma roupa, assim, social. Mas, hoje o social esportivo é aquela roupa que até inclusive não usa gravata, né, tem... blazer mais claro, com calças de cores variadas, até coloridas, e os... e o pessoal do... da mídia, que freqüenta esses ambientes, tipo J.B. ... diga outro aí da mídia, deix’eu pensar em outro aqui, é porque J.B. morou na Ondina e naquela época ele era estudante, não tinha sucesso ainda, mas... e era talvez um cara mais sóbrio também, né, menos exposto, hoje ele já (es)tá mais exposto, aí já fica mais difícil com... manter contato”. (linhas 44-55)
Na época 3 (1). “[...] teve a morte do embaixador no Meridien, na época, no Meridien não era aquele prédio bonito que (es)tá ali, mas o embaixador era uma pessoa... do país aí, estrangeiro que era embaixador mesmo e esse cara foi assassino aqui, em pleno Rio Vermelho, quer dizer, era um bairro que não tinha nada de violência no cotidiano, mas apesar disso, não é... de vez em quando aparecia casos como esse... e (es)tá registrado ali na biblioteca Juracy Magalhães Júnior, no Rio Vermelho, tem alguns casos, fatos registrados [...]”. (linhas 239-245)
(2). “Eu estudei no Carneiro Ribeiro, por exemplo, era uma escola fraca em termos didáticos, mas já usava “hogbi”, o vôlei, o basquete... pra competir com as escolas de outros bairros, né, e a escola geralmente que estava... uma das escolas que não era particular na época, mas que estava no mesmo grupo das escolas grandes, Maristas já existia e... Vieira já existiam essas escolas grandes...” (linhas 256-260) (3). “[...] voltando ao nosso... traje esportivo aqui na Bahia quando começou... quando, eu me lembro, né, que começou a se praticar esportes, eu posso (es)tar também... divagan(d)o um pouco... mas as mulheres, por exemplo, pra o voleibol, o basquete e o hokey... elas usavam um saiote, (vo)cê não sabe aqueles saiotes de M.E.B., não é, tinha sunga por dentro e o saiotezinho pra jogar o tênis, não é. M.E.B. lançou esse tipo de traje pro tênis... aliás, esse tipo de traje eu acho que é comum pro tênis feminino... mas, esse tipo de traje era usado na época pelas mulheres... tecidozinho leve... geralmente não se usava esse tecido sintéticos todo que se fala, né, mas já existia o jersey”. (linhas 287-295)
Os anos sessenta, sei lá, sessenta e oito Sessenta e oito A década de sessenta 1 1 1
(1). “[...] a sunga já veio com... com os anos sessenta, sei lá, sessenta e oito, por exemplo, foi um ano... um ano que marcou muito, muito o Brasil, né, em vários... em várias áreas do conhecimento e do comportamento, do comportamento de sessenta e oito porque a década de sessenta já existia em outros... nos outros países do mundo, não é [...]”. (linhas 310-314)
Na época de rapaz No meu tempo 1 1
(1). “[...] eu, na época de rapaz, acredito que já sa... que já se usava muitas cores que... no meu tempo, quem me vestia era D.C., vocês não conhecem D.C., mas teve um atelier ali, na Carlos Gomes... ali... na Avenida Sete, perto do Relógio de São Pedro”. (linhas 67-70) No tempo de menino Na década de cinqüenta Quando eu tinha doze anos 1 1 1
(1). “[...] as mulheres é que lançaram esse negócio do... do plástico no calçado, né, hoje até aquele plástico transparente, eu não sei o nome que dão, mas parece uma fita transparente, né... e que já emigrou disso aí, já está no sutiã, já está no biquíni, entendeu, já está em todo lugar, quer dizer... eh... o vestuário hoje (es)tá uma coisa formidável, não tem mais... no tempo de menino, por exemplo, Salvador era uma cidade bastante tradicional, bastante... como é que eu posso dizer, Salvador na década de cinqüenta, quando eu tinha doze anos, tinha ainda as festas de largo do Rio Vermelho, ainda tinha o plano anunciador do Rio Vermelho, ainda tinha o carnaval do bairro da... da Liberdade, daquele carnaval que era autóctone, dali que saía o carnaval pra ir pra... pra o Pelourinho, pra a Avenida Sete...aquele carnaval é que era o autêntico certo, o pessoal vinha aos blocos cantando Marina Morena, até, não é, descendo a ladeira ali do... pela Estrada da Liberdade, que hoje é Lima e Silva, mas devia continuar Estrada da Liberdade mesmo, descendo pela Soledade, passando pelos lugares históricos até da Cidade do Salvador... e chegando ao Pelourinho e daí pra frente, a própria Avenida Sete, que ainda era um carnaval de ida e volta pela mesma avenida, né. Então, o carnaval daqueles tempos, se respeitava muito [...]” . (linhas 200-216)
No tempo mais atrás
3 (1). “Você falou uma coisa... falou uma coisa aí que é comum se ver isso... No tempo mais atrás, não é... no tempo mais atrás o comportamento definia o trajar, não é... o traje definia o comportamento... então, no tempo mais atrás o jovem rebelde ele se trajava daquela maneira agressiva porque ele tinha o comportamento assim mesmo, mas hoje nós vemos que o traje não tem mais o que ver com essa, não é”. (linhas 384-389)
Da década de sessenta pra cá
1 (1). “Da década de sessenta pra cá, você vê que o jovem masculino usou já o cabelo solto, né, já... e vem... essa tendência apesar de ter modificado, ter se... se urbanizado, vamos dizer assim, né”. (linhas 400-403)
Até os dias atuais
1 (1). “[...] até os dias atuais... hoje você vê que as crianças já usam mais le(r) nos livros, né, as estórias em... de livros são mais usadas do que aquelas estórias que nós chamávamos de estórias da carochinha, hoje têm um nome muito interessante, parlendas, né, parlendas, não é, aquelas estórias... aquela, por exemplo, o que você dizia que... ‘boi, boi, boi... boi que a cara preta’, não é... qual é a outra... dessas estorinhas... ‘sete e sete são quatorze... com mais sete vinte e um’... são parlendas, não é [...]”. (linhas 433-438)
Daquele(s) tempo(s)
2 (1). “[...] as mulheres é que lançaram esse negócio do... do plástico no calçado, né, hoje até aquele plástico transparente, eu não sei o nome que dão, mas parece uma fita transparente, né... e que já emigrou disso aí, já está no sutiã, já está no biquíni, entendeu, já está em todo lugar, quer dizer... eh... o vestuário hoje (es)tá uma coisa formidável, não tem mais... no tempo de menino, por exemplo, Salvador era uma cidade bastante tradicional, bastante... como é que eu posso dizer, Salvador na década de cinqüenta, quando eu tinha doze anos, tinha ainda as festas de largo do Rio Vermelho, ainda tinha o plano anunciador do Rio Vermelho, ainda tinha o carnaval do bairro da... da Liberdade, daquele carnaval que era autóctone, dali que saía o carnaval pra ir pra... pra o Pelourinho, pra a Avenida Sete... aquele carnaval é que era o autêntico certo, o pessoal vinha aos blocos cantando Marina Morena, até, não é, descendo a ladeira ali do... pela Estrada da Liberdade, que hoje é Lima e Silva, mas devia continuar Estrada da Liberdade mesmo, descendo pela Soledade, passando pelos lugares históricos até da Cidade do Salvador... e chegando ao Pelourinho e daí pra frente, a própria Avenida Sete, que ainda era um carnaval de ida e volta pela mesma avenida, né. Então, o carnaval daqueles tempos, se respeitava muito [...]”. (linhas 200-216)
(2). “[...] e o material das calças daquele tempo, que as escolas exigiam trajes... trajes... com... completo, era calça com colete, a blusa branca, colete com gravata pros homens e... pra mulheres a saia plissada em azul, não pros homens, deix’eu continuar... era cáqui o tom mais usado... era um... brim, não é... um brim cáqui, aquele tem ali assim... camisa branca, gravata escura, preta geralmente... e as calças eram corte reto, né, não tinha muito pliss... plissado nem nada... era um corte reto,
tinha a bainha virada pra... pra... o contrário aqui na... calça dos homens”. (linhas 245-251)