7.3. Nombres premiers et cryptographie à clef publique 1. Introduction
7.3.7. L’obtention des couples de clefs RSA
A escola localiza-se num assentamento com 63 famílias e foi conquistado a 10 anos pelo movimento, possui 35 alunos e, segundo observado, não tem um funcionamento convencional, haja vista a falta de coordenador pedagógico, secretária, vice gestor, apoio escolar etc., bem como seus respectivos cômodos de funcionamento, tudo é muito improvisado, além de outros problemas estruturais, que serão mencionados, a exceção é a sala de aula que aparentemente “funciona normalmente”. A instituição está organizada da seguinte forma:
No total a escola possui 6 cômodos ou 7, se contarmos com o banheiro, uma casinha que fica do lado de fora da escola. São eles: a sala de aula (18m²), o vão(espaço vazio, conforme foto 19) sem grades chamado de corredor que separa a sala do resto dos cômodos, que são o refeitório, uma sala que guarda entulhos, bancas quebras ou inutilizados, cartazes antigos etc. (onde a professora e a gestora desejam transformar em sala de educação infantil, conforme foto 18), caso consiga a estagiária que já solicitou à prefeitura, para aliviar o trabalho da professora que tem que trabalhar com uma turma multiseriada, (turma composta por alunos de diferentes níveis de ensino), a sala da dirigente a cozinha e a dispensa.
A escola está estruturada em condições muito precárias, possui apenas esta única sala de aula, cujas crianças tem idade entre 2 a 12 anos. Para realizar seu trabalho geralmente a professora, divide a turma em dois círculos, colocando os meninos maiores juntos em um dos grupos e os menores em outro, de vez em quando ela é ajudada por uma estagiária, que assume a função de professora do EJA, que funciona como em outras escolas a noite. Esta disse estar de vez em quando na escola no horário da manhã, por ser casada com o zelador da escola. Esse zelador, por sua vez, é filho do líder do assentamento, que seria, como nós conhecemos um líder comunitário.
Gestora (que aglutina as funções de vice- gestora, coordenadora e secretária) Professora manhã Estagiária EJA Merendeira Zelador
A sala de aula parece apertada para todas as crianças, mas felizmente, possui bancas para todos, o que não tem é espaço para a circulação dos alunos, quando eles ou a professora precisam passar, necessitam então fazer isso se espremendo entre uma banca e outra. A professora tem o seu birô e um pequeno armário onde guarda o material utilizado no dia a dia. Diferente dos outros cômodos da pequena escola a sala possui porta. No referido ambiente existem alguns trabalhos e cartazes pendurados na parede, uns que correspondem a alfabetização e outros contendo orações e mensagens religiosas, o quadro utilizado ainda é de giz. Na parede também há uma bandeira do movimento, o que faz lembrar que aquele ambiente é um espaço não só de educação, mas de luta, sobretudo.
Todos os que foram escolhidos para atuarem na escola pela gestora são assentados e contratados pela prefeitura do município. Com exceção da professora da sala que funciona no turno da manhã, a que é multiseriada, porém é filha de assentados e mora próximo do assentamento. Foi escolhida, segundo a gestora, por ser qualificada para a função, ter experiência na área e por estar ligada a causa na qualidade de filha de assentados.
Os funcionários em sua maioria são católicos, fato que pode ser explicado pela origem do movimento que surgiu na igreja católica, com a pastoral da terra e é reforçado pela influência da igreja que existe dentro do assentamento que é cuidada por um missionário, muito querido por todos. A crença da maioria pode também ser percebida nos ambientes que sempre são decorados com uma imagem ou salmo (conforme foto 16 )e até pelas vestimentas dos funcionários. Vez por outra eles, aparecem trajando uma blusa de alguma divulgação da igreja católica. A professora inicia o dia, inclusive, com uma oração do pai nosso, mas isto, como sabemos, é costumeiro em todas as escolas.
O fardamento não é utilizado por nenhum dos funcionários, apenas pelas crianças, que receberam da prefeitura no início do ano letivo a professora da manhã utiliza de vez em quando uma blusa da prefeitura, porém, esta não lhe foi enviada como fardamento, ganhou da gestora da escola, que por sua vez a adquiriu em uma capacitação que participou. Esse item básico de utilização no ambiente de trabalho, que costumamos ver sendo utilizado principalmente nas funções de zelador e merendeira, que deveria, no mínimo, possuir um avental e uma touca, já que lida com o preparo dos alimentos, nunca foi entregue pela secretaria de educação. Vale mencionar que o zelador geralmente vai ao trabalho de bermuda e boné, vestimentas que normalmente não se admite em órgãos públicos.
Na sala utilizada pela dirigente não há nenhum indicativo hierárquico, exceto pelos móveis, que mesmo sendo muito precários, possibilitam a associação do que deveria ser um
gabinete, como um birô e uma cadeira, porém, no ambiente não existe placa, aviso ou qualquer outra coisa que indique que aquele cômodo foi “organizado” para servir de local de trabalho da gestora, inclusive ela indicou-me essa mesa, que eu não a vi usando para que eu pudesse fazer minhas anotações.
Nela existe apenas um birô, conforme fotos 01, 02, 03 e 04, já mencionado, bastante enferrujado e uma cadeira, também mencionada, em igual estado, uma estante velha, um pouco enferrujada e empenada para a esquerda, provavelmente por já ter sido usada por muitos anos suportando grande peso de livros ou equipamentos. Em suas prateleiras haviam algumas dezenas de livros paradidáticos, a maioria deles já havia passado da validade outros estavam envoltos em plásticos transparentes pois foram recém adquiridos pela escola por doação da prefeitura. Enquanto eu os observava a diretora disse estar tentando montar a muito tempo uma biblioteca para as crianças, e que por isso estava tentando acumular mais alguns livros no local. Em cima da estante havia um troféu e um busto de uma estrutura interna de um corpo humano, geralmente utilizado em aulas de biologia.
Nessa sala a única coisa pendurada na parede era um cartaz de combate ao trabalho infantil, que eu só identifiquei por que levantei uma de suas abas, pois está desprendido da parede e já bem empoeirado.
A dirigente, vez por outra, exerce seu papel de autoridade com as crianças, conversando ou aconselhando. Certa vez um dos maiores alunos estava usando palavrões na sala de aula e ela chamou-o num canto (a sala dos entulhos) e como eu estava na sua sala, que é ao lado, pude escutá-la conscientizando-o do quão inadequada estava sendo a sua conduta já que ele é adolescente e deveria cuidar dos outros e não instiga-los a fazer coisas erradas, falou pra ele também que escola é muito importante para, que já está atrasado nos estudos e para que ele possa realizar os seus sonhos. É importante salientar que em momento algum ela foi autoritária ou grosseira e deixou que ele se justificasse, promovendo um diálogo.
Certa vez, em uma das conversas dos funcionários, que acabou virando uma reunião informal, foram discutidos alguns problemas antigos da escola, chamo de reunião informal porque esta não havia sido marcada, aconteceu apenas, segundo deu para perceber, acidentalmente quando se esbarraram na cozinha entre o zelador a gestora e líder do assentamento, enquanto a merendeira preparava a refeição, tratando-se mais de uma conversa. O assunto girou em torno de um mal estar causado por uma das famílias do assentamento, que por ter se desentendido com a irmã do referido líder retirou da escola6 crianças que faziam parte da família, ao que disseram, numa tentativa de atingi-lo. Esse acontecimento fez o
número de crianças da sala cair para 16, segundo eles estavam tentando convencê-los a voltar atrás nessa decisão já que os mais prejudicados seriam as próprias crianças. O motivo da desavença não foi mencionado. A gestora dizia-se arrasada.
Foi mencionado também o problema da falta de água encanada da escola, que dificultava o preparo dos alimentos, a limpeza da escola e a higiene dos alunos bem como dos funcionários. É possível ver nos anexos, na foto da cozinha, a ausência de pia, apenas uma bacia em cima de um batente. A água então é retirada de uma cacimba que ficava a uns 300 metros da escola e trazida pelo zelador em baldes. Mesmo assim a escola não estava com maus odores. Quanto a esse problema a gestora afirmou já ter encaminhado vários ofícios, inclusive contendo a medição da área e o orçamento do que iria gastar em canos, válvulas, joelhos etc., porém ainda não obteve sucesso, já que seu pedido nunca fora atendido.
A escola em questão é muito antiga, funciona desde a época em que naquelas terras funcionava um engenho de um grande senhor de terras. Nessa época servia para os filhos dos trabalhadores. Há 10 anos funciona como escola para os assentados, período em que o movimento conseguiu a posse da terra. Os funcionários não sabem dizer o tempo de construção do prédio, mas observando suas paredes (que são bastante grossas e já estão bastante desgastadas, com vestígios de várias camadas de tintas), pisos (que estão muito gastos e telhados com madeiras e ripas grossas que já estão desgastadas e corroídas pelo tempo, por cupins e traças – conforme pode ser observado na maioria das fotos), aparentando ter mais de 50 anos.
Do lado de fora da construção, como acontece com a sala da direção, não existe nada que indique que ali seja uma instituição educativa (isso também pode ser observado na foto 19 e 20). Não há placa, banner ou faixa, nada que dê referências aos visitantes de que ali funciona uma escola. Também não existem portões de entrada, nem grades de segurança em nenhuma área. Inclusive a gestora fez questão de mostrar-me uma área de grande perigo, principalmente para as crianças que é um vão, um corredor de circulação entre a sala de aula e o outro espaço onde funcionam as demais instalações da escola conforme foto 19). Esse local, bem como a escola inteira está em um nível bem acima do chão, mais ou menos a um metro e meio de altura do chão (conforme a foto) e o referido corredor fica totalmente desprotegido, o que pode ocasionar a queda de uma criança em qualquer momento de distração dos adultos ou deles próprios.
Quanto a isso, a dirigente evidenciou que também já havia enviado vários ofícios e também não havia obtido sucesso, presenciei um momento na hora do intervalo das crianças
em que a professora solicitou a gestora que tentasse marcar uma reunião com a secretaria de educação para tratar pessoalmente de todos esse problemas, e também sobre um outro pedido, como já mencionado, fruto do desejo das duas, que é o de ter uma outra sala de aula onde possa funcionar a educação infantil.
Em toda a escola não existe ventiladores, mas felizmente, trata-se de um terreno localizado no alto, um vale e não ter nenhuma construção no em torno, sendo assim, a escola acaba recebendo bastante ventilação. Toda a iluminação dos ambientes é precária e além de existirem poucos pontos de luz, também verificamos várias lâmpadas queimadas.
Na escola, não há divisão entre banheiros feminino e masculino e muito menos para os funcionários. Acho até que o espaço reservado para as necessidades diárias não pode nem ser denominado como tal, já que se trata de uma “casinha” localizada na parte externa da escola em que não há iluminação, pia, água encanada ou vaso sanitário. O que existe é um buraco no chão, que faz a vez do vaso (conforme fotos 14 e 15).
Outro problema mencionado e observado nas visitações é que em termos formais a escola recebe a merenda escolar da prefeitura do município, porém, regularmente ocorrem atrasos, chegou a atrasar enquanto estive observando o local por 15 dias, fato que estava obrigando a dirigente a retirar o dinheiro para o lanche dos seus próprios rendimentos (que ela falou ser de 1 salário mínimo), disse ainda que quando ela não tem condições, a “merenda” era relegada a caridade dos outros funcionários que também colaboravam doando cereais e carnes de sua própria casa ou (inhame, batata e macaxeira, típicos da terra e do plantio dos seus próprios quintais).
Como refeitório é utilizada uma sala localizada entre o corredor e a sala de aula, nesta sala foram postas umas 8 bancas escolares que justapostas e cobertas com uma toalha, dando a impressão de que é uma grande mesa, onde as crianças sentam-se para comer (conforme foto 05). Obviamente não dá para todos os alunos, mas os que não conseguem lugar a mesa, sentam-se na sala de aula mesmo ou no chão. Nesse ambiente fica instalado uma TV de 20 polegadas e um aparelho de DVD que são ligados na hora da merenda e recreio das crianças para aqueles que desejam assistir, geralmente são colocados clipes de músicas infantis (conforme foto 06).
Na cozinha, que por conta da falta de água encanada não tem pia há, no lugar de um balcão, um grande batente de mais ou menos 1 metro, como já mencionado onde a merendeira lava os alimentos e os pratos dentro de uma bacia, este cômodo é dividido em dois, em um deles fica uma estante de ferro enferrujada (foto 17), que serve de dispensa, a geladeira nova,
recebida a pouco tempo e o fogão (do tipo industrial, bem gasto e enferrujado). No outro ambiente, que fica ao lado tem um freezer, já enferrujada e o tal batente (foto 10).
Pelo que pude perceber o recreio não tem local determinado para acontecer, pois a escola não tem quadra ou pátio, as crianças ficam livres pelo terreno em volta da escola correndo ou brincando, sem muitos cuidados da professora, também não percebi a existência de um horário fixo que já vi se estender por até 40 minutos.
Quanto ao terreno do assentamento, que é verde, mesmo no verão, a dirigente queixa- se dos assentados preferirem a pecuária e não a agricultura, já que a pecuária degrada o solo. O terreno também foi alvos de queixas sem solução, pois, até o momento, segundo ela, na época das chuvas há muitas complicações que impedem o funcionamento normal da escola, pois o caminho que leva a escola, que é de terra batida, alaga em dias críticos, o que dificulta ou até chega a impedir a chegada dos funcionários e dos alunos a escola.
Esse fato, que se repete em todos os invernos, ao longo dos 4 anos em que a dirigente está na escola, fez ela tomar a decisão de solicitar, caso os pais concordem, uma modificação no calendário escolar. Transferindo o início das aulas em janeiro e não em dezembro, para que a escola passe o período de junho e julho de férias, período em que as chuvas atingem seu o momento mais crítico. O que faria minimizar bastante o furo do calendário, que deve ser de 200 dias letivos segundo a LDB (Lei de diretrizes e bases da educação) ocasionado pelo período das chuvas. A gestora disse ter tido vontade de já ter iniciado o ano de 2012 nesse novo planejamento, mas como não teve a aprovação da maioria dos pais, que não queriam um calendário diferente das outras escolas, acabou não conseguindo o que queria, mas afirmou que tentaria a aceitação dos pais em uma nova reunião.
Ao entrar na sala, dois meses depois, observei que o maior da sala, já citado em outra ocasião, por ter criado confusão com os colegas menores e pelo uso de palavrões, saiu da escola. Perguntei as crianças e elas confirmaram, dizendo que ele não queria mais estudar. Em conversa posterior com a professora descobri q a gestora solicitou junto a secretaria sua saída para uma turma de EJA já que ele, segundo ela, dificultava o andamento do ensino.
A sala estava com 12 alunos, no espaço, que agora está amplo, existem bancas grandes para os alunos maiores e uma mesinha com quatro cadeiras pequenas para os alunos menores. As paredes estão praticamente todas cobertas com cartazes e outros objetos fixados. Tem uma espécie de sapateira de TNT (tecido fino usado em ambiente escolares) que é utilizada para colocar as atividades dos alunos, um mural com fotos da turma da professora e diretora em diferentes momentos (conforme foto 08),letras do alfabeto maiúsculo e minúsculo
em tamanho grande, com desenhos de objetos que iniciam com as referidas letras e um bem parecido contendo as vogais. Existe um cantinho da leitura que estava bem desorganizado, sem atrativo, com os livros bem bagunçados. No alto de uma das paredes estava esticada a bandeira do MST. No geral a sala é colorida e bem ventilada, mesmo sem qualquer ventilador. Na sala é possível escutar constantemente piados de passarinhos, pois dentro dela, no telhado, tem pelo menos dois ninhos, às vezes fica bem barulhento.
O horário de entrada é 7h30, a professora entra geralmente 8h ou 8h30 e após sua entrada ainda faz três orações com as crianças (o pai nosso, a do anjo da guarda e a oração do aluno). Ao término, senta-se no birô e procura uma atividade no livro didático, 15min para as 9h, em média, começam as atividades. Todos os alunos maiores fazem a mesma atividade do livro da professora que é copiada no quadro e recopiada pelos alunos no caderno, porque alguns não trouxeram o livro, para que depois respondam, esse processo é bem demorado. Enquanto isso, os menores ficam sentados na mesinha sem atividade.
Os alunos que tem mais dificuldade ficam perto do birô da professora, para que ela possa observar de perto as dificuldades. Os alunos conversam bastante paralelamente sobre assuntos diversos como o que fizeram no fim de semana, que são atividades bastante rurais como andar a cavalo, tomar banho de rio, “corrida na roça”, etc.
Certa vez a professora conversou com os alunos, dando satisfação, sobre a rifa que organizou com a diretora para comprar um liquidificador para a escola, já que não havia lá e é de extrema necessidade, já que as merendas escolares são preparadas na escola. A diretora conversou comigo e disse que esse era um dos itens que constava na lista de materiais de faltam na escola e que foi enviada desde o início do ano à prefeitura.
Depois que as crianças menores passaram a metade do primeiro horário sem fazer nada a não ser brincar com as próprias sandálias em cima da mesa e conversar, a professora vai até eles e pede que peguem a ficha de atividade que levaram para responder em casa, dois dos três alunos obedecem e começam a tentar responder a ficha que não responderam em casa, enquanto o terceiro tira o lanche da bolsa e mesmo não sendo o horário, começa a comê- lo. A professora faz vista grossa e volta para o quadro e continua escrevendo a mesma atividade de antes, até a hora do lanche e recreio que transcorrem sem nenhum contratempo. Neste momento os alunos comem e vão para o terreno da escola de terra batida brincar de correr, corda, etc.
Na volta para sala, depois do recreio ficam bastante agressivos e continuam lanchando o que trouxeram na bolsa, um dos meninos agride verbalmente uma menina, ela reclama à
professora e o seu irmão agride-a verbal e fisicamente, em favor do seu amigo e contra ela, dando-lhe uma tapa de mãos fechadas nas costas. A professora não toma nenhuma atitude mais severa, como chamar a diretora, por exemplo, apenas pede que eles parem de se mostrar porque tem visita na sala de aula (eu). Eles sentaram, mas em seguida continuaram se alfinetando e depois gritando uns com os outros ao mesmo em que a professora tentava passar outra atividade do livro.
Depois do recreio os alunos parecem cada vez menos ligar para os olhares e pedidos da professora, que por vezes fingia não ver o que estava aconte3cendo, para ver se, talvez, eles paravam e se aquietavam, cada vez menos notavam a minha presença no local e agiam com toda a liberdade. A medida que os alunos terminavam a atividade a professora entregava livrinhos paradidáticos, incentivando-os a lerem, alguns realmente tentavam, mas os alunos mais inquietos aproveitavam o momento para se alfinetarem.
Um dos alunos, que a professora disse possuir necessidades especiais, estava quieto até um novo momento de tensão, no meio da discussão de um grupo ele disse que iria embora e levantou-se em direção a porta, ela o chamou, mas ele não deu atenção e realmente saiu. O irmão que bateu na aluna já citada também foi, logo em seguida, ignorando o chamado e pedido da professora para que ele ficasse. O resto da turma, inclusive a irmã dele ficam