1. Agrupamento onde leciona
2. Sexo
3. Idade
4. Anos de serviço 5. Grau académico
6. Nível de ensino que leciona atualmente 7. Categoria profissional
8. Grupo de recrutamento
9. Departamento curricular a que pertence 10. Número de anos de serviço no Agrupamento
11. O plano de estudos do agrupamento contempla a articulação curricular interdisciplinar.
12. Os planos de trabalho das turmas contemplam a articulação curricular interdisciplinar.
13. O plano anual de atividades inclui atividades que envolvem diferentes disciplinas.
14. As planificações da atividade letiva contemplam a articulação horizontal do currículo (interdisciplinar).
15. Os professores dos diferentes departamentos reúnem para trabalhar a articulação horizontal do currículo.
16. Os professores do mesmo grupo de recrutamento trabalham a articulação vertical do currículo.
17. São realizadas reuniões de articulação curricular interciclos.
18. O plano anual de atividades é elaborado de acordo com as linhas orientadoras do projeto educativo.
19. Os programas/planos próprios das turmas evidenciam, nas atividades curriculares, características do meio envolvente.
20. O plano anual de atividades tem em conta as especificidades do meio envolvente.
122 22. As equipas pedagógicas, por norma, acompanham os alunos ao longo dos ciclos de ensino.
23. Os processos individuais dos alunos são alvo de análise, por parte dos conselhos de turma.
24. Os professores de apoio (quando não são professores da turma) participam nos conselhos de turma.
25. Os professores de educação especial participam nos conselhos de turma (sempre que a turma integra alunos com Necessidades Educativas Especiais).
26. Os Planos de turma contêm toda a informação relevante sobre o percurso escolar dos alunos.
27. É assegurada a transmissão da informação sobre o percurso escolar dos alunos na transição de ciclo (quando esta ocorre na mesma escola/agrupamento).
28. Estão instituídos mecanismos que permitem a passagem da informação sobre o percurso escolar dos alunos, na constituição das turmas.
29. Os alunos são informados dos critérios de avaliação das diferentes áreas curriculares disciplinares e não disciplinares.
30. Os pais e encarregados de educação são informados dos critérios de avaliação das diferentes áreas curriculares disciplinares e não disciplinares
31. Os critérios de avaliação das diferentes áreas curriculares disciplinares e não disciplinares são divulgados em diversos locais.
32. Os professores utilizam diferentes técnicas e instrumentos de avaliação.
33. Os professores fornecem feedback frequente aos alunos sobre o seu desempenho.
34. Os alunos realizam autoavaliação de forma sistemática.
35. Os alunos realizam avaliação dos seus pares de forma sistemática.
36. Os professores usam os dados da avaliação formativa para classificar os alunos no final do período.
37. Os professores realizam a avaliação diagnóstica no início do ano. 38. Os professores usam a avaliação diagnóstica ao longo do ano.
39. Existe trabalho colaborativo sustentado na reflexão e na partilha de boas práticas.
123 40. Os órgãos de administração e gestão e as estruturas de orientação educativa promovem o trabalho colaborativo.
41. Os professores da mesma disciplina/ano planificam conjuntamente as atividades de ensino (seleção de conteúdos, estratégias, recursos…).
42. Os professores da mesma disciplina/ano partilham materiais (textos, fichas, testes, etc).
43. Existe trabalho colaborativo concretizado em encontros formais contemplados nos horários dos docentes.
44. Existe trabalho colaborativo entre docentes, concretizado em contactos informais.
45. Estão instituídas práticas de reflexão e partilha de boas práticas. 46. O ensino diferenciado é prática generalizada de todos os docentes.
47. Os professores adequam estratégias e materiais às capacidades e aos ritmos de aprendizagem dos alunos.
48. Os professores promovem o trabalho de pares, com diferentes níveis de competências.
49. Os professores promovem estratégias de trabalho autónomo e autoaprendizagem. 50. O apoio aos alunos com NEE, sempre que possível, é realizado na sala de aula. 51. Os alunos com NEE beneficiam de respostas adequadas às suas necessidades. 52. Os alunos com NEE, sempre que possível, participam nas atividades da aula. 53. As medidas de apoio às crianças/alunos com NEE são eficazes.
54. Os professores utilizam diferentes formas de reconhecimento e valorização do trabalho dos alunos.
55. Os professores mantêm nas suas salas um ambiente favorável à aprendizagem. 56. Estão instituídas iniciativas destinadas a estimular e valorizar as potencialidades dos alunos (prémios, quadros de honra, mérito,…).
57. Nas salas de aula, predominam metodologias ativas (trabalho de pesquisa, atividade experimental, metodologia de projeto,…), indutoras de um papel dinâmico dos alunos na sua aprendizagem.
58. Há diversos projetos/ atividades para valorização da dimensão artística. 59. A dimensão artística está patente na oferta educativa da
124 escola (oficinas de arte, clube de teatro,…).
60. Os espaços evidenciam a valorização da dimensão artística.
61. A tecnologia (quadros interativos, projetores de vídeo, rede informática, computadores), quando disponível, é bem aproveitada na promoção das aprendizagens dos alunos.
62. Os professores promovem a utilização da biblioteca como recurso para as aprendizagens.
63. O acompanhamento e a monitorização da prática letiva são assegurados pelo coordenador de departamento.
64. O acompanhamento e a monitorização da prática letiva são assegurados pelo coordenador das disciplinas/áreas disciplinares.
65. Estão instituídas formas comuns de monitorização da prática letiva (análise de planificações de aulas, de fichas de trabalho, testes de avaliação, matrizes de testes…). 66. A supervisão direta da prática letiva como estratégia de desenvolvimento profissional constitui uma prática comum.
67. São utilizados diversos instrumentos e procedimentos para avaliar conhecimentos, atitudes e comportamentos, tendo em conta os critérios de avaliação estabelecidos.
68. Os professores utilizam instrumentos de registo comuns para avaliação de atitudes e comportamentos em sala de aula.
69. Os testes intermédios são uma prática de avaliação generalizada. 70. As provas globais são uma prática de avaliação generalizada.
71. A elaboração de matrizes e a aplicação de instrumentos de avaliação comuns é prática instituída entre os professores das mesmas disciplinas/anos.
72. As matrizes das provas de avaliação são divulgadas aos alunos.
73. Os alunos são informados dos critérios de correção das provas de avaliação. 74. As provas de avaliação têm assinalada a cotação obtida em cada questão. 75. São fixadas metas de aprendizagem nas diversas disciplinas
76. Em conselho de turma, os professores analisam a eficácia das medidas adotadas nos planos próprios das turmas.
125 77. Os coordenadores de departamento/grupo disciplinar recolhem informação sistemática sobre o cumprimento dos programas.
78. A avaliação da eficácia das medidas de apoio educativo é feita regularmente. 79. As medidas de apoio são revistas regularmente.
80. Estão instituídos procedimentos eficazes com vista à prevenção da desistência e do abandono.
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