A FC Porto – Futebol, SAD comunicou à Comissão de Mercados de Valores Mobiliários no dia 23 de Março de 2010, “nos termos e para os efeitos do art.248º nº1 do Código dos Valores Mobiliários, que o Grupo Futebol Clube do Porto decidiu dar início a um projecto de implementação de um Modelo Operativo, para assegurar a melhoria da qualidade dos serviços prestados interna e externamente, com benefícios esperados a curto, médio e longo prazo.
Este Modelo Operativo tem como objectivo a criação e operacionalização de unidades com missão, processos e enfoque num
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determinado conjunto de actividades, aumentando assim a especialização por função.
O administrador financeiro e para as relações com o mercado da SAD do FC Porto, Dr. Angelino Ferreira, em entrevista ao jornal Diário Económico do dia 4 de Maio de 2011 referiu
“poupança de 20% nas contas (…) e que o grupo resolveu avançar para um novo modelo operativo de modo a dar mais transparência”. De acordo com o mesmo jornal, o FC Porto “criou um grupo de trabalho com personalidades externas ao futebol para delinear a estratégia do grupo FC Porto a longo prazo”.
Nesse sentido, as unidades a operacionalizar são:
A figura anterior esclarece operacionais, encontram
específicas: FC Porto Serviços Partilhados e Corporativos consolidação das actividades estratégicas e transversa competente para a gestão das actividades desportivas; com a coordenação das
único de contacto com associados e clientes;
responsável pela consolidação das actividades de desenvolvimento e gestão de infra-estruturas, organização de eventos e logísti
desportivas.
Figura 3
e actividades, aumentando assim a especialização por
O administrador financeiro e para as relações com o mercado da SAD do FC Porto, Dr. Angelino Ferreira, em entrevista ao jornal Diário Económico do dia 4 de Maio de 2011 referiu-se a esta reestruturação como forma de “poupança de 20% nas contas (…) e que o grupo resolveu avançar para um novo modelo operativo de modo a dar mais transparência”. De acordo com o mesmo jornal, o FC Porto “criou um grupo de trabalho com personalidades para delinear a estratégia do grupo FC Porto a longo Nesse sentido, as unidades a operacionalizar são:
anterior esclarece-nos, assim, que existem quatro unidades operacionais, encontram-se divididas segundo as suas competências Porto Serviços Partilhados e Corporativos, responsável pela consolidação das actividades estratégicas e transversais; FC Porto Desporto
gestão das actividades desportivas; FC Porto Comercial com a coordenação das funções comerciais do Grupo e criação de um ponto único de contacto com associados e clientes; e FC Porto Operacional
consolidação das actividades de desenvolvimento e gestão estruturas, organização de eventos e logística das actividades
Figura 3 – Novo Modelo Operativo do FC Porto
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e actividades, aumentando assim a especialização por
O administrador financeiro e para as relações com o mercado da SAD do FC Porto, Dr. Angelino Ferreira, em entrevista ao jornal Diário Económico do uração como forma de “poupança de 20% nas contas (…) e que o grupo resolveu avançar para um novo modelo operativo de modo a dar mais transparência”. De acordo com o mesmo jornal, o FC Porto “criou um grupo de trabalho com personalidades para delinear a estratégia do grupo FC Porto a longo
nos, assim, que existem quatro unidades se divididas segundo as suas competências , responsável pela Porto Desporto, Porto Comercial, funções comerciais do Grupo e criação de um ponto Porto Operacional, consolidação das actividades de desenvolvimento e gestão ca das actividades
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2.6 Futebol Clube do Porto – Projecto Dragon Force
“Muito mais que uma escola de futebol”11
2.6.1 O Conceito
De forma a promover e expandir o impacto do FC Porto, nasceu, a 6 de Setembro de 2008 no Vitalis Park, o Projecto Dragon Force com o objectivo de fomentar a prática do desporto, concretamente do futebol, proporcionando às crianças e aos mais jovens um crescimento saudável e norteado por princípios de cidadania.
Nas palavras de Urgel Martins (2010), responsável por este projecto, “o Dragon Force (…) nasceu de uma ideia: as crianças cresceram a ver o FC Porto ganhar, então sentimos a obrigação de criar projectos e espaços que gerassem interacção e manifestações para os miúdos sentirem o FC Porto. Sentirem porque é que o FC Porto ganha e porque é o melhor clube português”.
O projecto possibilita que as crianças e suas famílias vivam experiências que associam o entretenimento à prática do futebol, levando de forma criativa e inovadora, os valores do FC Porto a todos os participantes.
Além de ter como principal objectivo o desenvolvimento nos alunos de competências para jogar futebol, o projecto aposta na inserção de diferentes áreas pedagógicas, como a nutrição, a cidadania e o respeito pelo meio
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ambiente, proporcionando um conjunto de actividades de ocupação dos tempos livres que sejam veículo de aquisição de hábitos de saúde, cultura e lazer, bem como do desenvolvimento da autonomia e da responsabilidade dos mais jovens12.
Conforme indica Urgel Martins (2010), “O objectivo principal [do Dragon Force] é formar pessoas. Temos uma estratégia diferenciadora das outras escolas de futebol. Estar aqui é diferente porque é o FC Porto. Há contacto com as estrelas do clube mas também porque se aprende algo mais do que futebol. Estamos a ensinar futebol mas ao mesmo tempo preocupamo-nos com determinadas áreas pedagógicas, nomeadamente o respeito pelo meio ambiente, os valores de cidadania, a geografia ou a matemática. Procuramos ensinar isto através do futebol e, muitas vezes, estas componentes são integradas no processo de treino”.
Entendemos, assim, que este projecto assenta sob duas vertentes essenciais, a comercial e financeira, que representa uma fonte de receitas para o FC Porto, e a formação desportiva, que quando se fundem criam um serviço útil e que promove a responsabilidade social.
O projecto manifesta-se através de quatro campos de acção diferentes - Escolas de Futebol, Campos de Férias, Clinics e Road-Show – que iremos descrever em seguida: