Chapitre II : DIAGNOSTIC DU SECTEUR DE LA PRODUCTION
A.3.5 Centrale de Kolda
III.1- C Fiabilité des protections, situation de la maintenance, puissances
essencial e o modelo de implementação. Conforme discutido anteriormente, entendemos que apenas o modelo essencial deve ser objeto da fase de análise e, assim, discutiremos apenas a especificação da essência do sistema.
A especificação da essência do sistema, produto da fase de análise, é composta de dois modelos, como mostra a figura 6.3:
Modelo Ambiental: define a fronteira entre o sistema e o resto do mundo.
Modelo Comportamental: define o comportamento das partes internas do sistema necessário para interagir com o ambiente.
Atividade Essencial R1 E1 E2 Atividade Essencial E1 E2
Criar ou excluir uma ocorrência de R2. Criar ou excluir uma ocorrência de R1.
E1 R E2 a Modelo de Dados R
Análise de Sistemas: Notas de Aula Ricardo de Almeida Falbo
Cap.6 – Introdução à Análise Essencial
UFES
Departamento de Informática
Figura 6.3 – A Análise Essencial e seus Modelos. 6.2.1 - O Modelo Ambiental (Referência: Seção 17.1 [Pompilho95])
Representa o que o sistema deve fazer para atender ao ambiente. É composto dos seguintes produtos:
Propósito do Sistema: enuncia a finalidade do sistema. Pode ser acompanhado de uma breve descrição do contexto do sistema (mini-mundo).
Lista de Eventos: lista de eventos aos quais o sistema deve responder. Deve conter, pelo menos, o nome do evento, o estímulo e a resposta externa do sistema. Diagrama de Contexto: representa o sistema como um único processo e suas interações com o ambiente. Pode ser acompanhado de um dicionário de dados. A declaração de propósito (objetivos) do sistema deve ser elaborada em poucas frases, simples e precisas, em linguagem destituída de vocabulário técnico, de modo a ser entendida pelos usuários do sistema e pela administração da empresa, em geral. Não deve fornecer detalhes sobre como o sistema deverá operar.
A elaboração da lista de eventos é o passo principal desta etapa do desenvolvimento, uma vez que os eventos constituem a parte fundamental de um sistema. De fato, o primeiro passo na especificação de um sistema é identificar a quais eventos do mundo exterior ele deverá ocorrer. Esta atividade, denominada Análise de Eventos, é muito bem explorada no Capítulo 15 de [Pompilho95].
Uma vez definidos os eventos, é possível construir o Diagrama de Contexto do sistema, mostrando como ele responde a todos os eventos externos relevantes.
Finalmente, pode ser útil elaborar uma descrição de como o sistema responderá a cada um dos eventos identificados na Lista de Eventos.
Análise Essencial
Modelo
Essencial Implementação Modelo de
Modelo Ambiental
Modelo Comportamental
Cap.6 – Introdução à Análise Essencial
de Informática
6.2.2 – O Modelo Comportamental (Referência: Seção 17.2 [Pompilho95])
Representa o que o interior do sistema deve fazer para atender ao ambiente. Deve conter os seguintes produtos:
Diagrama de Entidades e Relacionamentos
Diagramas de Fluxos de Dados Particionados por Eventos: Para cada evento do sistema, deve ser construído um DFD. Assim, a quantidade de diagramas deve ser equivalente ao número de eventos na lista.
Diagramas de Transição de Estados: Representa o comportamento das entidades e relacionamentos com atributos ao longo do tempo. Será construído um DTE para cada entidade ou relacionamento com atributo do DER que possuir comportamento significativo, isto é, possuir mais de um estado ao longo de seu ciclo de vida. Diagramas de Fluxos de Dados Organizados em Níveis Hierárquicos: representa os processos em níveis hierárquicos, a partir do diagrama zero. Os processos do diagrama zero são obtidos através do agrupamento de atividades essenciais dos DFDs particionados por eventos. Um critério de agrupamento bastante razoável é considerar o grau de coesão e acoplamento entre atividades essenciais., as seguintes heurísticas podem ser utilizadas, em conjunto ou em separado:
Procurar agrupar em um único processo todas as atividades essenciais que acessam um determinado depósito de dados, verificando se o processo resultante desse agrupamento é adequado para representar uma das funções do sistema.
Agrupar todas as atividades de custódia referentes a um mesmo depósito de dados.
Procurar identificar uma função do sistema, agrupando atividades essenciais que interagem com uma mesma entidade externa.
Representar no DFD-zero, um processo para cada uma das funções do negócio. Agrupar as atividades essenciais aos processo para os quais as suas ações mais contribuem.
Usando esta abordagem para a construção de diagramas hierárquicos, adotamos uma estratégia middle-out (do meio para fora), onde, a partir dos eventos, estabelecemos atividades essenciais (meio) para depois agrupá-las em níveis superiores (para cima) e, em seguida, especificá-las e, se necessário, explodi-las (para baixo).
Dicionário de Dados: descreve os dados representados no MER, nos DFDs e nos DTEs.
Especificação da Lógica dos Processos: descreve a lógica dos processos do DFD que não foram detalhados em diagramas de nível inferior (lógica dos processos primitivos).
Como podemos perceber, a Análise Essencial faz uso praticamente das mesmas técnicas de modelagem da Análise Estruturada, a saber a Modelagem de Dados (utilizando modelos de Entidades e Relacionamentos), a Modelagem Funcional (utilizando Diagramas de
Análise de Sistemas: Notas de Aula Ricardo de Almeida Falbo
Cap.6 – Introdução à Análise Essencial
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Departamento de Informática
Fluxo de Dados – DFDs) e a Modelagem de Controle (utilizando Diagramas de Transição de Estados). Isso é bastante natural, já que a Análise Essencial é, de fato, uma extensão da Análise Estruturada.
Na realidade, a principal diferença entre a Análise Essencial e a Análise Estruturada está na estratégia para atacar o problema: a primeira defende uma abordagem baseada em eventos, onde a Análise de Eventos passa a ser um passo fundamental, a segunda é baseada apenas na decomposição top-down da funcionalidade do sistema.
A figura 6.4 apresenta de forma sintética a organização do modelo essencial.
Figura 6.4 – Organização do Modelo Essencial.
Referências Bibliográficas
[McMenamim84] S.M. McMenamim, J.F. Palmer. Análise Essencial de Sistemas. McGraw- Hill, São Paulo, 1984.
[Pompilho95] S. Pompilho. Análise Essencial: Guia Prático de Análise de Sistemas.
IBPI Press, Editora Infobook, Rio de Janeiro, 1995.
[Xavier95] C.M.S. Xavier, C. Portilho. Projetando com Qualidade a Tecnologia de
Sistemas de Informação. Livros Técnicos e Científicos Editora, 1995.
[Yourdon90] E. Yourdon. Análise Estruturada Moderna. Editora Campus, 1990.
Modelo Essencial Modelo Ambiental Lista de Eventos Diagrama de Contexto Declaração de Objetivos Modelo Comportamental Diagramas de Fluxo de Dados Diagrama de Entidades e Relacionamentos Mini- Especificações Diagrama de Transições de Estados D I C I O N Á R I O D E D A D O S
Cap.7 – Modelagem de Dados
de Informática
7. Modelagem de Dados
A primeira atividade realizada no processo de construção do Modelo Comportamental da Análise Essencial de Sistemas deve ser a modelagem de dados e, para tal, o modelo de Entidades e Relacionamentos (ER) é utilizado. O modelo ER é uma técnica top-down de modelagem conceitual, utilizada para representar os dados a serem armazenados em um sistema de informação, tendo sido desenvolvida originalmente para dar suporte ao projeto de bancos de dados [Chen90] [Setzer87].
Basicamente, o modelo ER representa as entidades (coisas) e os relacionamentos (fatos) do mundo real, que um sistema de informação precisa simular internamente.