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CADRES THÉORIQUES POUR ANALYSER LES DONNÉES RECUEILLIES

Chapitre 2 : Pour une définition de la lecture littéraire

3. La place du texte

6.1.1 Introdução

As dimensões consideradas são em número de duas. Ao operarmos no âmbito da dimensão 1, “A construção do texto” procuramos identificar os processos de composição textual que o locutor utiliza na formulação do conteúdo informativo. No âmbito da dimensão 2, “O envolvimento do destinatário na interação, isto é, a orientação da intervenção para o destinatário”, procuramos observar as marcas textuais referentes à forma como o locutor inscreve o alocutário na sua própria enunciação.

Subdividimos a dimensão 1 em 3 subdimensões de forma a dar saliência a três processos subjacentes a qualquer construção de texto: a coesão (sub-dimensão 1), a estrutura das proposições derivadas da estrutura sintáctica (sub-dimensão 2) e a progressão textual (Sub- dimensão 3). A sub-dimensão 3 foi objecto de uma refinamento analítico mais fino, porque foi perspectivada a partir de três níveis: processos de retoma, processos de elaboração e expansão e processo de organização temática.

A dimensão 2 foi subdividida em três sub-dimensões, para permitir uma exploração minuciosa: a apelação directa (sub-dimensão 1), a diafonia (sub-dimensão 2) e a dialogalidade (sub- dimensão 3).

A estrutura da apresentação pela qual optamos obedece à seguinte sequência expositiva: nota introdutória, resultados e discussão.

6.1.2 Dimensão 1: A construção do texto

Temos vindo a considerar que a construção do texto sofre inevitavelmente a determinação do destinatário. Por isso consideramos que o locutor constrói o seu texto meta-representado continuamente o seu destinatário. O locutor reage ao comportamento responsivo do destinatário no seu enunciado, daí que possamos falar em co-construção do texto.

Na abordagem que fazemos desta dimensão, inspirámo-nos também em grande medida no quadro teórico-metodológico oferecido pela Gramática textual-Interactiva, uma abordagem oriunda do paradigma recente da Linguística Interacional (Mondada, 2008), na parte relativa aos processos de construção textual (Penhavel, 2012). Este quadro releva particularmente, os seguintes processos: a organização temática (topical), a referenciação, a parentetização, o parafraseamento, a correcção (que entendemos como reformulação) e a repetição.

Ao analisarmos a construção do texto, seguimos mais especificamente a proposta de Castilho (1998, p. 55 e ss.) que perfila esta abordagem teórico-metodológica. Este autor considera existirem fundamentalmente três processos implicados na construção do texto: activação, reactivação e desactivação.

O processo de construção por activação é central no processo de formulação linguístico- textual da informação. Abarca a selecção lexical e as estruturas constitutivas do texto e suas unidades. São estes elementos que determinam principalmente a representação linguística de superfície.

O processo de construção por reactivação leva em conta o “processamento anafórico” num sentido lato: reactivação sob a forma de retoma ou repetição de formas e conteúdos. A repetição e a paráfrase, em todas as suas formas, ilustram este processo de construção. O processo de construção por desactivação, leva em linha de conta os processos de ruptura: digressões, parênteses etc.

Ao abordarmos a dimensão da construção do texto, operaremos no âmbito de três sub- dimensões: a coesão textual, a complexidade estrutural das proposições e a progressão textual (Vide Anexo 1)

.

6.1.2.1 Sub-dimensão 1: a coesão textual

Na exploração desta sub-dimensão, apresentamos uma breve resenha sobre a presença da coesão nos estudos sobre o discurso. Segue-se de imediato a apresentação dos resultados apurados, focalizada no uso dos operadores lógicos e dos conectores. Na parte final procedemos à respectiva discussão.

Tal como expusemos na primeira parte do nosso trabalho, dedicada ao desenho do nosso quadro teórico de referência, a coesão textual embora muito presente na investigação, é abordada em formas muito diversas. Encontramo-la nos vários paradigmas que se têm interessado pela investigação sobre textos e discursos. Tratando-se de uma noção facilmente perceptível, a sua definição não é no entanto fácil (Stoddard, citada por Bystrova-Mc Intyre, 2012, p.26). A sua abordagem tem adoptado perspectivas variadas. Esta diversidade, no entanto, não impede que se possam identificar algumas ideias comuns que são transversais às várias abordagens: a conexidade entre elementos e a pluralidade de processos com que se constrói essa conexidade (referência, substituição, elipse, conjunção e léxico), segundo Halliday e Hasan (1976). Ao nível da estrutura linguística de superfície, um conjunto de processos releva de mecanismos anafóricos, sendo que um outro processo corresponde à utilização explícita de conectores, no texto. Ante a diversidade reinante na abordagem da coesão, importa pois precisar alguns pressupostos que estabelecem o perímetro dentro do qual realizamos a nossa breve incursão.

No âmbito específico do nosso trabalho encontrámos em Widdowson (citado por da Silva & dos Santos, 2014, p. 183) uma definição de coesão, na qual enquadramos a nossa investigação: “ A coesão é o modo pelo qual as frases ou partes delas se combinam para assegurar um desenvolvimento proposicional” (p.183).

Também Bystrova-McIntyre (2012, p.28) citando Beaugrande e Dressler, Halliday e Hasan (1976) e Halliday (1985) usa o termo coesão aplicado tanto às relações inter como intra- frásticas. Pela nossa parte esta perspectiva permitir-nos-á cercear a conexidade existente dentro das frases complexas, ao nível da estrutura linguística de superfície. Recordamos que no Modelo de Van Dijk e Kintsch (1983) é da frase uni-oracional (simples) ou pluri-oracional (complexa) que se derivam as proposições que o sujeito processante integra no “texto- base”34.

O aprofundamento do estudo intra-frástico tem interesse investigativo. Permite revelar possíveis peculiaridades coesivas captáveis neste plano. A “readibility” é uma dessas peculiaridades. Tradicionalmente as medidas de “readibility” (Flesch Reading Ease, Flesch- Kincaid Grade Level, Degrees of Reading Power, e Lexile scores), consideram que o comprimento e a complexidade das frases tornam a legibilidade (“readability”) dos textos mais difícil.

Uma situação que tem lançado alguma opacidade sobre a definição de coesão resulta da falta de demarcação entre duas noções conexas: coesão e coerência.

No nosso estudo seguimos a diferenciação estabelecida nesta matéria pelos investigadores do paradigma cognitivo da compreensão do discurso, entre outros, Gernsbacher (1990), Zwaan e Radvansky (1998), McNamara, Graesser e Louwerse (2012). Segundo estes a coesão deve ser entendida como uma propriedade explícita do texto, enquanto a coerência releva da qualidade da representação mental construída pelo receptor.

No nosso estudo, ao abordarmos os mecanismos coesivos, interessamo-nos exclusivamente por uma das fontes da construção da coesão textual: a utilização de conectores para marcar explicitamente a coesão no texto. No nosso estudo, os conectores são, em sintonia com a definição oferecida por Sheehan (2013) que está em linha com a perspectiva cognitiva da compreensão do discurso (McNamara & Kintsch, 1996; Kintsch,1998; Louwerse, McCarthy, McNamara & Graesser, 2004; McNamara, Louwerse, McCarthy, & Graesser, 2010; McNamara,

34 “A essa representação mental, obtida a partir do input linguístico (palavras, sentenças simples e

complexas), van Dijk e Kintsch denominam texto-base , isto é, um conjunto proposições ou sequência de proposições que encerram o significado do texto. Uma proposição, grosso modo, é o correspondente semântico de uma sentença simples ou complexa (período composto)”.

Graesser & Louwerse, 2012) “palavras ou expressões curtas que explicitam especificamente uma relação conceptual particular entre orações ou frases” (p. 29).

Esta definição geral dos conectores, que agrupa a ideia de ‘explicitação’ e de ‘relação’, é consensual na literatura que percorremos. Já as classificações dos conectores que os vários autores apresentam, utilizam categorias de classificação diferentes e distribuições diferentes dos conectores35.

Enquanto pistas coesivas, os conectores têm recebido ampla atenção por parte de investigadores. Muitos dos seus estudos convergem sobre a importância destas pistas coesivas, na facilitação da compreensão, já que ajudam, principalmente os alocutários mais carentes de conhecimentos prévios e de capacidades inferenciais, a construir representações mais coerentes do conteúdo textual (Britton & Gulgoz, 1991; McNamara, 2001; Zwaan & Radvansky, 1998). Estas pistas coesivas, de natureza aditiva, causal, temporal, clarificativa, fornecidas explicitamente no texto pelos conectores, funcionam em dois planos: no plano textual e no plano da dinâmica interpsicológica entre locutor e alocutário(s). Esta bifuncionalidade tornou- se axiomática nas abordagens cognitivas dos conectores, baseadas no processamento do discurso. De Vega (2005) refere esta bifuncionalidade nos seguintes termos:

Os conectores são palavras de classe fechada, geralmente conjunções ou advérbios, que funcionam como ‘cola semântica’ entre diversas unidades linguísticas do discurso. Mais especificamente, operam como instruções de processamento (Givón, 1992) que indicam ao leitor como deve integrar duas unidades predicativas (p. 86).

No mesmo artigo, este autor retoma a mesma ideia afirmando que “por outra parte, os conectores não se limitam a indicar que existe uma relação formal (v.g, sintáctica) entre duas unidades linguísticas, mas também induzem o leitor a construir um tipo de relação semântica particular entre dois eventos” (p. 86).

Sendo elementos muito presentes no discurso, quer oral quer escrito, não aparecem no entanto todos com a mesma frequência. Seguindo ainda De Vega, os mais frequentes são os aditivos (“e”), os temporais (“enquanto”), os causais (“porque”) e os adversativos (“apesar de que”)36. É consensual reconhecer que os conectores têm ontogéneses diferentes, isto é,

aparecem e consolidam-se no sistema cognitivo, em momentos diferentes. A sequência de aquisição é a seguinte: aditivos> temporais> causais> adversativos (Caron, citado por De

35 Esta diversidade classificatória é abordada na 1ª parte do nosso trabalho.

36 Não existe uma classificação única dos conectores. Mesmo dentro do mesmo paradigma, os autores

por vezes apresentam a sua própria classificação. Por exemplo alguns incluem nos conectores elementos de conexão que outros denominam “operadores lógicos”.

Vega, 2005. p. 86). Os custos cognitivos de processamento variam de um tipo de relação coesiva para outra e até de um conector para outro. Os conectores mais restritivos são aqueles que exigem mais recursos de processamento do ponto de vista cognitivo e que surgem mais tardiamente na ontogénese.

6.1.2.1.1 Resultados (Vide Anexos 1a, 3, 4, 5 e 6).

Os dados e a organização que recolhemos na Tabela 6, seguinte, inspira-se significativamente na metodologia adoptada pelo Coh-Metrix. Esta nossa opção deve-se ao facto de muita da investigação actual que encontramos sobre a coesão, ter utilizado esta ferramenta desenhada especificamente para a abordagem da coesão textual. Caracterizamos esta metodologia da forma seguinte. Em primeiro lugar discrimina, no seu “output”, medidas específicas para os operadores lógicos: “e” (“and”), “ou” (“or”), “não” (“not”),”se … então”) “(if … then”. Quanto aos conectores propriamente ditos, utiliza quatro categorias para designar o tipo de articulação coesiva explicitada com os conectores: articulação causal, articulação aditiva, articulação temporal e articulação clarificativa.

Outra situação que merece alguma clarificação tem a ver com a categorização do elemento “mas”. O elemento “mas” nem sempre aparece incluído, na literatura consultada, nos operadores lógicos ou nos conectores. No entanto não nos podemos furtar à sua consideração, pelo facto de apresentar uma sólida taxa de ocorrência. Este item linguístico “mas”, quando aparece integrado em listas de classificação propostas por diversos autores, o que nem sempre é o caso, recebe várias designações: marcador discursivo, conector adversativo, conector discursivo, operador lógico. Por exemplo De Vega (2005, p. 86), inclui “mas” (“pero”) numa curta lista de conectores ( “e”, “logo” (“luego”), “mas” (“pero”), “ou”, “se”) que os psicólogos do raciocínio “consideram como operadores lógicos incorporados na linguagem”. Caron (1997), refere-se aos “basic operators of propositional logic” considerando “conjunction – ‘and’”, “disjunction – ‘or’” -, “implication – ‘if”, explicando que “We shall not here consider the negation, not, which raises a lot of problems of its own” (p. 2). No seu elenco não figura “mas”. Blakemore (1987), pelo seu lado, inclui o “mas” no seu estudo sobre marcadores discursivos. Spooren e Sanders (2008) referem-se a “mas” (“but”) como um conector usado para marcar uma relação adversativa. Crosson e Lesaux (2013, p. 194) apresentam “mas” (“but”) como um conector, ao mesmo título que “e” (“and”) e

“porque” (“because”).

As classificações dos conectores, mais usadas nas investigações hispânicas (as de Portulés, Velarde, Zorraquino e Portolés) não mencionam explicitamente “mas” (“pero”). Porém Portulés (1993, p. 141) considera o “mas” (“pero”) um exemplo, no seio da subclasse dos conectores, pertencente à classe mais ampla dos marcadores discursivos, ao mesmo título que “por conseguinte”, “pelo contrário”, etc. .

No tocante a este item linguístico optamos, no nosso estudo, em dar-lhe o seguinte tratamento: integrá-lo nos cálculos, que relacionamos com resultados obtidos noutros estudos com a metodologia do Coh-Metrix, com o estatuto de conector aditivo negativo.

A separação entre “operadores lógicos” e “conectores”, efectuada no âmbito das medidas calculadas pelo Coh-Metrix, parece-nos pertinente. De facto, no plano do processamento cognitivo, tal como comentaremos na discussão dos resultados, o efeito de cada um destes dois elementos é diverso e até oposto.

A ferramenta computacional Coh-Metrix apresenta, relembramos, sobretudo medidas de densidade dos mecanismos textuais associados à coesão. Graesser, McNamara, Louwerse e Cai (2004) calculam a densidade com três medidas diferentes. A primeira medida é designada “taxa de incidência” (p.197). É, por exemplo, a frequência de ocorrência de uma palavra em cada 1000 palavras. A segunda é o “ratio” (p.197). É “o número de casos de uma Categoria A dividida pelo número de casos da Categoria B” (p.197). A terceira medida é a “proporção”. A proporção “ é (A & B)/B, em que (A&B) corresponde ao número de observações que existem tanto em A como em B” (p.197). Coerentemente, também nós utilizaremos estas três medidas na apresentação dos resultados. Em vários estudos com o Coh-Metrix, utilizam-se estes três tipos de medidas para se proceder à caracterização coesiva de vários registos de textos.

Na Tabela 6, seguinte, a apresentação dos dados tem a seguinte organização:

 Na parte esquerda da tabela (grande coluna: “Articuladores intra-frásticos entre orações), na coluna “Tipo”, figuram os dados referentes aos operadores lógicos. Nesta mesma parte esquerda e na mesma coluna, nas linhas a seguir aos operadores lógicos, constam os operadores que aqui designamos articuladores, utilizados para ligar orações que integram frases complexas. Em cada célula consta a designação do tipo de articulador (linha 1: articulador aditivo; linha 2: articulador conclusivo; etc. .) seguido de exemplificações em inglês, segundo McNamara, Graesser & Louwerse (2012). Na segunda coluna (“Forma e nº de ocorrências”) constam as formas textuais portuguesas dos articuladores (Tradução nossa) e entre parênteses o número de ocorrências de cada articulador; na terceira coluna consta a frequência total do tipo de articulador. Na terceira coluna (“Total”) aparece o número que indica a número total de ocorrências. Estes articuladores têm uma função de articulação intra-frástica.

 Na parte direita da tabela (grande coluna): Articuladores entre frases (inter- frásticos) aparecem os dados referentes aos operadores lógicos e conectores utilizados para articular as frases, das quais são derivadas as proposições semânticas que constituem o nível de representação designado “texto-base”. Na primeira coluna do lado direito (Forma e nº de ocorrências) consta a forma textual

do operador e do articulador e, entre parênteses, o número que indica o total de ocorrências. Na última coluna do lado direito (Total) aparece o número que indica a frequência total do tipo de operador ou de articulador (aditivo, conclusivo etc. ). Estes conectores têm uma função de articulação inter-frástica, articulam duas frases.

Tabela 6

Tipo, forma e frequências dos operadores lógicos e dos conectores intra-frásicos e inter-frásicos. Articuladores intra-frásticos (entre orações) Articuladores entre frases (inter-

frásticos) Tipo Forma e nº de ocorrências Total Forma e nº de ocorrências Total 1 Operador lógico de conjunção : e (and) *e: (34) 34 *e: (7) 7 2 Operador lógico de disjunção: ou (or) *ou : (9) 9 … 0 3 Operador lógico de implicação: se (if … then)

*se: (9) Caso contrário: (1) A menos que: (1) Em tanto ou quanto: (1) Na medida em que: (2) 14 … 0 4 Operador lógico de negação: não (not)

Não: (32) 32 …. ….

Total 1 (Operadores lógicos intra e inter)

89 7

Total 2 (Global) 96

Tabela 6

(1ª continuação)

1 Conector aditivo: also, as well, further, anyhow, moreover, furthermore.

Mas: (4) 6 Mas: (10) 12 e também: (1) e também: (1)

e além disso: (1) Mas também: (1) *também: …

*ainda: … *além disso: …

Tabela 6 (2ª continuação)

2 Conector causal: because, so, a consequence of, after all, nevertheless, although

então: (1) 12 Então: (4) 13 Assim: (1) por conseguinte: (3) --- de modo que: (1) e então: (1) e por conseguinte: (3) e portanto: (1) --- *Porque: Porque: (1) *Assim: *Portanto:

*Uma consequência de: *Depois de tudo: *Mesmo assim: *A pesar: No entanto: (1) No entanto: (1) Porém: (1) Ainda assim: (2) E no entanto: (1) E no entanto: E porém: (1) E pelo contrário: (1) E pelo contrário: (1)

Tabela 6

(3ª continuação)

3 Conector temporal: before, after, up to now, until then, while

*Antes: 9 No momento de: (1) Ao mesmo tempo: (1) Quando: (6) *Depois: *Até agora: *Até então: *enquanto: (1)

Tabela 6

(4ª continuação)

4 Conector clarificativo: that is to say,in other words, example

*por exemplo: (6) 14 Por exemplo: (3) 10 especificamente: Especificamente: (1)

*Por outras palavras: E por exemplo: (1) *Isto quer dizer:

É que: É que: (1) Mas antes: (1) Pois: (3) Pois: (3) Ou seja: ( 2) --- Pois também: (1) Pois então: (1) E pois: (1) E pois

Total 3 (conectores por domínio intra e inter-frástico) 41 35 Total 4 (Conectores Intra + Inter) 76

Total 5 (Operadores lógicos + conectores por domínio intra e inter-frático)

130 42

Total 6: global (Operadores lógicos + conectores) 172

A partir dos dados da Tabela 6, e com estes três tipos de medidas podemos extrair algumas características que descrevem a utilização dos articuladores (operadores lógicos e conectores) e as operações que realizam.

A. Resultados referentes às relações lógicas e aos operadores que as marcam.