• Aucun résultat trouvé

2.2. Perméabilisation étendue de la BHE selon des trajectoires arbitraires

Dans le document The DART-Europe E-theses Portal (Page 95-0)

CHAPITRE IV. UTILISATION DU SYSTEME MOTORISE IN VIVO

IV- 2.2. Perméabilisation étendue de la BHE selon des trajectoires arbitraires

Apesar das limitações deste estudo, os achados evidenciam a importância de uma compreensão ampliada da vulnerabilidade no idoso, tendo como eixo norteador os aspectos individual, social e programático. Acredita-se que esses aportes representem uma possibilidade de mudança de paradigma que melhor subsidie intervenções de enfermagem no cuidado ao idoso.

Cabe destacar que a ESF se apresenta como espaço ideal para acompanhamento e assistência a idosos vulneráveis, pois visa ao atendimento integral, com foco na saúde da família, levando em consideração suas necessidades biológicas e condições sociais, bem como o contexto onde se inserem (MENDES, 2012; OLIVEIRA; TAVARES, 2010). Acresce-se o diagnóstico situacional do território que permite o desenvolvimento de ações dirigidas às demandas do idoso (BRASIL, 2007), considerando as especificidades do processo de envelhecimento.

Portanto, o enfermeiro, durante a prática na saúde da família, pode se apropriar desses conceitos para identificação das vulnerabilidades individual, social e programática do idoso e, por conseguinte, propor um plano de intervenção integral, conjunto com a equipe multiprofissional, a fim de prevenir ou minimizar o agravamento dessa condição.

Entretanto, a aplicabilidade do conceito de vulnerabilidade na prática ainda constitui um desafio, visto que o sistema de saúde se encontra fragmentado e desarticulado, focado no modelo biomédico e, portanto, incapaz de oferecer um cuidado integral e contínuo (MENDES, 2012) à população idosa.

Sob esse olhar, torna-se imprescindível a discussão sobre o contexto da formação em saúde, de modo a incorporar o conceito de vulnerabilidade na formação dos futuros profissionais e, consequentemente, redimensionar as práticas de saúde diante das necessidades dos idosos (SANT`ANNA; HENNINGTON, 2010).

Além disso, a construção do IVS para o município deste estudo pode representar uma ferramenta para o planejamento de metas pelos gestores públicos municipais, pois o delineamento espacial de áreas de maior vulnerabilidade social sinaliza os territórios que necessitam de intervenções para assegurar a justiça social. Por se tratar de um indicador sintético que considera a homogeneidade do setor censitário, sugere-se utilizá-lo associado a outras ferramentas, com o intuito de

93

conclusões:

 O IVS demonstrou que a maioria dos setores censitários do município de Uberaba-MG foi classificado como de média vulnerabilidade social;

 Os principais componentes representativos do Indicador de Vulnerabilidade Programática no idoso estiveram relacionados: acesso ao dentista pelo SUS, seguido, do acesso à medicamentos e regularidade quanto ao local de atendimento;

 A ocorrência de elevada/muito elevada vulnerabilidade social foi de 15,7% e de fragilidade atingiu 16,0%;

 A média de escore de vulnerabilidade programática dos idosos correspondeu a 1,90 (± 0,61), o que representa moderado acesso e uso do serviço de saúde;

 A elevada/muita elevada vulnerabilidade social apresentou associação com as faixas etárias de 60├ 70 anos e 70├ 80 anos; ausência de escolaridade e 1├4 anos de estudo; e renda mensal < 1 salário mínimo, 1 salário e 1┤3 salários;

 A condição de fragilidade física apresentou associação com o sexo feminino e as faixas etárias de 70 a 79 anos e 80 anos ou mais;

 Observou-se elevada vulnerabilidade programática na faixa etária 70├ 80 anos e entre idosos que não possuíam escolaridade;

 A maior parte dos idosos (32,0%) apresentava as três vulnerabilidades (individual, social e programática) concomitantemente, sendo que apenas 3,9% não apresentavam nenhuma dessas condições;

 A condição de fragilidade foi associada a elevada/muito elevada vulnerabilidade programática;

 A distribuição espacial dos desfechos adversos de saúde demonstrou maior ocorrência de quedas, dependência para AIVD e péssima/má autopercepção de saúde entre idosos residentes em áreas de elevada/muito elevada vulnerabilidade social quando comparados aos demais;

 A fragilidade física associou-se com todos os desfechos analisados (quedas, hospitalização, dependência para ABVD e AIVD, autopercepção de saúde e

Conclusões 95

número de morbidades);

 O componente social associou-se com a dependência para ABVD e AIVD e a autopercepção de saúde;

 O componente programático associou-se apenas ao maior número de morbidades.

REFERENCIAS

1

1

Referências 97

AGU, F. C. Healthy aging reports: a conceptual and ethical analysis of vulnerability and independency. SAGE Open, Thousand Oaks, p. 1-7, 2013.

AGUILAR-PALACIO, L; GIL-LACRUZ, M.; GIL-LACRUZ, A. I. Vulnerable population and health status in a neighbourhood in Zaragoza (Spain). Health and Social Care in the Community, Oxford, v. 20, n. 6, p. 625-634, 2012.

ALMEIDA, A. P. S. C. et al. Determinantes socioeconômicos do acesso a serviços de saúde em idosos: revisão sistemática. Revista de Saúde Pública, São Mateus, p. 50-51, 2017.

ALMEIDA, L. D. Suscetibilidade: novo sentido para a vulnerabilidade. Revista Bioética, Brasília, v. 18, n. 3, p. 537-48, 2010.

ALMEIDA, O. P. et al. Socioeconomic disadvantage increases risk of prevalent and persistent depression in later life. Journal of Affective Disorders, Amsterdam, v. 138, p. 322-331, 2012.

AMARAL, F. L. J. S. et al. Apoio social e síndrome da fragilidade em idosos

residentes na comunidade. Ciência & Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 18, n. 6, p. 1835-46, 2013.

ANDREW, M. K. et al. The impact of social vulnerability on the survival of the fittest older adults. Age and Ageing, Oxford, v. 41, p. 161-165, 2012.

ANDREW, M. K.; FISK, J. D.; ROCKWOOD, K. Social vulnerability and prefrontal cortical function in elderly people: a report from the Canadian Study of Health and Aging. International Psychogeriatrics, Oxford, v. 23, n. 3, p. 450-458, 2011.

ANDREW, M. K.; KEEFE, J. M. Social vulnerability from a social ecology perspective: a cohort study of older adults from the National Population Health Survey of Canada. BMC Geriatrics, London, v. 14, n. 90, 2014.

ANDREW, M. K.; MITNITSKI, A. B.; ROCKWOOD, K. Social vulnerability, frailty and mortality in elderly people. PLoS ONE, San Francisco, v. 3, n. 5, p. e.2232, 2008. Disponível em: <https://doi.org/10.1371/journal.pone.0002232>. Acesso em: 19 jul. 2017.

ANDREW, M. K.; ROCKWOOD, K. Social vulnerability predicts cognitive decline in a prospective cohort of older Canadians. Alzheimer’s & Dementia, Orlando, v. 6, p. 319-25, 2010.

ARMSTRONG, J. J. et al. Cumulative impact of health deficits, social vulnerabilities, and protective factors on cognitive dynamics in late life: a multistate modeling

approach. Alzheimer's Research & Therapy, London, v. 7, n. 38, 2015a.

_____. Social vulnerability and survival across levels of frailty in the Honolulu-Asia aging study. Age and Ageing, Oxford, v. 44, n. 4, p. 709-12, 2015b.

Health Action, Londres, v. 10, n. 1, p. 1-10, 2017.

AYRES, J. R. C. M. Organização das ações de atenção à saúde: modelos e práticas. Saúde e Sociedade, São Paulo, v. 18, p. 11-23, Supl. 2, 2009.

AYRES, J. R. C. M.; PAIVA, V.; FRANÇA JUNIOR, I. From natural history of disease to vulnerability: changing concepts and practices in contemporary public health. In: PARKER, P.; SOMMER, M. (Org.). Routledge handbook in global public health. Abingon: New York: Taylor & Francis, 2011. p. 98-107.

AZIZ, M. M. et al. Prevalência e fatores associados ao acesso a medicamentos pela população idosa em uma capital do sul do Brasil: um estudo de base populacional. Caderno de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 27, n. 10, p. 1939-50, 2011.

BALDANI, M. H. et al. Determinantes individuais da utilização de serviços odontológicos por adultos e idosos de baixa renda. Revista Brasileira de Epidemiologia, Ponta Grossa, v. 13, n. 1, p. 150-62, 2010.

BANDEEN-ROCHE, K.; XUE, Q. L.; FERRUCCI, L. et al. Phenotype of frailty: characterization in the women's health and aging studies. The Journals of

Gerontology. Series A, Biological, Sciences e Medical Science, Washington, v. 61, n. 3, p. 262-6, 2006.

BARATA, R. B.; RIBEIRO, M. C. S. A.; CASSANTI, A. C. Social vulnerability and health status: a household survey in the central area of a Brazilian metropolis. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 27, p. 164-75, 2011.

BARCHIFONTAINE, C. P. Vulnerabilidade e dignidade humana. Mundo Saúde, São Paulo, v. 30, n. 3, p. 434-40, 2006.

BARRETO, P. S.; GREIG, C.; FERRANDEZ, A. M. Detecting and categorizing frailty status in older adults using a self-report screening instrument. Archives of

Gerontology and Geriatrics, Amsterdam, v. 54, n. 3, p. 249-54, 2012.

BATISTONI, S. S. T.; NERI, A. L.; CUPERTINO, A. P. F. B. Validade da escala de depressão do Center for Epidemiological Studies entre idosos brasileiros. Rev Saúde Pública, São Paulo, v. 41, n. 4, p. 598-605, 2007.

BEALES, D.; TULLOCH, A. J. Community care of vulnerable older people: cause for concern. British Journal of General Practice, London, v. 63, n. 615, p. 549-50, 2013.

BELO HORIZONTE. Secretaria Municipal de Saúde. Índice de vulnerabilidade da saúde, 2012. Belo Horizonte, 2013. Disponível em:

<http://portalpbh.pbh.gov.br/pbh/ecp/files.do?evento=download&urlArqPlc=ivsauderis co2012.pdf>. Acesso em: 20 set. 2013.

BENEDETTI, T.R.B.; MAZO, G.Z.; BARROS, M.V.G. Aplicação do questionário internacional de atividades físicas (IPAQ) para avaliação do nível de atividades

Referências 99

físicas de mulheres idosas: validade concorrente e reprodutibilidade teste-reteste. Revista Brasileira de Ciência do Movimento, Brasília, v. 12, n. 1, p. 25-33, 2004. BERTOLOZZI, M. R. et al. Os conceitos de vulnerabilidade e adesão na saúde coletiva. Revista da Escola de Enfermagem da USP, São Paulo, v. 43, n. 2, p. 1326-1330, 2009.

BERTOLUCCI, P. H. F. et al. O mini-exame do estado mental em uma população geral. Impacto da escolaridade. Arquivos de Neuropsiquiatria, São Paulo, v. 52, n. 1, p. 1-7, 1994.

BILOTTA, C.; CASE, A.; NICOLINI, P.; MAURI, S.; CASTELLI, M.; VERGANI, C. Social vulnerability, mental health and correlates of frailty in older outpatients living alone in the community in Italy. Aging & Mental Health, New York, v. 14, n. 8, p. 1024-1036, 2010.

BOING, A. C. Acesso a medicamentos no setor público: análise de usuários do Sistema Único de Saúde no Brasil. Caderno de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 29, n. 4, p. 691-701, 2013.

BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF: Senado, 1988. Disponível em:

<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constitui%C3%A7ao.htm>. Acesso em: 10 jul. 2015.

_____. Ministério da Saúde. e-Gestor Atenção Básica 2017. Disponível em:

https://egestorab.saude.gov.br/paginas/acessoPublico/relatorios/relHistoricoCobertur a.xhtml Acesso em: 04 ago. 2017.

_____. Envelhecimento e saúde da pessoa idosa. Brasília, DF: Editora MS, 2007. (Caderno de Atenção Básica: 19). 192p. Disponível

em:<http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/envelhecimento_saude_pessoa_ido sa_n19.pdf>. Acesso em: 04 mai. 2015.

_____. Lei n. 8080, de 19 de setembro de 1990. Dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências. Brasília, DF, 1990. Disponível em: <http://portal.saude.gov. br/portal/arquivos/pdf/Lei%208080.pdf.>. Acesso em: 20 jul. 2015.

_____. Lei n. 8.842, de 04 de janeiro de 1994. Dispõe sobre a Política Nacional do Idoso, cria o Conselho Nacional do Idoso e dá outras providências. Brasília, DF, 1994b. Disponível em <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8842.htm>. Acesso em: 10 jul. 2015.

_____. Lei n. 10.741, de 1º de outubro de 2003. Dispõe sobre o Estatuto do Idoso e dá outras providências. Brasília, DF, 2003. Disponível em:

<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2003/L10.741.htm>. Acesso em: 10 jul. 2015.

<http://tabnet.datasus.gov.br/tabdata/cadernos/cadernosmap.htm>. Acesso em: 04 ago. 2012.

_____. Ministério da Saúde. DATASUS. 2015. Disponível em:

<http://tabnet.datasus.gov.br/tabdata/cadernos/cadernosmap.htm>. Acesso em: 04 ago. 2015.

_____. Ministério da Saúde. Fundação Nacional de Saúde. Departamento de

Operações Coordenação da Saúde da Comunidade. Programa Saúde da Família: dentro de casa. Brasília, DF. 1994a

_____. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Política Nacional de Atenção Básica / Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. – Brasília: Ministério da Saúde, 2012b.

_____. Portaria n. 1395, de 10 de dezembro de 1999. Aprova a Política Nacional de Saúde do Idoso. Brasília, DF, 1999. Disponível em:

<http://dtr2004.saude.gov.br/susdeaz/legislacao/arquivo/Portaria_1395_de_10_12_1 999.pdf>. Acesso em: 04 set. 2013.

_____. Portaria n. 2528, de 19 de outubro de 2006. Aprova a Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa. Brasília, DF, 2006a. Disponível em:

<http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2006/prt2528_19_10_2006.html>. Acesso em: 10 jul. 2015.

______. Portaria n. 399, de 23 de fevereiro de 2006. Institui o Pacto pela Saúde – Consolidação do SUS e aprova as diretrizes operacionais do Referido Pacto. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 23 fev. 2006b.

BROCKLEHURST, H.; LAURENSON, M. A concept analysis examining the vulnerability of older people. British Journal of Nursing, London, v. 17, n. 21, p. 1354-7, 2008.

CAMARANO, A. A.; KANSO, S.; CARVALHO, D. F. Envelhecimento populacional, perda de capacidade laborativa e políticas públicas. Mercado de Trabalho, Rio de Janeiro, v. 54, n. 1, p. 1-9, 2013.

CAMPOS, A. C. V.; FERREIRA, E. F.; VARGAS, A. M. D. Determinantes do envelhecimento ativo segundo a qualidade de vida e gênero. Ciência e saúde coletiva, Rio de Janeiro, v. 20, n. 7, p. 2221-37, 2015.

CASALE-MARTÍNEZ, R.I.; NAVARRETE-REYES, A.P.; AVILA-FUNES, J.A. Social determinants of frailty among Mexican community-dwelling elderly. Journal of the American Geriatrics Society, Malden, v. 60, n. 4, p. 800-2, 2012.

CIGOLLE, C. T.; OFSTEDAL, M. B.; TIAN, Z. et al. Comparing models of frailty: the Health and Retirement Study. J Am Geriatr Soc, New York, v.57, n.5, p. 830-39, 2009.

Referências 101

CLARK, D. O. et al. The meaning and significance of self-management among socioeconomically vulnerable older adults. Journal of Gerontology: Social Sciences, Washington, v. 63B, n. 5, p. 312- 19.

COLLARD, R. M.; BOTER, H.; SCHOEVERS, R. A. et al. Prevalence of frailty in community-dwelling older persons: a systematic review. Journal of the American Geriatrics Society, Malden, v. 60, p. 1487–92, 2012.

CURY, M. R. C. O. et al. Spatial analysis of leprosy incidence and associated socioeconomic factors. Revista de Saúde Pública, São Mateus, v. 46, n. 1, p. 110- 8, 2012.

DEL DUCA, G. F.; SILVA, M. C.; HALLAL, P. C. Incapacidade funcional para atividades básicas e instrumentais da vida diária em idosos. Revista de Saúde Pública, São Paulo, v. 43, n. 5, p. 796-805, out. 2009.

DONG, X.; SIMON, M. A.Vulnerability Risk Index Profile for Elder Abuse in

Community- Dwelling Population. J Am Geriatr Soc., Malden, v. 62, n. 1, p. 10-15, 2014.

DUARTE, L. S. S. et al. Análise da capacidade funcional de idosos atendidos pela estratégia saúde da família. Revista Paraense de Medicina, Belém, v. 26, n. 4, 2012.

DUARTE, M. C. S. et al. Prevalência e fatores sociodemográficos associados à fragilidade em mulheres idosas. Rev Bras Enferm., Brasília, v. 66, n. 6, p. 901-906, 2013.

DUJARDIN, C.; LORANT, V.; THOMAS, I. Self-assessed health of elderly people in Brussels: does the built environment matter? Health & Place, Oxford, v. 27, p. 59- 67, 2014.

ESPINOZA, S. E.; JUNG, I.; HAZUDA, H. Frailty transitions in the san antonio longitudinal study of aging. J Am Geriatr Soc, New York, v. 60, n. 4, p. 652-60, 2012.

FABRÍCIO-WEHBE, S. C. C et al. Association of frailty in hospitalized and

institutionalized elderly in the community-dwelling. Rev Bras Enferm, Brasilia, v. 69, n. 4, p. 691-6, 2016.

FARIA, R. M.; BORTOLOZZI, A. Espaço, território e saúde: contribuições de Milton santos para o tema da geografia da saúde no Brasil. RA’EGA, Curitiba, n. 17, p. 31- 41, 2009.

FENG, Z. et al. Risk factors and protective factors associated with incident or increase of frailty among community-dwelling older adults: A systematic review of longitudinal studies. Plos One, San Francisco, v. 12, n. 6, p. 1-18, 2017.

FHON, J. R. S. et al. Frailty syndrome related to disability in the elderly. Acta Paul Enferm, São Paulo, v. 25, n. 4, p. 589-94, 2012.

Paul. Enferm., São Paulo, v. 25, n. 4, p. 589-94, 2012.

_____. Falls and its association with the frailty syndrome in the elderly: systematic review with meta-analysis. Rev Esc Enferm USP, São Paulo, v. 50, n. 6, p. 1003- 1010, 2016.

FRANCISCO, P. M. S.B.; BARROS, M. B. A.; CORDEIRO, M. R. D. Vacinação contra influenza em idosos: prevalência, fatores associados e motivos da não- adesão em Campinas. Caderno de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 27, n. 3, p. 417-26, 2011.

FREEDMAN, V. A.; GRAFOVA, I. B.; ROGOWSKI, J. Neighborhoods and chronic disease onset in later life. American Journal of Public Health, Washington, v. 101, n. 1, p. 79-86, 2011.

FRIED, L. P. et al. Frailty in older adults: evidence for a phenotype. The Journals of Gerontology, New York, v. 56, n. 3, p. 146-56, 2001.

FRIED, L.P. et al. Untangling the concepts of disability, frailty, and comorbidity:

implications for improved targenting and care. The Journals of Gerontology. Series A, Biological, Sciences e Medical Sciences, Washington, v. 59, n. 3, p. 255-263, 2004.

FULOP, T. et al. Aging, frailty and age-related diseases. Biogerontology, Boston, v. 11, p. 547-63, 2010.

GEIB, L. T. C. Determinantes sociais da saúde do idoso. Ciência & Saúde Coletiva, Rio de Janeiro v. 17, n. 1, p. 123-33, 2012.

GOBBENS, R. J. J.; VAN ASSEN, M. A. L. M.; LUIJKX, K. G.; SCHOLS, J. M. G. A. The Predictive Validity of the Tilburg Frailty Indicator: Disability, Health Care

Utilization, and Quality of Life in a Population at Risk. The Gerontologist, Inglaterra, v. 52, n. 5, p. 619–631, 2012.

GONZÁLEZ, E. D. L. et al. Fragilidad y su associación com mortalid,

hospitalizaciones y dependência funcional em mexicanos de 60 años o más. Med. Clin., Barcelona, v. 138, n. 11, p. 468-74, 2012.

HANIBUCHI, T. et al. Neighbordhood built environment and physical activity of japonese older adults: results from the aichi gerontological evaluation study (AGES). BMC Public Health, London, v. 11, n. 657, 2011.

INOUYE, K. et al. Percepções de suporte familiar e qualidade de vida entre idosos segundo a vulnerabilidade social. Psicologia: Reflexão e Crítica, Porto Alegre, v. 23, n. 3, p. 582-92, 2010.

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). Cidades. 2010a. Disponível

Referências 103

Acesso em: 19 nov 2013.

_____. Geociências. 2010b. Disponível em:

<http://downloads.ibge.gov.br/downloads_geociencias.htm>. Acesso em: 19 nov 2013.

_____. Mudanças demográficas no Brasil no início do século XXI: subsídios para as projeções da população. 2015. Brasília, DF: Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, 2015.

_____. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios. Rio de Janeiro: IBGE, 2008.

_____. Um panorama da saúde no Brasil: acesso e utilização dos serviços,

condições de saúde e fatores de risco e proteção à saúde. Brasília, DF: Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, 2008.

JOLLIFFE, I. T. Principal Component Analysis. New York: Springer; 2002.

KATZ, S. et al. Studies of illness in the aged. The index of ADL: a standardized measure of biological and psychosocial function. JAMA, Chicago, v. 12, p. 914-9, 1963.

LEBRÃO, M. L.; DUARTE, Y. A. O. SABE: Saúde, Bem-estar e Envelhecimento: o Projeto Sabe no Município de São Paulo: uma abordagem inicial. Brasília, DF: Organização Pan-Americana da Saúde, 2003.

LEE, K.; KAMRADT-SCOTT, A. The multiple meanings of global health governance: a call for conceptual clarity. Globalization and Health, London, v. 10, n. 28, p. 2014.

LEONARDO, K. C. et al. Avaliação do estado cognitivo e fragilidade em idosos mais velhos residentes no domicílio. Cienc Cuid Saude, Maringá, v. 13, n. 1, p. 120-127, 2014.

LIMA-COSTA, M. F. et al. Mudanças em dez anos das desigualdades sociais em saúde dos idosos brasileiros (1998-2008). Revista de Saúde Pública, São Paulo, v. 46, p. 100-7, 2012.

LINO, V. T. S. et al. Adaptação transcultural da Escala de Independência em Atividades de Vida Diária (Escala de Katz). Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 24, n. 1, p. 103-12, 2008.

LOHR, S. Sampling: design and analysis. 2. ed. Boston: Brooks/Cole, 2010.

LOUVISON, M. C. P. et al. Desigualdades no uso e acesso aos serviços de saúde entre idosos do município de São Paulo. Revista de Saúde Pública, São Paulo, v. 42, n. 4, p. 733-40, 2008.

MACHADO, L. P. et al. Uso regular de serviços odontológicos entre adultos e idosos em região vulnerável no sul do Brasil. Revista de Saúde Pública, São Mateus. v.

MAIA, F. O. M. Vulnerabilidade e envelhecimento: panorama dos idosos

residentes no município de São Paulo: Estudo SABE. 2011. 193p. Tese (Doutorado em Ciências) – Programa de Pós-Graduação em Enfermagem, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2011.

MARTINS, A. M. E. B. L.; BARRETO, S. M.; PORDEUS, I. A. Características

associadas ao uso de serviços odontológicos entre idosos dentados e edentados no Sudeste do Brasil: Projeto SB Brasil. Caderno de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 24, n. 1, p. 81-92, 2008.

MASULLO, Y. A. G.; NASCIMENTO, T. S.; CARVALHO, D. S. Produção e

reprodução do espaço determinando desigualdades e contradições no município de São Luís-MA. Geografia em questão, Marechal Cândido Rondon. v. 6, n. 1, p. 32- 48, 2013.

MCGEE, H. M. et al. Vulnerable Older People in the Community: Relationship Between the Vulnerable Elders Survey and Health Service Use. JAGS, v. 56, p. 8- 15, 2008.

MENDES, E. V. O cuidado das condições crônicas na atenção primária à saúde: o imperativo da consolidação da estratégia da saúde da família. Brasília:

Organização Pan-Americana da Saúde, 2012.

MOREIRA, R. S.; NICO, L. S.; TOMITTA, N. E. O risco espacial e fatores associados ao edentulismo em idosos em município do Sudeste do Brasil. Caderno Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 27, n. 10, p. 2041-53, 2011.

MOREIRA, V.G.; LOURENCO, R.A. Prevalence and factors associated with frailty in an older population from the city of Rio de Janeiro, Brazil: the FIBRA-RJ Study. Clinics, São Paulo, v. 68, n. 7, p. 979-85, 2013.

MORLEY, J. E. et al. Frailty consensus: a call to action. Journal of the American Medical Directors Association, New York, v. 14, p. 392-7, 2013.

NICHIATA, L. Y. I. et al. A utilização do conceito “vulnerabilidade” pela enfermagem. Rev Latino-americana de Enfermagem, Ribeirão Preto, v. 16, n. 5, 2008.

Disponível em: <http://dx.doi.org/10.1590/S0104-11692008000500020>. Acesso em: 19 jul. 2017.

OLIVEIRA, J. C. A.; TAVARES, D. M. S. Atenção ao idoso na estratégia de Saúde da Família: atuação do enfermeiro. Revista Escola de Enfermagem USP, São Paulo, v. 44, n. 3, p. 774-81, 2010.

OLIVEIRA, M. Envelhecer: Uma conquista da nossa sociedade; precisamos garantir que seja com saúde e qualidade! Rev. Bras. Geriatr. Gerontol., Rio de Janeiro, v. 19, n. 6, p. 903-905, 2016.

Referências 105

American Health Organization, 1996.

ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS. Plano de ação internacional sobre envelhecimento: relatório da I Assembleia Mundial sobre o Envelhecimento. Viena, 1982.

ORGANIZACIÓN MUNDIAL DE LA SALUD. La salud de las personas de edad. Ginebra, 1989. Disponível em:

<http://whqlibdoc.who.int/trs/WHO_TRS_779_spa.pdf>. Acesso em: 05 set. 2012.

OVIEDO, R. A. M.; CZERESNIA, D. O conceito de vulnerabilidade e seu caráter biossocial. Interface - Comunicação Saúde Educação, Batucatu, v. 19, n. 53, p. 237-49, 2015.

PAVARINI, S. C. I. et al. Família e vulnerabilidade social: um estudo com

octogenários. Revista Latino-americana de Enfermagem, Ribeirão Preto, v. 17, n. 3, 2009.

PAZ, A. A.; SANTOS, B. R. L.; EIDT, O. R. Vulnerabilidade e envelhecimento no contexto da saúde. Acta Paulista Enfermagem, São Paulo, v. 19, n. 3, p. 338-42, 2006.

PEGORARI, M. S.; TAVARES, D. M. S. Fatores associados à syndrome de fragilidade em idosos residents em área urbana. Rev. Latino-Am. Enfermagem, Ribeirão Preto, v. 22, n. 5, p. 874-882, 2014.

REZENDE, M. A. D. A fragilidade e sua relação com a mortalidade em idosos de uma comunidade brasileira, 2016. Tese de Doutorado. Escola de Enfermagem de

Dans le document The DART-Europe E-theses Portal (Page 95-0)