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Os materiais compósitos foram introduzidos em projetos de engenharia na fabricação de peças destinadas a diversos setores industriais, particularmente as indústrias navais, automobilísticas, construção civil e aeroespacial. Como citado anteriormente o material desenvolvido nesta pesquisa, utilizando resíduos têxteis como elemento de reforço tem a possibilidade de atender a estas áreas desde que o projeto contemple estruturas de baixa e medias cargas visto que as fibras que fazem parte dos tecidos utilizados como reforços não

92 apresentam propriedades mecânicas de alto desempenho. Através dos compósitos desenvolvidos foram fabricadas algumas peças conforme pode se observar na figura 45:

Figura 45: Produtos Fabricados c/ compósitos desenvolvidos

A figura 45a: o material compósito desenvolvido foi utilizado na fabricação de uma pá eólica de 3,2 metros;

A figura 45b: o material compósito desenvolvido foi utilizado na fabricação de uma bandeja para petiscos em forma de folha;

A figura 45c: o material compósito desenvolvido foi utilizado na fabricação de uma parábola base de fixação dos espelhos do fogão solar;

A figura 45d: o material compósito desenvolvido foi utilizado na fabricação de um para-lama de uma motocicleta.

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CAPÍTULO 6

6 CONCLUSÃO

O objetivo desta pesquisa foi a fabricação de um composito polimerico e analisar as propriedades mecânicas para diferentes teores de reforço, com residuos texteis, assim como analisar o tratamento quimico da fibra de juta como reforço no compósito. Com base na análise dos resultados podemos concluir que:

• As densidades dos compósitos desenvolvidos mostraram que com o aumento do teor de reforço aumentou também a densidade dos compósitos. As análises mostraram que houve uma pequena diferença entre os valores experimentais e teóricos calculados, isto decorre em função das variações naturais nas densidades das fibras de juta, nos erros de leituras dos experimentos, bem como do processo de fabricação dos compósitos;

• As propriedades mecanicas de tração e flexão foram aumentadas pelo incremento de camadas de tecidos de juta e malha. O limite do teor de resíduo têxtil para o melhor desempenho mecânico do compósito analisado encontra-se na faixa de 31% e 38% (m/m), onde foram melhoradas as tensões de rupturas à tração e flexão em 87% e 13% respectivamente, assim como também, houve uma melhora na rigidez do material quando comparados com a resina pura em 112% no modulo de tração e 55% no modulo de flexão;

• As análises do MEV verificou que as fibras modificadas com NaOH apresentou superficie mais limpa e com maior rugosidade em comparação com as fibras não tratadas.Quanto ao comportamento da fratura investigado pelo MEV mostrou um extenso mecanismo de remoção da fibra sem rompimento (“pull out”) e a formação de microfraturas nos ensaios mecanicos de tração e de flexão revelando uma moderada aderencia na interface fibra matriz;

• A análise de DRX das fibras de juta modificada, observou-se um aumento dos picos cristalinos da celulose evidenciando uma modificação na composição molecular da fibra de juta, através da remoção parcial/total de material como

94 lignina, hemicelulose, graxas e impurezas. Esse aspecto, promoveu um aumento na cristalinidade da fibra com valores entre 9,7% a 30,1%.

• Na análise de FTIR observa-se que as fibras de juta tratadas superficialmente com hidróxido de sódio evidenciaram a não presença da banda em 1742 e 1253cm-1,

que é referente ao estiramento do C=O e acetil da hemicelulose, respectivamente, ou seja, houve uma alteração evidenciando uma remoção da hemicelulose da fibra, uma vez que esta é solúvel a baixas concentrações de álcalis.

• Com a análise dos dados de TG/DTG é possível verificar e concluir que com o tratamento térmico, as fibras tratadas quimicamente apresentaram menor percentual de perda de massa, apresentando assim maior estabilidade térmica. • O ensaio de absorção de água conclui-se que com o aumento do teor de reforço

aumentou também o percentual de absorção de água do compósito.

• Dentre os compósitos produzidos com tecido de juta quimicamente modificado, os que apresentaram uma melhor performance em relação aos compósitos não tratados foram os modificados com 5% de NaOH. Obtiveram um incremento entre 9% e 15% na resistência a flexão e um incremento entre 19% e 27,8% no modulo de flexão. Com referência as propriedades de tração, obtiveram um aumento de valores de 5,9% e 11,8% na resistência e no modulo respectivamente.

Pode-se concluir que o reaproveitamento do resíduo da indústria têxtil, como os tecidos de juta e tecidos de malha de poliéster, para o desenvolvimento de compósitos poliméricos, é viável. Estes novos compósitos poderão ser utilidades na indústria moveleira, automotiva, energia renováveis em estruturas de baixas e medias cargas, minimizando os problemas causados ao meio ambiente pelo acúmulo de resíduos têxteis e gerando desenvolvimento social.

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