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Nesta sec¸c˜ao ´e feita uma ilustra¸c˜ao temporal dos resultados das experiˆencias A e B, utilizando os diferentes conjuntos de treino. Para cada caso ilustrado, seleccionou-se um segmento de cada tipo de sinal (A, B, C, D e E), dividindo-o em subsegmentos de 256 amostras, classificando-o posteriormente.

Para caracterizar o resultado da classifica¸c˜ao utilizaram-se dois simbolos:

¤, quando o sinal classificado pertence `a classe 1

∗, quando o sinal classificado pertence `a classe 2

Desta forma ´e poss´ıvel uma observa¸c˜ao das rela¸c˜oes entre conjuntos de treino e caracter´ısticas utilizadas, de uma forma temporal.

0 256 512 768 1024 1280 1536 1792 2048 2304 2560 2816 3072 3328 3584 3840 4096 Caso 2 Caso 1 Caso 2 Caso 1 Experiencia B Experiencia A

Figura 5.11: An´alise a um segmento do tipo A

Pela observa¸c˜ao da figura 5.11, tanto para os casos experiˆencia A como para os casos da ex- periˆencia B, a classifica¸c˜ao foi a correcta em todos os subsegmentos analisados. A utiliza¸c˜ao de diferentes tipos de conjuntos de treino, evidenciou-se como irrelevante.

1 256 512 768 1024 1280 1536 1792 2048 2304 2560 2816 3072 3328 3584 3840 4096 Experiencia B Experiencia A Caso 2 Caso 1 Caso 2 Caso 1

Figura 5.12: An´alise a um segmento do tipo E

Quando o caso em an´alise ´e um segmento do tipo E, observa-se (figura 5.12), que na ex- periˆencia A, o caso 1 apresenta uma melhoria na classifica¸c˜ao relativamente ao caso 2. No

entanto em ambos os casos, `a medida que se aumenta o conjunto de treino h´a uma melhoria na classifica¸c˜ao, tal como o descrito nas an´alises `as experiˆencias. A experiˆencia B n˜ao se revela t˜ao eficaz na classifica¸c˜ao evidenciando um elevado erro.

Assim, a experiˆencia A tornou-se a mais adequada na classifica¸c˜ao deste segmento revelando uma classifica¸c˜ao mais eficaz do que a experiˆencia B.

Com a utiliza¸c˜ao de um segmento do tipo B (figura 5.13), `a imagem do que aconteceu nas

1 256 512 768 1024 1280 1536 1792 2048 2304 2560 2816 3072 3328 3584 3840 4096 Experiencia B Experiencia A Caso 2 Caso 1 Caso 2 Caso 1

Figura 5.13: An´alise a um segmento do tipo B

an´alises das boxplots, em todos os casos, houve um aumento do erro quando de aumentou a dimens˜ao do conjunto de treino. No caso 2 da experiˆencia B chega-se mesmo a ter, a to- talidade do segmento bem classificado, estando por isso de acordo com os resultados obtidos anteriormente (figura 5.10c).

A utiliza¸c˜ao de um segmento do tipo C (figura 5.14), evidenciou os resultados obtidos nas an´alises `as experiˆencias, estando completamente de acordo com o obtido anteriormente. Real¸ca-se o caso 2 da experiˆencia B, onde se obt´em uma classifica¸c˜ao correcta da totalidade do segmento em an´alise.

A utiliza¸c˜ao de um segmento do tipo D (figura 5.15), evidenciou que na experiˆencia B a classifica¸c˜ao foi mais eficaz do que na experiˆencia A. No entanto h´a um aumento do erro de classifica¸c˜ao quando se aumenta a dimens˜ao do conjunto de treino na experiˆencia B, caso 1. Analisando a figura 5.9c verifica-se que deveria haver uma diminui¸c˜ao do erro, quando se aumenta a dimens˜ao do conjunto de treino. No entanto como o desvio associado ao treino B1 abrange o valor m´edio do erro no treino B2, admite-se um aumento do erro neste caso.

1 2576 512 768 1024 1280 1536 1792 2048 2304 2560 2816 3072 3328 3584 3840 4096 Experiencia B Experiencia A Caso 2 Caso 1 Caso 2 Caso 1

Figura 5.14: An´alise a um segmento do tipo C

1 256 512 768 1024 1280 1536 1792 2048 2304 2560 2816 3072 3328 3584 3840 4096 Experiencia B Experiencia A Caso 2 Caso 1 Caso 2 Caso 1

Cap´ıtulo 6

Conclus˜oes

Nesta tese, apresentou-se um sistema de classifica¸c˜ao de sinais EEG. O sistema descrito pode ser dividido em dois blocos, o primeiro que trata da extrac¸c˜ao de caracter´ısticas do sinal EEG, com apoio `a Transformada Discreta de Wavelet, e o segundo ´e baseado num algoritmo de classifica¸c˜ao linear do tipo SVM. Este m´etodo passa por dividir um sinal em subsegmentos, onde s˜ao extra´ıdas caracter´ısticas. O processo de extrac¸c˜ao de caracter´ısticas, ´e fundamental, pois uma selec¸c˜ao das melhores caracter´ısticas permite uma classifica¸c˜ao mais eficiente. As caracter´ısticas seleccionadas foram o m´aximo, m´ınimo, desvio e energia m´edia.

Energia vs 4 Caracter´ısticas ´

E importante referir que a utiliza¸c˜ao de 4 caracter´ısticas (m´aximo, m´ınimo, desvio e energia m´edia) ou de apenas uma (energia m´edia), n˜ao apresentaram resultados muito d´ıspares na classifica¸c˜ao. No entanto, quando se utilizaram as 4 caracter´ısticas, houve um melhoramento na classifica¸c˜ao de sinal epil´eptico. Quando se utilizou a energia m´edia como ´unica caracter´ıstica no processo de classifica¸c˜ao houve um melhoramento na detec¸c˜ao de sinal n˜ao epil´eptico.

Poderiam ser escolhidas outros tipos de caracter´ısticas para a classifica¸c˜ao de sinal EEG. No entanto os resultados obtidos nas experiˆencias apresentaram uma baixa percentagem de erro de classifica¸c˜ao, sendo por isso, demonstrada uma viabilidade na escolha de car- acter´ısticas relacionadas com a amplitude do sinal.

Influˆencia do tipo de dados na classifica¸c˜ao

Outro dos aspectos em estudo foi o tipo de conjunto de treino. Uma varia¸c˜ao do tipo de conjunto de treino poder´a provocar efeitos na classifica¸c˜ao, da´ı a elabora¸c˜ao conjuntos constitu´ıdos por diferentes tipos de sinais, para uma observa¸c˜ao do seu efeito na classi- fica¸c˜ao.

Um conjunto de treino constitu´ıdo pela totalidade dos tipos de sinais (A, B, C, D e E) evidenciou um melhoramento na detec¸c˜ao de sinal n˜ao epil´eptico. No entanto, quando o conjunto de dados foi exclusivamente constitu´ıdo por dados do tipo A e E houve um melhoramento na detec¸c˜ao de sinal epil´eptico.

Dimens˜ao do conjunto de treino

de treino e a sua influˆencia na classifica¸c˜ao. De uma forma geral, quando o conjunto de teste ´e constitu´ıdo por elementos do mesmo tipo do conjunto de treino evidencia-se um melhoramento quando se aumenta a dimens˜ao do conjunto de treino. Quando o conjunto de teste ´e constitu´ıdo por elementos de tipo diferente do conjunto de treino, de uma forma geral pioram os resultados da classifica¸c˜ao `a medida que se aumenta a dimens˜ao do conjunto de treino.

Compara¸c˜ao com estudos recentes

Fazendo uma compara¸c˜ao entre este estudo e os mais recentes [22], observa-se que com a utiliza¸c˜ao de um classificador linear, ´e poss´ıvel uma aproxima¸c˜ao aos melhores resul- tados descritos at´e ao momento na literatura [22].

Neste trabalho obteve-se um valor para P de 99,87% quando treinado com dados do tipo A e E e testado com dados do mesmo tipo, muito pr´oximo do valor descrito na literatura (100%). Contudo o trabalho exposto na literatura [22], recorre ao uso de classifica¸c˜ao baseada em redes neuronais.

Quando o classificador foi treinado com dados do tipo A, B, C, D e E e testado com um conjunto de dados do mesmo tipo obteve-se um valor de P de 96.82%, pr´oximo dos 97.73% obtidos na literatura [22].

Na globalidade, os valores de P, apresentam uma percentagem elevada, nunca sendo inferior a 89%. Assim, o algoritmo elaborado apresenta uma elevada percentagem de resultados correctamente classificados, mesmo quando treinado com conjuntos de treino compostos por pequenas dimens˜oes.

´

E importante referir que quando o conjunto de teste ´e constitu´ıdo por elementos do mesmo tipo do conjunto de treino h´a um melhoramento de P, quando se aumenta a dimens˜ao do conjunto de treino. Quando no conjunto de teste est˜ao presentes tipos de dados que n˜ao est˜ao contidos no conjunto de treino, h´a uma diminui¸c˜ao de P `a medida que se aumenta a dimens˜ao do conjunto de treino.

Com um conjunto treino constitu´ıdo por dados do tipo A e E e testado com um conjunto com dados constituido por elementos de todos os tipos (A, B, C, D e E), obteve-se como pior resultado de P, 89,4% (utilizando 4 caracter´ısticas) e 93,50% (utilizando a energia como ´unica caracter´ıstica). Estes resultados demonstram, que mesmo com um conjunto de treino constitu´ıdo com apenas dados exclusivamente do tipo A e E, ´e poss´ıvel obter uma elevada percentagem de acertos na classifica¸c˜ao.

An´alise temporal

Neste estudo, foi tamb´em elaborada uma an´alise temporal de um segmento de cada tipo, dividindo-o em subsegmentos e classificando-os. Assim, ´e poss´ıvel observar uma evolu¸c˜ao dos resultados da classifica¸c˜ao de um determinado segmento, quer no tempo, quer quando s˜ao utilizados conjuntos de treino constitu´ıdos por diferentes tipos de da- dos e com dimens˜oes diferentes.

N˜ao sendo um m´etodo sistem´atico, permite uma ilustra¸c˜ao das experiˆencias efectuadas (A e B).

A n´ıvel geral, os resultados obtidos apresentam-se como satisfat´orios, sendo de enaltecer o facto de toda a classifica¸c˜ao ser efectuada com a utiliza¸c˜ao de um classificador linear.

No entanto fica a ideia que os dados utilizados s˜ao demasiado simples.

6.1

Propostas futuras

Nesta sec¸c˜ao apresenta-se duas possibilidades para um trabalho futuro:

Utiliza¸c˜ao de dados reais

Um trabalho interessante seria, a utiliza¸c˜ao de sinais EEG reais, com recurso ao uso do algoritmo elaborado. O sistema em mente trabalharia em multi-canal, procedendo-se desta forma a uma classifica¸c˜ao canal a canal.

A localiza¸c˜ao seria um factor de interesse, pois desta forma podiam-se delimitar regi˜oes cerebrais com problemas epil´epticos.

In´ıcio de crise

Outro trabalho de interesse seria a utiliza¸c˜ao do algoritmo em tempo real.

Esta estrat´egia poderia ser elaborada, n˜ao para uma detec¸c˜ao de crises, mas sim para uma detec¸c˜ao de in´ıcio de crise. Teria de haver um aprimoramento do algoritmo de modo a detectar apenas o in´ıcio de crise, ou ate mesmo encontrar padr˜oes que poderiam relacionar-se com esse in´ıcio. Assim, o algoritmo ajudaria a prever uma futura crise. Uma possibilidade seria, criar um sistema de comunica¸c˜ao entre o paciente e o m´edico, permitindo uma interven¸c˜ao imediata.

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Apˆendice A

A1 f u n c t i o n [A]= e e g e x t r a c a o f u n c a o C l a s s e . . . ( f i c h e i r o , L , n i v e i s , n i v e i s d , o r d e m f i l t r o , t i p o , e n e r g i a ) %f u n c t i o n [A]= e e g e x t r a c a o f u n c a o C l a s s e . . . % ( f i c h e i r o , L , n i v e i s , n i v e i s d , o r d e m f i l t r o , t i p o , e n e r g i a ) % %Entrada : % f i c h e i r o : S i n a l de e n t r a d a % exemplo : % f i c h e i r o =[ S i n a l 1 , S i n a l 2 , . . . ]

% Nota : Cada S i n a l deve s e r o r g a n i z a d o por c o l u n a %

% L : N´umero de d i v i s ˜o e s d e s e j a d a s para cada segmento de s i n a l %

% n i v e i s : N´umero de n´ıv e i s d e s e j a d o s para decomposi¸c˜ao % % n i v e i s d : Quantidade de u l t i m o s n´ıv e i s d e s e j a v e i s % % o r d e m f i l t r o : Ordem do f i l t r o daub % % t i p o : Tipo de c l a s s e a que p e r t e n c e 1 ou 2 % % e n e r g i a :

% 0 : Para a e x t r a c ¸c ˜a o das 4 C a r a c t e r i s t i c a s % 1 : Para a e x t r a ¸c ˜a o e x c l u s i v a da e n e r g i a m´edia % %Sa´ıda : % % A: m a t r i z contendo os v e c t o r e s de c a r a c t e r´ıs t i c a s do segmento em % a n ´a l i s e % x=f i c h e i r o ;

%%%%%%%%%%%%Normaliza¸c˜ao%%%%%%%% x=x . / 2 0 4 8 %%%%%R e s t r i ¸c a o de 2ˆN e l e m e n t o s% f o r i =1:14 i f ( l e n g t h ( x ) > 2ˆ i | | l e n g t h ( x)==2ˆ i ) && ( l e n g t h ( x ) < 2ˆ( i +1)) n a m o s t r a s =2ˆ i ; i=i +1; end end n a m o s t r a s ; x=x ( 1 : n amostras , : ) %%%%%%%%%%%%%%%%%%f i t r o%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%% [ h1 , g1 , rh1 , rg1 ]=daub ( o r d e m f i l t r o ) M feat = [ ] K=n i v e i s %%%%%%%%Transformada D i s c r e t a Wavelet%%%%%%% f o r i =1: l e n g t h ( x ( 1 , : ) ) wx=wt ( x ( : , i ) , h1 , g1 ,K) ; %b a i x a s f r e q u e n c i a s% f o r k=K: −1:1

[ dummy, i n d i n f e r i o r B A I X A S ( k ) ,dummy, ind superior BAIXAS ( k ) ] . . . =b a n d s i t e (wx ,K, k , 0 )

end

%as a l t a s f r e q u e n c i a s f o r k=K: −1:1

[ dummy, i n d i n f e r i o r A L T A S ( k ) ,dummy, ind superior ALTAS ( k ) ] . . . =b a n d s i t e (wx ,K, k , 3 )

end

%a r r a y com comprimento dos segmentos em cada e s c a l a f o r k=1: l e n g t h ( ind superior ALTAS )

N=ind superior ALTAS ( k)− i n d i n f e r i o r A L T A S ( k)+1 s L ( k)=N/L ;

%c a l c u l a a f e a t u r e r e l a c i o n a d a com a decomposi¸cao para os 16 s u b s e g me n t o s end f o r k=1: l e n g t h ( s L ) lim=i n d i n f e r i o r A L T A S ( k ) f o r kk =1:L s i n a l=wx( lim : lim+s L ( k ) −1); lim=lim+s L ( k ) ; %as f e a t u r e s z ( 1 , kk)=max( s i n a l ) ; %%%%c a l c u l o do m´aximo%%% z ( 2 , kk)=min ( s i n a l ) ; %%%%c a l c u l o do minimo%%% z ( 3 , kk)= s t d ( s i n a l ) ; %%%%c a l c u l o do d e s v i o%%%

z ( 4 , kk)=sum ( s i n a l . ˆ 2 ) / l e n g t h ( s i n a l ) ; %%%%c a l c u l o do m´aximo%%% end %c o p i a r as f e a t u r e s para a m a t r i z M feat =[ M feat ; z ] end end %%%%%%%Organiza¸c˜ao v e c t o r i a l%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%% A= [ ] ; f o r i =1:4∗ n i v e i s : l e n g t h ( M feat ) A=[A, M feat ( i : ( i +(4∗ n i v e i s − 1 ) ) , : ) ] end

%%%%%%%%%%%%%%A t r i b u i ¸c a o de cada c l a s s e%%%%%%%%%%%% t a r g e t s A 1 = [ ] ; f o r i =1:( l e n g t h (A( 1 , : ) ) ) t a r g e t s A 1 =[ t a r g e t s A 1 ; t i p o ] end %%%s e l e c ¸c ˜a o dos n´ıv e i s i m p o r t a n t e s%%%%%%%%%%%%%%%%%%% f = [ ] ; p = [ ] ; f o r i =0:( n i v e i s ∗ 4 ) : l e n g t h (A( : , 1 ) ) − ( n i v e i s ∗4) f=A( ( ( ( n i v e i s ∗4) −( n i v e i s d ∗4)+1)+ i ) : ( ( n i v e i s ∗4)+ i ) , : ) p=[p ; f ] end p=p AA=double ( p )

%%%%%%%%%Caso so com a e n e r g i a como c a r a c t e r i s t i c a %% A.X=AA i f e n e r g i a==1 A.X=A.X( 4 : 4 : end , : ) e l s e end A. y=targetsA1 ’ A2

f u n c t i o n [ t r e i n o d e f t e s t e d e f q t t i p o s 3 q t t i p o s 4 ] = . . . e e g g e r a r t r e i n o t e s t e s d e f ( c o m p r i m e n t o t i p o t r e i n o , t r e i n o , t e s t e ,C) % %f u n c t i o n [ t r e i n o d e f t e s t e d e f q t t i p o s 3 q t t i p o s 4 ] = . . . % e e g g e r a r t r e i n o t e s t e s d e f ( c o m p r i m e n t o t i p o t r e i n o , t r e i n o , t e s t e ,C) % % %Entrada :

% c o m p r i m e n t o t i p o t r e i n o : Quantidade de dados de cada c l a s s e para a % e l a b o r a ¸c ˜a o do c o n j u n t o de t r e i n o

% t r e i n o : T o t a l i d a d e dos dados do c o n j u n t o de t r e i n o % t e s t e : T o t a l i d a d e dos dados do c o n j u n t o de t e s t e % C:

% 0 : Se no c o n j u n t o de t r e i n o n˜ao e s t i v e r e m c o n t i d o s dados do mesmo t i p o % do c o n j u n t o de t e s t e

% 1 : Se no c o n j u n t o de t e s t e e s t i v e r e m c o n t i d o s dados do mesmo t i p o % do c o n j u n t o de t r e i n o

%

%Sa´ıda :

%t r e i n o d e f : Conjunto de t r e i n o o r g a n i z a d o segundo o comprimento d e s e j a d o %t e s t e d e f : Conjunto de t e s t e o r g a n i z a d o com os r e s t a n t e s dados n˜ao

% s e l e c c i o n a d o s %q t t i p o s 3 : Quantidade de t i p o s de dados da c l a s s e 1 no c o n j u n t o de t e s t e %q t t i p o s 4 : Quantidade de t i p o s de dados da c l a s s e 2 no c o n j u n t o de t e s t e % %EXEMPLO: % c o m p r i m e n t o t i p o t r e i n o =500; % t r e i n o =[A BO CN DF B ] % t e s t e =[A BO CN DF B ] % C=1; % %Nota :

% Caso existam mais que um t i p o de s i n a l no t r e i n o ou t e s t e , a dimens˜ao % dos s i n a i s deve s e r a mesma .

t e s t e 2 = [ ] ; t r e i n o 2 = [ ] ; t r e i n o 4 = [ ] ; t e s t e 4 = [ ] ; t a r g e t t 2 = [ ] ; t a r g e t t 4 = [ ] ; q t t i p o s 1 =0; q t t i p o s 2 =0; q t t i p o s 3 =0; q t t i p o s 4 =0;

%Gera¸c˜ao de um v e c t o r de forma a l e a t ´o r i a W( 1 ) .X=randperm ( l e n g t h ( t r e i n o ( 1 ) .X( 1 , : ) ) ) %C a l c u l o do node t i p o s de s i n a i s p e r t e n c e n t e s a cada c l a s s e no c o n j . t r e i n o f o r i =1:( l e n g t h ( t r e i n o ) ) i f t r e i n o ( i ) . y==1 q t t i p o s 1=q t t i p o s 1 +1; e l s e q t t i p o s 2=q t t i p o s 2 +1; end end %C a l c u l o do node t i p o s de s i n a i s p e r t e n c e n t e s a cada c l a s s e no c o n j . t e s t e f o r j =1:( l e n g t h ( t e s t e ) ) i f t e s t e ( j ) . y==1 q t t i p o s 3=q t t i p o s 3 +1; e l s e q t t i p o s 4=q t t i p o s 4 +1; end end

%Gera¸cao do c o n j u n t o de t r e i n o de forma a l e a t ´o r i a para cada t i p o de c l a s s e f o r i =1: q t t i p o s 1 t r e i n o 1 .X=t r e i n o ( i ) .X( : ,W( 1 ) .X( 1 : c o m p r i m e n t o t i p o t r e i n o / q t t i p o s 1 ) ) t r e i n o 2 =[ t r e i n o 2 t r e i n o 1 .X] end f o r i =(1+ q t t i p o s 1 ) : ( q t t i p o s 2+q t t i p o s 1 ) t r e i n o 3 .X=t r e i n o ( i ) .X( : ,W( 1 ) .X( 1 : c o m p r i m e n t o t i p o t r e i n o / q t t i p o s 2 ) ) t r e i n o 4 =[ t r e i n o 4 t r e i n o 3 .X] end %V e r i f i c a ¸c ˜a o de i g u a l d a d e de t i p o s de s i n a i s simultaneamente no t r e i n o e no %t e s t e i f C==0 W= [ ] ; c o m p r i m e n t o t i p o t r e i n o=0 W( 1 ) .X=randperm ( l e n g t h ( t e s t e ( 1 ) .X) ) e l s e end

%Gera¸c˜ao do c o n j u n t o de t r e i n o de forma a l e a t ´o r i a para cada t i p o de c l a s s e f o r i =1: q t t i p o s 3

t e s t e 1 .X=t e s t e ( i ) .X( : ,W( 1 ) .X( ( c o m p r i m e n t o t i p o t r e i n o / q t t i p o s 1 ) . . . +1: l e n g t h ( t e s t e ( i ) .X ( 1 , : ) ) ) )

t e s t e 2 =[ t e s t e 2 t e s t e 1 .X] end

f o r i =(1+ q t t i p o s 3 ) : ( q t t i p o s 4+q t t i p o s 3 ) D=randperm ( l e n g t h ( t e s t e ( i ) .X) ) t e s t e 3 .X=t e s t e ( i ) .X( : ,W( 1 ) .X( ( c o m p r i m e n t o t i p o t r e i n o / q t t i p o s 2 ) . . . +1: l e n g t h ( t e s t e ( i ) .X ( 1 , : ) ) ) ) t e s t e 4 =[ t e s t e 4 t e s t e 3 .X] end

%Organiza¸c˜ao do t r e i n o e t e s t e contendo o mesmo n´umero de e l e m e n t o s de cada %c l a s s e t r e i n o d e f .X=[ t r e i n o 2 t r e i n o 4 ] t a r g e t 2 ( 1 : l e n g t h ( t r e i n o 2 ) ) = 1 ; t a r g e t 4 ( 1 : l e n g t h ( t r e i n o 4 ) ) = 2 ; t r e i n o d e f . y=[ t a r g e t 2 t a r g e t 4 ] t e s t e d e f .X=[ t e s t e 2 t e s t e 4 ] t a r g e t t 2 ( 1 : l e n g t h ( t e s t e 2 ) ) = 1 ; t a r g e t t 4 ( 1 : l e n g t h ( t e s t e 4 ) ) = 2 ; t e s t e d e f . y=[ t a r g e t t 2 t a r g e t t 4 ] A3 f u n c t i o n [ model1 , ypred1 , d f c e 1 ] = . . . c l a s s i f i c a c a o e e g ( t i p o c l a s s , t r e i n o d e f , t e s t e d e f ) % % %Entrada : %t i p o c l a s s :

% 1 : E s c o l h a do smo como a l g o r t i m o de aprendizagem

% Outro v a l o r : E s c o l h a do s v m l i g h t como a l g o r t i m o de aprendizagem %t r e i n o d e f : Conjunto de t r e i n o j ´a o r g a n i z a d o

%t e s t e d e f : Conjunto de t e s t e j ´a o r g a n i z a d o %

%Sa´ıda :

%model1 : c o n j u n t o de parametros que permitem a e l a b o r a ¸c ˜a o de um h i p e r p l a n o %de s e p a r a ¸c ˜a o e n t r e os dados de uma c l a s s e e o u t r a .

%ypred1 : E t i q u e t a s a t r i b u i d a s no p r o c e s s o de c l a s s i f i c a ¸c ˜a o %d f c e 1 : Valor da f u n ¸c˜a o d i s c r i m i n a n t e

%

%Valor de C e s c o l h i d o para maximizar ou minimizar a margem C=100;

arg =0;

i f t i p o c l a s s == 1

model1 = smo ( t r e i n o d e f , s t r u c t ( ’C’ , C, ’ arg ’ , arg ) ) [ ypred1 , d f c e 1 ] = s v m c l a s s ( t e s t e d e f . X, model1 ) e l s e

model1=s v m l i g h t ( t r e i n o d e f , s t r u c t ( ’C’ , C, ’ arg ’ , arg ) ) [ ypred1 , d f c e 1 ] = s v m c l a s s ( t e s t e d e f . X, model1 ) end A4 f u n c t i o n [ c1 , c2 ]= e r r o s e e g ( ypred1 , t e s t e d e f , q t t i p o s 3 , q t t i p o s 4 ) % % f u n c t i o n [ c1 , c2 ]= e r r o s e e g ( ypred1 , t e s t e d e f , q t t i p o s 3 , q t t i p o s 4 ) %Entrada : % % ypred1 : E t i q u e t a s a t r i b u i d a s no p r o c e s s o de c l a s s i f i c a ¸c ˜a o % t r e i n o d e f : Conjunto de t r e i n o j ´a o r g a n i z a d o % q t t i p o s 3 : Quantidade de t i p o s de dados da c l a s s e 1 % q t t i p o s 4 : Quantidade de t i p o s de dados da c l a s s e 2 % %Sa´ıda : %

% c1 : Erro de c l a s s i f i c a ¸c ˜a o a s s o c i a d o a cada t i p o da c l a s s e 1 % c2 : Erro de c l a s s i f i c a ¸c ˜a o a s s o c i a d o a cada t i p o da c l a s s e 2 %

%

c1 = [ ] ; c2 = [ ] ;

i f q t t i p o s 3 > 0

tamanho segmento1=sum ( t e s t e d e f . y==1)/ q t t i p o s 3 ; f o r i =1: tamanho segmento1 : tamanho segmento1 ∗ q t t i p o s 3

c1 =[ c1 ; c e r r o r ( ypred1 ( i : ( ( i −1)+tamanho segmento1 ) ) , t e s t e d e f . y . . . ( i : ( ( i −1)+tamanho segmento1 ) ) , 1 ) ]

e l s e end

i f q t t i p o s 4 > 0

tamanho segmento2=sum ( t e s t e d e f . y==2)/ q t t i p o s 4 ;

f o r j=tamanho segmento1 ∗ q t t i p o s 3 : tamanho segmento2 : l e n g t h ( ypred1 )−1 c2 =[ c2 ; c e r r o r ( ypred1 ( j + 1 : ( ( j )+tamanho segmento2 ) ) , t e s t e d e f . y . . .

( j + 1 : ( ( j )+tamanho segmento2 ) ) , 2 ) ] end

e l s e end