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Pertes de revenus et dispositifs compensatoires

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ET DES MESURES DU CONFINEMENT ET DU DÉCONFINEMENT EN FRANCE

4. Une reprise du travail sans création d’emploi

4.4. Pertes de revenus et dispositifs compensatoires

A propagação assexuada ou vegetativa baseia-se na capacidade de regeneração das partes da planta a partir de células somáticas, que dependem de duas características básicas: diferenciação e totipotência (SIMÃO, 1998). A reprodução vegetativa é de suma importância, pois garante a reprodução fiel de plantas que não se reproduzem por sementes, ou são estéreis. Uma das vantagens da propagação vegetativa é a multiplicação de plantas selecionadas e o estabelecimento de plantios clonais uniformes (OLIVEIRA; FERREIRA, 1991).

A propagação vegetativa do maracujazeiro deve ser usada para se obter plantas resistentes a doenças de raízes, para que se mantenham as características da variedade, bem como para a produção de frutos mais precoces (OLIVEIRA, 2000). Em muitas regiões brasileiras, o cultivo está se tornando inviável por muitos fatores, entre eles as doenças que afetam o sistema radicular, as podridões de tronco e a morte prematura de plantas.

Para tentar solucionar esse problema e também formar mudas de potencial produtivo, pode-se lançar mão da técnica de enxertia, utilizando espécies do gênero

Passiflora como portaenxerto e material de plantas mais produtivas como cavaleiro.

Segundo Lima e Trindade (2004), a enxertia é um processo de se unir duas plantas, o enxerto e o portaenxerto, que contribui com o sistema radicular, e o cavaleiro ou enxerto, que contribui com a copa e frutifica.

Quanto aos tipos de enxertia mais recomendados, existem estudos evidenciando que os tipos borbulhia em “T” invertido e garfagem, tanto “inglês simples” como “fenda cheia” são os que apresentam melhores resultados (LEONEL; SAMPAIO, 2007).

Alexandre et al. (2009) descreveram que a enxertia por garfagem em maracujá amarelo é viável, tanto para o tipo fenda cheia quanto para o inglês simples. Quando se usou garfos de plantas adultas, a garfagem por fenda cheia foi significativamente superior ao tipo inglês simples e quando se utilizou garfos de “seedlings”, o tipo inglês simples foi melhor que o de fenda cheia. Segundo esses autores, as mudas enxertadas desenvolveram-se menos do que de pé franco.

Kimura (1994) recomenda a técnica da enxertia hipocotiledonar por apresentar excelente rendimento, por ser de metodologia simples e apresentar redução de tempo para a formação de mudas, quando comparada à enxertia em mudas desenvolvidas.

No Brasil, a época mais adequada para a realização da garfagem é no início da brotação da primavera, embora se obtenham bons índices de pegamento quando a enxertia é realizada em outras épocas (RUGGIERO; OLIVEIRA, 1998). Menezes et al. (1994) observaram que o maior número de mortes dos enxertos ocorreu entre 30 e 60 dias após a enxertia e o total vingamento dos enxertos estabiliza-se por volta de 60 dias após a enxertia.

No Brasil, apesar de ser possível obter elevados índices de pegamento, a enxertia praticamente não é usada em escala comercial, por demandar maior trabalho e maior tempo gasto entre a semeadura e o plantio no campo, aumentando assim o custo de produção (RUGGIERO; OLIVEIRA, 1998).

Ruggiero e Oliveira, (1998) descrevem ainda que não estão definidos experimentalmente os melhores portaenxertos para o maracujazeiro, havendo necessidades de estudos com o objetivo de se avaliar compatibilidade portaenxerto/enxerto, produtividade, qualidade dos frutos, custo de produção, longevidade e resistências às diversas doenças

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4 CAPÍTULO 1 - EMERGÊNCIA E CRESCIMENTO INICIAL DE PLÂNTULAS DE

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