• Aucun résultat trouvé

LE PHENOMENE DE RENARD HYDRAULIQUE :

SYNTHESE BIBLIOGRAPHIQUE SUR LES DESORDRES DES BARRAGES EN TERRE

1.3 .1 .1.DES PROBLEMES TECHNIQUES:

C) LE PHENOMENE DE RENARD HYDRAULIQUE :

Na Tabela 13 foi verificada a massa corporal das policiais durante a Escola de Formação de Soldados (T1) e na avaliação em 2011 (T2)."

Tabela 13 - Massa corporal (média e desvio padrão) no ano de formatura (T1) e no ano de 2011 (T2) nos

vários grupos. Ano de Formatura T1 (Kg) T2 ( Kg) T2-T1 ( Kg) 2001 55,65 ± 5,73 78,6 ± 13,94 22,95 * 2002 55,83 ± 5,95 78,9 ± 11,35 23,07 * 2004 55,43 ±4,79 67,07 ± 11,24 11,64 ** 2006 57,55 ± 4,48 64,68 ±8,85 7,13** 2007 61,29 ±6,79 ! 66,83 ± 9,09 ! 5,54 *

* diferença significativa com p < 0,05 (Wilcoxon), ** diferença significativa com p < 0,05 (Teste t) – T1=Testes aplicados no ano de formatura - T2=Testes aplicados no ano de 2011

Em análise aos resultados T1 e T2 as policiais pertencentes aos anos de formação de 2001 e 2002 apresentaram um ganho de peso considerável em

relação às formandas dos anos de 2004, 2006 e 2007, que, respectivamente tiveram um ganho de peso mais tênue. O passar da idade possue uma tendência ao ganho de peso mas, o sedentarismo, inclusive consignado no questinário de risco de doenças coronarianas, contribuem sobremaneira para o resultado apresentado na Tabela 13.

As circunferências predizem gordura corporal e analisam os padrões de distribuição dessa gordura. As circunferências que podem ser mensuradas são: pescoço, tórax, abdômen, quadril, coxa, panturrilha, braço, antebraço e punho. A relação das circunferências da cintuta e do quadril pode ser usada para identificação do risco de doenças cardiovasculares (Rezende, 2007). Com as mensurações de cintura e quadril podemos observar a distribuição de gordura corpórea sendo utilizado como índice do nível de adiposidade (Heyward e Stolarczyk, 1996).

Tabela 14 - Medidas Cintura e Quadril aferidos no T2 no ano de 2011, nos grupos de policiais femininas.

Ano de Formatura Circunf. Cintura em cm Circunf.Quadril em cm Relação Cintura Quadril em cm 2001 (Média ± DP) 69,76 ± 9,61 * 89,84 ± 10,45 * 0,77 *moderado 2002 (Média ± DP) 79,65 ± 10,20 * 103 ± 8,10 * 0,77 * moderado 2004 (Média ± DP) 73,67 ±25,12 * 97,50 ±13,09 * 0,75 * moderado 2006 (Média ± DP) 67,53 ± 7,61 * 93,24 ± 5,78 * 0,72 * moderado 2007 (Média ± DP) 68,32 ± 10,28 * 87 ± 8,21 * 0,78 *alto

5.DISCUSSÃO " " " " "

5

Discussão

ESTUDO DA APTIDÃO FÍSICA DE POLICIAIS MILITARES FEMININOS DA REGIÃO METROPOLITANA DO ESTADO DE SÃO PAULO FORMADOS ENTRE OS ANOS DE 2001

A 2007 "

" " "

5.DISCUSSÃO

Este trabalho objetivou comparar as policiais militares pertencentes à região metropolitana da cidade de São Paulo no tocante a sua aptidão física através do Teste de Aptidão Física realizado na Polícia Militar do Estado de São Paulo em dois momentos: ao final do curso de formação de soldados realizado na Escola Superior de Soldados e outra avaliação comparativa realizada em outubro de 2011. Foi também avaliado o perfil antropométrico das policiais, destacando que a amostragem foi baseada nos anos de formatura de 2001, 2002, 2004, 2006 e 2007, anos estes aos quais a Polícia Militar realizou ingresso de mulheres. Desta forma foram analisados resultados de avaliação de desempenho físico e as medidas antropométricas de 230 mulheres na faixa de idade de 25 a 35 anos e a associação desse desempenho com o número de anos de atividade profissional no trabalho policial-militar no Estado de São Paulo.

Foi aplicado, para verificação do nível de condicionamento físico, o teste de aptidão física, utilizado de forma padronizada na Polícia Militar do Estado de São Paulo, considerando os resultados de dois momentos distintos, o primeiro ao término da Escola Superior de Formação de Soldados (T1) e o segundo em convocação da amostra no ano de 2011 (T2). Já a verificação antropométrica foi realizada pela comparação dos pesos de ingresso e dos aferidos no T2, além da verificação da estatura e da aplicação de protocolo de dobras cutâneas para verificação de percentuais de gordura da amostra somente no T2. Foram aplicados também questionários destinados a verificar o nível de atividade física da amostra e a presença de situações de risco à prática de educação física e de risco de doenças coronarianas.

Foi verificado na maioria dos resultados um declínio de performance nas quatro provas físicas que compõe o TAF padrão da Polícia Militar do Estado de São Paulo quando aplicadas em 2011, em relação a estes mesmos testes aplicados ao término da Escola Superior de Formação de Soldados, variando este declínio em uma linha de tendência em acentuar-se com o aumento do número de anos de serviços.

Para a prova de apoio de frente com joelhos apoiados em banco com altura de 30 cm, houve uma diferenciação desta regra de perda de

performance pois as avliadas do ano de formação de 2007, obtiveram um

resultado abaixo no número de repetições em relação às formandas de 2006 e 2004. O menor índice desta prova ficou com as formandas de 2002, que ficaram abaixo das formandas de 2001. Para as demais provas a regra seguiu- se na premissa de quanto maior o tempo de serviço, menor a performance. No aspecto de comparação entre cada grupo em relação ao momento de formatura e a avaliação realizada em 2011, todas tiveram queda na

performance.

Quanto às medidas antropométricas, da mesma forma que nos resultados do TAF, houve um aumento do peso corporal, mas, na medida de cintura e quadril, foi verificado um limiar ligeiramente superior pelas formandas de 2007.

Forma aplicados os questionários PAR-Q e de riscos de doenças coronarianas sendo o sedentarismo o maior índice de apontamento na compilação dos dados. Especificamente, as formandas de 2001 tiveram uma maioria de apontamentos no tocante ao sedentarismo correspondendo a um total de 63,46% das avaliadas. Destaque se teve com relação as formandas de 2006, que apresenaram um percentual abaixo das formandas de 2007 que, respectivamente, obtiveram 40,82% e 54,84%.

Pode-se dizer que o aumento da idade, produz uma diminuição da

performance, mas nos resultados deste trabalho, observou-se algumas tênues

variantes que certamente estão voltados aos tipos de policiamento executados ao longo da carreira e a qualidade de vida que obtiveram aos a formatura, pois, sabe-se que durante o período de formação a aluna da Escola Superior de Soldados, no período em que lá estava possuía uma equilibrada dieta, exercícios (aulas de educação física) e boas de sono. Com o passar dos anos pós formatura, as policiais militares ganham peso, muitas engravidam e não conseguem recuperar o peso original, além de prováveis maus gerenciamentos financeiros, obrigam-nas a dispender mais horas de trabalho fora do horário de serviço na Polícia Militar a fim de recuperar seu equilíbrio financeiro. Atualmente, isto vem a ser corroborado por um acordo com a prefeitura da

cidade de São Paulo e a Instituição que autoriza na hora de folga o policial militar trabalhar representando a Instituição usando farda a fim de suprir o polciamento em áreas de alta concentração de pessoas, principalmente em áreas comerciais.

Quando aos níveis de atividade física verificados, esta deve ser entendida como hábito, enquanto a aptidão física deve ser entendida como um estado. (MAIA et al., 2001). A aptidão física é estática, pois um nível de aptidão física pode ser mantido ao longo do tempo e é dinâmica, na medida em que o crescimento, a maturação e a atividade física podem alterá-la (MALINA & BOUCHARD, 2002). No que se refere a relação entre saúde e estilo de vida, menciona Williams (2001) que a aptidão física é um fator mais importante do que a atividade física na prevenção de doenças cardiovasculares e no aumento da longevidade, contudo, para Paffenbarger et al. (1996), tanto a atividade física como a aptidão física são variáveis capazes de favorecer a saúde e a longevidade.

Em relação ao resultado dos testes antropométricos, para Matsudo et al. (2000), uma das mais evidentes alterações que acontecem com o aumento da idade cronológica é a mudança nas dimensões corporais. Com o processo de envelhecimento, existem mudanças principalmente na estatura, no peso e na antropometria.

Fica evidente na análise de peso entre T1 e T2 e relação cintura e quadril um aumentro gradativo ao passar dos anos de serviço não se verificando alterações acentuadas entre as avaliadas nos diversos anos tomando como base o momento em que frequentavam a Escola Superior de Soldados.

Segundo Going et al. (1995) e Fiatarone-Singh (1998), o padrão de aumento da gordura, seguido por um decréscimo, provém dos estudos com medidas antropométricas e, apesar das limitações metodológicas, esse comportamento pode estar sugerindo uma substituição da gordura subcutânea pela gordura visceral, com consequente vantagem de pessoas magras em relação a obesas quanto a uma maior sobrevivência, nos idosos mais velhos.

6.CONCLUSÕES " " " " "

6

Conclusões

ESTUDO DA APTIDÃO FÍSICA DE POLICIAIS MILITARES FEMININOS DA REGIÃO METROPOLITANA DO ESTADO DE SÃO PAULO FORMADOS ENTRE OS ANOS DE 2001

A 2007 "

" " "

6.CONCLUSÕES

A Polícia Militar do Estado de São Paulo, Instituição com recém completados 180 anos de existência tem por objetivo produzir eficácia na manutenção da ordem e da segurança pública do Estado. Contudo as carcterísicas metropolitana que a capital do Estado com seu mesmo nome possui torna esta tarefa mais díficil que regiões mais afastadas da capital. Para os policiais que aqui trabalham esta responsabilidade torna-se imperiosa.

A atividade policial com suas atividades multifacetadas possui demandas operacionais diversas onde a caacitação do profissional atuando em ocorrências deve ser constante, principalmente no que concerne o treinamento físico.

Como todas as pessoas que vivem em grandes metrópoles, não poderiam as policiais militares escaparem das maledicências que uma grande cidade apresenta a seus cidadãos: trânsito, ruído em excesso, poluição, problemas sociais e sobretudo o sedentarismo. Este último funciona como um chamariz negando o outro lado desta via que é a atividade física. Tempo de deslocamento de suas residências até o local de trabalho onde exercerão suas funções policiais, associado ao tempo de serviço, na maioria das vezes de até doze horas são extremamente desgastantes onde uma política de treinamento físico é imprescindível para auxiliar em tão desgastante mister.

Este estudo teve o intuito de fornecer indicadores sobre a degradação natural que a idade trás as pessoas bem como alertar aos desgastes que a atividade policial militar impões aquele que escolheu esta carreira nobre onde sua vida será sacrificada caso seja necessário se no confronto direto, defendendo a sociedade, ocorre este extremo acontecimento.

Os efeitos do tempo de serviço sobre os níveis de aptidão física de policiais militares do Estado de São Paulo, tornam-se imprescindíveis a serem estudados, de uma forma longitudinal, para que haja parâmetros novos de plíticas de condicionamento físico das policiais militares.

Os dois cenários apresentados onde o T1 corresponde a um ambiente controlado com frequência de treinamento e condições adequadas no aspecto

nutricional e de descanso. Na variável T2 as mais diversas adversidades são inseridas no cenário, que nada mais é do que a realidade do dia a dia das policiais. Submetê-las ao teste T2 significa perceber o que a rotina, idade, estilo de vida podem ocasionar de maledicências as profissionais de segurança pública.

Desta forma após as análises de T1 e T2 pode-se chegar a conclusão de que houve diminuição dos níveis de aptidão física em todos os grupos das policiais avaliadas; para o teste de 12 minutos correndo ou caminhando, percebe-se que o nível de condicionamento aeróbio sofre uma significante diminuição já nos primeiros anos de serviço e mantém-se relativamente constante com o restante passar do tempo; nos testes de apoio de frente com joelhos apoiados em banco com altura de 30 cm houve também gradual queda de performance com o passar dos anos de serviço; na avaliação de velocidade na corrida de 50 metros e no teste de resistência muscular localizada abdominal também tiveram perda de eficácia com o passar dos anos de serviço; a idade não foi um fator preponderante ara perda de eficácia pois a faixa etária de 25 a 35 anos das avaliadas não são principais fatores de queda de performance, a análise da massa corporal revela um aumento de peso acentuado com o passar dos anos de serviços às policiais. Nos questionários PAR-Q e questionário de Risco de Doenças Coronarianas percebe-se claramente a graduação a maior de problemas com o passar dos anos, pois na quantidade de respostas positivas no questionário PAR-Q, enquanto que as policiais formadas em 2007, tiveram um percentual de 61,29% de respostas positivas, para as formadas em 2001 este valor aumentou para 69,23%. No questionário de Risco de Doenças Coronarianas esta proporção também apresentou relevância tendo como resposta ao sedentarismo para as formadas de 2007 em 54,84% e para as formadas em 2001 este índice sobe para 63,46%.

7.LIMITAÇÕES E INVESTIGAÇÕES FUTURAS " " " " "

7

Limitações e

Investigações Futuras

ESTUDO DA APTIDÃO FÍSICA DE POLICIAIS MILITARES FEMININOS DA REGIÃO METROPOLITANA DO ESTADO DE SÃO PAULO FORMADOS ENTRE OS ANOS DE 2001

A 2007 "

7.LIMITAÇÕES E INVESTIGAÇÕES FUTURAS

As análises feitas no presente estudo abrangeram as policiais femininas, somente, não se contemplando o público masculino fazendo necessária uma análise de ambos os sexos bem como um trabalho no aspecto mais longitudinal para as variantes de todo tempo de serviço policial militar seja analisado, o que hoje giraria entorno de 30 anos de serviço.

Os estudos sobre quais níveis de condiconamento físico deveriam ser efetivados para uma diminuição da velocidade de queda de performance não foram analisados neste estudo, pois desta forma, seria necessário um novo estudo para análise desta outra face que naturalmente este trabalho coloca a comunidade acadêmica a iniciar um processo de reflexão.

8.REFERÊNCIAS " " " " "

8

Referências

ESTUDO DA APTIDÃO FÍSICA DE POLICIAIS MILITARES FEMININOS DA REGIÃO METROPOLITANA DO ESTADO DE SÃO PAULO FORMADOS ENTRE OS ANOS DE 2001

A 2007 "

" "

8.REFERÊNCIAS

AINSWORTH, BE; MONTOYE, HJ; Leon, AS. Methods of assessing physical

activity during leisure time and work. In: Bouchard, C; Shepard, RJ;

Stephens, T. Physical activity fitness and health: intenational proceedings and consensus statement. Champaing, IL: Human Kinetics, 1994.

ALBUQUERQUE, LG; FRANÇA, ACL. Estratégias de recursos humanos e

gestão da qualidade de vida no trabalho: o stress e a expansão do conceito de qualidade total. Revista de Administração, v.33, n.2,

1998.

ALLSEN, PE; HARRISON, JM; VANCE, B. Exercício e qualidade de vida:

uma abordagem personalizada. São Paulo: Manole, 2001.

AMADOR, FS. Violência policial: verso e reverso do sofrimento. Dissertação de mestrado. Instituto de Psicologia, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 1999.

AMERICAN ALLIANCE FOR HEALTH, PHYSICAL EDUCATION, Recreation and Dance. (AAHPERD). Youth fitness test manual. Washington, DC, 1976.

AMERICAN ALLIANCE FOR HEALTH, PHYSICAL EDUCATION, Recreation and Dance. (AAHPERD) Physical best. Reston, Virginia, 1988.

AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE - ACSM. Guidelines for

exercise testing and prescription. 6ª ed. Baltimore: Willians & Wilkins;

2000.

AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE – ACSM. Manual para teste

de esforço e prescrição de exercício. 5ª ed. Rio de Janeiro: Revinter;

ANDERSON, RC; GRUNERT, BK. A cognitive behavioral approach to the

treatment of post-traumatic stress disorder after work-related trauma. Professional Safety, n.42, 1997.

ARAÚJO, DSMS; ARAÚJO, CGS. Aptidão física, saúde e qualidade de vida

relacionada à saúde em adultos. Rev. Bras. Med. Esporte, Vol. 6, Nº 5

– Set/Out, 2000.

ARRIVILLAGA, M; SALAZAR, IC; CORREA, D. Creencias sobre la salud y su

relación com lãs práticas de riesgo o de protección em jóvenes universitários. Colombia Medica, 2003;

ASSUNÇÃO, S; CORDAS, T; ARAÚJO, L. Atividade física e transtornos

alimentares. Revista de Psiquiatria Clínica, 2002;

BARBANTI, VJ. Aptidão Física: um convite à saúde. São Paulo: Manole, 1999.

BARAKAT, HA; BURTON, DS; CARPENTER, JW; HOLBERT, D; ISRAEL, RG;

Body fat distribution, plasma lipoproteins and the risk of coronary heart disease of male subjects. Int J Obesity, 1988;

BARREIRA, C. Questão de segurança: políticas governamentais e práticas

sociais. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 2004.

BARROS, MVG. Atividades físicas no lazer e outros comportamentos

relacionados à saúde dos trabalhadores da indústria no Estado de Santa Catarina. Dissertação (Mestrado em Educação Física). Programa

de Pós-Graduação em Educação Física, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 1999.

BAUMGARTNER, RN.; KOEHLER, KM.; GALLAGHER, D. Epidemiology of

sarcopenia among the elderly in New Mexico. Am. Journal Epidemiol.,

BEGAT, I; ELLEFSEN, B; SEVERINSSON, E. Work environment and the

outcomes of clinical nursing supervision on nurses’ experiences of well-being – A Norwegian study. J Nurs Manag. 2005;

BELLUSCI, SM; FISCHER, FM. Envelhecimento funcional e condições de

trabalho em servidores forenses. Rev. Saúde Pública. 1999;

BEZERRA FILHO, MJA. Níveis de aptidão física relacionados à saúde dos

policiais militares que trabalham no serviço de rádio-patrulha do 5º Batalhão de João Pessoa [monografia]. João Pessoa, Paraíba: Curso

de especialização em segurança pública da Academia de Polícia Militar da Paraíba; 2004.

BISHOP, PA; FIELITZ, LR; CROWDER, TA. Physiological determinants of

performance on an indoor military obstacle course test. Mil. Med.

1999.

BITTNER, E. Aspectos do trabalho policial. Trad. Ana Luísa Amêndola Pinheiro. São Paulo: Edusp, Série Polícia e Sociedade, volume 8, 2003. BLABER, AY. Exercise: who needs it? Br J Nurs. 2005;

BLAIR, SN; KOHL, HW; PAFFENBARGER, RSJr; CLARK, DG; COOPER, KH; GIBBONS, LW. Physical fitness and all-cause mortality: a

prospective study of healthy men and women. Journal of the

American Medical Association. 1989;

BLAIR, SN. et al. Changes in Physical Fitness and All Cause Mortality: a

prospective study of healthy and unhealthy men. Journal of the

American Medical Association. 1995;

BLAIR, SN. Phyical activity, nutricion and chronic disease. Medicine science sport and exercise, v.28, n.3, 1996.

BOLDORI, R. et al. Aptidão física, saúde e índice de capacidade de

trabalho de bombeiros. Revista Digital - Año 10 - N° 80 - Buenos Aires,

Boletim Geral da Polícia Militar do Estado de São Paulo, nº 141, de 03 de agosto de 2009 – Publica alterações na PPT-4-PM.

BOOTH, FW; WEEDEN, SH; TSENG, BS. Effect of aging on human skeletal

muscle and motor function. Med. Sci. Sports Exerc., 1994;

BOUCHARD, C. Exercise, fitness, and health: the consensus statement. In: BOUCHARD, C. et al. (editor). Exercise, fitness, and health. Champaing, IL: Human Kinetics, 1990.

BOUCHARD, C. Atividade física e obesidade. São Paulo: Manole, 2003. BRASIL. Portaria nº 223, de 23 de dezembro de 2005. Aprova a diretriz

para o Treinamento Físico Militar do Exército e a sua avaliação.

Brasília, DF: EGGCF - Boletim do Exército; 2006.

BRUER, N. L. Honor their last will when terminally ill employees choose to

work. Workforce. n.76, 1997.

BURTON, WN; Schneider, WJ. The value of workplace cancer screening. Managed Healthcare. n.7, 1997.

CALDEIRA, TPR. Cidade de muros: crime, segregação e cidadania em São

Paulo. Trad. De Frank de Oliveira e Henrique Monteiro. São Paulo: Ed.

34/Edusp. 2000.

CAMACHO, TC. Physical activity and depression: evidence from Alameda

County Study. Amerincan Journal Epidemiology., v.134, 1991.

CARPENTER, CS. Treinamento Cardiorrespiratório. Rio de Janeiro: Sprint, 2002.

CARTWRIGHT, S; COOPER, CL. The psycological impact of merger and

acquisition on the individual: a study of building society managers.

Human Relations. n.46, 1993.

CARVALHO, J; SOARES, JMC. Envelhecimento e força muscular - breve

CASPERSEN, CJ. Physical activity, exercise, and physical fitness:

definitions and distinctions for health – related research. Public

Health Reports, 1985.

CASPERSEN, CJ; PEREIRA, MA; CURRAN, KM. Changes in physical

activity patterns in the United States, by sex and cross-sectional age. Medicine Science Sports Exerc., 2000.

COLDITZ, GA; Mariane, A. O custo da obesidade e do sedentarismo nos

Estados Unidos. In: BOUCHARD, C. Atividade física e obesidade.

São Paulo: Manole, 2003.

CONRAD, P. Health and fitness at work: a participant’s perspective. Social Science Medicine, 1988.

COOPER, CL; KIRKALDY, BD; BROWN, J. A model of job stress and

physical health: the role of individual differences. Personality &

Individual Differences, 1994.

CORBIN, CB; LINDSEY, R; WELK, G. Concepts of physical fitness: active

lifestyles for wellness. 10th. ed. New York, NY: McGraw Hill, 2000.

COSTA, GMM; MACHADO, AAB; ANNES, DB; PEREIRA, MMM; NETO, OP; CARVALHO, F; et al. Performance de militares do Exército Brasileiro

no army physical fitness test. Revista de Educação Física do Exército

2004.

COX, MH; MILES, DS. Workplace active living and total quality

management: a paradigm for a new corporate culture. In: Quinney,

HA. et al. (Eds). Toward active living. Champaing, IL: Human Kinetics, 1994.

COYLE, EF. Metabolismo lipídico durante o exercício. Sports science Exchange, nº. 15, 1997.

CRAMER, JA; Spilker B. Quality of Life and Pharmacoeconomics: An Introduction. Philadelphia: Lippincott-Raven, 1998.

DALEY, AJ; PARFITT, G. Good health-is it worth it? Mood estates, physical

well-being, job satisfaction and absenteeism in members and non- members of British corporate health and fitness clubs. Journal of

Occupational and Organizational Psychology, 1996.

DANNA, K. Griffin, RW. Health and well-being in the workplace: a review

and synthesis of the literature. Journal of Management, 1999.

DIAS, AC. DANTAS, EHM. MOREIRA, SB. SILVA, VF. A relação entre o nível

de condicionamento aeróbico, execução de uma pista de obstáculos e o rendimento em um teste de tiro. Revista Brasileira de

Medicina e Esporte, 2005.

DOMINGOS-BENÍCIO, Nilsa, C. Medidas espirométricas em pessoas

eutróficas e obesas na posição ortostática, sentada e deitada.

Revista associação médica brasileira, 2004.

DUARTE, MFS; DUARTE, CR. Validade do teste aeróbico de corrida de vai-

e-vem de 20 metros. Revista Brasileira Ciência e Movimento. V. 9,

2001.

DUBIK, JM; FULLERTON, TD. Soldier overloading in Grenada. Mil. Rev.

Documents relatifs