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Torres CAS1, Santos LA2, Prieto AFP3

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Prefeitura de Diadema - saúde, 2Prefeitura Municipal de Diadema - Saúde, 3Prefeitura Municipal de São Bernardo e Diadema – Saúde

A reparação tecidual de um trauma ou doença constitui um mecanismo complexo, embora seja um processo sistêmico, às condições e locais favorecem um tratamento adequado que viabiliza o processo fisiológico da cicatrização. Neste sentido, surge a indispensabilidade de uma alternativa viável que favoreça o acesso e tratamento das lesões cutâneas que compromete a saúde do indivíduo, família e coletividade. Às terapias alternativas como a fitoterapia, visa uma possibilidade de cura com eficácia, toxicidade aceitável e baixo custo. Observou-se que as espécies naturais utilizadas neste estudo foram eficazmente favoráveis no processo de cicatrização de lesões, otimizando o tempo de reestruturação tecidual. Este estudo propõe uma possibilidade do uso desta terapêutica como mais uma alternativa de tratamento para estas afecções, podendo ser utilizado como projeto piloto em usuários da atenção básica de saúde.

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11.05

ESTUDO DO POTENCIAL ALELOPÁTICO DOS EXTRATOS DE Eugenia punicifolia SOBRE AS SEMENTES DE PEPINO (Cucumis sativus L.)

Santos C1, Costa MF1, Kolb RM1

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Unesp - Assis - Depto C. Biológicas

No gênero Eugenia (Myrtaceae) foram isolados flavonóides e taninos, reconhecidos compostos aleloquímicos. Neste trabalho são apresentados os resultados dos ensaios de alelopatia dos extratos hexânico (EHEP), acetato de metila, (EAEP), metanólico (EMEP) e hidroetanólico 70% (EHAEP) da E. punicifolia sobre a germinação das sementes e desenvolvimento das plântulas de pepino (comprimento da raiz principal, do hipocótilo e do número de raízes secundárias). Os extratos foram feitos a partir de 10g folhas secas /100mL solvente. Os ensaios foram feitos em placas de Petri, forradas com papel filtro, umedecidas com 10 mL de extrato, secas, reumedecidas com água destilada e adicionadas 25 sementes de pepino por placa. Os extratos foram preparados nas concentrações deuções de 100% (5 mg/mL) 75%, 50%, e 25% (controle: água destilada). O delineamento experimental foi casualizado (N=4). Para análise estatística foi utilizado Kruskal-wallis seguido do teste de Dunn (Bioestat 5.0). O perfil fitoquimico foi feito conforme Matos (1997). O perfil fitoquímico dos extratos indicou a presença de flavonoides, taninos e terpenos. Apenas o desenvolvimento das plantulas foi afetado significativamente pelos extratos; a germinação, não. EHEP a 50% estimulou a formação das raízes secundárias, mas a partir da de 75% o efeito foi inverso. O EAEP diminuiu todos parâmetros analisados a partir de 50%. EMEP além de inibir todos os parâmetros causou necrose nas raízes a partir de 100%. O EHAEP estimulou a formação de raízes secundárias em 25%, mas a partir de 75% houve a inibição das mesmas. Este extrato inibiu o crescimento da raiz principal a partir de 50% e inibiu o crescimento do hipocotilo a partir de 25%. Em suma, a atividade alelopática depende do extrato utilizado e da concentração testada, sendo que o efeito alelopático inibitório mais significativo foi observado o EMEP, o que foi atribuído uma fração mais rica em flavonoides.

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11.06

ANÁLISE QUALITATIVA DOS CONSTITUINTES VOLÁTEIS DOS FRUTOS DE Eugenia punicifolia Kunt DC

Duó-Bartolomeu AC1, Fiori GML2, França SC1, Pereira AMS1, Taleb-Contini SH1

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Universidade de Ribeirão Preto (UNAERP) - Unidade de Biotecnologia de Plantas Medicinais,

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Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP-USP). - Núcleo de Pesquisa em Produtos Naturais e Sintéticos (NPPNS)

Eugenia punicifolia Kunt (DC.), conhecida como pedra-ume-caá, pertence à família

Myrtaceae, uma das mais importantes devido a sua ampla distribuição em todos os ecossistemas brasileiros. Esta espécie é popularmente indicada no tratamento de infecções e da diabetes. Atividades biológicas exibidas pelo óleo essencial de frutos de espécies desta família como acaricida, inseticida, antimicrobiana já foram comprovadas (Oliveira et al., 2005). Considerando o potencial farmacológico e ampla distribuição, o objetivo deste trabalho foi identificar os constituintes voláteis dos frutos de E. punicifolia extraídos por Micro Extração em Fase Sólida (MEFS) e analisados por Cromatografia Gasosa acoplada a Espectrometria de Massas (CG-EM). Deste modo, 1g de frutos foram extraídos por MEFS utilizando fibra PMDS-DVB a 60ºC durante 30 minutos. A análise dos constituintes foi realizada por CG-EM (Varian 3900) nas seguintes condições cromatográficas: coluna capilar DB-5; temperatura do injetor e detector 240 e 230º C, respectivamente; fluxo de He: 1,0 mL/min; split: 1:20 e programação de temperatura: 60ºC – 240ºC, 3ºC/minuto. O detector de massas operou por impacto de elétrons a 70 eV. A identificação das substâncias foi efetuada através da comparação dos seus espectros de massas com o banco de dados do CG-EM (NIST 62 library) e índice de retenção de Kovats (ADAMS, 1995). A extração dos constituintes voláteis dos frutos de E. punicifolia utilizando MEFS\CG-EM, permitiu identificar os sesquiterpenos majoritários: Caryophyllene<(E)->, Humulene<α->, Muurolene, Biciclogermacrene, Cadinene, Germacrene B. Os resultados obtidos demonstram pela primeira vez a eficiência do emprego da MEFS para a extração dos constituintes voláteis dos frutos desta espécie.

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11.07

ATIVIDADE INIBITÓRIA DE Ochroma pyramidale SOBRE HIALURONIDASE

Ferreira JF1, Barros IMC1, Viana TL1, Fagg CW2, Magalhães PO1, Silveira D1, Simeoni LA1

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Universidade de Brasília - Faculdade de Ciências da Saúde/Campus Universitário Darcy Ribeiro, 2Universidade de Brasília - Faculdade de Ceilândia/Campus UnB-Ceilândia

A família Bombacaceae é composta por 28 gêneros. A madeira é utilizada na construção naval, porém existem poucos estudos da química e atividade biológica das espécies desse gênero. A enzima hialuronidase está envolvida em vários processos fisiológicos e patológicos e a descoberta de inibidores potentes e seletivos pode ser útil no desenvolvimento de medicamentos ou cosméticos. O presente trabalho visa avaliar o potencial inibitório de extratos de folhas de Ochroma pyramidale à enzima hialuronidase. Os extratos brutos foram obtidos por maceração em hexano seguido de etanol. A atividade de inibição da enzima hialuronidase foi verificada pelo método turbidimétrico. Os solventes utilizados para solubilizar os extratos foram avaliados nas mesmas condições das amostras. A análise dos extratos indicou que somente o etanólico apresentou atividade inibitória da hialuronidase maior que 50%, fornecendo IC50 = 81,54 µg/mL. Até onde vai nosso conhecimento, é a

primeira vez que extratos de O. pyramidale são avaliados quanto à inibição dessa enzima e o resultado obtido mostra que essa espécie encontrada em todo o país pode ser útil no desenvolvimento de novos fármacos.

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11.08

FICHA DE ANAMNESE NA PRÁTICA FITOTERÁPICA

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