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Optical properties of III nitrides

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CHAPTER 2 FUNDAMENTALS OF MATERIALS AND EXPERIMENTS

2.1 Fundamental properties of III nitrides

2.1.2 Optical properties of III nitrides

As Tabelas 1 a 7 apresentam os resultados dos prêmios de risco das empresas de acordo com diversas divisões. Em primeiro lugar, a Tabela 1 mostra os totais dos valores de prêmio médio e mediano por ano de análise. Observando-se os valores de modo geral, percebe-se um comportamento semelhante de ambos. Os anos de 2005 a 2007 apresentaram seus valores positivos, seguidos de valores negativos no ano de 2008. O ano de 2009 mostrou- se com valores de prêmios positivos e elevados, seguidos novamente por valores negativos em 2010. Outros comportamentos semelhantes foram os valores negativos do ano de 2013 até 2015, seguidos de valores positivos em 2016.

No caso específico do prêmio médio, observa-se que o menor valor se deu no ano de 2008 e o maior valor no ano de 2009. Em relação ao prêmio mediano, o menor valor se deu no ano de 2014 e o maior valor no ano de 2007.

Assim, a análise anual dos prêmios de risco mostrou que os valores negativos em 2008 podem refletir a crise do subprime nos Estados Unidos, que impactou também as empresas brasileiras. Já os resultados negativos no período de 2013 a 2015 podem refletir a recessão da

economia brasileira iniciada em 2014, caracterizada por contração da economia, retração do PIB e queda na atividade econômica.

Tabela 1 – Prêmios por ano

Ano Prêmio Médio Prêmio Mediano

2005 0.02387 0.02962 2006 0.03833 0.04244 2007 0.04434 0.10270 2008 -0.07350 -0.01713 2009 0.09076 0.09111 2010 -0.01837 -0.00527 2011 -0.06279 0.00494 2012 0.00264 -0.04055 2013 -0.04998 -0.03914 2014 -0.02000 -0.07743 2015 -0.04378 -0.07376 2016 0.03513 0.03206 Total -0.00278 -0.00017

Fonte: Elaboração Própria.

A Tabela 2 mostra os valores de prêmios de risco médios por ano e por setor das empresas da amostra. Observa-se que o menor valor do prêmio se deu no setor de Utilidade Pública, seguido pelo setor Industrial. Já o maior valor se deu no setor de Consumo Cíclico, que foi o único com valor positivo, seguido pelo setor de Materiais Básicos.

Analisando-se cada setor, nota-se que houve magnitudes semelhantes de prêmios entre os anos. Em todos os setores o menor prêmio se deu no ano de 2008 e o maior no ano de 2009. As exceções se deram nos setores de Energia e Diversificado, que apresentaram menores prêmios em 2011 e maiores também em 2009. De modo geral, o menor valor de prêmio se deu no ano de 2011 no setor de Energia e o maior valor de prêmio no ano de 2009 no setor de Utilidade Pública.

Tabela 2 – Prêmios Médios por Setor Ano Utilidade Pública Materiais Básicos Consumo Cíclico Consumo

Não Cíc. Industrial Comunic. Energia Diversif. 2005 0.02030 0.02074 0.02527 0.03259 0.02899 0.02682 0.02909 0.01141 2006 0.04057 0.04035 0.03109 0.03692 0.04624 0.04168 0.04249 0.02434 2007 0.04817 0.04006 0.04218 0.04409 0.05505 0.04165 0.05824 0.02306 2008 -0.08671 -0.05739 -0.06462 -0.08610 -0.08360 -0.08102 -0.08677 -0.03477 2009 0.11521 0.06964 0.07222 0.11110 0.09887 0.09684 0.10599 0.03851 2010 -0.02144 -0.01637 -0.01289 -0.02484 -0.02082 -0.01839 -0.01914 -0.01275 2011 -0.07949 -0.05622 -0.04389 -0.06241 -0.06763 -0.06344 -0.09227 -0.04096 2012 0.00461 -0.00084 0.00442 0.00684 -0.00081 0.00256 0.00573 -0.00626 2013 -0.05788 -0.04458 -0.03334 -0.06369 -0.05750 -0.05740 -0.06411 -0.02609 2014 -0.02259 -0.02077 -0.01308 -0.02732 -0.02588 -0.01929 -0.01289 -0.01022 2015 -0.05512 -0.03195 -0.03477 -0.05931 -0.05323 -0.04130 -0.04912 -0.01728 2016 0.04454 0.02524 0.03135 0.05493 0.03235 0.02786 0.03940 0.01142 Total -0.00415 -0.00268 0.00033 -0.00310 -0.00400 -0.00362 -0.00361 -0.00330

Fonte: Elaboração Própria.

A Tabela 3 mostra os valores de prêmios de risco medianos por ano e por setor das empresas da amostra.Observa-se que o menor valor do prêmio se deu no setor de Consumo Não Cíclico, seguido pelo setor Industrial. Já o maior valor se deu no setor de Comunicações, que apresentou o único valor mediano positivo, seguido pelo setor de Consumo Cíclico.

Analisando-se cada setor, nota-se que houve mais uma vez magnitudes semelhantes de prêmios entre os anos, dessa vez em caráter menor que os prêmios médios. O setor Utilidade Pública apresentou menor valor de prêmio em 2014 e maior em 2009; o setor Consumo Não Cíclico menor valor em 2015 e maior valor em 2009; os setores Materiais Básicos, Consumo Cíclico e Diversificado apresentaram menor valor em 2014 e maior em 2007; e os setores Industrial e Comunicações menor valor em 2015 e maior em 2007.De modo geral, o menor valor de prêmio se deu no ano de 2015 no setor Industrial e o maior valor de prêmio no ano de 2007 no setor de Energia.

Assim, a análise por setor mostrou que os maiores prêmios de risco se deram nos setores Consumo Cíclico, Materiais Básicos e Comunicações. Enquanto isso, os menores valores de prêmio se deram nos setores Utilidade Pública, Industrial e Consumo Não Cíclico.

Em relação aos períodos, observou-se que os prêmios médios refletiram os menores prêmios nos anos de 2008 e 2011 e os maiores prêmios no ano de 2009. Já os prêmios medianos refletiram os menores prêmios em 2014 e 2015 e os maiores em 2007 e 2009.

De modo geral, esses números vão ao encontro dos achados na análise por ano, que refletiu os menores prêmios nas crises de 2008 e 2014 e os maiores prêmios nos períodos antes e após a crise (2007 e 2009). Os setores mais afetados negativamente nos períodos de crise foram Utilidade Pública, Industrial e Consumo Não Cíclico.

Tabela 3 – Prêmios Medianos por Setor

Ano Utilidade Pública Materiais Básicos Consumo Cíclico Consumo

Não Cíc. Industrial Comunic. Energia Diversif. 2005 0.03024 0.02427 0.02929 0.03032 0.04122 0.02217 0.03435 0.01333 2006 0.04230 0.04457 0.03659 0.04216 0.04618 0.04204 0.05019 0.02075 2007 0.10952 0.10116 0.09161 0.10531 0.11679 0.09389 0.12906 0.05231 2008 -0.01969 -0.01525 -0.01117 -0.01991 -0.02029 -0.01629 -0.01828 -0.00774 2009 0.12207 0.08001 0.08400 0.11555 0.09581 0.09135 0.12052 0.04518 2010 -0.00710 -0.00486 -0.00390 -0.00641 -0.00618 -0.00425 -0.00681 -0.00277 2011 0.00632 0.00439 0.00365 0.00467 0.00510 0.00475 0.00614 0.00213 2012 -0.04688 -0.03597 -0.03974 -0.05118 -0.04260 -0.03678 -0.04906 -0.02458 2013 -0.04158 -0.03303 -0.03539 -0.04825 -0.04266 -0.04099 -0.04265 -0.01755 2014 -0.08497 -0.07404 -0.07313 -0.09796 -0.09294 -0.05977 -0.06663 -0.03684 2015 -0.07415 -0.05803 -0.06131 -0.09939 -0.10644 -0.07235 -0.08307 -0.02718 2016 0.04689 0.02302 0.03179 0.03558 0.03936 0.02948 0.04162 0.01207 Total -0.00039 -0.00024 -0.00013 -0.00087 -0.00054 0.00025 -0.00034 -0.00032

Fonte: Elaboração Própria.

Na Tabela 4 estão os valores de prêmios de risco médios por ano e por tamanho das empresas da amostra.Observa-se que as empresas maiores apresentaram um valor de prêmio um pouco menor que as empresas menores, considerando o período total.

Analisando-se cada grupo, nota-se que houve magnitudes semelhantes de prêmios entre os anos. Tanto as empresas maiores quanto as menores apresentaram menor valor de prêmio em 2008 e maior em 2009. De modo geral, os menores e os maiores valores desses anos se deram nas empresas menores.

Tabela 4 – Prêmios Médios por Tamanho Ano Maiores Menores 2005 0.02193 0.02580 2006 0.03664 0.04003 2007 0.04131 0.04736 2008 -0.07187 -0.07514 2009 0.09028 0.09124 2010 -0.01795 -0.01879 2011 -0.06401 -0.06158 2012 0.00237 0.00291 2013 -0.05089 -0.04906 2014 -0.01834 -0.02166 2015 -0.04223 -0.04533 2016 0.03196 0.03830 Total -0.00340 -0.00216

Fonte: Elaboração Própria.

Na Tabela 5se encontram os valores de prêmios de risco medianos por ano e por tamanho das empresas da amostra. Observa-se que as empresas maiores apresentaram um valor de prêmio um pouco menor que as empresas menores, considerando o período total.

Analisando-se cada grupo, nota-se que houve mais uma vez magnitudes semelhantes de prêmios entre os anos. Tanto as empresas maiores quanto as menores apresentaram menor valor de prêmio em 2014 e maior em 2007. De modo geral, os menores e os maiores valores desses anos se deram nas empresas menores.

Assim, a análise por tamanho mostrou que as empresas maiores apresentaram valores de prêmios menores no período total da amostra. Em relação à análise por ano, as empresas menores apresentaram picos de menor prêmio nos períodos de crise de 2008 e 2014 e de maior prêmio nos períodos antes e após a crise (2007 e 2009), mostrando que as empresas menores foram mais afetadas pelas crises e mostraram ser mais sensíveis a esses eventos.

De modo geral, esses números estão de acordo com os achados na análise por ano, que refletiu os menores prêmios nas crises de 2008 e 2014 e os maiores prêmios nos períodos antes e após a crise (2007 e 2009).

Tabela 5 – Prêmios Medianos por Tamanho Ano Maiores Menores 2005 0.02719 0.03045 2006 0.04269 0.04086 2007 0.10065 0.10641 2008 -0.01669 -0.01771 2009 0.08915 0.09457 2010 -0.00584 -0.00512 2011 0.00511 0.00479 2012 -0.03970 -0.04182 2013 -0.03601 -0.03994 2014 -0.07713 -0.07743 2015 -0.06769 -0.07423 2016 0.02973 0.03342 Total -0.00037 -0.00016

Fonte: Elaboração Própria.

A Tabela 6 mostra os valores de prêmios de risco médios por ano e por liquidez das empresas da amostra. Observa-se que as empresas mais líquidas apresentaram menor prêmio no período total.

Analisando-se cada grupo, nota-se que houve magnitudes semelhantes de prêmios entre os anos.Tanto as empresas mais líquidas quanto as menos líquidas apresentaram menor valor de prêmio em 2008 e maior em 2009.De modo geral, os menores e os maiores valores desses anos se deram nas empresas mais líquidas.

Tabela 6 – Prêmios Médios por Liquidez Ano Mais Líquidas Menos Líquidas 2005 0.02474 0.02228 2006 0.03994 0.03541 2007 0.04660 0.04021 2008 -0.07516 -0.07047 2009 0.09418 0.08452 2010 -0.01997 -0.01546 2011 -0.06850 -0.05237 2012 0.00310 0.00181 2013 -0.05351 -0.04353 2014 -0.02133 -0.01759 2015 -0.04526 -0.04107 2016 0.03576 0.03398 Total -0.00329 -0.00186

Fonte: Elaboração Própria.

Por fim, na Tabela 7estão os valores de prêmios de risco medianos por ano e por liquidez das empresas da amostra. Nela é possível perceber que as empresas mais líquidas apresentaram menor prêmio no período total.

Tabela 7 – Prêmios Medianos por Liquidez

Ano Mais Líquidas Menos Líquidas 2005 0.02929 0.03085 2006 0.04403 0.03902 2007 0.10315 0.10162 2008 -0.01765 -0.01455 2009 0.09151 0.09071 2010 -0.00535 -0.00497 2011 0.00500 0.00487 2012 -0.04621 -0.03755 2013 -0.03904 -0.03925 2014 -0.07699 -0.07788 2015 -0.07428 -0.06813 2016 0.03461 0.03123 Total -0.00017 -0.00005

Analisando-se cada grupo, nota-se que houve mais uma vez magnitudes semelhantes de prêmios entre os anos. Tanto as empresas mais líquidas quanto as menos líquidas apresentaram menor valor de prêmio em 2014 e maior em 2007.De modo geral, o menor prêmio de 2014 se para as empresas menos líquidas e o maior prêmio 2007 para as empresas mais líquidas.

Dessa forma, a análise por liquidez mostrou que as empresas mais líquidas da amostra apresentaram valores de prêmio de risco menores no período total da amostra. Em relação à análise por ano, observou-se no prêmio médio que as empresas mais líquidas apresentaram picos de menor prêmio nos períodos de crise de 2008 de maior prêmio no período após a crise (2009), mostrando que as empresas mais líquidas foram mais afetadas pelas crises e mostraram ser mais sensíveis a esses eventos. No prêmio mediano, o pico de menor valor ocorreu em 2014 para as empresas menos líquidas, mostrando serem mais sensíveis a eventos negativos, e o pico de maior valor ocorreu em 2007 nas empresas mais líquidas, mostrando serem mais sensíveis a eventos positivos.

De modo geral, esses números vão ao encontro dos achados na análise por ano, que refletiu os menores prêmios nas crises de 2008 e 2014 e os maiores prêmios nos períodos antes e após a crise (2007 e 2009).

3.5 Conclusões

Esse estudo objetivou analisar os prêmios de risco das empresas brasileiras mais líquidas da B3, considerando a estimação por meio da equação diferencial estocástica (SDE). Inicialmente houve a estimação dos modelos de volatilidade de acordo com as características de cada série, sendo gerados valores de volatilidades a serem incorporados na fórmula do prêmio.Posteriormente, os valores de prêmio foram calculados e analisados por grupo de acordo com o período, o setor de atuação das empresas, do tamanho da firma e do grau de liquidez.

Em relação à estimação dos modelos de volatilidade, os resultados mostraram séries com características de não normalidade, estacionárias, com autocorrelação e com presença de efeitos heterocedásticos, ou seja, com suporte aos efeitos ARCH. Sobre o melhor modelo de volatilidade para cada empresa, observou-se que os dois modelos mais parcimoniosos gerados foram o (0,0,1,1) e o (0,0,2,1).

No que se refere aos resultados dos prêmios e suas segmentações, a análise por ano mostrou que os valores negativos em 2008 e no período de 2013 a 2015 podem refletir as crises que impactaram negativamente as empresas brasileiras.

A análise por setor mostrou que os maiores prêmios de risco se deram nos setores Consumo Cíclico, Materiais Básicos e Comunicações. Enquanto isso, os menores valores de prêmio se deram nos setores Utilidade Pública, Industrial e Consumo Não Cíclico. Os primeiros são mais afetados por eventos positivos e os segundos mais afetados negativamente pelas crises.

A análise por tamanho mostrou que as empresas maiores apresentaram valores de prêmios menores no período total da amostra. Em relação à análise por ano, as empresas menores apresentaram picos de menor prêmio nos períodos de crise de 2008 e 2014 e de maior prêmio nos períodos antes e após a crise (2007 e 2009), mostrando que as empresas menores foram mais afetadas pelas crises e mostraram ser mais sensíveis a esses eventos.

Por fim, a análise por liquidez mostrou que as empresas mais líquidas da amostra apresentaram valores de prêmio de risco menores no período total da amostra. Em relação à análise por ano, observou-se no prêmio mediano que o pico de menor valor ocorreu em 2014 para as empresas menos líquidas, mostrando serem mais sensíveis a eventos negativos, e o pico de maior valor ocorreu em 2007 nas empresas mais líquidas, mostrando serem mais sensíveis a eventos positivos.

Assim, como o prêmio de risco reflete a percepção de risco do investidor, os resultados desse estudo reforçam a ideia de que o mercado de capitais é muito sensível ao humor dos investidores, que estão atentos aos acontecimentos da economia e de outras áreas macro, buscando sempre rever suas estratégias de forma a minimizar suas perdas.

Desta maneira, o objetivo geral traçado nesta pesquisa pôde ser concluído com a mensuração do prêmio de risco proposta por Oliveira (2013), bem como com o estudo detalhado dos valores por períodos e grupos.

Essa nova proposta de mensuração do prêmio de risco revela então a contínua necessidade de estudos que mensurem seus valores em diversos contextos e empresas, por ser uma variável bastante exposta a políticas econômicas, governamentais e às ações das empresas e stakeholders.

Como esse estudo mensurou os prêmios de risco apresentando seus valores em prêmio médio e mediano, são necessários novos estudos com a mesma metodologia, porém de forma

aplicada a algum modelo de avaliação que incorpore essas duas medidas e consiga descobrir se existe uma superior a outra.

4 INCORPORANDO O PRÊMIO DE RISCO AO

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