Taux de corrosion (g.cm-2.j-1)
IV. 2.6.7.1.Morphologie des couches électrodéposées
De modo a alcançar os objetivos relativos ao ensino e à formação, decidiu-se envolver docentes do ensino superior universitário e do politécnico, quer do ensino público quer do en- sino privado, e formadores do Centro Protocolar de Formação Profissional para Jornalistas (CENJOR) que estivessem, de forma direta ou indireta, envolvidos na lecionação no campo da edição de imagem de conteúdos noticiosos televisivos para jornalistas.
Assim sendo, através da consulta do website da Direção-Geral do Ensino Superior, de- tetaram-se 26 cursos superiores de Jornalismo ou afins26 (Ciências da Comunicação – variante: jornalismo; Comunicação Social – variante: jornalismo), ao nível do 1.º ciclo, lecionados em
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Mais do que uma temática noticiosa.
26 Links: <http://www.dges.mctes.pt/DGES/pt/OfertaFormativa/CursosConferentesDeGrau/> e
<http://www.acessoensinosuperior.pt/indmain.asp?frame=1>, consultados durante o período de desenvolvi- mento da presente tese de doutoramento.
Portugal Continental. Porém, de fora desta contagem ficaram outros cursos superiores da área da Comunicação, como sejam o de Comunicação e Relações Públicas ministrado pela Escola Superior de Educação, Comunicação e Desporto do Instituto Politécnico da Guarda ou o de Comunicação Organizacional lecionado na Escola Superior de Educação de Coimbra, entre outros, visto que estes não estão não vocacionados para a preparação dos futuros jornalistas, dando primazia a outros campos da Comunicação.
Relativamente à não inclusão de cursos do 2.º e do 3.º ciclo de estudos em Jornalismo e afins, na presente investigação pretendeu-se, unicamente, analisar a formação base que é for- necida pelos estabelecimentos de ensino superior aos futuros jornalistas, sendo que as limita- ções temporais, isto é, o tempo destinado à realização desta tese de doutoramento, também influenciou esta opção.
Após a identificação dos diversos cursos superiores de jornalismo e a consulta da in- formação disponibilizada no website de cada curso, procurou-se saber quais é que seriam os docentes mais indicados para colaborar neste estudo. Desta forma, recorrendo à informação acessível nos websites de cada curso, conseguiu-se, na maior parte do casos, identificar o(s) docente(s), bem como o(s) respetivo(s) contacto(s) de correio eletrónico. Nos casos em que não estava disponível esta informação, contactaram-se, por meio de correio eletrónico, os dire- tores de curso ou os diretores de departamento a solicitar a informação pretendida.
Depois de reunida esta informação, prepararam-se e enviaram-se os pedidos de colabo- ração, via correio eletrónico, a diversos docentes, cujo pedido foi aceite pelos seguintes docen- tes: Bruno Silva (Universidade do Algarve, Faro); Carla Cruz (Universidade Técnica de Lis- boa); Filipa Cerol Martins (Universidade do Algarve, Faro); Francisco Sousa (Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, Lisboa); Frederico Lopes (Universidade Fernando Pessoa, Porto); Gil Ferreira (Instituto Politécnico de Coimbra); Hugo Gilberto (Instituto Supe- rior da Maia); João Canavilhas (Universidade da Beira Interior, Covilhã); João Simão (Univer- sidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, Vila Real); Jorge Carvalho (Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, Lisboa); José Manuel Portugal (Universidade de Coimbra); José Rodrigues dos Santos (Universidade Nova de Lisboa); Miguel Ângelo (Instituto Superior Miguel Torga, Coimbra); Pedro Felício (Instituto Politécnico de Setúbal); Pedro Lima (Univer- sidade Católica Portuguesa, Lisboa); Pedro Pinto (Universidade Autónoma de Lisboa); Rúben Neves (Instituto Politécnico de Lisboa); Sandra Sá Couto (Universidade do Porto); Sónia Lamy (Instituto Politécnico de Portalegre); e Teresa Gouveia (Instituto Politécnico de Viseu).
Neste contexto, analisaram-se 19 cursos superiores ao nível do 1.º ciclo, isto é, cursos que facultam o grau de licenciado. No que diz respeito ao ensino universitário, sete cursos são
ministrados por instituições públicas e cinco por instituições privadas. Desta maneira, os sete cursos do ensino superior universitário público são: Ciências da Comunicação da Escola de Ciências Sociais e Humanas da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, em Vila Real;
Ciências da Comunicação da Escola Superior de Educação e Comunicação da Universidade do
Algarve; Ciências da Comunicação – percurso Jornalismo da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa; Ciências da Comunicação da Faculdade de Artes e Letras da Universidade da Beira Interior, na Covilhã; Ciências da Comunicação – ramo Jorna-
lismo da Faculdade de Letras da Universidade do Porto; Ciências da Comunicação do Instituto
Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade Técnica de Lisboa e Jornalismo da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.
Por sua vez, os cincos cursos superiores lecionados por universidades privadas são os seguintes: Ciências da Comunicação da Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da Univer- sidade Fernando Pessoa, no Porto; Ciências da Comunicação da Universidade Autónoma de Lisboa; Ciências da Comunicação e Cultural – especialização em Comunicação Social e Jor-
nalismo da Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica Portuguesa, em Lisboa; Ciências da Comunicação e da Cultura – área Jornalismo e Comunicação e Jornalismo, am-
bos cursos lecionados na Escola de Comunicação, Arquitetura, Artes e Tecnologias da Infor- mação da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, em Lisboa.
No que toca ao ensino superior politécnico, examinaram-se sete cursos referentes igualmente ao 1.º ciclo, sendo que cinco são oferecidos por instituições públicas e dois por instituições privadas. No ensino superior politécnico público, foram tidos em conta os cursos de Comunicação Social das Escolas Superiores de Educação dos Institutos Politécnicos de Coimbra, Viseu e Setúbal, o curso de Comunicação Social da Escola Superior de Comunicação Social do Instituto Politécnico de Lisboa e o curso de Jornalismo e Comunicação da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Portalegre.
Por último, no que concerne ao ensino superior politécnico privado, investigaram-se dois cursos, nomeadamente o de Ciências da Comunicação do Instituto Superior da Maia e o de Comunicação Social do Instituto Superior Miguel Torga, em Coimbra.
No que se refere à formação profissional de jornalistas sobre a edição de imagem de conteúdos informativos televisivos, contactou-se, no dia 27 de maio de 2011, o responsável da formação do CENJOR pela área do jornalismo televisivo, Jorge Nuno Oliveira, o qual manifes- tou a sua disponibilidade para colaborar na presente investigação. Ainda no caso do CENJOR, houve a oportunidade de entrevistar dois formadores, isto é, João Ferreira e Rui Romão, que para além de serem profissionais da TVI, são formadores no CENJOR.