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4. Résultats

4.3. Résultats sur les postures d’écriture

4.3.6. Les postures d’écriture dans la « Partie conclusive » de l’échantillon

ACSELRAD, Henri. Território e poder – a política das escalas. In: Fischer, Tânia (Org.) Gestão do desenvolvimento e Poderes locais. Marcos teóricos e avaliação. BADIE, Bertrand. O fim dos territórios: ensaio sobre a desordem internacional e sobre a utilidade social do respeito.Lisboa: Ed. Boitempo, 2001.

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BECKER, Bertha. Amazônia: fronteira do século XXI. Rio de Janeiro: Ed. Garamond, 2004.

BECKER, Bertha. Geopolítica da Amazônia:a nova fronteira de recursos. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1982.

CASTELLS, Manuel. A era da informação: Economia, Sociedade e Cultura. Vol. 1, A Sociedade em Rede. São Paulo: Paz e Terra, 1999.

CASTELLS, Manuel. Fim de Milênio., São Paulo, Paz e Terra,.

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CORRÊA, Roberto Lobato. Corporação, práticas espaciais e gestão do território. in, Revista brasileira de geografia. Rio de Janeiro, IBGE, 54 (3) 1992.

CORRÊA, Roberto Lobato. Metrópoles, corporação e espaço: uma introdução ao caso brasileiro. In; CASTRO, Iná Elias de. Et. al. Brasil: questões atuais da reorganização do território. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2002.

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EMBRAPA. Dendê: uma nova opção agrícola. Brasília, EMBRAPA, 1986.

GEPE. A agroindústria do óleo de palma: documento preliminar. Belém, GEPE, 1997. HOMMA, Alfredo K. O. et al. Bases para uma política de desenvolvimento da cultura do dendezeiro na Amazônia. In: VIEGAS, Ismael de Jesus et al. A cultura do dendezeiro na Amazônia brasileira. Belém: Embrapa Amazônia Oriental / Manaus: Embrapa Amazônia Ocidental, 2000.

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MARTINS, José de Souza. Fronteira: a degradação do Outro nos confins do humano. São Paulo: HUCITEC,1997.

MAZZALI, Leonel. O processo recente de reorganização agroindustrial: do complexo rural a organização “em rede”. São Paulo: UNESP, 2000.

MICHAELIS: o novo dicionário da língua portuguesa. São Paulo, 1998.

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Coordenação Geral, 1995. p.138.

_____. Plano Plurianual 2000/2003. Belém: Secretaria de Estado de Planejamento e Coordenação Geral. Plano. 1999. p. 301.

PARÁ, Governador do. Mensagem à Assembléia Legislativa. Belém, 1995. _____, Governador do. Mensagem à Assembléia Legislativa. Belém, 1998.

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RAMIRES, Julio César de L. As grandes corporação e dinâmica sócio-espacial:a ação da Petrobras em Macaé. In; Revista Brasileira de Geografia. Rio de Janeiro, IBGE, 53 (4) out./dez.1991

RIBORATTI, C. Fronteiras agrárias na América latina. In: Geocrítica. Barcelona (Espanha): 1995.

SAGRI. Projeto dendê. Santa Izabel do Pará, SAGRI, 1992.

SAGRI. Projeto de implantação da cultura do dendê em áreas degradadas de pequenos produtores rurais. Belém, SAGRI, 1982.

SANTOS, Marcos Antonio S. dos. et. al. O comportamento do mercado de óleo de palma no Brasil e na Amazônia: estudos setoriais, 11. Belém, BASA, 1998.

SANTOS, Milton. Técnica, Espaço e Tempo. Globalização e Meio técnico- científicoinformacional. 2.ª ed. São Paulo: Hucitec, 1996.

SAWYER, Donald R. Fluxo e refluxo da fronteira agrária no Brasil: ensaio de interpretação estrutural e espacial. In: Revista Brasileira de Estudo de População. V 1 Jan./ Dez. 1994.

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SILVA, Jose Graziano da. A nova dinâmica da agricultura brasileira. Campinas: UNICAMP.IE, 1996.

SILVA, Lazaro M Da. Alternativa de investimento na Amazônia Lega: perfil econômico da cultura do dendê. Belém, BASA, 1980.

SOCFINCO DO BRASIL Ltda. Amazônia: 10.000.000 de toneladas de óleo de dendê. Proposta para primeira etapa do projeto. Rio de Janeiro, 1976. Vol. 2

SUDAM. SUDAM e cultura do dendê na Amazônia. Belém, SUDAM, 1969. VELHO, Domingos J. Frentes de expansão e estrutura agrária.

WEGNER, Robert. A conquista do oeste: a fronteira na obra de Sergio Buarque de Holanda. Belo horizonte: Ed. UFMG, 2000.

Anexos

QUADRO 01: Resumo dos planos de governo para a agricultura

Período Plano Diagnostico Proposta Ação de governo

1963-65 Plano trienal de desenvolvimento econômico e social O atraso e resultante da estrutura agrária (agricultura como entrave) Expansão da produção de alimentos, compatível com o estimulo da demanda. Correção de distorção e deficiência no setor de produção de exportação Produção de matéria-prima para o mercado interno

Pesquisa e fomento (no entanto limitada; crédito

agrícola; política de

preço mínimo; incentivos a produção de bens de capital (trator), fertilizantes, defensivos etc). 1964-66 Programa de ação econômica de governo Estagnação da produtividade; dificuldade de comunicação e imitação de procedimentos modernos; disparidade na distribuição da terra. Aumentar a produtividade de alimentos; de matéria- prima e de produtos exportáveis e diminui a importação. Eliminação do controle de preços, facilidade para exportar; aperfeiçoamento da

política de preço mínimo e expansão do credito

agrícola; investimento

em industria de bens de capital, de insumos, etc. 1968-70 Plano estratégico de desenvolvimento * Modernização do sistema de abastecimento e mudança da base tecnológica da agricultura Programa integrado de aumento da produtividade no tocante a produtos alimentícios básicos; programa de incentivo ao uso de insumos modernos e combate a doenças; fortalecimento e especialização do credito rural e incentivo a industrialização do meio rural. 1972-74 I PND Desnível de crescimento entre setor urbano-industrial e agrícola pode causar problema para toda economia

Incentivar ainda mais o sistema já montado de incentivos fiscais e creditícios; disseminação do uso de insumos modernos no Centro-Sul e Nordeste; avanço na

pesquisa para buscar

resultados como o do trigo.

*

Fonte: Organizado por Cruz (2005) a partir de Neto (MULLER, 1989; NETO,

1997).

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