Étude I sur le RPs I sur le RPs
Semaine 26 Phase contrôlée versus
A partir dos dados colhidos com a aplicação da pesquisa e análise e discussão destes resultados, propõem-se como produto do estudo algumas sugestões para ser integradas a Política pública de atendimento ambulatorial do COM-HUPES. As sugestões serão compostas por uma Matriz de análise contendo indicadores de gestão e gerência, com a finalidade de monitorar o modelo de organização dos serviços prestados, e estratégias que qualifiquem a operacionalização dos atendimentos aos usuários, com relação à gestão e gerência.
Ressalta-se que a Matriz de análise é produto de construção coletiva do grupo de estudos sobre a Teoria da Administração Política correlacionada a área de saúde nas diversas instâncias de intervenção de cada profissional. Cada Matriz compõe indicadores comuns e específicos de acordo com o objeto de estudo de cada integrante do grupo, orientados pela Prof.ª Elisabeth Matos.
De acordo com os conceitos estratégicos da Administração Política a Matriz apresenta variáveis, indicadores, atores e instrumentos que podem contribuir para uma análise crítica sobre o objeto estudado. Atenta-se para o fato de que esta proposta exercita o modo de condução das dimensões integradas da gestão e da gerência, de forma que “a condução das relações sociais de produção e distribuição” e “o ato de fazer o que foi gestado” possa determinar um “processo civilizatório”. (SANTOS e RIBEIRO,2009)
Não significa que os produtos aqui sugeridos estejam finalizados, o interessante da proposta é ter a capacidade de constantemente realimentar tais instrumentos de acordo com a dinâmica das relações sociais que permeiam o modelo de gestão e gerência administrativa da organização. Sendo assim, aplica-se o processo dialético e dialógico que perpassa a construção deste trabalho. Acredita-se que apesar da realidade controversa do funcionamento do SUS é necessário caminhar no entendimento crítico dos entraves públicos na saúde e persistir no ideário do Movimento da Reforma Sanitária brasileira que se mantém ainda presente como pilar para quem opta na construção de outro projeto societário que não este que contemporaneamente está posto.
A seguir as estratégias de gestão e gerência para a qualificação da operacionalização dos atendimentos aos usuários e a Matriz de análise encontra-se nos apêndices.
I – Estratégias para a gestão da Política pública ambulatorial:
Reorganizar o quadro de profissionais dos setores de assistência e especialmente, para compor a Ouvidoria do COM-HUPES estendendo o espaço e horários de atendimento ao público, assim como materiais informativos, proporcionando de fato um canal de expressão do controle social;
Manter e/ou instalar os setores de atendimento e acolhimento ao público no térreo do COM-HUPES, devido ao acesso mais prático diante da extensão do espaçoda instituição e fluxo intenso de usuários;
Aplicar as sinalizações de orientação adequada aos setores (exames, marcações, resultados e atendimentos) para os diversos usuários, proporcionando uma melhor autonomia destes, principalmente aos que possuem necessidades especiais, já garantida pela legislação. Como sugestão: a fixação de placas, faixas e gravuras de cores distintas contendo textura e leitura em braile. As gravuras facilitarão o entendimento e localização dos usuários que possuem limites na leitura, uma vez que acolhe-se pessoas de todo o Estado da Bahia com identidades culturais singulares;
Acolher e informar os usuários e familiares com material informativo e educativo adequado, seguindo os mesmos critérios para pessoas com necessidades especiais e limites na leitura expostos na estratégia anterior;
Oportunizar com frequência semestral treinamentos para os profissionais da equipe multiprofissional sobre temáticas diversas( solicitar sugestões dos profissionais), atentando para a necessidade de relacioná-las ao acolhimento e orientações aos usuários e seus familiares;
Organizar reuniões periódicas com a Ouvidoria e os setores relacionados à assistência para discussões pertinentes à dinâmica de encaminhamentos e
orientações aos usuários e funcionários, principalmente no que tange ao exercício e fortalecimento do controle social.
II- Estratégias para a gerência da Política pública ambulatorial:
Reorganizar a dinâmica do processo informativo no Ambulatório Magalhães Neto atentando para a localização e quantitativo de murais informativos, caixas de sugestões e material educativo;
Oportunizar reuniões de equipe para discussão e orientação do fluxo de atendimento e encaminhamento ambulatorial qualificados dos usuários e seus familiares;
Aplicar as sinalizações de orientação adequada aos setores (exames, marcações, resultados e atendimentos) para os diversos usuários, proporcionando uma melhor autonomia destes, principalmente aos que possuem necessidades especiais, já garantida pela legislação. Como sugestão: a fixação de placas, faixas e gravuras de cores distintas contendo textura e leitura em braile. As gravuras facilitarão o entendimento e localização dos usuários que possuem limites na leitura, uma vez que acolhe-se pessoas de todo o Estado da Bahia com identidades culturais singulares;
Acolher e informar os usuários e familiares com material informativo e educativo adequado, seguindo os mesmos critérios para pessoas com necessidades especiais e limites na leitura expostos na estratégia anterior;
Organizar reuniões periódicas com a Ouvidoria e os setores relacionados à assistência para discussões pertinentes à dinâmica de encaminhamentos e orientações aos usuários e funcionários, principalmente do que tange ao exercício e fortalecimento do controle social;
Organizar periodicamente a técnica da sala de espera nos ambulatórios para assegurar o processo informativo de temas específicos, assim como dos direitos e deveres dos usuários e seus familiares.