• Aucun résultat trouvé

Nouvelles propri´et´es et modifications apport´ees

Segundo Allore e Erb (1998), o benefício das medidas depende em muito do tipo de microorganismos patogénicos presentes na exploração, pelo que, antes de delinear qualquer programa, é importante estudar as suas prevalências.

Quando se pretende investigar a prevalência de agentes responsáveis por infecções intramamárias, o método mais preciso consiste em analisar amostras de leite de cada quarto de todas as vacas em lactação, sendo este, no entanto, um método bastante trabalhoso e dispendioso. Em alternativa é feita a análise de amostras do leite do tanque, bastante útil para a detecção dos agentes contagiosos existentes na exploração (Olde, Barkema, Scholl, Poole & Kelton, 2010), embora com menor sensibilidade. Godkin e Leslie (1993) referem que, para uma única análise do leite do tanque, a sensibilidade é de 21% relativamente a S.

aureus e 42% para S. agalactiae. Para obter uma maior sensibilidade na cultura da amostra

do leite do tanque é necessário efectuar com frequência colheitas para análise (Jayarao, Pillai, Sawant, Wolfgang & Hegde, 2004), daí que a realização da análise de apenas uma amostra pode reflectir-se numa elevada percentagem de falsos negativos (Kelton & Godkin, 2000).

Bexiga e Vilela (2005) num trabalho tendo como base 12 explorações da região do Ribatejo- Oeste com o objectivo de caracterizar a população microbiana responsável por MSC, detectaram S. aureus em 58% das explorações e em 50% detectaram S. agalactiae e S.

dysgalactiae. Em 75% (9/12) das explorações foi detectada a presença de pelo menos 1

destes 3 agentes contagiosos.

No presente estudo, foi isolado S. aureus em 72% das explorações, que devido à relativa baixa sensibilidade, mas quase total especificidade do teste (Olde Riekerink et al., 2010)l, indica que provavelmente a prevalência real atingirá valores ainda superiores. O facto de não ter sido diagnosticada a presença de S. agalactiae ou Prototheca spp. poderá corresponder a resultados falso negativos.

Olde et al. (2010), num estudo da prevalência de S. aureus em explorações canadianas, aferiram, através de análises de amostras do leite do tanque, que 74% das 226 explorações analisadas tinham S. aureus, valor este próximo do obtido no presente trabalho.

Segundo Keefe (2012), o ponto (3) “rotina de ordenha apropriada” e (4) “manutenção do equipamento de ordenha” das recomendações do NMC são de extrema importância para o controlo de agentes contagiosos, nomeadamente S. aureus e S. agalactiae. O autor acrescenta ainda que as práticas que mais influência têm no controlo da CCS, e por isso no controlo destes microorganismos são: ter uma calendarização definida para a verificação e manutenção do equipamento da ordenha; uma rotina e ordem de ordenha dos vários grupos de animais definidas; utilizar luvas durante a ordenha; possuir um sistema de remoção de

tetinas automático; e aplicar post-dipping (Keefe, 2012). O presente trabalho, demonstra que algumas destas acções não terão sido praticadas nas diferentes regiões em estudo, concluindo-se que, em todas elas, existirão factores de risco possíveis de eliminar e assim contrariar a prevalência de S. aureus verificada no total das 39 explorações.

Contudo, e tal como Allore e Erb (1998) sugerem, antes de adoptar as recomendações do NMC relativas às estratégias de controlo de mastites, deverá previamente ser investigada a prevalência dos agentes patogénicos nas explorações, estimando a eficácia e a eficiência das medida de controlo em cada caso particular.

Conclusão

As mastites podem ser responsáveis por um extremo impacto económico nas explorações leiteiras, representando custos anuais na ordem dos milhares de euros. Os valores aferidos para caracterizar o impacto económico das mastites são muitos díspares entre explorações. Para que haja uma base sólida de tomada de decisões, o produtor, para além de informação relativa aos índices de presença da doença na sua exploração, necessita ter conhecimento da sua implicação em termos económicos. Existe uma relação estreita e dinâmica entre a prevalência da doença, o impacto económico que esta acarreta, bem como o maneio da exploração e os factores de risco existentes.

Demonstrar o verdadeiro impacto económico em cada exploração será crucial para delinear futuros programas de controlo de mastites, adaptados a cada realidade produtiva. Quando se analisam os valores encontrados para definir o custo da doença, mais importante que encontrar uma média, é ver a forma como oscilam na mesma exploração, quer ao longo do tempo, quer pela substituição de práticas de maneio que vão sendo aplicadas. Depreende- se, portanto, a necessidade de uma análise económica como ponto de partida e de monitorização do controlo das mastites nas explorações leiteiras. Para alertar e consciencializar o produtor para a problemática das mastites e da qualidade do leite, na ausência de um estudo económico feito na própria exploração, poderá, então, recorrer-se a valores obtidos em estudos publicados.

No presente trabalho, o custo de uma MC foi de, em média, 118 €, podendo variar de 92 € a 219 €. A diferença de custos de uma MC observada nas 3 regiões demonstrou ser estatisticamente significativa, apresentando a ilha de S. Miguel o menor custo, por contraste com o EDM, com o custo mais elevado.

Na análise da doença como um todo, conclui-se que as mastites são responsáveis por perdas anuais médias de cerca de 147 €/vaca/ano, com uma amplitude de 0 a 623 €. Todavia, não se pôde provar que o impacto económico anual tenha sido diferente entre regiões

Se é importante saber qual o impacto económico, mais relevante é saber de que forma se distribuem estes custos para que se possa actuar no sentido da sua redução. Dos factores que contribuem para o impacto económico das mastites, o custo com os casos clínicos foi o mais relevante e que mais contribuíram para este impacto.

Na avaliação da percepção que o produtor tem do custo de um caso de MC, aferiu-se que, de forma geral, existe uma boa percepção do custo que um caso pode representar.

Para qualquer tipo de análise económica, os registos são parte essencial. Na ausência de dados, a análise económica ao nível da exploração é impossível de concretizar, tal como se

sucedeu relativamente à ilha de S. Miguel. Este facto enfatiza ainda mais a importância dos registos neste sector.

A amostra do leite de tanque recolhida em cada exploração, para a sua caracterização em função da presença ou não de agentes contagiosos, demonstrou que, no mínimo, 72% das explorações seleccionadas tinham este agente presente no seu leite do tanque.

Na análise do maneio realizada no presente estudo, foi notória a existência de três grupos, cada um com um padrão de procedimentos e factores de risco característicos. O maneio praticado em S. Miguel forma um padrão mais distante das restantes regiões, ao passo que, para o EDM e o Centro, apesar de existirem características próprias de cada região, existem procedimentos muito semelhantes entre ambas.

Embora em cada região exista um padrão de práticas que lhe é mais associado, não foi comprovado que essas características se traduzam em impactos económicos distintos. O facto de não terem sido obtidos os registos necessários para aferir o impacto económico das mastites em S. Miguel, impossibilita a tomada de qualquer conclusão na relação entre as práticas de maneio e o impacto da doença. Será pois, desejável o aprofundamento da temática com a realização, no futuro, de mais estudos nesta matéria.

Independentemente da região, em todas elas é possível melhorar as práticas de maneio das explorações, principalmente no controlo e prevenção mais focado nos agentes contagiosos, nomeadamente S. aureus, e assim, baixar a CCS, reduzir as perdas de produção e minorar o impacto económico da doença.

Complementarmente ao presente trabalho, sugere-se a realização de um estudo onde se definam os custos associados a programas de prevenção e controlo da doença, bem como aferir a eficácia e eficiência das correspondentes práticas.

Caracterizar o impacto económico ao demonstrar apenas quais os custos totais não será suficiente para lidar com o problema das mastites. O mais importante para os produtores e para o MV é encontrar respostas para os reduzir ao mínimo. A redução nos custos pode ser entendida como um proveito resultante da aplicação de um programa de controlo de mastites.

Motivar o produtor para a melhoria da saúde do úbere e optar por uma medicina, cada vez mais, preventiva é o Factor-chave.

Bibliografia

AASM-CUA. (2014). Preços do Leite. Agricultor 2000, 102(2), 10–11.

Agros. (2014). Tabela de valorização do leite aos produtores.

Ahmadzadeh, A., Frago, F., Shafii, B., Dalton, J. C., Price, W. J. & McGuire, M. A. (2009). Effect of clinical mastitis and other diseases on reproductive performance of Holstein cows. Animal Reproduction Science, 112(3-4), 273–282.

Aires, T. (2005). Análise dos “custos directos” da ocorrência de mastites em explorações

de Entre-Douro e Minho no ano de 2005 - relatório de estágio. Faculdade de

Medicina Veterinária, Universidade Técnica de Lisboa.

Akers, R. M. & Nickerson, S. C. (2011). Mastitis and its impact on structure and function in the ruminant mammary gland. Journal of Mammary Gland Biology and Neoplasia,

16(4), 275–289.

Allore, H. G. & Erb, H. N. (1998). Partial budget of the discounted annual benefit of mastitis control strategies. Journal of Dairy Science, 81(8), 2280–2292.

Ansari-lari, M., Mohebbi-fani, M. & Rowshan-ghasrodashti, A. (2012). Causes of culling in dairy cows and its relation to age at culling and interval from calving in Shiraz , Southern Iran, 3(4), 233–237.

Aust, V., Knappstein, K., Kunz, H. J., Kaspar, H., Wallmann, J. & Kaske, M. (2013). Feeding untreated and pasteurized waste milk and bulk milk to calves: effects on calf performance, health status and antibiotic resistance of faecal bacteria. Journal of

Animal Physiology and Animal Nutrition, 97(6), 1091–1103.

Bar, D., Tauer, L. W., Bennett, G., González, R. N., Hertl, J. a, Schukken, Y. H., … Gröhn, Y. T. (2008). The cost of generic clinical mastitis in dairy cows as estimated by using dynamic programming. Journal of Dairy Science, 91(6), 2205–2214.

Bareille, N., Beaudeau, F., Billon, S., Robert, a. & Faverdin, P. (2003). Effects of health disorders on feed intake and milk production in dairy cows. Livestock Production

Science, 83(1), 53–62.

Barkema, H. W., Schukken, Y. H., Lam, T. J., Beiboer, M. L., Wilmink, H., Benedictus, G. & Brand, A. (1998). Incidence of clinical mastitis in dairy herds grouped in three

categories by bulk milk somatic cell counts. Journal of Dairy Science, 81(2), 411–419.

Barkema, H. W., Van der Schans, J., Schukken, Y. H., De Gee, a L., Lam, T. J. &

Benedictus, G. (1997). Effect of freezing on somatic cell count of quarter milk samples as determined by a fossomatic electronic cell counter. Journal of Dairy Science, 80(2), 422–426.

Benites, N. R., Guerra, J. L., Melville, P. A. & Costa, E. O. (2002). Aetiology and

Histopathology of Bovine Mastitis of Espontaneous Occurrence. Journal of Veterinary

Medicine, 49(8), 366–370.

Bennett, R. (2012). Economic Rationale for Interventions to Control Livestock Disease.

Berry, E. A., Scrivens, M. & Hillerton, J. E. (2005). Milking machine test survey of UK herds. The Veterinary Record, 157(5), 147–148.

Bexiga, R., Koskinen, ikko T., Holopainen, J., Carneiro, C., Pereira, H., Kathryn, A. E. & Vilela, C. L. (2010). Diagnosis of intramammary infection in samples yielding negative results or minor pathogens in conventional bacterial culturing. Journal of Dairy

Research, 78(1), 49–55.

Blowey, R. & Edmonson, P. (2010). Mastitis Control in Dairy Herds (2nd ed.). Wallingford, UK: CAB international.

Bradley, A. J. (2002). Bovine mastitis: An evolving disease. Veterinary Journal, 164(2), 116–128.

Bradley, A. J. & Green, M. J. (2001). Aetiology of clinical mastitis in six Somerset dairy herds. Veterinary Record, 148, 683–686.

Brunton, L. a., Duncan, D., Coldham, N. G., Snow, L. C. & Jones, J. R. (2012). A survey of antimicrobial usage on dairy farms and waste milk feeding practices in England and Wales. Veterinary Record, 171(12), 296–296.

Cha, E., Bar, D., Hertl, J. A., Tauer, L. W., Bennett, G., González, R. N., … Gröhn, Y. T. (2011). The cost and management of different types of clinical mastitis in dairy cows estimated by dynamic programming. Journal of Dairy Science, 94(9), 4476–4487.

Chebel, R. C. (2007). Mastitis effects on reprodution. In NMC Regional Meeting

Proceedings.

De Haas, Y., Barkema, H. W. & Veerkamp, R. F. (2002). The effect of pathogen-specific clinical mastitis on the lactation curve for somatic cell count. Journal of Dairy Science,

85(5), 1314–1323.

Degen, S., Paduch, J., Hoedemaker, M. & Krömker, V. (2015). Factors affecting the probability of bacteriological cure of bovine mastitis. Tierärztliche Praxis Großtiere, (9), 1–5.

Dobson, H., Smith, R. F., Knight, C. H., Sheldon, I. M. & Glasgow, G. (2009). The high producing dairy cow and its reproductive performance. Reproduction in Domestic

Animals, 42(2), 17–23.

Dufour, S., Dohoo, I., Devries, T. & Scholl, D. (2008). Improving mastitis control programs through identification of risk factores related to the incidence of subclinical

intramammary infections. In W. Academic (Ed.), Mastitis control from science to

practice (pp. 211–218). Hague, Netherlands.

Eberhart, R. J., Hutchinson, L. J. & Spencer, S. B. (1992). Relationships of bulk tank somatic cell counts to prevalence of intramammary infection and to indices of herd production. Journal of Food Protection, 45, 1125–1128.

Elbers, A. R., Miltenburg, J. D., De Lange, D., Crauwels, A. P., Barkema, H. W. &

Schukken, Y. H. (1998). Risk factors for clinical mastitis in a random sample of dairy herds from the southern part of The Netherlands. Journal of Dairy Science, 81(2), 420–426.

Endres, M. I. (2012). Bedding options for dairy cows. In WCDS Advances in Dairy

Erskine, R. J. (2001). Mastitis Control in Dairy Herds. In WB Saunders Company (Ed.),

Herd health - Food animal Production Medicine (3rd ed., pp. 397–433). Philadelphia.

Erskine, R. J., Eberhart, R. J., Hutchinson, L. J., Spencer, S. B. & Campbell, M. A. (1988). Incidence and types of clinical mastitis in dairy herds with high and low somatic cell counts. Journal of the American Veterinary Medical Association, 192, 761–765.

Fairchild, T. P., McArthur, B. J., Moore, J. H. & Hylton, W. E. (1982). Coliform Counts in Various Bedding Materials. Journal of Dairy Science, 65(6), 1029–1035.

Feild, L., Pruchno, R. A., Bewley, J., Lemay, E. P. & Levinsky, N. G. (2006). Using probability vs. nonprobability sampling to identify hard-to-access participants for health-related research: costs and contrasts. Journal of Aging and Health, 18(4), 565– 583.

Fetrow, J. (2003). Annual losses due to mastitis above a desirable baseline level [Excel spreadsheet]. University of Minnesota: Department of Animal Science.

Fetrow, J. (2014). Economic impact of mastitis in dairy herds : it goes beyond the mammary gland [Powerpoint presentation].

Fetrow, J., Nordlund, K. V. & Norman, H. D. (2006). Invited review: Culling: nomenclature, definitions, and recommendations. Journal of Dairy Science, 89(6), 1896–1905.

Figueiredo, L. & Pinho, L. (2013). A Recria como factor de sustentabilidade da exploração de leite. APROLEP, 8, 30–31.

Fox, L. (2013). Can milk somatic cells get too low? A question to be revisited. In National

Mastitis Council Meeting Proceedings (pp. 55–63).

Franquesa, O. (2015). XVII Jornadas APB. In Qualidade do leite - Como afrontarla en una

explotación. Tomar.

Godden, S. M., Fetrow, J. P., Feirtag, J. M., Green, L. R. & Wells, S. J. (2005). Economic analysis of feeding pasteurized nonsaleable milk versus conventional milk replacer to dairy calves. Journal of the American Veterinary Medical Association, 226(9), 1547– 54.

Green, L. E., Schukken, Y. H. & Green, M. J. (2006). On distinguishing cause and consequence: do high somatic cell counts lead to lower milk yield or does high milk yield lead to lower somatic cell count? Preventive Veterinary Medicine, 76, 74–89.

Gröhn, Y. T., Wilson, D. J., González, R. N., Hertl, J. a, Schulte, H., Bennett, G. & Schukken, Y. H. (2004). Effect of pathogen-specific clinical mastitis on milk yield in dairy cows. Journal of Dairy Science, 87(10), 3358–3374. doi:10.3168/jds.S0022- 0302(04)73472-4

Hagnestam-Nielsen, C. & Østergaard, S. (2009). Economic impact of clinical mastitis in a dairy herd assessed by stochastic simulation using different methods to model yield losses. Animal, 3(2), 315.

Halasa, T., Huijps, K., Osteras, O. & Hogeveen, H. (2007). Economic effects of bovine mastitis and mastitis management: A review. Veterinary Quarterly, 29, 18–31.

Halasa, T., Nielen, M., De Roos, A. P. W., Van Hoorne, R., de Jong, G., Lam, T. J. G. M., & Hogeveen, H. (2009). Production loss due to new subclinical mastitis in Dutch dairy cows estimated with a test-day model. Journal of Dairy Science, 92(2), 599–606.

Halasa, T., Nielen, M., Huirne, R. B. M. & Hogeveen, H. (2009). Stochastic bio-economic model of bovine intramammary infection. Livestock Science, 124(1-3), 295–305.

Harrison, S. & Tisdell, C. (1995). The Role of Animal Health Programs in Economic Development. In Research Papers and Reports in Animal Health Economics. University of Queensland. Australia.

Hervé, A. & Dominique, V. (2007). Multiple Correspondence Analysis: 163. In N. Salkind (Ed.), Encyclopedia of Measurement and Statistics (Vol. 1).

Hillerton, J. E. & Berry, E. a. (2004). Quality of the Milk Supply: European Regulations Versus Practice. NMC Annual Meeting Proceedings (2004), 207–214.

Hinrichs, D., Stamer, E., Junge, W. & Kalm, E. (2005). Genetic analyses of mastitis data using animal threshold models and genetic correlation with production traits. Journal

of Dairy Science, 88(6), 2260–2268.

Hoffman, D. L. & De Leeuw, J. (1992). Interpreting multiple correspondence analysis as a multidimensional scaling method. Marketing Letters, 3(3), 259–272.

Hogan, J. S., Smith, K. L., Hoblet, K. H., Schoenberger, P. S., Todhunter, D. A., Hueston, W. D., & Conrad, H. R. (1989). Field Survey of Clinical Mastitis in Low Somatic Cell Count Herds. Journal of Dairy Science, 72(6), 1547–1556.

Hogeveen, H., Huijps, K. & Lam, T. J. G. M. (2011). Economic aspects of mastitis: new developments. New Zealand Veterinary Journal, 59(1), 16–23.

Hogeveen, H. & Osteras, O. (2005). Mastitis management in an economic frame work. In H. Hogeveen (Ed.), Mastitis in dairy production: current knowledge and future

solutions (pp. 41–52). Wageningen Academic.

Hortet, P. & Seegers, H. (1998a). Loss in milk yield and related composition changes resulting from clinical mastitis in dairy cows. Preventive Veterinary Medicine, 37(1-4), 1–20.

Hortet, P. & Seegers, H. (1998b). Review article Calculated milk production losses associated with elevated somatic cell counts in dairy cows : review and critical discussion. Veterinary Research, 29(33), 497–510.

Houben, E. H., Huirne, R. B., Dijkhuizen, A. A. & Kristensen, A. R. (1994). Optimal replacement of mastitic cows determined by a hierarchic Markov process. Journal of

Dairy Science, 77(10), 2975–2993.

Hudson, C. D., Bradley, a J., Breen, J. E. & Green, M. J. (2012). Associations between udder health and reproductive performance in United Kingdom dairy cows. Journal of

Dairy Science, 95(7), 3683–97.

Huijps, K. (2009). Economic decisions in mastitis management. Utrecht University, Netherlands.

Huijps, K., Hogeveen, H., Lam, T. J. G. M. & Oude Lansink, a G. J. M. (2010). Costs and efficacy of management measures to improve udder health on Dutch dairy farms.

Journal of Dairy Science, 93(1), 115–124.

Huijps, K., Lam, T. J. & Hogeveen, H. (2008). Costs of mastitis: facts and perception. The

Journal of Dairy Research, 75(1), 113–120.

Jansen, J., van den Borne, B. H. P., Renes, R. J., van Schaik, G., Lam, T. J. G. M. & Leeuwis, C. (2009). Explaining mastitis incidence in Dutch dairy farming: The

influence of farmers’ attitudes and behaviour. Preventive Veterinary Medicine, 92(3), 210–223.

Jayarao, B. M., Pillai, S. R., Sawant, A. A., Wolfgang, D. R. & Hegde, N. V. (2004). Guidelines for monitoring bulk tank milk somatic cell and bacterial counts. Journal of

Dairy Science, 87(10), 3561–3573.

Jornal Oficial da União Europeia. (2004). Regulamento (CE) No 853/2004 do Parlamento Europeu e do Conselho de 29 de Abril de 2004. Jornal Oficial Da União Europeia,

139, 1–51.

Keefe, G. (2012). Update on Control of Staphylococcus aureus and Streptococcus agalactiae for Management of Mastitis. Veterinary Clinics of North America: Food

Animal Practice, 28(2), 203–216.

Kingwill, R. G. (1981). The NIRD-CVL mastitis control method. Mastitis Control and Herd

Management, Tech. Bull, 4, 24–39.

Kossaibati, M. A. & Esslemont, R. J. (1997). The costs of production diseases in dairy herds in England. Veterinary Journal, 154(1), 41–51.

Kossaibati, M. A. & Esslemont, R. J. (2000). MDC Meeting on Mastitis. In The Cost of

Clinical Mastitis in UK Dairy Herds. Honiley Court, Warwick.

Lacticoop. (2014). Tabela de valorização do leite aos produtores.

Lam, T. J. G. M., Jansen, J., Borne, B. Van Den & Veersen, J. Van. (2007). A structural approach of udder health improvement via private practitiners: Ups and downs. NMC

Annual Meeting Proceedings, 142–151.

Leeuwis, C., Smits, R., Grin, J., Klerkx, L. W. A., van Mierlo, B. C. & Kuipers, A. (2006). Equivocations on the post privatization dynamics in Agricultural innovation systems.

The Design of an Innovation Enhancing Environment, (4).

Lescourret, F. & Coulon, J. B. (1994). Modeling the impact of mastitis on milk production by dairy cows. Journal of Dairy Science, 77(8), 2289–2301.

Marsh, W. (1999). The economics of animal health in farmed livestock at the herd level.

Revue Scientifique et Technique (International Office of Epizootics), 18(2), 357–366.

McInerney, J. P., Howe, K. S. & Schepers, J. A. (1992). A framework for the economic analysis of disease in farm livestock. Preventive Veterinary Medicine, 13(2), 137–154.

Menzies, F. D., Gordon, A. W. & McBride, S. H. (2003). An epidemiological study of bovine toxic mastitis. In British Mastitis Conference (pp. 1–13). Lancashire,UK.

Miltenburg, J. D., de Lange, D., Crauwels, A. P., Bongers, J. H., Tielen, M. J., Schukken, Y. H. & Elbers, A. R. (1996). Incidence of clinical mastitis in a random sample of dairy herds in the southern Netherlands. The Veterinary Record, 139(9), 204–207.

Moore, D. A. & Bazerman, M. H. (2012). Judgment in managerial decision making (8th ed.). John Wiley & Sons.

National Mastites Council (NMC). (2001). Guidelines on normal and abnormal raw milk based on somatic cell counts and signs of clinical mastitis (pp. 11–13).

National Mastites Council (NMC). (2006). NMC Mastitis Control Program Checklist Updated. Udder Topics, 29(6), 2.

National Mastitis Council. (1996). Current Concepts of Bovine Mastitis. Acedido a 10 de Junho de 2015 em http://www.nmconline.org/glossary.htm

National Mastitis Council. (1998). Current Concepts of Bovine Mastitis (4th ed.). Madison, USA.

National Mastitis Council. (2013). Recommended milking procedures.

Nava-Trujillo, H., Soto-Belloso, E. & Hoet, A. E. (2010). Effects of clinical mastitis from calving to first service on reproductive performance in dual-purpose cows. Animal

Reproduction Science, 121(1-2), 12–16.

Nielsen, C. (2009). Economic Impact of Mastitis in Dairy Cows. Swedish University of Agriculture Sciences.

Olde Riekerink, R. G. M., Barkema, H. W., Veenstra, S., Poole, D. E., Dingwell, R. T. & Keefe, G. P. (2006). Prevalence of contagious mastitis pathogens in bulk tank milk in Prince Edward Island. Journal of Dairy Science, 47, 567–572.

Østerås, O., Dairies, T. N. & Ås, N.-. (2000). The cost of mastitis - an opportunity to gain more money. In Proceedings British Mastitis Conference (pp. 67–77). Shepton Mallet, UK.

Østergaard, S., Chagunda, M. G. G., Friggens, N. C., Bennedsgaard, T. W. & Klaas, I. C. (2005). A stochastic model simulating pathogen-specific mastitis control in a dairy herd. Journal of Dairy Science, 88(12), 4243–4257.

Pehlivanoglu, F., Yardimci, H. & Turutoglu, H. (2015). Freezing and thawing milk samples before culture to improve diagnosis of bovine staphylococcal mastitis. Veterinarski

Arhiv, 85(1), 59–65.

Petrovski, K. R., Trajcev, M. & Buneski, G. (2006). A review of the factors affecting the costs of bovine mastitis. Journal of the South African Veterinary Association, 77(2), 52–60.

Pilla, R., Schwarz, D., König, S. & Piccinini, R. (2012). Microscopic differential cell counting to identify inflammatory reactions in dairy cow quarter milk samples. Journal of Dairy

Science, 95(8), 4410–20.