da calcita, cummingtonita/grunerita pela pirrotita e calcopirita. B) Venulações de quartzo, sericita e calcita com cristais orientados ortogonalmente à parede dos veios. C) Veio de calcita e cummingtonita apresentando cristais tabulares assimétricos orientados obliquamente à parede da estrutura, representando a microestrutura de lineação antitaxial de crescimento mineral. Todas as fotomicrografias obtidas em luz plana polarizada cruzada transmitida.
Granada - ocorre, principalmente, como grãos isolados (Fotomicrografia 5.9 E) intercrescida e como inclusões em ortopiroxênio e plagioclásio, ou como inclusões reliquiares em cordierita e da biotita. Apresenta hábito granular a dodecaédrico. Quando forma porfiroblastos, os grãos são subidioblásticos, ao passo que quando ocorre como inclusões os grãos são xenoblásticos.
A granulação varia de 0,02 a 1,8 mm. Em geral os grãos fazem contatos interlobados e curvos com ortopiroxênio, cordierita, plagioclásio, biotita e cianita e reto com a biotita. Alguns porfiroblastos apresentam-se fraturados e bordejados pela biotita, bem como inclusões de biotita, marcando a microestrutura pseudopoiquiloblástica.
Actinolita - ocorre em venulações que truncam biotita, cianita, plagioclásio e cordierita, ocupando as bordas dessas estruturas. Apresenta pleocroísmo fraco e em tons de verde claro, sendo prismática ou granular ameboidal e xenoblástica. A granulação varia 0,005 a 0,03 mm. Os contatos são retos a curvos com clorita, quartzo, moscovita/sericita, são interlobados com
cianita, calcita, muscovita/sericita e pirrotita. Apresenta extinção ondulante fraca. Pirrotita é encontrada nas bordas desse mineral.
Calcita - ocorre em venulações que truncam actinolita, ortopiroxênio, biotita ou associada com feições de substituição orientada em ortopiroxênio, plagioclásio e cordierita. Nos veios em geral associa-se com clorita, actinolita, muscovita/sericita, quartzo, grunerita e cummingtonita/grunerita. Nessas estruturas pode ser observada segundo uma lineação mineral, que em geral posiciona-se paralelamente às bordas dessa estrutura, podendo ocorrer ortogonal ou obliquamente. Esse mineral apresenta-se granular ou tabular, xenoblástico a subidioblástico, em alguns casos com geminação polissintética. A granulação varia de 0,006 a 1,1 mm. Faz contatos retos a interlobados com clorita e interlobado com actinolita e magnetita. Em algumas seções foi observada marcando feições de corrosão de borda devido a presença de magnetita em suas bordas em contato fortemente interlobado.
Clorita - é observada em venulações que truncam a cordierita e a biotita, também marcando uma lineação de crescimento mineral. Os grãos são verde-pálidos, a cor de interferência é cinza anômalo azulado, o sinal de elongação é positivo, tendo sido classificada como Fe-Mg Clorita. O hábito é lamelar. Quanto a cristalinidade, é subidioblástica a xenoblástica e a granulação varia de 0,01 a 0,04. Os contatos são retos a interlobados com cordierita, actinolita, calcita e quartzo. A extinção é completa.
Quartzo -também é encontrado em venulações que truncam biotita, cianita, cordierita, granada, ortopiroxênio, muscovita, por vezes calcita e segundo uma lineação de crescimento mineral ou como inclusões na cordierita e no plagioclásio.Ocorre granular, xenoblástico com granulação variando de 0,01 a 0,03 mm. Faz contatos interlobados com cianita, calcita, biotita, plagioclásio e cordierita.
Muscovita/sericita - ocorre em venulações que truncam ortopiroxênio, principalmente biotita e cordierita, raramente cianita ou como inclusões pseudopoiquiloblásticas no plagioclásio. Ocorre em associação com clinozoisita e quartzo no plagioclásio. Os grãos são incolores e apresentam hábito lamelar. Em geral, não apresentam orientação preferencial, dispondo-se radialmente. Ocorre xenoblástica a subidioblástica, com granulação variando de 0,01 a 0,03mm. Apresenta contatos interlobados com plagioclásio, biotita, cianita e cordieri ta; reto a interlobados com calcita e clinozoisita e fortemente interlobados com magnetita, neste formando feições de corrosão de borda (Boundary corrosion replacement ou Replacement by
resortion). A extinção é normal.
Clinozoisita - foi observada como inclusões pseudopoiquiloblásticas no plagioclásio (Fotomicrografia 5.9 F). Apresenta-se granular a granular lobular, por vezes tabular, sendo
incolor e/ou castanho pálido, xenoblástica, com a cor de birrefringência característica. A granulação varia de 0,06 a 0,2 mm.
Esse mineral faz contatos interlobados com plagioclásio, muscovita/sericita, clorita e calcita. Foi observada nas clivagens do plagioclásio, constituindo uma microestrutura de reação e pseudopoiquiloblástica.
Epídoto - sensu strictu foi observado como inclusões pseudopoiquiloblásticas no plagioclásio associado a clinozoisita e muscovita/sericita. Apresenta-se granular a granular lobular, incolor e/ou castanho pálido, xenoblástico. A granulação varia de 0,02 a 0,1 mm. Esse mineral faz contatos interlobados com o plagioclásio, muscovita/sericita, clorita e calcita. Foi observada nas clivagens de grãos de plagioclásio, constituindo uma microestrutura de reação e pseudopoiquiloblástica.
Zircão - foi encontrado intergranular à trama que compõe a xistosidade S1 ou como
inclusões em biotita e ortopiroxênio. Os exemplares descritos são incolores a castanho pálido, granulares, prismático e arredondados, subidioblásticos, com granulação variando de 0,001 a 0,06 mm. Esse mineral apresenta halos pleocroicos quando incluso na biotita.
Cummingtonita/grunerita - ocorre intergranular ou em veios transtracionais que truncam biotita e ortopiroxênio, cordierita e plagioclásio em geral, associada com calcita, clorita, muscovita/sericita, quartzo e grunerita (Fotomicrografias 5.11 A e C). Os grãos são incolores, para a grunerita e verde pálido para a cummingtonita, porém muito difícil de fazer a distinção, sendo os grãos tabulares, com granulação variando de 0,01 a 0,04 mm. Esse mineral faz contatos retos com cummingtonita/grunerita, muscovita/sericita, calcita e fortemente interlobados com a magnetita que substituem esses minerais planos de clivagem e por corrosão de borda. Pirrotita (Fotomicrografias 5.10 C e 3.11 A) - se apresenta disseminada na rocha ou mais comumente associada a venulações (fraturas de tração ou transdistensionais) que aproveitam descontinuidades dos planos de fratura ou de clivagem da biotita (Fotomicrografia 5.10 E). Esse mineral possui cor rosa pálido, sendo granular, xenoblástico, por vezes idioblástico. A granulação varia de 0,08 a 2,3 mm e, em geral, ocorre fraturado. Faz contatos interlobados com magnetita, calcita, clorita, actinolita, muscovita, sericita, cummingtonita, calcopirita e grunerita. Possui inclusão de calcopirita e substitui grunerita2/cummingtonita2, actinolita, calcita e quartzo.
Magnetita (Fotomicrografias 5.10 C e E; Fotomicrografia 5.11 B) - também foi observada em veios transdistensionais que trunca biotita, ortopiroxênio, cordierita, cianita, plagioclásio, muscovita/sericita ou ainda disseminada na rocha, seja em planos de clivagens da biotita, representando a microestrutura pseudopoiquiloblásticas, como formando domínios com
feições de corrosão de borda quando em contato com calcita e grunerita/cummigtonita. Ocorre com cor cinza rosado, granular, idioblástica a subidioblástica, com granulação variando de 0,03 a 0,08 mm. Faz contatos retos com pirrotita e biotita, além de interlobado com calcita, clorita, actinolita, cummingtonita, grunerita.
Calcopirita - foi identificada como inclusões ou intercrescida na pirrotita. Esse mineral apresenta cor amarelo intenso, com hábito granular, sendo xenoblástico. A granulação varia de 0,005 a 0,03 mm. Ocorre com contatos interlobados a retos com a pirrotita.
5.1.3.6 Química Mineral
Foram analisados quimicamente, para os xistos aluminosos apenas plagioclásio e granada. Nessa seção são apresentados os dados de composição química desses minerais, gráficos de classificação química, além de ser apresentado fórmulas estruturais dos spots analisados.
Plagioclásio foi classificado segundo Deer et al., (1992), como bytownita (Tabela 5.11 e Figura 5.8). A Tabela 5.12 apresenta as fórmulas estruturais dos spots analisados desse mineral.
Granada identificada nessa rocha apresenta composição de acordo com a Tabela 5.13 e Figura 5.9. Nessa tabela pode ser caracterizada a variação composicional das granadas em dois grupos: (i) tipo 1, da série da piralspita; e (ii) tipo 2, da série da ugrandita. Para o tipo 1 os teores variam 64,53% a 65,88% para o membro piropo, de 34,01% a 34,67% para o membro almandina, sendo os teores de almandina crescentes do centro para borda ( Figura 5.10) e 0,400% a 0,847% para esperssatita (Tabela 3.13). Os demais membros não apresentam valores diferentes de zero para o grupo 1. Para o tipo 2os teores de grossulária variam de 88,11% a 95,92%, de almandina entre 4,070% e 11,489% e de Esperssatita até 0,400 os demais membros não apresentam valores diferentes de zero. As fórmulas estruturais das granadas analisadas estão discriminadas na Tabela 5.14 (Sensu DEER et al., 1992).
118 analisados, fórmula estrutural e percentual de membros finais. Valores de óxidos normalizados para base de 12 oxigênios e Fe /Fe calculado estequiometricamente para 8 cátions, anfibólios de Fe-Mg-Mn assumindo 15 cátions.
Rocha Grd-Crd-Ky-Pl-Opx- Bt Xisto Grd-Crd-Ky-Pl-Opx- Bt Xisto Grd-Crd-Ky-Pl-Opx- Bt Xisto Grd-Crd-Ky-Pl-Opx- Bt Xisto Grd-Crd-Ky-Pl-Opx- Bt Xisto Grd-Crd-Ky-Pl-Opx- Bt Xisto Grd-Crd-Ky-Pl-Opx- Bt Xisto Grd-Crd-Ky-Pl-Opx- Bt Xisto
Amostra 16-LA-1500066 16-LA-1500066 16-LA-1500066 16-LA-1500066 16-LA-1500066 16-LA-1500066 16-LA-1500066 16-LA-1500066
Campo de Análise 66_C1_Z1 5 66_C2_Z1 9 66_C2_Z1 10 66_C2_Z1 11 66_C2_Z1 12 66_C4_Z1 28 66_C4_Z1 30 66_C4_Z1 31 SiO2 44,1410 44,5350 43,5370 44,5730 44,1780 37,8740 44,7330 45,3060 Al2O3 36,3910 36,1430 36,4800 35,9580 36,8210 31,4880 36,5770 36,2100 CaO 17,5180 17,1490 17,8730 17,8020 17,8170 24,0460 17,5510 17,6630 MgO 0,0000 0,0000 0,0100 0,0000 0,0210 0,0000 0,0000 0,0050 MnO 0,0000 0,0280 0,0020 0,0000 0,0000 0,1380 0,0000 0,0180 FeO 0,0620 0,0060 0,0030 0,0970 0,1000 4,0170 0,0250 0,0750 TiO2 0,0000 0,0840 0,0850 0,0870 0,0000 0,0060 0,0060 0,0000 Na2O 1,4510 1,5740 1,2110 1,3820 1,4100 0,0200 1,6070 1,4500 K2O 0,0000 0,0400 0,0320 0,0450 0,0170 0,0100 0,0070 0,0320 Cr2O3 0,0110 0,0000 0,0040 0,0040 0,0000 0,0000 0,0420 0,0000 Total 99,574 99,559 99,237 99,948 100,364 97,599 100,548 100,759
Óxidos normalizados para base de 12 Oxigênios e Fe+2/Fe+3 calculado estequiometricamente assumindo 8 cations
Si 2,03 2,05 2,01 2,05 2,02 1,82 2,04 2,06 Al 1,97 1,96 1,99 1,95 1,98 1,78 1,96 1,94 Ca 0,86 0,85 0,89 0,88 0,87 1,24 0,86 0,86 Mg 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 Mn 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,01 0,00 0,00 Fe+2 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,16 0,00 0,00 Fe+3 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 Ti 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 Na 0,13 0,14 0,11 0,12 0,12 0,00 0,14 0,13 K 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 Cr 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 Total 5,00 5,00 5,00 5,00 5,00 5,00 5,00 5,00
Nome Plagioclásio Plagioclásio Plagioclásio Plagioclásio Plagioclásio Plagioclásio Plagioclásio Plagioclásio Membros
An% 86,96 85,55 88,91 87,45 87,39 99,80 85,75 86,90
Ab% 13,04 14,21 10,90 12,29 12,51 0,15 14,21 12,91
Or% 0,00 0,24 0,19 0,26 0,10 0,05 0,04 0,19
Figura 5.8: Diagrama triangular An-Ab-Or (em proporções moleculares) de classificação dos feldspatos de média a alta temperatura (estruturas desordenadas) dos xistos aluminosos da SMVSII. Os plots representam os valores de dados da tabela 5.12.
Fonte: DEER et al., (1992)
Tabela 5.12: Fórmula estrutural dos spots analisados para os feldspatos de Ca-Na, dos xistos do Alvo Serra do Lontra, SMVSII.
Grupo Campo Analisado 66_C1_Z1 5 66_C2_Z1 9 66_C2_Z1 10 66_C2_Z1 11 66_C2_Z1 12 66_C4_Z1 28 66_C4_Z1 30 66_C4_Z1 31
Óxidos normalizados para base de 12 Oxigênios e Fe2+/Fe3+ calculado estequiometricamente assumindo 8 cátions.
Feldspatos- Xistos Fórmula Estrutural Ca-Na (K0,000Na0,013Ca0,860) (Al1,970 Si2,030)4O8 (K0,000Na0,140)(Ca0,850) (Al1,960Fe+30,000Si2,050)4O8 (K0,000Na0,110Ca0,089) (Al1,990Si2,010)4O8 (K0,000Na0,110Ca0,089) (Al1,990Si2,050)4O8 (K0,000Na0,120Ca0,087) (Al1,980Si2,020)O8 (K0,000Na0,000Ca1,240)(Al1,780Si1,820)4O8 (K0,000Na0,140Ca0,860)(Al1,960Si2,040)4O8 (K0,000Na0,130Ca0,860) (Al1,940Si2,060)4O8
120 fórmula estrutural e percentual de membros da solução sólida. Valores de óxidos normalizados para base de 12 oxigênios e Fe /Fe calculado estequiometricamente para 8 cátions. Rocha Grd-Crd-Ky-Pl-Opx- Bt Xisto Grd-Crd-Ky-Pl-Opx- Bt Xisto Grd-Crd-Ky-Pl-Opx- Bt Xisto Grd-Crd-Ky-Pl-Opx- Bt Xisto Grd-Crd-Ky-Pl-Opx- Bt Xisto Grd-Crd-Ky-Pl-Opx- Bt Xisto
Amostra 16-LA-1500066 16-LA-1500066 16-LA-1500066 16-LA-1500066 16-LA-1500066 16-LA-1500066 Campo de Análise 66_C1_Z1 7 66_C1_Z1 8 66_C3_Z1 20 _C 66_C3_Z1 21_C 66_C3_Z1 22_C 66_C4_Z1 28 SiO2 38,52 50,12 49,93 49,50 50,18 37,87 Al2O3 34,24 3,14 3,71 3,47 3,59 31,49 CaO 24,47 0,21 0,18 0,23 0,14 24,05 MgO 0,00 23,44 23,82 23,49 23,28 0,00 MnO 0,00 0,34 0,33 0,60 0,33 0,14 FeO 1,33 21,67 21,36 21,58 22,29 4,02 TiO2 0,00 0,00 0,00 0,14 0,14 0,01 Na2O 0,00 0,00 0,02 0,00 0,02 0,02 K2O 0,00 0,02 0,00 0,00 0,02 0,01 Cr2O3 0,04 0,01 0,01 0,00 0,00 0,00 Total 98,60 98,94 99,36 99,01 99,99 97,60
Óxidos normalizados para base de 12 Oxigênios e Fe2+/Fe3+ calculado estequiometricamente assumindo 8 cations
Si 2,901 3,734 3,693 3,683 3,707 2,907 Al(vi) 3,039 0,275 0,324 0,304 0,312 2,848 Ti 0,000 0,000 0,000 0,008 0,008 0,000 Cr 0,002 0,001 0,001 0,000 0,000 0,000 Fe+3 0,000 0,256 0,290 0,314 0,258 0,000 Fe+2 0,084 1,093 1,032 1,028 1,119 0,258 Mn 0,000 0,021 0,021 0,038 0,021 0,009 Mg 0,000 2,602 2,626 2,606 2,564 0,000 Ca 1,974 0,017 0,014 0,019 0,011 1,977 Total 8,000 8,000 8,000 8,000 8,000 8,000 Membros Almandina 4,070 33,827 33,178 33,524 34,665 11,489 Piropo 0,000 65,223 65,943 65,066 64,529 0,000 grossularia 95,921 0,416 0,356 0,466 0,285 88,111 Esperssatita 0,000 0,534 0,522 0,944 0,521 0,400 Uvarovita 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 Andradita 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000
121 Tabela 5.13: Continuação. Rocha Grd-Crd-Ky-Pl-Opx- Bt Xisto Grd-Crd-Ky-Pl-Opx- Bt Xisto Grd-Crd-Ky-Pl-Opx- Bt Xisto Grd-Crd-Ky-Pl-Opx- Bt Xisto Grd-Crd-Ky-Pl-Opx- Bt Xisto Grd-Crd-Ky-Pl-Opx- Bt Xisto
Amostra 16-LA-1500066 16-LA-1500066 16-LA-1500066 16-LA-1500066 16-LA-1500066 16-LA-1500066 Campo de Análise 66_C3_Z1 17_B 66_C3_Z1 18_B 66_C3_Z1 19_B 66_C3_Z1 23_B 66_C3_Z1 24_B 66_C3_Z1 25_B SiO2 49,92 49,72 50,55 50,27 49,97 50,40 Al2O3 3,58 3,85 3,75 3,77 3,30 3,53 CaO 0,14 0,17 0,15 0,12 0,15 0,15 MgO 23,52 23,81 23,77 23,66 23,29 23,82 MnO 0,48 0,51 0,44 0,54 0,49 0,43 FeO 22,00 21,24 21,20 21,48 21,45 21,98 TiO2 0,03 0,19 0,00 0,01 0,06 0,00 Na2O 0,00 0,06 0,03 0,03 0,00 0,01 K2O 0,01 0,01 0,03 0,00 0,02 0,00 Cr2O3 0,00 0,07 0,00 0,00 0,00 0,02 Total 99,67 99,63 99,92 99,87 98,74 100,34
Óxidos normalizados para base de 12 Oxigênios e Fe2+/Fe3+ calculado estequiometricamente assumindo 8 cations
Si 3,692 3,672 3,721 3,705 3,731 3,699 Al(vi) 0,312 0,335 0,325 0,327 0,291 0,306 Ti 0,002 0,010 0,000 0,000 0,003 0,000 Cr 0,000 0,004 0,000 0,000 0,000 0,001 Fe+3 0,301 0,296 0,232 0,262 0,242 0,295 Fe+2 1,060 1,016 1,073 1,062 1,098 1,054 Mn 0,030 0,032 0,028 0,034 0,031 0,027 Mg 2,593 2,621 2,609 2,600 2,593 2,607 Ca 0,011 0,014 0,012 0,010 0,012 0,011 Total 8,000 8,000 8,000 8,000 8,000 8,000 Membros Almandina 34,064 32,976 33,009 33,377 33,690 33,777 Piropo 64,910 65,884 65,989 65,531 65,216 65,262 grossularia 0,278 0,346 0,303 0,245 0,310 0,285 Esperssatita 0,748 0,794 0,699 0,847 0,784 0,676 Uvarovita 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 Andradita 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000
Figura 5.9: Diagrama triangular com membros finais Piropo (P) Almandina/Esperssatita (AIS)- grossulária/Uvarovita(GAU). Os plots representam os valores de dados da tabela 5.14.
Fonte: Morton (1984), os campos A,B,C e D, definidos conforme Sabeen et al., (2002) e Morton et al., (2002, 2004).
Tabela 5.14: Fórmula estrutural dos spots analisados para as granadas do xisto aluminoso
Série Campo Analisado
66_C1_Z1 8 66_C3_Z1 20 ** 66_C3_Z1 21** 66_C3_Z1 22** 66_C3_Z1 17* 66_C3_Z1 18* 66_C3_Z1 19* 66_C3_Z1 23* 66_C3_Z1 24* 66_C3_Z1 25* 66_C1_Z1 7 66_C4_Z1 27
Óxidos normalizados para base de 12 Oxigênios e Fe2+/Fe3+ calculado estequiometricamente assumindo 8 cations.
(*) - análise de borda do mesmo grão. (**) - análise de centro do mesmo grão.
Centro Borda Centro (Mg2,593 Fe1,098 Mn0,031 Ca0,012 ) (Al0,291 Fe0,242 Ti0,003) Si3,731 O12 Tipo 1-Piralspita Tipo 2-Ugrandita
Granadas - Xisto Aluminoso
(Mg2,602Fe1,093 Mn0,021 Ca0,017 ) (Al0,275 Fe0,256 Cr0,001) Si3,734 O12 (Mg2,593 Fe1,060 Mn0,030 Ca0,011 ) (Al0,275 Fe0,301 Ti0,002) Si3,692 O12 (Mg2,621 Fe1,016 Mn0,032 Ca0,014 ) (Al0,335 Fe0,296 Ti0,010 Cr0,004) Si3,672 O12 (Ca1,974 Fe0,084 )+2 (Al3,039 Cr0,002)+3 Si2,901 O12 Fórmula Estrutural (Mg2,607 Fe1,054 Mn0,027 Ca0,011 ) (Al0,306 Fe0,295) Si3,699 O12 (Mg2,609 Fe1,073 Mn0,028 Ca0,012) (Al0,325 Fe0,232 ) Si3,721 O12 (Mg2,626 Fe1,032 Mn0,021 Ca0,014 ) (Al0,324 Fe0,290 Cr0,001) Si3,693 O11 (Fe0,258 Mn0,009 Ca1,977 ) (Al2,848) Si2,907 O11 (Mg2,600 Fe1,062 Mn0,034 Ca0,010) (Al0,327 Fe0,262) Si3,705 O12 (Mg2,564 Fe1,119 Mn0,021 Ca0,011 ) (Al0,312 Fe0,258) Si3,707 O12 (Mg2,606 Fe1,028 Mn0,038 Ca0,019 ) (Al0,304 Fe0,314 Ti0,008 ) Si3,683 O12
Figura 5.10: Relação valores percentuais do membro almandina apara os pontos analisados, com variação entre do centro e as bordas do grão de granada do xisto aluminoso, SMSII.
5.2 CARACTERIZAÇÃO PETROGRÁFICA, QUÍMICA MINERAL E ALTERAÇÃO
HIDROTERMAL DAS ROCHAS INTRUSIVAS À SEQUÊNCIA
METAVULCANOSSEDIMENTAR IBICUÍ-IGUAÍ
5.2.1 Rochas Metaultramáficas
A partir das 17 seções delgadas/polidas analisadas, das amostras de metaultramáficas foram determinados augita (5-50%), ortopiroxênios (2-30%) e plagioclásio (<1%-5%), hornblenda (<1%-10%) como minerais essenciais, além de granada (<1%-10%), quartzo (<1%- 40%), biotita (0%-2%), apatita (0-3%) e zircão (<1%) como minerais acessórios pré alteração. Grunerita (<1%-40%), magnetita (9-30%), actinolita (2-10%) pirrotita (<1%-8%), cummingtonita (<1%-5%), carbonato (<1% -5%), tschermakita (<1%-3%), calcopirita (<1%- 2%), muscovita (<1%-2%), sericita (<1%-1%), clorita (<1%), epídoto (<1%) foram determinados como minerais acessórios, sin-alteração hidrotermal (Tabela 5.15). A partir dessa composição modal, foram identificados metapiroxenitos, metaortopiroxenitos, metaclinopiroxenitos, metapiroxênio hornblendito e xistos hidrotermais. Os nomes das rochas classificadas neste trabalho encontram-se no ANEXO A, Tabela A.3.
Um conjunto de gerações dos componentes minerais foram determinadas para as rochas metaultramáficas. A Tabela 5.16 apresenta uma caracterização sintéticas das gerações de alguns minerais.
5.2.1.1 Aspectos Microscópicos
Em geral, na escala microscópica as rochas são isotrópicas e não apresentam foliação deformacional. Entretanto, em alguns domínios da rocha foram encontradas duas foliações. A mais antiga, denominada S1, posiciona-se paralelamente ao bandamento composicional do
depósito e é marcada principalmente pela orientação preferencial de Fe-pargasíta e de orto e clinopiroxênios. As mais novas, denominadas S2 plano axial e S3, truncam a foliação S1,
posicionando-se ortogonal ou obliquamente a essa estrutura, sendo marcada, principalmente, pela orientação preferencial de hornblenda, e raramente por grãos poligonais alongados de quartzo, hiperstênios e ferro-hiperstênio.
125
Tabela 5.15: Composição modal média das rochas metaultramáficas intrusivas à SMSII no alvo Serra do Lontra, com discriminação dos furos de sondagem, classificação das rochas e porcentagem mineral (%).
Furo Rocha Qtz 1 Cpx 1 Cpx 2 Opx 1 Opx 2 Hbl Hbl 2 Hbl 3 Pl Grd Zrn Ap Tr/Act 1 Bt
SDL-DD-12- 00015 metaultramáfica-fracamente hidrotermalizada 0-3% 5-45% 35-48% 0-2% <1%-70% <1% <1-5% 0-10% 0-3% Metaultramáficas moderadamente hidrotermalizada 32 25 5 5 10 xisto hidrotermal 0-3% 10-40% 4-15% 5-15% <1% <1% 2-5% SDL-DD-12- 00031 metaultramáfica fracamente hidrotermalizada 0-5% 45-50% 10-20% 8-15% 2 <1% xisto hidrotermal 10-20% 30 <1%-15 0-5% <1% <1% 5 <1%
126
Tabela 5.15: Continuação.
Furo Rocha Qtz 2 Tr/Act 2 Gru/Cum
1
Gru/Cum
2 Cal Ts Chl Ep Ms Ser Po Ccp Mag Mag1 Mag2 Mag 3
SDL- DD-12- 00015 Metaultramáficas fracamente hidrotermalizada <1%-10% <1% <1%-1 0-2% 0-7% 1 0-2% <1% <1%- 9% <1%-5 <1%-9% <1% Metaultramáficas moderadamente hidrotermalizada 1 3 4 <1% <1% 15 11 4 xisto hidrotermal 15-40% 5 5-10% <1% <1%-5 <1%-3% <1% <1%-2% <1% <1%-8% <1% 9-35% 1-20% <1%-34% <1%-1% SDL- DD-12- 00031 Metaultramáficas fracamente hidrotermalizada 5 <1% 10 2 8 xisto hidrotermal 0-15% <1% 0-5% <1% 0-10% <1%-3% <1% 5 <1%-2% 0-10% <1% 10-30%
127
Tabela 5.16: Características das gerações minerais encontradas nos itabiritos da SMSII.
Mineral geração
Características gerais Características Estruturais e de alteração hidrotermal
Cpx/Opx1
Grãos tabulares que alcançam até 4,5 mm, se destacam como porfiroclastos, compõem agregados com orto e clinopiroxênio 2, granada e plagioclásio.
Localmente com orientação de forma paralelo ao bandamento composicional.
Cpx/Opx2
Grãos poligonais formando junções tríplices, em geral contornando porfiroclastos de Clinopiroxênio/Ortopiroxênio 1.
Microestruturas porfiroclástica, núcleo manto e milonítica.
Cpx/Opx3
Grãos tabulares curtos que estão orientados segundo a xistosidade S2 que
trunca a xistosidade S1
Orientados segundo a xistosidade S2, obliquo ou ortogonalmente ao
bandamento composicional Cpx/Opx4
Grãos tabulares curtos que estão orientados segundo a xistosidade S3 que
trunca a xistosidade S1 Orientados segundo a xistosidade S3, obliquo ou ortogonalmente ao
bandamento composicional, fortemente controlado por zonas de cisalhamento.
Qtz 1
Inclusões em orto e clinopiroxênio 1, contornando magnetita 1 ou em
agregados policristalinos Marca muitas vezes a microestrutura ígnea reliquiar Atol, em conjunto
com plagioclásio. Qtz 2
Ocorre como inclusões na hornblenda 2 de hábito tabular ou formando canais de alteração hidrotermal. Vermicular, ameboidal ou granular.
Preenche contatos entre grãos, planos de clivagem e fraturas compondo a microestrutura canal, além de microestrutura pseudopoiquiloblástica
em hornblenda 2, clino e ortopiroxênios. Outra microestrutura associada ao quartzo, porém não muito frequente é a simplectítica. Qtz 3
Compondo venulações monominerálicas ou como agregados em venulações associado com CaCO3, tschermakita, clorita, tremolita, actinolita.
Venulações, podendo formar uma lineação de crescimento mineral nesses veios.
Hbl 1 Tabular com granulação que alcança 4,2 mm. Pleocroismo marcante com tons verdes escuros presente.
Orientada segundo S0//S1 formando microestrutura nematoblástica.
Hbl 2 Grãos tabulares curtos ou prismáticos, ocorrem frequentemente nas bordas e clivagens dos piroxênios ou contornando porfiroclastos de Hornblenda 1.
Localmente se orienta segundo a xistosidade S3 associada com zonas de
cisalhamento Hbl 3 É estritamente venular, ocorrendo em fraturas de tração ou transdistensionais
em associação com calcita, clorita, tremolita/actinolita 2, cummingtonita/grunerita 2, magnetita 3 e pirrotita 2.
Venulações, formando microestruturas sigmoidais nas fraturas de transdistensão.
128
Tabela 5.16: continuação
Mineral geração
Características gerais Características Estruturais e de alteração hidrotermal
Gru/Cum 1 Predominantemente fibrosa ou subordinadamente prismática, substitui orto e
clinopiroxênios, além de hornblenda 1 em suas bordas, planos de clivagens e fraturas, grãos radiais inclusos nos piroxênios ou grãos em agregados minerais
compondo o bandamento composicional
Marca as microestruturas substituição orientada, podem ser encontradas em halos de intensa substituição mineral relacionadas as
microestruturas corrosão de borda e mineral esqueletal
Gru/Cum 2 Ocorre prismática ou fibrosa em venulações monominerálicas ou em
venulações com CaCO3, quartzo 3, tschermakita, clorita, tremolita, actinolita, magnetita 3, pirrotita 2 e calcopirita.
Venulações que truncam a rocha e domínios de alteração semipervasiva à pervasiva.
Mag 1 Euédrica, ocorre como inclusões reliquiares nos orto e clinopiroxênios, frequentemente contornada por quartzo e plagioclásio.
Marca a microestrutura reliquiar atol.
Mag 2
Grãos xenomórficos, ameboidais, que estão associados a feições de substituição mineral da rocha, frequentemente pode ocorrer bordejando
núcleos formados por grãos de magnetita 1
Orientado segundo as xistosidades S2, plano axial de dobras e S3,em
zonas de cisalhamento.
Forma microestruturas de substituição mineral, controladas estruturalmente por contato entre grãos, planos de clivagem, canais anastomóticos interconectados, além de formar bolsões e desconfigurar
o bandamento. Mag 3
Grãos subidioblásticos associados a venulações, com CaCO3, grunerita/cummingtonita, Pirrotita e calcopirita.
Venulações e domínios de alteração semipervasiva à pervasiva.
Tr/Act 1 Ocorre nas bordas da hornblenda 1 e clino e ortopiroxênios, além de planos
de clivagem.
Marca as microestruturas coroa de reação, localmente kinkband
Tr/Act 2 Venular fibroso, ocorre associado com clorita, tschermakita, calcita. Venulações que truncam a rocha e domínios de alteração semipervasiva
à pervasiva. Po 1 Inclusões subeuedricas nos orto e clinopiroxênios ou disseminada
intergranularmente. Ocorre associada com magnetita 1.
Marca a microestrutura atol. Po 2 Encontrada em contatos entre grãos e planos de clivagem e fraturas.
Associada diretamente com magnetita 2.
Marca microestruturas de substituição orientada e canal. Pode ser encontrada em venulações.
5.2.1.2 Microestruturas Reliquiares (Protólito)
Grãos de augita e ortopiroxênio (Fotomicrografia 5.12 A) ocorrem com hábito tabular, ambos atingindo 4,5 mm. Esse aspecto e a microestrutura adcumulática são reliquiares do protólito dessas rochas. Outras microestruturas dessa mesma natureza são: (i) inclusões de plagioclásio no clinopiroxênio (microestrutura poiquilítica reliquiar) e augita nos ortopiroxênios; (ii) reação, pela transformação dos piroxênios em hornblenda 1 (Fotomicrografia 5.12 B); (iii) ofítica e subofítica, reveladas por grãos de plagioclásio contornando grãos de piroxênios e vice-versa, respectivamente. Por sua vez, a microestrutura do tipo Atol (Attols shape), Senso Bastin (1950) é representada por grãos de magnetita 1 (idioblástica) que estão bordejados por plagioclásio e quartzo 1 (Fotomicrografias 5.12 C e D, E e F).
5.2.1.3 Microestruturas metamórficas Pré-substituição mineral
As microestruturas metamórficas pré-alteração hidrotermal identificadas são: (i) granoblástica granular, por vezes poligonal, neste caso associadas com grãos de clino e ortopiroxênios, hornblenda 2 e plagioclásio formando junções tríplices (Fotomicrografia 5.13 A, B e C), (ii) núcleo-manto, em que porfiroclastos de augita e hiperstênio são bordejados por grãos poligonais desses minerais (Fotomicrografias 5.13 B, C e D); (iv) nematoblástica representada pela orientação preferencial de forma de grãos de hornblenda 1 e de clino e ortopiroxênios 1 e 2, tabulares; (v) milonítica, pela redução da granulometria de grãos de clino e ortopiroxênios, formando mesomilonitos (Fotomicrografias 5.13 B, C e D); (vi) porfiroclástica, por grãos reliquiares de clino e ortopiroxênio e hornblenda 1 envoltos por novos grãos poligonais desses minerais (Fotomicrografia 5.13 B, C e D); (vii) pseudopoiquiloblástica, inclusões de quartzo 2 na hornblenda 2, produto da transformação de clino e ortopiroxênios 1, 2 em hornblenda 2; inclusões de hornblenda em orto e clinopiroxênio e clinopiroxênio em ortopiroxênio; (viii) coroa de reação (Reaction rim), relacionada com granada e quartzo bordejando augita e/ou ortopiroxênio (Fotomicrografia 5.13 E) e hornblenda 3 contornando clino e ortopiroxênios (Fotomicrografia 5.13 F).
5.2.1.4 Microestruturas de substituição mineral com controle estrutural relacionadas à formação de minério hidrotermal
Em direção aos domínios de maior alteração hidrotermal, as microestruturas ígneas e metamórficas pré-alteração hidrotermal são progressivamente substituídas por microestruturas de substituição hidrotermal, levando ao enriquecimento de magnetita. Considerando Bastin (1950): (i) substituição orientada (Guided replacement); (ii) canal (Chain microstructure); (iii) substituição por corrosão de borda (Boundary corrosion replacement ou Replacement by
resortion); (iv) minerais esqueletais (Skelleton minerals).
A substituição orientada (guided replacement) é representada por substituição dos clino e ortopiroxênios 1 e 2, plagioclásio, quartzo 1, hornblenda ferri-pargasítica 1, 2 e 3 ou raramente granada e zircão da trama ígnea/metamórfica, por minerais formados sin-alteração hidrotermal, sendo eles predominantemente magnetita 2 e subordinadamente quartzo, grunerita /cummingtonita 1, calcita, clorita, tschermakita, pirrotita, calcopirita, tremolita/actinolita. Essa substituição ocorre aproveitando contatos intergrãos, planos de clivagem e de fraturas do mineral hospedeiro (Fotomicrografias 5.12 C e D, 5.13 E e 5.14 A, B, C e D).
A microestrutura canal (Chain microstructure) configura-se pela presença de níveis lenticulares e anastomóticos, descontínuos, espaçados de magnetita 2, que se interconectam (Fotomicrografias 5.13 E, 3.14 D, E e F). A espessura desses níveis varia de 0,001 a 0,1 mm e eles truncam a trama ígnea e metamórfica/deformacional da rocha. Representam domínios de baixa a moderada alteração hidrotermal semi-pervasiva. Essa microestrutura também foi