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4. 1 PARVOVIROSE CANINA

4.1.1 Introdução

A parvovirose canina, é considerada uma das doenças infectocontagiosas mais comuns em cães (RODRIGUES, 2011; MENZ e BRANDÃO, 2015). O agente etiológico da parvovirose canina é um vírus, denominado parvovírus canino (PVC) (QUINN et al., 2005; TILLEY e SMITH JR, 2008; MENZ e BRANDÃO, 2015).

A infecção pelo PVC surgiu no final da década de 1970 como uma doença de distribuição mundial, apresentando altas taxas de morbidade e mortalidade (QUINN et al., 2005). Atualmente há duas variedades de parvovírus que infectam os cães, o parvovírus canino tipo 1 (PVC-1), que é um vírus geralmente não patogênico e o parvovírus canino tipo 2 (PVC-2) que é responsável pela enterite clássica por parvovírus (TILLEY e SMITH JR, 2008; SHERDING, 2008; GUEDES et al., 2010; WILLARD, 2010; DELAI et al., 2016). A infecção pelo PVC-2 determina um quadro de imunossupressão e gastroenterite hemorrágica aguda (TILLEY e SMITH JR, 2008; DELAI et al., 2016).

Durante os últimos anos, o PVC sofreu mudanças genéticas, dando origem a novas cepas, designadas como subtipos CPV-2a, CPV-2b e nos últimos anos o CPV- 2c, que foi identificado recentemente como a cepa mais prevalente no Sul do Brasil, acometendo cães não vacinados e vacinados (MORAES e COSTA, 2012). As alterações do PVC-2, permitiram o vírus a replicar-se e a disseminar-se de maneira mais eficiente (HOSKINS, 2008).

O PVC-2, é extremamente invariável e resistente às influências ambientais adversas e à maioria dos desinfetantes, sendo capaz de sobreviver e permanecer infeccioso em roupas, panelas e pisos, por mais de 5 meses (HOSKINS, 2008; SHERDING, 2008). No decurso da enfermidade aguda e, cerca de duas semanas após, é eliminada grande quantidade de parvovírus nas fezes de cães infectados (mais de um milhão de vírions por grama de fezes) (SHERDING, 2008). A transmissão do vírus entre a população canina ocorre em grande parte, por exposição oronasal a fezes, fômites ou ambientes contaminados (HOSKINS, 2008; KAHN, 2008; SHERDING, 2008; TENNANT, 2010; MORAES e COSTA, 2012).

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Após exposição, o PVC- 2, replica-se inicialmente no tecido linfoide da orofaringe. A partir desse momento, ocorre viremia e rapidamente são infectadas às células em divisão por todo organismo, especialmente as células na medula óssea, tecidos linfopoiéticos e epitélio das criptas do jejuno e íleo (HOSKINS, 2008; KAHN, 2008; GUEDES et al., 2010; TENNANT,2010).

O diagnóstico presuntivo, pode ser realizado por meio da história clínica, achados clínicos, radiografia abdominal, ultrassonografia abdominal e análise hematológica (TILLEY e SMITH JR, 2008; SHERDING, 2008; MORAES e COSTA, 2012) que apresenta comumente como resultado, neutropenia e leucopenia (KAHN, 2008 e BARR E BOWMAN, 2010). Porém, uma vez que às alterações encontradas são inespecíficas e podem ser semelhantes à outras doenças, são necessários testes específicos para estabelecer o diagnóstico definitivo de infecção por PVC- 2 (MORAES e COSTA, 2012).

Atualmente, os testes de ELISA e de imunocromatografia estão entre os mais usados na rotina das clínicas veterinárias, já que são rápidos e práticos de executar (SHERDING, 2008; RODRIGUES e MOLINARI, 2018). A reação em cadeia da polimerase (PCR) vem sendo considerada um dos testes mais sensíveis e específicos disponíveis, podendo ser utilizada para confirmação de casos em que outros testes apresentaram resultado duvidoso (RODRIGUES e MOLINARI, 2018). Não existe terapia específica contra o agente viral envolvido, sendo assim, realiza-se um tratamento sintomático e de suporte (KAHN, 2008; TENNANT, 2010; SOUSA, 2015).

O presente trabalho tem como objetivo relatar um caso de parvovirose canina, em um canino, macho, sem raça definida, de 3 meses de idade, acompanhado durante o Estágio Curricular Supervisionado em Medicina Veterinária na cidade de Santiago – RS.

4.1.2 Metodologia

Um canino, macho, sem raça definida (SRD), com 3 meses de idade, pesando 9,5 kg foi atendido na Benevet- Centro de Saúde Animal, localizada na cidade de Santiago – Rio Grande do Sul, com história clínica de falta de apetite e diarreia sanguinolenta.

Durante a anamnese, o proprietário relatou que há cerca de dois dias notou que o animal não estava se alimentando, nem bebendo água e apresentava-se menos

ativo. Ao amanhecer, no dia em que o animal foi levado para consulta, perceberam diarreia com sangue no canil. Não sabia informar sobre presença de vômito. A vermifugação estava atualizada, porém o animal não tinha esquema vacinal completo. O paciente residia em ambiente domiciliar, com acesso à um jardim privado e convive com outros cães, que não apresentaram sintomatologia semelhante.

Ao exame clínico geral foi observado que o animal se apresentava em postura de decúbito esternal e encontrava-se apático, prostrado e desidratado. A palpação abdominal o animal denotou sensibilidade. A temperatura retal era de 37,5°C e a mucosa oral encontrava-se pálida. Ao toque retal observou-se presença de diarreia líquida na luva. Quanto a frequência cardíaca verificou-se 80 batimentos por minuto (bpm) e a frequência respiratória não foi verificada.

Após a anamnese e a realização do exame clínico, suspeitou-se de parvovirose canina. Para estabelecer o diagnóstico, selecionou-se uma amostra de fezes da área anal, para realização de Snap Test® e ainda foram colhidas amostras de sangue para

a realização de hemograma. Foi realizado também, mensuração de glicose, através do glicosímetro. Frente aos resultados obtidos, a suspeita clínica foi confirmada.

Dado o diagnóstico o animal foi internado na área de isolamento de doenças infectocontagiosas para que se iniciasse o tratamento, sendo prescrito ao mesmo fluidoterapia de Ringer com Lactato, com suplementação de glicose 5%; Metronidazol (15mg/kg, via intravenosa, BID, durante 6 dias); ceftriaxona (Amplospec®, 30mg/kg,

via intravenosa, BID, durante 6 dias); Hipervit® (2ml/animal, via intravenosa, BID,

durante 3 dias); Nuxcell Pufa® (2g/animal, via oral, BID, durante 3 dias) e Glicopan

Gold® (0,5ml/kg, via oral, TID, durante 2 dias). Devido ao canino apresentar vômito,

foi acrescentado Cloridrato de Metroclopramida (0,5mg/kg, via intravenosa, TID, durante 4 dias) e Citrato de maropitant (Cerenia®, 1mg/kg, via subcutânea, SID,

durante 2 dias).

Após 6 dias de tratamento, o paciente mostrava-se recuperado, contudo permaneceu internado por mais um dia sob observação. Não apresentando mais episódios de vômito e diarreia, e ingerindo alimento e água voluntariamente, o mesmo teve alta médica.

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4.1.3 Resultados e Discussão

A parvovirose canina, é uma doença infectocontagiosa, que acomete cães em todo mundo (ZEE, 2009; RODRIGUES, 2011). Os filhotes, geralmente entre o desmame e seis meses de idade, por não possuírem imunidade contra o vírus, são os mais susceptíveis ao desenvolvimento da doença, sobretudo, cães de qualquer raça, idade ou sexo podem ser acometidos (HOSKINS, 2008; SHERDING, 2008; DELAI et al., 2016). Além disso, algumas raças são mais predispostas à infecção, tais como, Rottweiler, Dobermann Pinscher, American Pit Bull Terrier, Pastor-alemão e Labrador Retriever (HOSKINS, 2008; SHERDING, 2008). Porém, conforme estudos demonstraram, cães sem raça definida, são mais propensos a desenvolver a infecção que cães de raças puras (FRAZÃO, 2008; RODRIGUES, 2011). Segundo Moraes e Costa (2012), este resultado está provavelmente relacionado a vacinação inadequada, associada com acesso livre à rua, o que aumenta o risco desses animais adquirirem a infeção. No presente relato, o paciente era SRD, com 3 meses de idade e com protocolo de vacinação incompleto, o que corrobora com a literatura citada.

A apresentação típica da doença, é de início súbito com prostração, anorexia, perda de energia, inapetência, vômitos e diarreia. Os sinais de prostração, anorexia e vômito antecedem o quadro de diarreia, comumente de 12 a 24 horas. A diarreia pode ser profusa, hemorrágica e com odor fétido. Nota-se ainda, desidratação, com mucosas pálidas, ictéricas ou congestas, dor a palpação abdominal, febre ou hipotermia, desidratação e taquicardia (QUINN et al., 2005; TILLEY e SMITH JR, 2008; SHERDING, 2008; MORAES e COSTA, 2012). Ressalta-se que muitos destes sinais clínicos são semelhantes aos apresentados pelo animal deste relato.

Na rotina clínica, o diagnóstico presuntivo, pode ser realizado por meio da história clínica, achados clínicos, radiografia abdominal, ultrassonografia abdominal, análise hematológica e bioquímico (TILLEY e SMITH JR, 2008; SHERDING, 2008; MORAES e COSTA, 2012). Sherding (2008) e Moraes e Costa (2012), afirmam que testes específicos devem ser realizados para estabelecer o diagnóstico definitivo de infeção por PVC. No caso em estudo, coincidindo com a literatura citada, o diagnóstico se deu através do quadro clínico em que o paciente se encontrava, somado à história clínica relatada pelo tutor, bem como, os resultados obtidos no hemograma e no teste imunocromatográfico - Alere Parvovirose Ag Test Kit®.

Na análise do perfil hematológico, os valores do eritrograma, estão de acordo com os resultados encontrados na literatura (MIRANDA, 2014; ARGUS et al., 2016), observando que no presente caso os valores permaneciam dentro da normalidade (ANEXO E). Na medula óssea, o PVC, causa necrose das células mieloides e eritroides, entretanto, os eritrócitos são pouco afetados, o que se deve ao fato de possuírem vida média longa (aproximadamente 120 dias) (BARR e BOWMAN, 2010), justificando assim, os valores do eritrograma não alterados. Na avaliação do leucograma, o animal apresentou leucopenia por neutropenia, monocitopenia e eosinopenia (ANEXO E), achados que denotam concordância, com estudo realizado por Miranda (2014), que diz que às alterações, dos leucócitos totais juntamente com os neutrófilos segmentados, monócitos e eosinófilos, apresentam valores diminuídos em casos de gastroenterite viral. A série plaquetária (ANEXO E), apresentou trombocitose, resultado que contradiz com a literatura, na qual se verificam resultados com trombocitopenia (TILLEY e SMITH JR, 2008). Contudo, estudos mostraram que não houve alterações significativas nos índices plaquetários de animais acometidos por PVC (MENDES et al., 2011; SIMON et al., 2017).

Embora as alterações presentes no hemograma possam sugerir ao médico veterinário infecção pelo PVC, não se pode ter um diagnóstico baseado apenas nestes resultados, sendo assim, é indispensável o diagnóstico definitivo (SIMON et al., 2017). Atualmente, os testes de ELISA e de imunocromatografia estão entre os mais usados na rotina em clínicas veterinárias (RODRIGUES e MOLINARI, 2018). Segundo Sherding (2008), Esfandiari e Klingeborn (2010), os testes rápidos são testes de diagnóstico, rápido, simples e sensível, para a detecção de PVC em amostras fecais. Neste caso, compossível com a literatura citada, o diagnóstico definitivo se deu através do resultado positivo para parvovirose (ANEXO F) através do teste imunocromatográfico - Alere Parvovirose Ag Test Kit®, que é um imunoensaio

cromatográfico utilizado para a detecção do antígeno do parvovírus nas fezes caninas (ALERE, 2013).

A parvovirose canina ainda continua sendo uma importante causa de morbidade em cães, apesar da disponibilidade de vacinas eficazes. O tratamento adequado da doença pode resultar em taxa de sobrevivência favorável, contudo, a falta de tratamento pode ser fatal e a taxa de mortalidade pode chegar a 91% (PRITTIE, 2004; SAVIGNY, 2008). Quanto ao tratamento, não há uma terapia específica contra o agente viral envolvido, por isto, realiza-se comumente um

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tratamento sintomático e de suporte (KAHN, 2008; TENNANT, 2010; SOUSA, 2015). O objetivo principal do tratamento é providenciar condições para reparação da mucosa afetada e evitar o desenvolvimento de doença sistêmica, por intermédio de medidas que possibilitem à restauração do equilíbrio hídrico e eletrolítico (fluidoterapia e antieméticos), a proteção antibacteriana (antibioticoterapia) e o suporte local (nutrição, inibidores de secreção gástrica e citoprotetores) (HOSKINS, 2008, BALVEDI et al., 2015).

De acordo com Sherding (2008) e Tilley e Smith Jr (2008), em razão da desidratação e perdas, decorrentes de vômitos e ou diarreia, a fluidoterapia intravenosa, utilizando solução cristaloide, é a base do tratamento, para infecção por PVC. Uma pesquisa realizada por Balvedi et al. (2015), mostrou que 68,18% dos médicos veterinários utilizaram fluidoterapia e que 55,54%, utilizaram fluidoterapia com ringer lactato. Kahn (2008) e Sherding (2008), recomendam ainda suplementação com 5% de glicose a fluidoterapia intravenosa, em cães com hipoglicemia, assim como o paciente do caso acompanhado, que apresentou 53 g/dl. No caso em estudo, a terapia instituída foi condizente com o protocolo terapêutico aconselhado pelos autores, sendo este, fluidoteprapia com ringer lactato e suplementação com glicose.

No que tange a terapia antimicrobiana, não há um protocolo fixo, porém se faz necessária para prevenir e/ou tratar a sepse, resultado de danos causados a barreira gastrointestinal em decorrência da replicação do PVC-2 nas criptas intestinais (HOSKINS, 2008; BARR e BOWMAN, 2010; MORAES e COSTA, 2012). Por esta razão, antibióticos de amplo espectro são indicados (TILLEY e SMITH JR, 2008; SHERDING, 2008; SOUSA, 2015). Segundo, Tilley e Smith Jr (2008), protocolos de combinação de antimicrobianos costumam ser utilizados. No caso em estudo, optou- se pela combinação de cefalosporina de terceira geração (ceftriaxona 30mg/kg) com ação bactericida de amplo espectro, e metronidazol (15mg/kg), que atua especificamente contra bactérias anaeróbicas, indicado contra várias patologias intestinais (PAPICH, 2012).

O controle do vômito é necessário para impedir o agravamento das perdas hidroeletrolíticas, por isto, recomenda-se o uso de fármacos antieméticos (HOSKINS, 2008; KAHN, 2008; WILLARD, 2010; MORAES e COSTA, 2012; BALVEDI et al., 2015). De acordo com uma pesquisa realizada por Balvedi et al. (2015), 68% dos médicos veterinários empregam, o uso de terapia para controlar vômitos, sendo os fármacos com destaque, a metoclopramida (40,91%), a ondansetrona (13,64 %) e o

citrato de maropitant (9,09%). Compatível com a indicação citada pela literatura, neste caso, foi utilizado Cloridrato de metoclopramida (0,5 mg/kg), que além de ter efeito antiemético, atua também como procinético favorecendo o esvaziamento gástrico e prevenindo o refluxo gastroesofágico (SPINOSA, 2010). Porém, o paciente ainda apresentou episódio de vômito, por isto, foi adicionado a terapia, Citrato de Maropitant (1mg/kg), que também, possui ação antiemética, sendo um fármaco de escolha pela Médica Veterinária, devido à sua ação rápida e tempo de ação perdurando por 24 horas (PAPICH, 2012). Tilley e Smith (2008) e Sousa (2015) ainda indicam o uso de citoprotetores, que podem diminuir a náusea, como a ranitidina (1-2mg/kg), porém neste caso não foi utilizado.

Como coadjuvante no tratamento, foi utilizada suplementação, com Nuxcell Pufa®, um simbiótico imunomodulador, que auxilia na recuperação da condição

corpórea de animais debilitados, agindo como suporte metabólico nutricional (NUXCELL, 2017). Utilizou-se também Hipervit®, que é a base de vitamina B12, sendo

indicado para síntese de hemácias, recuperação de animais debilitados e ganho de peso (HIPERVIT, 2012). Além disso, foi adicionado a terapia, Glicopan Gold®, este por

sua vez, atua como estimulante de apetite e energético, auxiliando na recuperação física e na melhora do estado geral (GLICOPAN, 2012).

Segundo Barr e Bowman (2010) e Willard (2010), a alimentação parenteral, através de uma sonda nasogástrica, melhora a morbidade e auxilia rapidamente na recuperação do paciente, contudo, no caso acompanhado, não foi realizada. O fornecimento de alimento via oral, deve ser suspenso por 18 a 24 horas, após a parada do vômito (WILLARD, 2010). No presente caso, devido o proprietário não saber informar sobre à presença de vômito, foi fornecido alimento ao paciente via oral, porém após ingestão, apresentou episódios de vômito, sendo assim, a alimentação foi restrita, sendo coerente com o que descreveram os autores.

A maior parte dos cães com parvovirose canina, se recupera, desde que o tratamento seja realizado no momento certo e que sejam controladas adequadamente a desidratação e às complicações bacterianas (SHERDING, 2008; WILLARD, 2010). Os cães que se recuperam, desenvolvem imunidade para o resto da vida (SHERDING, 2008). Segundo estudo de Camargo et al. (2006), os pacientes eram considerados como aptos à receberem alta quando não apresentavam vômito e diarreia a pelo menos doze horas, estavam ativos, demonstravam apetite e ingeriam água e alimento, estando de acordo com o presente caso, pois o animal recebeu alta,

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posteriormente ao vômito e a diarreia terem cessado e quando a ingestão de água e alimentos passou a ser espontânea.

4.1.4 Conclusão

A parvovirose canina é uma doença infectocontagiosa que possui grande importância na clínica médica de pequenos animais, por atingir principalmente filhotes, podendo leva-los a morte. No caso relatado, os medicamentos utilizados foram satisfatórios para o sucesso do tratamento e recuperação do paciente. Os sinais apresentados pelo animal, diagnóstico, bem como o tratamento foram semelhantes ao descrito na literatura.

4.1.5 Referências

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