4 CADRE CONCEPTUEL
4.1 La prise en charge du patient dans un contexte de fin de vie
Foram registrados 3.180 indivíduos arbóreos, dentre estes, 3.154 vivos e 26 mortos, distribuídos em 196 espécies e 52 famílias botânicas (Tabela 3). Dentre as espécies, 163 foram identificadas a nível específico e 33 a nível de família, gênero ou indeterminadas (NC). Nas 62 áreas amostradas, 54 (87,1% do total) apresentaram indivíduos arbóreos e oito (12,9%) não exibiram nenhum indivíduo.
Tabela 2: Lista florística incluindo família (número de espécies), nomes científicos e populares das espécies arbóreas nas áreas verdes de domínio público do município de Juiz de Fora – MG. As espécies estão dispostas em ordem alfabética de acordo com a família. Em que Ni = número de indivíduos; CO = Classificação quanto à origem (N = Nativa do Brasil; E = Exótica; NC = Não confirmada); LO = Lugar de origem. As áreas de ocorrência trazem o código numérico (N) referente as praças e parques urbanos em que as espécies foram encontradas e a nomenclatura oficial destas, pode ser verificada na Tabela 1.
Família
(S) Nome Científico Nome Vulgar Ni CO LO Áreas de ocorrência (N)
Anacardiaceae (4)
Anacardium occidentale L. caju 8 N 15, 59, 60
Lithraea molleoides (Vell.) Engl. aroeira-branca 2 N 60
Mangifera indica L. manga 88 E Sul da Ásia 4, 14, 15, 16, 17, 22, 28, 31, 44, 51, 52, 53, 54, 59, 60
Schinus terebinthifolia Raddi pimenta-rosa 32 N 4, 22, 29, 45, 56
Annonaceae (2) Annona muricata L. graviola 4 E Antilhas 15
Annona squamosa L. fruta-do-conde 1 E Caribe 3
Apocynaceae (7)
Aspidosperma dispermum Müll.Arg. amargoso 2 N 53
Aspidosperma olivaceum Müll.Arg. peroba-comum 1 N 4
Aspidosperma polyneuron Müll.Arg. peroba-rosa 17 N 44, 53
Nerium oleander L. espirradeira 2 E Mediterrâneo 8
Plumeria alba L. jasmin-manga-
branco 10 E África do Sul 55
Tabela 2. Continuação Família
(S) Nome Científico Nome Vulgar Ni CO LO Áreas de ocorrência (N)
Apocynaceae (7)
Plumeria rubra L. jasmim-manga-
rosa 1 E México, Antilhas, Guianas e Equador 17
Thevetia peruviana (Pers.)
K.Schum.
chapéu-de-
napoleão 2 N 14
Araliaceae (2) Araliaceae sp.1 4 NC 14
Araliaceae (2) Schefflera actinophylla (Endl.)
Harms cheflera 6 E Austrália 4, 6, 15, 16, 29, 30
Araucariaceae (2)
Araucaria angustifolia (Bertol.)
Kuntze araucária 5 N 4, 21, 36, 56, 59
Araucaria columnaris (G.Forst.)
Hook. pinheiro-de-natal 8 E Oceania 4, 21, 32, 53
Arecaceae (12)
Archontophoenix cunninghamiana (
H.Wendl.) H. Wendl. & Drude palmeira-real 18 E Austrália 13, 16, 32, 53, 54, 55
Caryota urens L. palmeira-rabo-
de-peixe 18 E Índia 1, 2, 16, 43, 53, 54
Tabela 2. Continuação Família
(S) Nome Científico Nome Vulgar Ni CO LO Áreas de ocorrência (N)
Arecaceae (12)
Cocos nucifera L. coco-da-bahia 2 E Ásia 14
Dypsis lutescens (H.Wendl.)
Beentje & J. Dransf. areca-bambu 292 E Madagascar
1, 2, 4, 10, 11, 13, 15, 16, 17, 19, 21, 28, 29, 31, 32, 35, 42, 43, 46, 55, 60
Dypsis decaryi (Jum.) Beentje &
J.Dransf.
palmeira-
triangular 6 E Madagascar 12, 15
Euterpe edulis Mart. palmito-juçara 4 N 3, 9, 16
Geonoma cf. gamiova Barb.Rodr. gamiova 3 NC 53
Livistona chinensis (Jacq.) R. Br. ex
Mart. palmeira-leque- da-china 121 E China, Japão, Taiwan, Bonin e Ilhas Ryukyu 1, 2, 3, 7, 8, 10, 12, 14, 15, 16, 17, 21, 28, 32, 35, 37, 40, 43, 49, 52, 53, 54, 56
Phoenix roebelenii O'Brien palmeira-fênix 52 E Tailândia no Vietnã
3, 10, 22, 30, 32, 36, 43, 53, 55
Tabela 2. Continuação Família
(S) Nome Científico Nome Vulgar Ni CO LO Áreas de ocorrência (N)
Arecaceae (12)
Roystonea spp. palmeira-imperial 94 E
1, 4, 8, 9, 10, 11, 12, 14, 15, 20, 21, 31, 35, 43, 46, 47, 53, 54, 55, 60
Syagrus romanzoffiana (Cham.)
Glassman jerivá 90 N
1, 2, 3, 4, 13, 14, 21, 35, 36, 40, 46, 48, 51, 52, 53, 54, 56, 61, 62
Veitchia winin H.E.Moore palmeira-véitia 1 E Vanuatu
(Oceania) 56
Asparagaceae (5)
Cordyline australis (G.Forst.) Endl. palmeira-
dracena 1 E Nova Zelândia 20
Dracaena cf. reflexa Lam. dracena-
pleomele 4 NC 56
Dracaena fragrans (L.) Ker Gawl. dracena 27 E Guiné 22, 36, 53, 56
Furcraea selloa K. Koch piteira 13 E Colômbia e
Equador 13, 16, 45, 57
Tabela 2. Continuação Família
(S) Nome Científico Nome Vulgar Ni CO LO Áreas de ocorrência (N)
Asparagaceae
(5) Yucca gigantea Lem. palmeira-yucca 80 E
Guatemala e México 2, 4, 6, 7, 9, 10, 11, 13, 16, 22, 28, 32, 43, 45, 53, 54, 56, 60 Bignoniaceae (7)
Handroanthus chrysotrichus (Mart.
ex DC.) Mattos ipê-amarelo 104 N
1, 2, 4, 7, 13, 14, 15, 16, 17, 20, 21, 22, 28, 29, 32, 37, 38, 39, 43, 44, 52, 53, 54, 55, 56, 57, 59, 61
Handroanthus impetiginosus (Mart.
ex DC.) Mattos ipê-roxo 112 N
1, 2, 4, 7, 8, 9, 10, 12, 13, 16, 28, 29, 31, 32, 34, 36, 42, 43, 44, 52, 53, 55, 56, 59, 61
Jacaranda mimosifolia D.Don jacarandá-
mimoso 23 E Argentina, Bolívia e Paraguai 4, 7, 9, 12, 14, 15, 16, 21, 22, 43, 48, 54, 56,60
Spathodea campanulata P. Beauv. espatódea 55 E África Central 4, 6, 7, 12, 14, 16, 17, 21, 22, 29, 37, 44, 49, 50, 56, 61
Tabela 2. Continuação Família
(S) Nome Científico Nome Vulgar Ni CO LO Áreas de ocorrência (N)
Bignoniaceae (7)
Tabebuia roseoalba (Ridl.)
Sandwith ipê-branco 15 N 4, 15, 52, 55, 59
Tecoma stans (L.) Juss. ex Kunth ipê-amarelo-de-
jardim 3 E
Américas e
Antilhas 13
Zeyheria tuberculosa (Vell.) Bureau
ex Verl. bolsa-de-pastor 1 N 53
Bixaceae (1) Bixa orellana L. urucum 2 N 4
Cactaceae (1) Opuntia ficus-indica (L.) Mill. cacto 2 E México 57
Caricaceae (1) Carica papaya L. mamão 3 E Sul do México
e Costa Rica 22, 43, 53
Casuarinaceae
(1) Casuarina equisetifolia L. casuarina 10 E
Austrália, Bornéo e Sumatra
2, 7, 21, 48, 53, 56
Celastraceae (1) Monteverdia gonoclada (Mart.) Biral maytenus 1 N 1
Chrysobalanace
ae (1) Licania tomentosa (Benth.) Fritsch Oiti 16 N 4, 14, 15, 55
Tabela 2. Continuação Família
(S) Nome Científico Nome Vulgar Ni CO LO Áreas de ocorrência (N)
Clusiaceae (1) Clusia fluminensis Planch. & Triana abaneiro 3 N 54 Combretaceae (1) Terminalia catappa L. amendoeira-da- praia 40 E Ásia e Madagascar 4, 6, 10, 11, 14, 17, 21, 22, 29, 34, 35, 42, 44, 56, 59, 62 Cupressaceae (5)
Cryptomeria japonica (Thunb. ex
L.f.) D.Don
pinheiro-do-
japão 5 E China e Japão 2, 4, 31
Cupressus macrocarpa Hartw. 27 NC 56
Cupressus sp.1 2 NC 4, 15
Cupressus sp.2 2 NC 52
Cupressus funebris Endl. cipreste-chorão-
chines 3 E China 53
Cycadaceae (1) Cycas revoluta Thunb. Cica 28 E Ásia 3, 14, 16, 22, 35, 36, 53
Dilleniaceae (1) Dillenia indica L. maçã-de-
elefante 4 E Ásia Tropical 43
Euphorbiaceae (7)
Alchornea glandulosa Poepp. &
Endl. tapiá 12 N 3, 53
Croton urucurana Baill. sangra-'água 1 N 4
Tabela 2. Continuação Família
(S) Nome Científico Nome Vulgar Ni CO LO Áreas de ocorrência (N)
Euphorbiaceae (7)
Euphorbia pulcherrima Willd. ex
Klotzsch flor-de-natal 3 E México 21
Hevea brasiliensis (Willd. ex
A.Juss.) Müll.Arg. seringueira 5 N 4, 53
Jatropha podagrica Hook. jatrofa 1 E
América Central e Antilhas
46
Joannesia princeps Vell. indaguaçu 6 N 53
Mabea fistulifera Mart. mamoninha-do-
mato 22 N 60
Fabaceae (37)
Albizia lebbeck (L.) Benth. albizia 3 E Ásia Tropical 10, 21, 40
Anadenanthera colubrina (Vell.)
Brenan anjico 1 N 4
Adenanthera pavonina L. olho-de-pavão 5 E Índia e
Malásia 4, 14
Apuleia leiocarpa (Vogel)
J.F.Macbr. garapa 2 N 4
Caesalpinia pulcherrima (L.) Sw. flamboyant-mirim 3 E Antilhas 4, 52
Tabela 2. Continuação Família
(S) Nome Científico Nome Vulgar Ni CO LO Áreas de ocorrência (N)
Fabaceae (37)
Cassia grandis L.f. cassia-rosa 2 N 53, 54
Cassia fistula L. cana-fístula 9 E Índia 4, 53, 56
Cenostigma pluviosum (DC.) E.
Gagnon & G. P. Lewis sibipiruna 112 N
1, 2, 3, 4, 6, 12, 14, 15, 16, 17, 21, 29, 31, 32, 35, 36, 40, 41, 42, 43, 44, 45, 48, 53, 55, 56, 57, 60
Centrolobium tomentosum Guillem.
Ex Benth. Araribá 4 N 4, 40
Copaifera langsdorffii Desf. Copaíba 1 N 20
Dalbergia sp.1 1 I 52
Dalbergia nigra (Vell.) Allemão ex
Benth.
Jacarandá-da-
bahia 6 N 53
Delonix regia (Bojer ex Hook.) Raf. Flamboyant 34 E Madagascar 6, 12, 34, 37, 49, 53, 56
Enterolobium contortisiliquum
(Vell.) Morong orelha-de-nego 5 N 4
Erythrina speciosa Andrews mulungú 40 N 5, 13, 20, 21, 36, 52, 53
Erythrina crista-galli L. beija-flor 1 N 4
Tabela 2. Continuação Família
(S) Nome Científico Nome Vulgar Ni CO LO Áreas de ocorrência (N)
Fabaceae (37)
Fabaceae sp.1 1 NC 53
Fabaceae sp.2 1 NC 54
Hymenaea courbaril L. jatobá 15 N 4, 13, 14, 15, 48, 53
Inga sp.1 Ingá 1 NC 15
Leucaena leucocephala (Lam.) de
Wit leucena 11 E
América
tropical 4, 52, 59
Libidibia ferrea (Mart. ex Tul.) L. P.
Queiroz pau-ferro 31 N
4, 14, 21, 32, 36, 43, 53, 54, 56, 59, 60
Machaerium acutifolium Vogel bico-de-pato 8 N 7, 36, 53, 54
Machaerium hirtum (Vell.) Stellfeld jacarandá-de-
espinho 1 N 7
Paubrasilia echinata (Lam.)
Gagnon, H.C.Lima & G.P.Lewis pau-brasil 17 N 4, 20, 22, 34, 52, 53
Peltophorum dubium (Spreng.)
Taub. canafístula 4 N 4, 7, 20
Piptadenia gonoacantha (Mart.)
J.F.Macbr. pau-jacaré 9 N 1, 3, 56, 60
Tabela 2. Continuação Família
(S) Nome Científico Nome Vulgar Ni CO LO Áreas de ocorrência (N)
Fabaceae (37)
Plathymenia reticulata Benth. vinhático 1 N 7
Platymiscium sp.1 1 NC 20
Platypodium elegans Vogel amendoim-bravo 23 N 6, 16, 52, 53
Samanea tubulosa (Benth.)
Barneby & J.W.Grimes sete-cascas 8 N 7, 32, 53, 54
Schizolobium parahyba (Vell.)
Blake guapuruvu 4 N 14, 40, 59
Senna macranthera (Collad.)
H.S.Irwin & Barneby fedegoso 1 N 21
Senna spectabilis (DC.) H.S.Irwin &
Barneby acássia 1 N 12
Tamarindus indica L. tamarindo 2 E África Tropical e Índia 53
Tipuana tipu (Benth.) Kuntze tipuana 59 E
Bolívia e Norte da Argentina 32, 35, 36, 42, 43, 51, 53, 54, 56 Continua...
Tabela 2. Continuação Família
(S) Nome Científico Nome Vulgar Ni CO LO Áreas de ocorrência (N)
Fabaceae (37) Bauhinia variegata L. pata-de-vaca 37 E Índia 4, 7, 9, 11, 14, 15, 31, 34, 38, 44, 53, 56, 57
Lauraceae (4)
Cinnamomum camphora (L.)
J.Presl canfoeira 8 E China e Japão 14, 53, 56
Persea americana Mill. abacate 45 E México 1, 3, 4, 14, 15, 16, 22, 42, 49, 52, 56, 59, 60
Lauraceae sp.1 1 NC 16
Lauraceae sp.2 1 NC 53
Lecythidaceae (4)
Cariniana estrellensis (Raddi)
Kuntze jequitibá 3 N 4
Couroupita guianensis Aubl. abricó-de-
macaco 1 N 53
Lecythidaceae sp.1 1 NC 16
Lecythis pisonis Cambess. sapucaia 8 N 13, 20, 21, 53, 62
Lythraceae (3) Lagerstroemia indica L. resedá-mirim 113 E Índia
1, 2, 9, 13, 14, 21, 29, 39, 43, 55, 59, 60
Lagerstroemia speciosa (L.) Pers. resedá-gigante 1 E Índia 36
Tabela 2. Continuação Família
(S) Nome Científico Nome Vulgar Ni CO LO Áreas de ocorrência (N)
Lythraceae (3) Punica granatum L. romã 14 E Europa e Ásia 15, 42, 52 Magnoliaceae
(1)
Magnolia champaca (L.) Baill. ex
Pierre magnólia- amarela 63 E Índia e Himalaia 6, 7, 11, 12, 13, 16, 36, 37, 40, 48, 49, 53, 56 Malpighiaceae (3)
Lophanthera lactescens Ducke chuva-de-ouro 2 N 14, 21
Malpighia glabra L. acerola-miúda 1 E
México, América Central, Caribe e Norte da América do Sul 4
Malpighia emarginata DC. acerola 12 E
Norte da América do Sul e América Central
4, 14, 22, 52
Malvaceae (3) Ceiba speciosa (A.St.-Hil.)
Ravenna paineira 6 N 44, 53
Tabela 2. Continuação Família
(S) Nome Científico Nome Vulgar Ni CO LO Áreas de ocorrência (N)
Malvaceae (3)
Pachira glabra Pasq. castanha-do-
maranhão 2 E Ásia 4, 15
Pseudobombax cf. longiflorum
(Mart. & Zucc.) A.Robyns 1 NC 53
Melastomatacea e (3) Miconia cinnamomifolia (DC.) Naudin jacatirão-de- casca-lisa 1 N 16
Pleroma granulosum (Desr.) D.
Don quaresmeira 47 N 1, 4, 14, 16, 43, 52, 60
Pleroma mutabile (Vell.) Triana manacá da serra 2 N 4, 13
Meliaceae (4)
Cedrela fissilis Vell. cedro-rosa 17 N 40, 43, 44, 53
Guarea guidonia (L.) Sleumer marinheiro 28 N 10, 56, 48, 43
Melia azadirachta L. cinamomo 30 E Índia e China 1, 4, 9, 16, 17, 32, 38, 51, 52
Trichilia catigua A.Juss. catiguá 4 N 60
Moraceae (8) Artocarpus heterophyllus Lam. Jaca 9 E Sudeste da
Índia 15, 36, 52, 59, 60
Tabela 2. Continuação Família
(S) Nome Científico Nome Vulgar Ni CO LO Áreas de ocorrência (N)
Moraceae (8)
Ficus benjamina L. figueira-
benjamina 78 E Índia, China, Filipinas, Tailândia, Austrália e Nova Guiné 4, 5, 6, 14, 15, 16, 28, 31, 37, 42, 46, 49, 52, 53, 56, 60
Ficus elastica Roxb. ex Hornem. seringueira 11 E Ásia Tropical 1, 40, 56, 61
Ficus mexiae Standl. figueira-de-
mexiae 6 N 21, 53
Ficus microcarpa L.f. figueira-asiática 6 E Ásia, Austrália
e Oceania 2, 6, 53
Ficus gomelleira Kunth &
C.D.Bouché gameleira 1 N 53
Morus nigra L. amora 26 E 4, 28, 43, 52, 59
Ficus sp.1 1 NC 59
Myrtaceae (12) Callistemon viminalis (Sol. ex Gaertn.) G.Don
escova-de-
garrafa-pendente 7 E Austrália 14, 32, 40, 55
Tabela 2. Continuação Família
(S) Nome Científico Nome Vulgar Ni CO LO Áreas de ocorrência (N)
Myrtaceae (12)
Callistemon salignus (Sm.) Colv. ex
Sweet
escova-de-
garrafa 14 E Austrália 39, 55
Eugenia uniflora L. pitanga 68 N 3, 4, 13, 14, 15, 16, 22, 40, 52, 53, 59, 62
Eugenia involucrata DC. cereja-do-rio-
grande 4 N 53
Myrciaria dubia (Kunth) McVaugh camu-camu 4 N 56
Myrtaceae sp.1 2 NC 13
Plinia cauliflora (Mart.) Kausel jabuticaba 21 N 3, 21, 53
Plinia edulis (Vell.) Sobral cabeludinha 2 N 22
Psidium guajava L. goiaba 55 E
Sul do México e Norte da América do Sul 4, 14, 15, 16, 29, 35, 36, 38, 42, 43, 48, 51, 52, 53, 60
Syzygium cumini (L.) Skeels jamelão 26 E Índia e Sri Lanka
2, 4, 13, 14, 15, 17, 28, 29, 53, 54, 60
Tabela 2. Continuação Família
(S) Nome Científico Nome Vulgar Ni CO LO Áreas de ocorrência (N)
Myrtaceae (12)
Syzygium jambos (L.) Alston jambo-amarelo 15 E Índia e
Malásia 3, 4, 14, 16, 48, 60
Syzygium malaccense (L.) Merr. &
L.M.Perry jambo-vermelho 6 E Polinésia 4, 15
Nyctaginaceae (2)
Bougainvillea spectabilis Willd. buganvile 58 N 4, 53
Bougainvillea glabra Choisy buganvile 4 N 6, 56
Oleaceae (1) Ligustrum lucidum W.T.Aiton alfeneiro 30 E China 5, 16, 21, 31, 41, 43, 52, 53 Oxalidaceae (1) Averrhoa carambola L. carambola 2 E Ásia Tropical 15
Pandanaceae
(1) Pandanus utilis Bory
pinhão-de-
madagascar 9 E Madagascar 1, 10, 17, 53, 61
Pinaceae (1) Pinus elliottii Engelm. pinheiro-de-natal 6 E Sudeste dos
EUA 2, 28, 56
Platanaceae (1) Platanus sp.1 1 NC 53
Podocarpaceae (1)
Podocarpus macrophyllus (Thunb.)
Sweet podocarpo 4 E Ásia 4
Polygonaceae
(1) Triplaris caracasana Cham.
pau-de-formiga-
de-caracas 16 E
Venezuela e
Colômbia 2, 4, 6, 32, 35, 45, 56
Tabela 2. Continuação Família
(S) Nome Científico Nome Vulgar Ni CO LO Áreas de ocorrência (N)
Primulaceae (1) Myrsine coriacea (Sw.) R. Br. ex
Roem. & Schult. capororoquinha 4 N 1, 13, 56
Proteaceae (3)
Grevillea banksii R. Br. grevilha-anã 2 E Austrália 4
Grevillea robusta A. Cunn. ex R. Br. grevílea-robusta 1 E Austrália 53
Macadamia integrifolia Maiden &
Betche macadamia 2 E Austrália 56
Rhamnaceae (2)
Colubrina glandulosa Perkins sobrasil 10 N 53
Hovenia dulcis Thunb. uva-japonesa 1 E Japão, China e Himalaia 4
Rosaceae (2) Eriobotrya japonica (Thunb.) Lindl. ameixa-amarela 57 E
Leste e Sudeste da Ásia
1, 3, 4, 10, 13, 14, 16, 28, 29, 49, 52, 53, 55, 60
Malus pumila Mill. maçã 2 E Europa 3
Rubiaceae (2)
Calycophyllum spruceanum
(Benth.) K. Schum. pau-mulato 4 N 35, 54
Coffea arabica L. Café 4 E Etiópia 13, 53
Rutaceae (4) Citrus cf. limon (L.) Osbeck limão 5 NC 15, 52, 60
Tabela 2. Continuação Família
(S) Nome Científico Nome Vulgar Ni CO LO Áreas de ocorrência (N)
Rutaceae (4)
Citrus japonica Thunb. quincã 3 E Ásia 4
Citrus reticulata Blanco mexerica 1 E Ásia e
Austrália 60
Murraya paniculata (L.) Jack murta 26 E Índia 12, 15, 22, 29, 43, 45, 53, 55, 56
Sapindaceae (4)
Cupania ludowigii Somner &
Ferrucci camboatá 3 N 53, 56, 60
Cupania vernalis Cambess. camboatá-
vermelho 5 N 56
Matayba marginata Radlk. sapindacea-da-
serra 1 N 13
Sapindus saponaria L. sabão-de-
soldado 20 N 2, 21, 36, 41, 43, 53, 56, 60
Sapotaceae (3)
Pouteria sp. 1 NC 4
Chrysophyllum cainito L. cainito 3 E
América Central e Antilhas
4
Tabela 2. Continuação Família
(S) Nome Científico Nome Vulgar Ni CO LO Áreas de ocorrência (N)
Sapotaceae (3) Mimusops coriacea (A.DC.) Miq. abricó-de-praia 3 E África tropical 4
Solanaceae (4)
Brugmansia suaveolens (Humb. &
Bonpl. ex Willd.) Bercht. & J.Presl trombeta 1 E 55
Brunfelsia cf latifolia (Pohl) Benth. manacá de
cheiro 7 NC 53, 56
Cestrum nocturnum L. dama-da-noite 4 E Antilhas 53, 62
Solanum paniculatum L. jurubeba 3 N 4
Strelitziaceae (1) Ravenala madagascariensis Sonn. ávore-do-
viajante 3 E Madagascar 35, 53 Theaceae (1) Camellia sasanqua Thunb. chá-preto 2 E China 3 Urticaceae (1) Cecropia pachystachya Trécul embaúba 1 N 15 Verbenaceae (1) Citharexylum myrianthum Cham. tucaneira 1 N 7
Famílias indeterminadas (14) Indet sp.1 3 NC 60 Indet sp.2 1 NC 60 Indet sp.3 2 NC 40 Indet sp.4 4 NC 40 Continua...
Tabela 2. Continuação Família
(S) Nome Científico Nome Vulgar Ni CO LO Áreas de ocorrência (N)
Famílias indeterminadas (14) Indet sp.5 2 NC 53 Indet sp.6 1 NC 4 Indet sp.7 5 NC 47 Indet sp.8 1 NC 53 Indet sp.9 25 NC 16, 34, 55 Indet sp.10 1 NC 53 Indet sp.11 12 NC 53 Indet sp.12 17 NC 35 Indet sp.13 1 NC 35 Morta 26 NC 2, 9, 13, 16, 21, 36, 40, 42, 46, 49, 53, 56, 60, 61 Fonte: Elaborado pela autora
O número de espécies encontrado foi considerado alto quando comparado a outros estudos de levantamento florístico e inventário em área verdes de domínio público no Brasil: Harder (2002) identificou 55 espécies em 22 praças de Vinhedo – SP; no levantamento de De Souza Mariano e colaboradores (2008) na cidade Ituperava – SP, foram registradas 35 espécies em 12 praças; Cunha e Paula (2013) encontraram 26 espécies em 9 praças em Vitória da Conquista – BA; Freitas e colaboradores (2015) encontraram 36 espécies em 4 praças no Rio de Janeiro – RJ; Da Silva e colaboradores (2017) identificaram 32 espécies em 4 praças públicas na cidade de Guaçuí – ES; Silva (2017) identificou 43 espécies em vias públicas e praças do município de Pedra do Indaiá – MG; Viezzer e colaboradores (2018), encontraram o total de 141 espécies vegetais, distribuídas em 32 praças da cidade de Curitiba – PR, nas quais 60,3% (85 espécies) são arbóreas, 27,7% arbustivas, 10,6% herbáceas e 1,4% trepadeiras; Sartori e Baldeli (2011) encontraram 148 espécies em 16 praças e 259 ruas na cidade de Socorro-SP.
Verifica-se que o número de áreas de praças e parques urbanos amostradas no presente estudo, também é superior ao número de áreas amostradas nos estudos citados anteriormente, o que pode justificar o alto número de espécies encontradas. Diante do exposto, sabe-se que na área total amostrada (15,9 ha), foram encontrados 3.154 indivíduos arbóreos vivos, estima-se uma média aproximada de 59 indivíduos vivos por área verde de domínio público de Juiz de Fora, ou um indivíduo a cada 58 m² de praça ou parque urbano. As seis espécies com o maior número de exemplares são apresentadas na Figura 4.
Figura 4: Espécies com maior número de indivíduos nas praças e parques urbanos de Juiz de Fora – MG. Em que: Ni = Número de indivíduos
Fonte: Elaborado pela autora
Das espécies encontradas neste estudo, Dypsis lutescens, conhecida popularmente como palmeira-arecca ou arecca-bamboo é a espécie com maior número de indivíduos, 292, representando 9,25% do total de indivíduos amostrados.
Livistona chinensis (palmeira-leque-da-china) e Lagerstroemia indica (resedá)
também se destacam, apresentando 101 (3,83%) e 113 indivíduos (3,58%), respectivamente. Seguidas por Cenostigma pluviosum (sibipiruna) e Handroanthus
impetiginosus (ipê-rosa), ambas com 112 indivíduos (3,55%) e Handroanthus chrysotrichus (ipê-amarelo) com 104 indivíduos (3,29%). Juntas, essas espécies, com
o maior número de exemplares, somam 854 indivíduos arbóreos (27% do total de indivíduos amostrados).
Apesar de geralmente se encontrar uma alta riqueza de espécies de árvores em áreas urbanas, este tipo de ambiente é comumente dominado por um grupo de poucas espécies (RAUPP et al., 2006). Morgenroth e colaboradores (2016) apontaram como uma solução, a aplicação de diretrizes como a regra 10–20–30 de Frank Santamour, que recomenda o plantio até o limite de 10% de uma única espécie, até 20% de um único gênero e não mais de 30% de uma mesma família (SANTAMOUR JR, 2004). Outros autores, recomendam a aplicação dos índices de diversidade de espécies objetivando diversificar essas áreas a níveis taxonômicos mais altos, visto
que as pragas geralmente operam nos níveis de gênero e família (SUBBURAYALU; SYDNOR, 2012).
As 196 espécies encontradas nas áreas de Juiz de Fora, foram classificadas quanto à origem, em nativas do Brasil, exóticas ou não confirmadas (NC) (Figura 5).
Figura 5: Procedência das espécies encontradas nas áreas de Juiz de Fora – MG. Em que: NC = Não confirmadas; Riqueza = número de espécies; Densidade = número de indivíduos
Fonte: Elaborado pela autora
A maioria das espécies encontradas nas áreas amostradas (87 espécies) é exótica, representando 44,4% do total de espécies e 1909 indivíduos, sendo as restantes nativas do Brasil ou NC, representando 39,3% e 16,3% do total de espécies e 1100 e 145 indivíduos, respectivamente. Ao considerar apenas as espécies determinadas (163 espécies), 53,65% são exóticas e 46,35% nativas do Brasil.
Um dos problemas associados ao excesso de espécies exóticas na arborização é o risco de invasão biológica. Sabe-se que a grande parte das plantas que se tornaram invasoras no Brasil foram inicialmente introduzidas com fins ornamentais e que essas espécies podem atingir ecossistemas naturais e gerar impactos para a flora nativa da região (ZENNI, 2014; RUFINO et al., 2019). Tal situação se agrava diante da falta de cuidado em relação aos riscos de bioinvasão (RUFINO et al., 2019). Das 87 espécies exóticas encontradas nas áreas verdes de domínio público de Juiz de Fora, 33 (37,93%) constam no banco de dados da Rede Temática para Espécies
(IABIN). A lista das espécies invasoras encontradas neste trabalho pode ser verificada no Apêndice B.
Além do risco que as espécies invasoras oferecem à biodiversidade, o conhecimento e domínio do assunto, por parte da população e do poder público, ainda é considerado precário (RUFINO et al., 2019). E para a implementação da arborização urbana, é importante, não apenas o fomento do uso de espécies nativas, mas também, deverão ser tomados cuidados necessários para evitar a disseminação de plantas invasoras (MORO; WESTERKAMP, 2011; MORO et al., 2014).
Dentre as espécies nativas encontradas na arborização das praças e parques urbanos de Juiz de Fora, 7 (9,21% do total) estão enquadradas em categorias de ameaça segundo critérios da IUCN (IUCN, 2019). A espécie que apresentou mais alto risco, de acordo com a classificação da IUCN (IUCN, 2019), foi a Araucaria
angustifolia, espécie nativa da Mata Atlântica, classificada na categoria em perigo
(EN), o que indica que a espécie alta chance de ser extinta num futuro próximo. Outras seis espécies foram classificadas na categoria vulnerável (VU), indicando que as espécies enfrentam um risco elevado de extinção na natureza. Além dessas, 8 espécies nativas são classificadas na categoria segura ou pouco preocupante (LC), o que significa que são espécies que não se enquadram em quaisquer categorias de ameaça, conforme evidenciado na Tabela 3.
Tabela 3: Espécies encontradas nas áreas verdes de domínio público de Juiz de Fora e que se enquadram em categorias de ameaça, segundo a IUCN (IUCN, 2019). Em que: VU = Vulnerável, EN = Em perigo e LC = Segura ou pouco preocupante.
Espécie Categoria Apuleia leiocarpa VU Araucaria angustifolia EN Cedrela fissilis VU Centrolobium tomentosum LC Colubrina glandulosa LC Couroupita guianensis LC Dalbergia nigra VU Euterpe edulis VU Ficus mexiae LC Joannesia princeps LC Piptadenia gonoacantha LC Plathymenia reticulata LC Plinia edulis VU Syagrus romanzoffiana LC Zeyheria tuberculosa VU
Fonte: Elaborado pela autora
Outra questão verificada foi a respeito do endemismo de cada espécie. Desta maneira, das 196 espécies encontradas, apenas 20 são consideradas endêmicas do Brasil, segundo Flora do Brasil 2020 em construção. A lista com as espécies endêmicas pode ser verificada no Apêndice C. Salienta-se a importância do uso de espécies endêmicas da região na arborização urbana pois além da valorização de espécies próprias de cada região contribuem para a conservação e melhoria da biodiversidade local (MOSER et al., 2017).
Além da grande variedade de espécies, também foi encontrada uma alta diversidade de famílias botânicas nas áreas verdes de domínio público de Juiz de Fora. Entretanto, grande parte das famílias identificadas (42,59%) possui a ocorrência de uma única espécie. Apenas 9 famílias, 16,6%, são representadas por cinco ou mais espécies, conforme Figura 6.
Figura 6: Famílias com maior representatividade de espécies nas áreas de Juiz de Fora – MG
Fonte: Elaborado pela autora
Dentre as espécies amostradas, a família que apresentou o maior número de espécies foi Fabaceae, com 37 das 164 espécies determinadas e 465 indivíduos, ou 14,7% do total de árvores amostradas. Outras famílias representativas foram Arecaceae e Myrtaceae, ambas com 12 espécies e 701 e 224 indivíduos respectivamente; Moraceae com oito espécies e 138 indivíduos arbóreos; Apocynaceae (35 indivíduos), Bignoniaceae (313 indivíduos) e Euphorbiaceae (50 indivíduos), todas com sete espécies diferentes; Asparagaceae e Cupressaceae, com cinco espécies e 125 e 39 indivíduos amostrados. Juntas, essas famílias exibiram 50,76% do total de espécies e 66% do total de indivíduos (2090).
A popularidade da família Fabaceae explica-se pelo fato desta ser a principal família usada na arborização urbana no Brasil (SOUZA; LORENZI, 2005). Destaca-se dentre as Angiospermas, com cerca de 650 gêneros e aproximadamente 18 mil espécies espalhadas por todo o mundo, mais especialmente nas regiões tropicais (GUSSON et al., 2008; LIMA et al., 2014). No Brasil ocorrem cerca de 200 gêneros e 1.500 espécies (SILVA et al., 2010). As espécies desta família são de hábitos variados que compreendem grandes árvores, arbustos, herbáceas e até mesmo trepadeiras (WEISER, 2007). Embora reconhecida como uma família de grande importância econômica, as espécies ornamentais integram destaque no paisagismo,
principalmente aquelas dos gêneros: Bauhinia (Pata-de-vaca); Delonix (Flamboyant);
Erythrina (Eritrina, Mulungu); Hymenaea (Jatobá); Calliandra (Esponjinha); entre
outros, importantes na arborização urbana (DE OLIVEIRA BOENI; SILVEIRA, 2019). Em relação à frequência, as espécies que foram encontradas em maior número de praças e parques urbanos são C. pluviosum e H. chrysotrichus, presentes em 28 das 54 áreas arborizadas amostradas (51,86%). Destacam-se também: H.
impetiginosus, L. chinensis e D. lutescens presentes respectivamente em 25 (46,3%),
23 (42,6%) e 21 (39,9%) áreas amostradas, conforme apresentado na Figura 7.
Figura 7: Espécies mais frequentes nas praças e parques urbanos do município de Juiz de Fora - MG
Fonte: Elaborado pela autora
Dentre as áreas amostradas, o Parque Halfeld, localizado no centro da cidade, apresentou maior riqueza de espécies (74 espécies), seguido pela Praça Guimarães Rosa (66 espécies) localizada no bairro Quintas da Avenida e pela Praça Álvaro Braga (39 espécies) localizada no bairro Bairu, conforme apresentado na Figura 5.
Figura 8: Áreas do município de Juiz de Fora- MG com o maior número de espécies
Fonte: Elaborado pela autora
Estudos apontam que a quantidade de espécies exóticas tende a aumentar ao longo do gradiente urbano-rural, deslocando-se em direção ao centro urbano (MCKINNEY, 2002; NIELSEN et al., 2014). Outro padrão que vem sendo discutido é a correlação do status socioeconômico com a diversidade de espécies arbóreas em áreas urbanas. Luz de La Maza e colaboradores (2002), descobriram que, as áreas de alta renda em Santiago, no Chile, tinham, em média, 28 espécies por hectare e as áreas de média e baixa renda apresentavam na média de 18 e 16 espécies por hectare. Os autores atestam que isso ocorre devido a maior possibilidade dos proprietários de terras, localizadas nas áreas socioeconômicas mais altas, moldarem seus arredores e realizarem o plantio de uma gama mais diversificada de espécies.
As áreas que apresentaram a menor quantidade de espécies foram a Praça Engenheiro Murilo de Andrade Abreu (Bonfim) e a Praça Poliesportiva do Ipiranga (Ipiranga), ambas com apenas uma espécie. A Praça Engenheiro Murilo de Andrade Abreu apresentou exemplares somente da espécie Spathodea campanulata P.Beauv e a Praça Poliesportiva do Ipiranga apenas um exemplar de Dypsis lutescens (H.Wendl.) Beentje & J.Dransf. Além disto, em oito das 62 áreas amostradas neste estudo, não foi encontrado nenhum indivíduo arbóreo. Estas áreas são: de Praça Desportos Izolino Goncalves Coelho (Graminha), Praça da Independência (Santa Efigênia), Praça Raphael Zacharias Mafud (Parque Guarani), Praça Professor Wilson de Lima Bastos (Parque Guaruá), Praça Déa Caputo Monachesi (Caiçaras), Praça
Luiz Kelmer (Borboleta), Praça do Imigrante Alemão (Borboleta) e Praça Maria Euzébia Delfino (Vale Verde). Juntas essas áreas desprovidas de vegetação somam a área total de 14.249,6 m² (1,42 ha), disponíveis para a implementação de arborização, considerando que ainda não foi efetivada. Desta maneira, verifica-se que as regiões com maior disponibilidade de área para a implementação de arborização é o Centro de Juiz de Fora, a qual possui uma área livre de 6.367 m² (0,64 ha), em uma