GESTION DE PUISSANCE ET OPTIMISATION D'UN SEH RELIÉ AUX RESEAUX
IV.2. Principe de modes de glissement
A partir do século XVIII aparecem os primeiros estudos de Johann Heinrich Pestalozzi, que defende a utilização de livros e imagens para o desenvolvimento das crianças desde os primeiros anos de vida. Nessa época também surgem os primeiros livros para crianças no mercado livreiro (LAJOLO; ZILBERMAN, 1982), através do trabalho de John Newbery, que inicia a edição de livros para criança, de forma que esses passam a integrar o mercado editorial inglês (DARTON, 1982). No século XIX, Frederich Fröbel aprofunda a pesquisa acerca da relação não só dos bebês com os livros, mas também a ligação desse com o mediador de leitura (KUMBERLING-MEIBAUER, 2011).
Segundo os estudos de Piaget, durante o estágio sensório-motor, que ocorre por volta dos dois primeiros anos de vida, os bebês se desenvolvem através dos sentidos e das atividades motoras. Os recém-nascidos têm a sua atenção voltada para cores fortes e
4 A escritora Nelly Novaes Coelho trata do tema referenciado no livro Literatura Infantil. São Paulo, Ática, 1993, p.28.
5 Pondé, Glória. A Arte de Fazer Artes. Rio de Janeiro, Nórdica, 1985.
contrastantes como o branco e o preto e padrões marcantes. A partir dos três meses, inicia-se a fase oral e o desenvolvimento tátil, além da percepção do meio ambiente (MARTINS; SILVA, 2016). Essas particularidades do desenvolvimento na fase inicial da vida do bebê requerem especial atenção e, por isso, estímulos e objetos pensados exclusivamente para esse público são exigidos. Apesar desse histórico, é apenas no século XX, já nas últimas décadas, que o bebê é considerado pelo mercado editorial um consumidor de literatura em potencial, ainda que esse necessite de um consumidor intermediário.
Considera-se que tal formação leitora se dá em meio à convivência em um mundo visualmente complexo, marcado por uma oferta plural de imagens midiáticas e artísticas e pela técnica como uma das possibilidades mais intensas de mediação cultural. As crianças, mesmo as bem pequenas, ao recolherem amostras e fragmentos de produtos inscritos na cultura visual de todos os lugares e contextos tendem a colecioná-los e lê-los (GIROTTO; SILVA, 2007, p.13).
Para esse público, além dos livros tradicionais que trazem ilustrações e textos em um suporte de papel, é oferecida uma gama de livros-objeto, como os livros-brinquedo (apesar de nenhuma dessas nomenclaturas serem exatas em suas definições para os livros para bebês e, por isso, esses objetos editoriais ainda não terem uma nomenclatura única, mas uma adequação conforme a sua proposta). Esses variam em um sem número de formatos e recursos que captam a atenção do bebê leitor e desperta a curiosidade e uso de múltiplos sentidos. Os livros-objeto são conceituados por Ana Margarida Ramos como “experimentações de livros móveis que solicitavam a interação do leitor para virar abas, destapar partes ocultas, puxar tiras ou rodas círculos e que continham técnicas associadas à engenharia do papel” (RAMOS, 2017, p.13).
Ao fazer um panorama da história do livro-objeto, tem-se como primeiro exemplar a obra Chronica Majora, de Matthew Paris, um monge beneditino de do século XIII. O livro possuía um disco giratório, uma volvelle (MARTINS, 2017, p.27).
Imagem 7. Chronica Majora, de Matthew Paris, século XIII
A partir do século XVI, são publicados livros que possuem abas coladas às folhas, que ao serem levantadas, revelam ilustrações. Esse recurso era especialmente usado para ilustrar livros de anatomia, e as abas eram utilizadas como um recurso para cobrir as partes íntimas. Já no século XVIII, um novo livro-objeto ganha popularidade. São os livros turn-up, ou
metamorphoses books, que também são conhecidos por Harlequinades. Tal nome faz
referência ao personagem Arlequim, e a primeira versão impressa desse tipo de livro-objeto data de 1765, obra que sai das mãos de Robert Sayer (MARTINS, 2017, p.27).
Imagem 8. Harlequinades de 1776 e 1790
No início do século XIX, são publicados na Inglaterra os chamados paper doll books, livros com bonecas de papel para que essas possam receber diferentes trajes. A editora londrina S. & J. Fuller criou, em 1810, um formato móvel e inovador de bonecas de papel, The history of little Fanny. Com o sucesso da publicação, posteriormente foi lançada também uma versão do livro-brinquedo para meninos, The history of little Henry. A partir de então, outras editoras passaram a publicar edições com diferentes tipos de bonecas de papel.
Imagem 9. The history of little Fanny, da editor S. & J. Fuller (imagens da Osborne
Collection)
É nessa mesma época que os livros-objeto passam a ser produzidos em maior quantidade para o público infantil, através das obras da editora Dean & Son, que publica mais de 70 livros que possuem diferentes recursos e mecanismos. Surge, assim, o termo toy book (Ibidem, p.28). Nesse século, novas nomenclaturas e trabalhos arquitetônicos de papel surgem pela Europa, principalmente na França, Alemanha e Inglaterra. O primeiro livro de banho surge na França em 1821, chamado The Toilet, e era destinado às meninas. Com o sucesso da obra, o autor, William Grimaldi, trabalha em uma obra similar para meninos, que é então publicada em 1824 com o título A Suit of Armour for Youth (MARTINS; SILVA, 2016, p.68). Na Checoslováquia, o austríaco Vojteck Kubasta foi um importante expoente desses trabalhos com papel, como os livros peep-show7.
Imagem 10. O Thames Tunnel Peep Show, de 1847
Mas é no século XX que os livro-objeto ganham força no mercado editorial mundial, especialmente as obras voltadas ao público infantil. Em 1929, dá-se início a uma nova série de livros interativos. Os livros pop-up surgem como uma forte tendência do mercado editorial:
“
Dentro dum livro comum, eram introduzidas folhas ocultamente estruturadas de tal modo que, a dado momento do ato de folheá-lo, saltavam - precisamente, pop-up - figuras ilustradas a cores do meio das páginas escritas em tipo, que se recolhiam ao virar de páginas seguinte”8.
7 Informações retiradas do artigo sobre a exposição de livros pop-up na Biblioteca Nacional portuguesa. O artigo e imagens podem ser verificados no endereço https://observador.pt/2016/05/24/pop-up-ha-livros-de-saltos- altos-na-biblioteca-nacional/. Acesso em 03/08/2018.
8 Excerto do artigo que referencia a exposição de livros pop-up na Biblioteca Nacional portuguesa, que pode ser encontrado no endereço https://observador.pt/2016/05/24/pop-up-ha-livros-de-saltos-altos-na-biblioteca- nacional/. Acesso em 03/08/2018.
Imagem 11. Pinocchio, de Harold Lentz, foi lançado em Nova Iorque pela Blue Ribbon Books (1932).
A pluralidade de linguagens aqui demonstradas e muitas outras que existem no mercado, além da função estética, participam efetivamente da fruição da leitura e de uma ressignificação do que é, efetivamente, o objeto livro infantil. Como cita Guto Lins, “essa linguagem visual utilizada no livro infantil moderno, exercida de forma lúdica ou não, está se estabelecendo como mais uma ferramenta a favor do livro, já que aumenta sua quantidade de informação e possibilidades de leitura, aumentando o interesse e, consequentemente, o consumo de livros de maneira geral” (2004, p.47).
Pelos seus recursos não-tradicionais e pela diversidade de sentidos que os livros- objeto instigam, esse tipo de obra foi, com o passar do tempo, sendo, aos olhos das editoras, o melhor tipo de livro destinado aos bebês, o que fez com que a oferta dessas publicações aumentasse significativamente em termos de quantidade e qualidade.
Além do objetivo de contar histórias, os formatos inusitados dos livros induzem a criança a manusear, sentir, ter um melhor contato com o objeto livro. Assim, a criança vai se familiarizando com a leitura desde cedo. E esta leitura a que me refiro, não necessita ser uma leitura de uma página escrita, afinal, as imagens também comunicam. (HOFFMANN, 2012, p. 56).
Elisabeth Romani aponta que “a expansão dessas publicações, em termos qualitativos e quantitativos, deve-se aos investimentos associados às recentes tecnologias” (2011, p.13), e que “o livro-objeto é importante para incentivar o contato físico com o livro” (2011, p.135).
A caracterização do livro ideal destinado ao chamado pré-leitor (COELHO, 1995) e sua forma gráfica é assunto polêmico frente aos profissionais da área editorial, que divergem entre a aceitação da oferta comercial dos livros-brinquedo e o conservadorismo da preferência pelo livro tradicional de literatura direcionado à faixa etária. Como um reflexo da demanda, no entanto, cada vez mais editoras têm acrescentado ao seu catálogo livros destinados aos bebês em seus formatos mais variados, visando atender essa procura e também fomentando esse subgênero que está em crescente ascensão:
Decorrente dos desenvolvimentos tecnológicos recentes em termos editoriais e gráficos e do contributo de um conjunto de novas vozes de visível qualidade artística, que têm vindo a renovar o universo da edição literária preferencialmente dedicada aos mais novos, bem como pelo nascimento de várias editoras exclusiva e/ou preferencialmente dedicadas à publicação de obras destinadas a crianças, o livro infantil aufere, atualmente, de uma dimensão de brinquedo e de obra de arte de grande elaboração estilística, potenciando diversas e novas utilizações a que educadores e mediadores de leitura – pais, professores, animadores, bibliotecários – terão de dar cada vez mais atenção (RAMOS, 2007, p.257).
Segundo Alisson G. Kaplan, que se interessa pela história dos livros-brinquedo para a primeiríssima infância, “the period from about 1920 to about 1950 is a very exciting time. It was then that publishing early literacy books for the very young child virtually exploded” (2012, p.43). No entanto, foram as décadas finais do século XX que se mostraram de suma importância para a evolução do mercado editorial infantil brasileiro. Conforme o estudo de Lidiane Brito, “se a década de 1980 foi de descobertas e aumento de volume de títulos e exemplares, a de 1990 pode ser considerada um período de depuração de qualidade e tentativa de profissionalização do setor” (BRITO, 2007, p.36). O SNEL, Sindicato Nacional dos Editores de Livros, possui números estatísticos acerca da produção de livros no Brasil. Ao destacar a produção específica de livros de literatura infantil do século XXI, especialmente a partir de 2010, tem-se os dados abaixo:
Produção de livros de literatura infantil no Brasil
Total de livros infantis produzidos
Participação (%) Total de livros produzidos no ano
2010 26.500.726 5,38 492.579.092
2011 17.431.415 3,49 499.796.288
2013 39.269.715 8,39 467.835.900
2014 37.259.612 7,43 501.371.513
2015 12.499.466 2,80 446.848.571
2016 16.621.398 3,89 427.188.093
Imagem 12. Fonte: SNEL9.
É importante destacar que os números acima são apenas de livros de literatura infantil, sendo que livros de literatura juvenil e didáticos possuem dados próprios, portanto, as obras voltadas aos bebês inserem-se nos dados acima apresentados. Apesar de oscilantes, os números que exprimem a produção dos livros infantis no Brasil mostram que essa parcela do mercado editorial tem grande relevância, sabendo-se que, de toda a produção editorial brasileira, mais da metade seja voltada para os livros didáticos.
Ao falar especificamente dos livros para bebês, apesar de não haver estatísticas exclusivas dos livros destinados à primeiríssima infância, é notável a partir da virada do século o aumento do número de editoras que se começaram a se dedicar às publicações para tal público e, com isso, também o número de títulos voltados aos bebês no mercado, afinal, como cita Guto Lins, “O mundo muda, a moda muda, tudo muda. A criança de hoje pensa, lê e vê o mundo de uma forma diferente. Da mesma maneira, o livro, enquanto produto dinâmico, tem que se atualizar constantemente” (2004, p.36). Apesar do aumento das obras, nem todas são consideradas de qualidade aos olhos da crítica. Para ser reconhecida como um bom livro, a obra depende de algumas variáveis, algumas comuns aos livros para as demais faixas etárias, outras específicas desse filão. Peter Hunt trata sobre esse assunto em seu livro
Crítica, teoria e literatura infantil e afirma que:
Dessa maneira, não pode haver uma definição única de “literatura infantil”. O que se considera um “bom” livro pode sê-lo no sentido prescrito pela corrente literária/acadêmica dominante; “bom” em termos de eficácia para educação, aquisição de linguagem, socialização/aculturação ou para o entretenimento de uma determinada criança ou grupo de crianças em circunstâncias específicas; ou “bom” em algum sentido moral, religioso ou político; ou ainda em um sentido terapêutico. “Bom”, como uma aplicação abstrata, e “bom para”, como uma aplicação prática, estão em constante conflito nas resenhas sobre a literatura infantil (2010, p.54).
9 Os dados que compõem a tabela podem ser encontrados no site da SNEL, no endereço https://www.snel.org.br/dados-do-setor/producao-e-vendas-do-setor-editorial-brasileiro/.
Essas questões são levantadas devido as muitas perspectivas avaliadas em um livro para crianças; especialmente em um livro para bebês. Segundo Van der Linden (2011, p.8), o livro infantil evoca duas linguagens: texto e imagem. E a imagem, no livro para bebê, é mais do que um desenho: é uma representação concreta de um objeto, uma paisagem ou um ser representado em um suporte concreto que cabe nas mãos descobridoras. Além disso, nesse tipo de obra, um terceiro item é evocado para chamar a atenção desse leitor especial: o próprio suporte, já que o objeto em si desperta interesse e interatividade. Esse pensamento corrobora com o que ressalta Eliane Debus em seu livro Festaria de Brincança: “a criança faz sua primeira leitura pelo contato com os elementos físicos constitutivos do livro: o tipo de papel, a textura, o volume, a extensão do número de páginas, o colorido das ilustrações etc. (...) a criança tem a oportunidade de manter uma relação palpável com um objeto que se identifica com a estrutura física do livro” (2006, p.36). Aqui, o texto pode ou não ter uma fruição, já que a narrativa, dependendo do tempo de vida do bebê, pode ainda não ser compreendida. Como disse Bartolomeu Campos de Queirós (2005), “Não existe texto literário sem qualidade. Existem textos que não são literários.” Cássia Bittens, em sua dissertação sobre livros para bebês (2018, p.55), ilustra a relação dos critérios norteadores à análise do livro endereçado à primeiríssima infância, conforme a figura a seguir:
É a tríade que une todas as funções e que juntas correspondem a uma edição de qualidade, no que tange à atenção sobre os sentidos do bebê e a sua percepção do livro como um objeto completo que estimula a visão, a audição e o tato (sinestesia).
Sobre a produção de livros para bebês no Brasil, Dolores Prades, para o site
Publishnews10, disse que esses livros são “até certo ponto “novos” no nosso mercado, no que
se refere à diversidade da oferta, mas uma velha tradição em muitos países. Normalmente são livros que exigem uma produção mais sofisticada, ou pelo papel cartão, ou pelas facas e recortes, ou pelas texturas, ou pelo produto do qual é feito etc. Tudo isto tem um custo e exige um parque gráfico que, para que muitos destes produtos sejam viáveis comercialmente, devem ser fabricados em países como a China e Singapura”. Seguindo o pensamento de Prades, os livros para bebês são cada vez mais editados no Brasil, mas impressos em países asiáticos, especialmente na China. Isso se dá porque, apesar da distância física, a China propõe valores muito tentadores às editoras brasileiras com relação às taxas e impostos. Conforme levantamento do jornal o Globo11 em 2013, os livros eram impressos naquele país oriental por um valor 50% menor do que no Brasil. Isso refletiu uma demanda de 13,5 toneladas de livros importados da China em 2013, duas mil toneladas a mais do que em 2011. Para se ter um comparativo, o total supera em quatro vezes o total de livros que chegaram ao Brasil importados de toda a Europa. Apesar da alta do dólar refletir diretamente nos valores e nas transações de importação, o negócio continua sendo extremamente vantajoso para as editoras brasileiras, sejam essas de pequeno, médio ou grande porte. Além do valor, a qualidade do papel chinês e o ajuste de cores na impressão também são destacados pelos editores brasileiros, que se mostram satisfeitos com os resultados dos livros recebidos. No que toca aos livros-brinquedo, ainda que esses não usem papel em sua composição gráfica, o plástico, o tecido ou qualquer que seja a escolha gráfica também é bem atendida pela China. Ainda segundo a matéria do jornal O Globo, a desvantagem de se encaminhar as obras para impressão em território chinês é, obviamente, a distância, que se reflete no tempo para recebimento dos livros no Brasil. Como as obras vêm por via marítima, o prazo estimado de entrega é de até 120 dias, o que exige um planejamento estratégico por parte das editoras com relação ao lançamento dos livros e distribuição para venda. Até por essas facilidades
10 Texto disponível em http://www.publishnews.com.br/materias/2012/09/10/70146-uma-biblioteca-na- primeira-infancia. Acesso em 02/07/2018.
11 A matéria pode ser conferida no endereço https://oglobo.globo.com/cultura/com-precos-ate-50-menores-do- que-no-brasil-graficas-chinesas-seduzem-editoras-nacionais-8444947, e também foi discutida e disponibilizada na íntegra pelo site da Abrelivros (Associação Brasileira de Editores de Livros Escolares) no endereço http://www.abrelivros.org.br/home/index.php/noticias/4337-com-precos-ate-50-menores-do-que-no-brasil- graficas-chinesas-seduzem-editoras-nacionais. Acesso em 30/08/2018.
apresentadas, a quantidade de editoras que produzem esse tipo de livro vem aumentando significativamente no Brasil. No entanto, é difícil precisar o número exato, já que, no Brasil, há editoras que utilizam recursos extremamente artesanais para a edição dos livros e, por isso, publicam obras com tiragens pequenas, que atendem a um público específico, muitas vezes já fiel daquele tipo de trabalho. Apesar disso, ao comparar os catálogos de editoras de maior visibilidade, pode-se verificar como essas empresas têm voltado o olhar para o filão de consumidores de até três anos. Dentre as 28 editoras participantes do Salão Nacional do Livro Infantil e Juvenil 2018, principal evento específico de literatura infantojuvenil do Brasil, 20 possuem livros para bebês em seus catálogos12.
Apesar de alguns estudiosos defenderem que a classificação dos livros por faixa etária é inconsistente, visto que as diferenças entre atrasos ou avanços individuais devem ser levados em conta, assim como o contexto social e de ambiente de aprendizado (SILVA; BERTOLETTI, 2010), os catálogos das editoras utilizam a idade para classificar os títulos. Os livros para bebês são indicados para crianças de 0 a 3 anos. Como exemplos de editoras que produzem livros para bebês, para que se possa ser compreendido essa relação custo x benefício, a busca por inovações do segmento e, assim, a conquista e reconhecimento da crítica e público leitor, serão analisados as propostas e os catálogos da Bamboozinho Editorial, Ciranda Cultural, Editora Girassol e Editora e Distribuidora Vale das Letras.