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AVANT-PROPOS

II- Le dispositif « Médecins Correspondants du SAMU »

3. Particularités du dispositif MCS en Corse

Utilizou qual antisséptico? ( ) clorexidine alcoólico 0,5% ( ) clorexidine aquoso ( ) PVPI alcoólico ( ) PVPI aquoso ( ) álcool 70% ( ) outros: ________________ D) Cobertura

do CVC Protegeu a inserção do cateter adequadam ente (de form a a envolver todo o sítio de inserção)?

Qual cobertura utilizou? ( ) gaze estéril/ fita adesiva ( ) film e transparente ( ) film e transparente com clorexidine

( ) outros: ________________

I dentificou o curativo? ( ) com data

( ) nom e do profissional t

A) Higiene da s Mã os ( Após)

Higienizou as m ãos após o

térm ino do curativo? ( ) com álcool-gel ( ) com água e sabão

( ) outros: _________________ E) Regist ro de

Enferm agem Realizou registro de enferm agem adequado (descreveu as condições do curativo no prontuário do paciente)?

APÊN DI CE E - I nst rum ent o de caract erização dos suj eit os, capacit ação, at ualização profissional e avaliação

do conhecim ent o t eórico Prezado enferm eiro,

Vim os por m eio deste solicitar sua participação no estudo int itulado “ Curativo do catet er venoso central: subsídios para o ensino e a assistência de enferm agem ” . Não é necessário revelar seu nom e, som ente o local que você trabalha. Suas respostas serão de grande valia por isso não deixe pergunt as sem resposta. Antecipadam ente agradecem os e esclarecem os que as perguntas a seguir são relacionadas à caracterização dos participantes da pesquisa, capacitação, atualização profissional e avaliação do conhecim ento teórico.

Unidade de atuação: ________________________________ Dat a: _______ 1. Sexo

( ) Fem inino ( ) Masculino

2. I dade _____ anos

3. Você atua com o enferm eiro há quanto tem po?

__________________________________________________________ 4. Qual é o seu nível de form ação em Enferm agem m ais elevado?

( ) Graduação ( ) Mestrado

( ) Especialização ( ) Doutorado

5. Há quanto tem po t em essa titulação? __________________________ 6. Em quantas inst ituições trabalha? _____________________________ 7. Qual seu turno de trabalho na inst ituição onde está sendo realizada a pesquisa?

( ) Manhã ( ) Tarde ( ) Vespertino

( ) Noturno ( ) Rodízio

8. Qual sua j ornada total de trabalho diária? _____________

9. Você j á recebeu algum treinam ento sobre práticas de prevenção de infecção da corrente sanguínea relacionada a cateter venoso central na inst ituição onde atua?

( ) Sim ( ) Não

10. Há quanto tem po foi realizado o últ im o treinam ento? _____________ 11. As diret rizes/ prot ocolos sobre os cuidados de enferm agem relacionados ao curativo do cateter venoso central estão disponíveis na sua unidade de trabalho?

( ) Sim ( ) Não

12. Assinale o seu grau de satisfação quanto às condições que lhe são oferecidas ( por exem plo inform ações, disponibilidade de m ateriais, execução) em relação ao curativo do cateter venoso central:

( ) Satisfeito ( ) I nsatisfeit o

13. O seu conhecim ento atual em relação ao curativo do cateter venoso central é:

14. Quais os m eios que você utiliza para atualização do seu conhecim ento profissional?

Leitura de revistas científicas/ da saúde

( ) pelo m enos sem analm ente ( ) pelo m enos m ensalm ente ( ) pelo m enos trim estralm ente ( ) pelo m enos sem estralm ente ( ) Nunca

Consulta a com putadores

( ) pelo m enos sem analm ente ( ) pelo m enos m ensalm ente ( ) pelo m enos trim estralm ente ( ) pelo m enos sem estralm ente ( ) Nunca

Consulta à biblioteca

( ) pelo m enos sem analm ente ( ) pelo m enos m ensalm ente ( ) pelo m enos trim estralm ente ( ) pelo m enos sem estralm ente ( ) Nunca

Participação em cursos, congressos, sim pósios, palestras

( ) pelo m enos sem analm ente ( ) pelo m enos m ensalm ente ( ) pelo m enos trim estralm ente ( ) pelo m enos sem estralm ente ( ) Nunca

Participação em grupos de estudo ou de pesquisa

( ) pelo m enos sem analm ente ( ) pelo m enos m ensalm ente ( ) pelo m enos trim estralm ente ( ) pelo m enos sem estralm ente ( ) Nunca

15. O seu acesso ao com putador ocorre: ( ) no trabalho

( ) no dom icílio ( ) outros

16. O seu acesso à I nternet ocorre: ( ) no trabalho

( ) no dom icílio ( ) outros

Prezado enferm eiro,

As perguntas a seguir são relacionadas ao curativo do cateter venoso central sem “ cuff” , não tunelizado, de curta perm anência, de um ou m ais lum ens, utilizado em pacientes adultos. Assinale um X para cada um a das afirm ações abaixo, considerando: V ( verdadeiro) , F ( falso) e NS ( não sei) .

Quest ões V F N S

1 . Em re lação à higie ne da s m ãos ( H M ) e uso do á lcool gel:

a) deve ser garant ido o uso de água e sabão ou álcool gel ant es e após a m anipulação do CVC*

b) as m ãos do profissional execut or não precisam ser lavadas ant es do curat ivo do CVC* , pois as luvas prot egem o profissional e o pacient e c) ant es do curat ivo do CVC* , o álcool gel pode e deve ser ut ilizado desde que não haj a suj idade visível nas m ãos

d) deve- se evit ar o uso do álcool gel ant erior ao curat ivo do CVC, nesse caso deve- se preferir o uso de água e sabão, pois o álcool possui baixa at ividade persist ent e ( residual)

e) a HM ant erior à m anipulação do CVC* é im port ant e, pois a m aioria dos agent es infecciosos penet ram pela superfície ext erna do cat et er, a part ir da m icrobiot a do pacient e ou pelas m ãos do profissional de saúde 2 . Quant o à t écnica a ssé pt ica de cur at ivo do CVC* :

a) é indispensável que o profissional utilize o inst rum ent al cirúrgico, que com preende um conj unt o de pinças para evit ar a m anipulação diret a do sítio de inserção, a fim de garant ir a t écnica assépt ica

b) o profissional pode opt ar por ut ilizar som ent e luvas est éreis no m om ent o da t roca de curat ivo do CVC* , no lugar de um conj unt o de pinças

c) é aconselhável que o profissional utilize param ent ação adequada para realizar o curat ivo do CVC* , com o gorro, m áscara, avent al e luvas est éreis

d) durant e a ant issepsia do sítio de inserção, o profissional deverá realizar m ovim ent os circulares em sent ido cent rífugo, quant as vezes necessárias

e) é perm it ido que o auxiliar de enferm agem realize a t écnica de curat ivo do CVC* , um a vez que é considerada um a at ividade de nível m édio

3 . Quant o a o uso de a nt issépt icos durant e o curat ivo do CVC* : a) realizar a degerm ação da pele com ant issépt ico degerm ant e e rem oção do excesso com gaze est éril

b) a ant issepsia da pele nas t rocas de curat ivos deverá ser realizada preferencialm ent e com clorexidina alcoólica 0,5%

c) se houver cont ra- indicação para o uso de clorexidina, a tint ura de iodo ou o álcool 70% poderão servir de alt ernat iva

d) deve- se dar preferência às soluções aquosas, no lugar das alcoólicas, considerando que a pele não est á ínt egra

e) após a ut ilização do ant issépt ico, se deve aguardar o t em po de secagem recom endado pelo fabricant e, para que o m esm o possa at ingir o efeit o desej ado

Quest ões V F N S 4 . Em re lação a s cobe rt ur as ut ilizadas no curat ivo do CVC* :

a) para cobert ura do CVC* recom enda- se gaze est éril e fit a adesiva ou película t ransparent e sem iperm eável est éril, sendo que o prim eiro curat ivo deverá ser t rocado a cada 48 h e o segundo poderá perm anecer at é 7 dias

b) nos casos de sudorese ou o sít io de inserção est iver drenando, utilizar a cobert ura com película t ransparent e at é o problem a ser resolvido

c) o curat ivo deverá ser subst it uído com int ervalo m enor que o recom endado se o m esm o t ornar- se suj o, úm ido ou solt o

d) o curat ivo do CVC* ( com película t ransparent e) poderá ser m olhado durant e o banho, j á que é com post o por um a película t ransparent e de poliuret ano im perm eável à água

e) a prim eira t roca de curat ivo deve ser realizada no m áxim o 7 dias pós- punção

5 . Em re lação a o regist ro de enfer m agem do curat ivo do CVC* : a) não é im port ant e que o enferm eiro ident ifique seu nom e e dat a de realização sobre o local do curat ivo, um a vez que o m esm o deve ser inspecionado e palpado diariam ent e

b) o enferm eiro deverá regist rar o curat ivo do CVC* no pront uário do pacient e som ent e quando ident ificar alt erações ou sinais de infecção c) o regist ro de enferm agem sobre as condições do curat ivo do CVC no pront uário do pacient e não é considerado t ão im port ant e, o ideal é com unicar o m édico responsável se o sít io de inserção do CVC apresent ar sinais flogísticos

d) quando houver sinais de rubor, calor, erit em a, hiperem ia e secreção purulent a no sítio de inserção do CVC, é recom endada sua ret irada e envio da pont a para cult ura m icrobiológica, após consenso m édico

e) é recom endado que o enferm eiro realize o regist ro sobre a realização e condições do curat ivo no pront uário do pacient e ( descrição do aspect o do sítio de inserção, ou presença de sinais de rubor, calor, erit em a, hiperem ia ou secreção purulent a) após a sua realização

APÊN DI CE F - Rot eiro/ Script do Vídeo Educat ivo “ Curativo do cateter venoso central”

O obj etivo deste vídeo educativo é dem onstrar a enferm eiros e graduandos de enferm agem o curativo do cateter venoso central não tunelizado, de curta perm anência, no paciente adulto hospitalizado, padronizado na lit eratura científica, nos m anuais de boas práticas da inst ituição onde a pesquisa foi realizada e na experiência das pesquisadoras, com ênfase nas m edidas de controle de infecção, a fim de garantir a qualidade e segurança da assistência prestada.

Historicam ente, a utilização da punção de vasos sanguíneos para fins diagnóst icos e terapêuticos esteve atrelada à descoberta da circulação sanguínea. Esse recurso perm itiu a introdução dos prim eiros cateteres venosos plást icos para a infusão venosa de líquidos, prom ovendo a m anutenção do acesso vascular por tem po prolongado.

A cateterização venosa central consiste na introdução de um cateter no sistem a venoso por m eio de punção percutânea ou dissecção de veias, com o a subclávia, j ugular interna ou fem ural. É utilizada com um ente para adm inistração de fluidos, nutrição parenteral, m edicam entos que provocam esclerose de veias periféricas, inserção de m arcapasso transvenoso, m onitoração hem odinâm ica e realização de hem odiálise.

O curativo do cateter venoso central visa dim inuir a colonização m icrobiana da pele adj acente ao orifício de inserção e sua conseqüente m igração para a superfície extralum inal. Assim , este procedim ento pode contribuir para a redução dos casos de infecções relacionadas ao acesso vascular e da corrente sanguínea relacionada ao cateter, que figuram com o um a das principais com plicações relacionadas ao seu uso.

Além disso, perm ite a avaliação de sinais e sintom as sugestivos de infecção, com o eritem a, calor, dor, hiperem ia ou saída de secreção purulenta, denom inados sinais flogísticos.

Nesse vídeo realizarem os a sim ulação do curat ivo do cateter venoso central reproduzindo um cenário de um a unidade de internação hospitalar destinada a pacientes adultos.

Utilizarem os os seguintes m ateriais: toalhas de papel, sabonete líquido com um , álcool gel, bandej a, luvas de procedim ent o não estéreis, instrum ental cirúrgico estéril para curativo ou um par de luvas estéreis, pacotes de gaze estéril, clorexidine alcoólica a 0,5% , solução fisiológica a 0,9% e película transparente sem iperm eável estéril.

Para a sim ulação utilizarem os a película transparente sem iperm eável estéril em decorrência de sua natureza oclusiva, possibilidade de m enor freqüência de trocas e de visualização do local de inserção do cateter. Além disso, essa cobertura perm ite a transm issão de um idade da pele para o am biente, m as é im perm eável à entrada de m icrorganism os do m eio externo para pele.

Ao início do procedim ento, o prim eiro passo é a higienização das m ãos, que pode ser realizada com água e sabonete líquido com um ou solução alcoólica, se as m ãos não est iverem visivelm ente suj as.

Após, reúna o m at erial e transporte- o no carrinho de curativo até próxim o à cam a do paciente, ou na bandej a até sua m esa de cabeceira. Tam bém prefira a bandej a caso o paciente estej a em precauções de contato.

Prossiga explicando o procedim ento e sua finalidade ao paciente e instrua- o para não tocar no curativo e nos m ateriais utilizados. Caso não

haj a contraindicação, eleve a cabeceira da cam a aproxim adam ente entre 30 e 45 graus, posicione sua cabeça para o lado oposto ao do cateter e exponha a área onde o curat ivo será realizado. Perm aneça do lado do paciente onde se localiza o disposit ivo.

Atenção para dispor o m aterial em local adequado, ou sej a, no carrinho de curat ivo ou sobre a m esa de cabeceira. Abra cuidadosam ente o m aterial de m aneira a garant ir as condições assépt icas. Posicione as pontas das pinças no centro do cam po e após abra o pacote de gazes, posicionando- as da m esm a form a.

Calçe as luvas de procedim ento não estéreis. I nspecione e palpe o local de inserção do cateter quanto a presença de sinais flogíst icos, sensibilidade ou out ras com plicações.

Após, rem ova a cobertura anterior. Levante delicadam ente um a das pontas da película e puxe- a paralelam ente a pele, enquanto a outra m ão segura a pele e o cateter para que não ocorra tração. Descarte a cobertura e as luvas utilizadas na lixeira para resíduos infectantes.

Realize novam ente a higienização das m ãos com solução alcoólica e calce um novo par de luvas de procedim ento caso utilizar pinças estéreis. Se optar por luvas estéreis, calce- as nesse m om ento.

Ao identificar presença de secreções aderidas, realize a lim peza do sítio de inserção do cateter. Ut ilize a pinça pean e gaze em bebida em solução fisiológica a 0,9% . Faça m ovim entos circulares unidirecionais a partir do sít io de inserção por três vezes consecutivas ou até retirar toda a suj idade. Descarte a gaze na lixeira ao final de cada m ovim ento, trocando- a por um a nova.

Da m esm a form a, proceda a antissepsia ut ilizando preferencialm ente clorexidine alcoólica a 0,5% . Repita os m ovim entos iniciando a partir do sít io de inserção do cateter, abrangendo um a área de aproxim adam ente 10 cm .

Prossiga a desinfecção da extensão do cateter, com gaze em bebida no m esm o antissépt ico, em direção à sua extrem idade.

Se houver contra- indicação do uso da clorexidine, utilize PVPI alcoólico ou álcool a 70% .

Retire as luvas para aplicar a película transparente sem iperm eável estéril sobre o cateter. Rem ova o papel protetor para expor a parte adesiva, aderindo- a ao t órax de form a que o sítio de inserção se localize no centro do curativo. Utilize as fitas estéreis para fixar os lum ens e o cateter. Para finalizar, identifique o curativo com a data e o nom e do profissional executor.

Reposicione o paciente de form a confortável e com unique- o sobre o térm ino do procedim ento. Reorganize sua unidade. Reúna o m aterial utilizado, despreze os resíduos gerados e encam inhe- o para o local adequado.

Higienize as m ãos com água e sabonet e líquido com um .

Realize o registro de enferm agem logo após o térm ino do curativo. Descreva as características do local de inserção e eventuais intercorrências durante sua realização. Especifique se identificar sinais flogísticos e caso os encontre com unique o profissional m édico responsável.

Em relação à substituição da cobertura, você deve trocar a película transparente sem iperm eável estéril pelo m enos a cada 7 dias, e a gaze estéril e fita adesiva m icroporosa a cada 48 horas, ou sem pre que tornar- se úm ida, solta ou visivelm ente suj a. Quando for trocá- la, fazê- la preferencialm ente após o banho.

Prefira gaze estéril e fita adesiva m icroporosa para cobertura nas prim eiras 24 horas após a inserção do cateter devido ao risco de sangram ento. Tam bém é indicado o seu uso se o paciente apresentar sudorese excessiva ou exsudação local, até a resolução do problem a.

É recom endada avaliação diária do sítio de inserção do cateter a procura de sinais flogísticos, pela palpação se a cobert ura for opaca, para identificar desconforto local, e pela visualização se o curativo for transparente. Caso sej a identificada exteriorização de parte do cateter, este não deverá m ais ser reposicionado. Com unique o profissional m édico.

Se o paciente relatar dor, sensibilidade no local de inserção ou apresentar febre de origem desconhecida, a cobert ura deverá ser rem ovida para perm it ir a inspeção m inuciosa do local.

Tenha cuidado para não m olhar nem subm ergir o cateter. Protej a- o durante o banho diário, com cobertura secundária. E por últim o, não aplique pom adas nem crem es de antibiótico no sítio de inserção.

APÊN DI CE G - Descrição do curat ivo do cat et er venoso cent ral ( CVC) de curt a perm anência, no pacient e adult o hospit alizado

1 .1 . Profissional execut or: enferm eiro 1 .2 . Mat erial

- Toalhas de papel

- Sabonete líquido com um - Álcool gel

- Bandej a

- Luvas de procedim ent o não est éreis

- I nstrum ental cirúrgico estéril para curat ivo ou um par de luvas estéreis - Pacotes de gaze estéril

- Clorexidine alcoólica a 0,5% com o prim eira opção ( ou t int ura de iodo ou álcool 70% )

- Solução fisiológica a 0,9%

- Película t ransparente sem iperm eável estéril

1 .3 . Conceit o

É a descrição da técnica do curativo do CVC sem cuff, não tunelizado, de curta perm anência, no paciente adulto hospit alizado, padronizada na literatura cient ífica, nos m anuais de boas prát icas da inst ituição onde a pesquisa foi realizada e na experiência das pesquisadoras.

1 .4 . Propósit o

- dim inuir a colonização m icrobiana da pele adj acente ao orifício de inserção do cateter e sua conseqüente m igração para superfície extralum inal, e dessa form a contribuir para redução dos casos de infecção do cateter e da corrente sanguínea relacionada ao CVC.

- avaliar sinais e sintom as sugest ivos de infecção ( eritem a, calor, dor, hiperem ia, saída de secreção purulenta) , sensibilidade ou outras com plicações.

1 .5 . Descrição do Procedim ent o Observações

1. Higienizar as m ãos com água e

sabonet e líquido com um ou álcool- gel

( categoria I B) .

Não utilizar álcool gel se as m ãos estiverem visivelm ente suj as.

2. Reunir o m aterial e transportá- lo no carrinho de curativo até próxim o à cam a do paciente, ou na bandej a até sua m esa de cabeceira.

Utilizar bandej a caso o

pacient e est ej a em precauções de contato.

3. Explicar o procedim ento e sua finalidade ao paciente.

I nstruí- lo para não tocar no curativo e nos m ateriais utilizados.

4. Caso não haj a contraindicação, elevar a cabeceira da cam a do paciente aproxim adam ente entre 30 e 45 graus, posicionar sua cabeça para o lado oposto ao do cateter e expor a área onde o curativo será realizado. Perm aneçer do lado do paciente onde se localiza o disposit ivo.

5. Dispor o m aterial do curativo no

sobre a m esa de cabeceira ( categoria

I B) .

6. Abrir o m aterial de curativo e garant ir as condições assépticas, posicionando as pontas das pinças no centro do cam po. Abrir o pacote de gazes estéreis e posicioná- las da m esm a form a

( categoria I B) .

7. Calçar as luvas de procedim ento não estéreis, inspecionar e palpar o local de inserção do cateter quanto à presença de sinais flogíst icos, sensibilidade ou outras com plicações.

8. Após, rem over a cobertura anterior. Levantar delicadam ente um a das pontas da película e puxá- la paralelam ente a pele, enquanto a outra m ão segura a pele e o cateter para que não ocorra tração. Descartá- la na lixeira para resíduos infectantes ( categoria I C) .

9. Higienizar as m ãos com solução

alcoólica e enluvá- las novam ent e com luvas de procedim ent o se utilizar pinças estéreis. Se optar por luvas estéreis, calçá- las nesse m om ento ( categoria I C) .

10. Ao ident ificar presença de secreções aderidas, realizar a lim peza do sít io de inserção do cateter utilizando a pinça pean e gaze em bebida em solução fisiológica a 0,9% . Realizar m ovim entos circulares unidirecionais a part ir do sít io de inserção por três vezes consecutivas ou até retirar toda a suj idade. Descartar a gaze na lixeira ao final de cada m ovim ento, t rocando- a por um a nova.

11. Da m esm a form a, proceder a

antissepsia ut ilizando preferencialm ente clorexidine alcoólica a 0,5% . Repet ir os